quinta-feira, 30 de junho de 2016



A saltadora russa Yelena Isinbayeva solicitou à Federação Internacional de Atletismo (IAAF, sigla em inglês) a inscrição para competir nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, apesar dessa organização ter suspendido a federação de atletismo da Rússia devido ao escândalo de doping envolvendo a entidade, o que praticamente fechou as portas para essa possibilidade. 
"Isinbayeva remeteu ontem à IAAF a solicitação para competir nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro", informou nesta quinta-feira à agência "Interfax" a porta-voz da federação russa, Ala Gluschenko.
A bicampeã olímpica, que possui o recorde mundial do salto com vara, obteve a melhor marca mundial do ano ao saltar 4,9 metros no Campeonato de Atletismo da Rússia realizado na semana passada.
Embora o Comitê Olímpico Internacional (COI) tenha permitido que os atletas russos que consigam comprovar que estão limpos possam competir no Rio, mesmo com a suspensa da federação, a IAAF, em cujas mãos o COI deixou a decisão sobre quem está fora de qualquer suspeita, impôs como condição que esses atletas tenham treinado fora da Rússia.
Nessas condições, apenas uma atleta russa, a corredora Yuliya Stepanova, que também contribuiu para revelar os escândalos de doping, poderia comparecer aos Jogos.
Apesar disso, 67 atletas russos manifestaram sua intenção de solicitar de forma individual sua participação nos Jogos Olímpicos, mas também recorreram na segunda-feira passada à Corte Arbitral do Esporte (CAS) na Suíça contra a decisão da IAAF que os desabilita a competir em eventos internacionais.
A suspensão da federação russa foi imposta pela IAAF depois que uma comissão independente da Agência Mundial Antidoping (Wada, sigla em inglês) recomendou em novembro de 2015 a exclusão da entidade de qualquer competição internacional, inclusive os Jogos do Rio de Janeiro.
A primeira entidade em acusar a Rússia de doping de Estado foi a emissora pública alemã "ARD", que em um documentário exibido em 2014 expôs um intrincado sistema de doping acobertado pelo Estado russo.
Uma comissão independente da Wada confirmou que a Rússia não estava cumprindo com os protocolos estabelecidos pelo código mundial antidoping e que o governo de Moscou fazia parte de um esquema de corrupção e acobertamento para que atletas de elite russos utilizassem substâncias proibidas em competições internacionais.



A saltadora russa Yelena Isinbayeva solicitou à Federação Internacional de Atletismo (IAAF, sigla em inglês) a inscrição para competir nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, apesar dessa organização ter suspendido a federação de atletismo da Rússia devido ao escândalo de doping envolvendo a entidade, o que praticamente fechou as portas para essa possibilidade. 
"Isinbayeva remeteu ontem à IAAF a solicitação para competir nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro", informou nesta quinta-feira à agência "Interfax" a porta-voz da federação russa, Ala Gluschenko.
A bicampeã olímpica, que possui o recorde mundial do salto com vara, obteve a melhor marca mundial do ano ao saltar 4,9 metros no Campeonato de Atletismo da Rússia realizado na semana passada.
Embora o Comitê Olímpico Internacional (COI) tenha permitido que os atletas russos que consigam comprovar que estão limpos possam competir no Rio, mesmo com a suspensa da federação, a IAAF, em cujas mãos o COI deixou a decisão sobre quem está fora de qualquer suspeita, impôs como condição que esses atletas tenham treinado fora da Rússia.
Nessas condições, apenas uma atleta russa, a corredora Yuliya Stepanova, que também contribuiu para revelar os escândalos de doping, poderia comparecer aos Jogos.
Apesar disso, 67 atletas russos manifestaram sua intenção de solicitar de forma individual sua participação nos Jogos Olímpicos, mas também recorreram na segunda-feira passada à Corte Arbitral do Esporte (CAS) na Suíça contra a decisão da IAAF que os desabilita a competir em eventos internacionais.
A suspensão da federação russa foi imposta pela IAAF depois que uma comissão independente da Agência Mundial Antidoping (Wada, sigla em inglês) recomendou em novembro de 2015 a exclusão da entidade de qualquer competição internacional, inclusive os Jogos do Rio de Janeiro.
A primeira entidade em acusar a Rússia de doping de Estado foi a emissora pública alemã "ARD", que em um documentário exibido em 2014 expôs um intrincado sistema de doping acobertado pelo Estado russo.
Uma comissão independente da Wada confirmou que a Rússia não estava cumprindo com os protocolos estabelecidos pelo código mundial antidoping e que o governo de Moscou fazia parte de um esquema de corrupção e acobertamento para que atletas de elite russos utilizassem substâncias proibidas em competições internacionais.

Travessia do Lago comemora dia do Bombeiro com provas de até 5 km

Por Palmas, TO

A competição é parte da programação da 11ª Semana do Bombeiro, em comemoração ao dia da corporação, que é celebrada em 2 de junho



Prova foi realizada em comemoração à Semana dos Bombeiros (Foto: Investico/Divulgação)

A nona edição da Travessia do Lago foi realizada neste domingo (26) em Palmas e contou com 250 nadadores masculinos e femininos. Na categoria masculina acima dos 35 anos, o primeiro lugar ficou com 1º sargento Honorato. No masculino, até 35 anos, o capitão Nogueira ficou com o primeiro lugar. No feminino, sargento Gabriela terminou a prova em primeiro. 


A prova faz parte  da programação da 11ª Semana do Bombeiro, em comemoração ao doa da corporação, que é celebrada em 02 de junho. 

Confira a lista completa dos vencedores da prova realizada neste domingo:
Masculino até 35 anos
1º- capitão Nogueira
2º- soldado Fernandes
3º- soldado Uchôa
Masculino acima dos 35 anos
1º- 1º Sargento Honorato
2º- Subtenente Mauro
3º- 1º Sargento Rogério
Feminino
1ª- 3º Sargento Gabriela
2ª- 1º Sargento Gisely
3ª- 3º Sargento Olívia

Competição aconteceu neste domingo (26) (Foto: Investico/Divulgação )

Entrega de kits para Corrida do Fogo começa nesta quinta-feira em Palmas

Por Palmas, TO

Os atletas podem fazer a retirada até a sexta-feira (1º) e a prova está marcada para o domingo (3). A largada será na sede do Comando Geral dos Bombeiros



Corrida do Fogo será no próximo domingo (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)

Os atletas que vão participar da Corrida do Fogo poderão retirar os kits a partir desta quinta-feira (30) e sexta-feira (1º). A entrega será no shopping da região norte de Palmas. A prova será no próximo domingo (3) e 1,2 mil vagas foram disponibilizadas para a competição no período de inscrições.
O kit é composto por uma sacola fitness, uma camisa e um chip para cronometrar tempo do competidores durante o percurso. A largada da prova está prevista para as 6h30 e será na sede do Comando Geral dos Bombeiros com chegada no mesmo local.
Veja mais notícias sobre o esporte tocantinense no GloboEsporte.com/to.


Entrega de kits para Corrida do Fogo começa nesta quinta-feira em Palmas

Por Palmas, TO

Os atletas podem fazer a retirada até a sexta-feira (1º) e a prova está marcada para o domingo (3). A largada será na sede do Comando Geral dos Bombeiros



Corrida do Fogo será no próximo domingo (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)

Os atletas que vão participar da Corrida do Fogo poderão retirar os kits a partir desta quinta-feira (30) e sexta-feira (1º). A entrega será no shopping da região norte de Palmas. A prova será no próximo domingo (3) e 1,2 mil vagas foram disponibilizadas para a competição no período de inscrições.
O kit é composto por uma sacola fitness, uma camisa e um chip para cronometrar tempo do competidores durante o percurso. A largada da prova está prevista para as 6h30 e será na sede do Comando Geral dos Bombeiros com chegada no mesmo local.
Veja mais notícias sobre o esporte tocantinense no GloboEsporte.com/to.


quarta-feira, 29 de junho de 2016

A Importância Da Educação Física Na Educação Infantil



A Educação Infantil é o início da escolarização de uma criança, fase em que a imaginação e a fantasia são ferramentas fundamentais no processo de ensino-aprendizagem, em que o profissional de Educação Física deve disponibilizar ao aluno o maior número de possibilidades de movimento, por meio de desafios corporais que envolvam ações cognitivas, afetivas e motoras de maneira conjunta, e não apenas explorando o corpo de maneira isolada. Isso porque entendemos que o ser humano é integrado à comunidade em que vive e o corpo é a porta de entrada para o avanço de suas habilidades.
Portanto, oferecer diferentes possibilidades corporais contribui para o seu desenvolvimento de maneira integral. Diante disso, a Educação Física no Colégio Pentágono tem por objetivo proporcionar um amplo leque de possibilidades através de ações motoras, gerando diferentes desafios corporais que contribuam para esse desenvolvimento dos alunos.
No Colégio Pentágono o trabalho interdisciplinar na Educação Infantil é importante para observar a evolução da criança durante todas as atividades. Alguns trabalhos realizados na sala de aula pelas crianças são transferidos para as aulas de Educação Física.
Um exemplo disso é o desenvolvimento da coordenação motora fina baseada em um dos eixos da Matemática, que trabalha espaço e forma, com a manipulação de diferentes formas geométricas, entre elas o desenho no papel. Nas aulas de Educação Física, o reconhecimento dessas formas se dá por meio da prática corporal, proporcionando novos desafios e oferecendo aos alunos melhor entendimento e maior aproveitamento dos conteúdos.
A parceria entre os professores fortalece um dos valores do colégio, que é a excelência acadêmica, em busca de uma educação eficaz e de melhor qualidade. Para a criança, a ligação entre as aulas proporciona a evolução e a ampliação do conhecimento, por meio de diferentes estímulos motores e cognitivos, contribuindo para o desenvolvimento cultural e social do individuo.

Bruno Lehmann Inácio
Professor de Educação Física Infantil do Colégio Pentágono
Foto: divulgação

Estudo: A Corrida Melhora O Desempenho Do Cérebro



Sabemos que o corpo precisa de se mexer e que o exercício físico deve fazer parte das nossas rotinas, sobretudo numa altura em que a maioria dos trabalhos são sedentários e nos fazem estar horas a fio sentados em frente a computadores. Mas treinar não influencia só o nosso aspeto — o cérebro também pode beneficiar. Mas será que as vantagens cerebrais são iguais em todos os tipos de treino? Será que correr e puxar ferro tem o mesmo efeito?
Investigadores sediados na Finlândia e Estados Unidos dizem que não. E vem tudo explicado no vídeo publicado pelo "Business Insider".
De acordo com o que podemos ver no vídeo, estes investigadores estudaram a produção de novas células cerebrais em 88 ratos, que foram divididos em três grupos: uns praticaram corridas de longa distância, outros treinos de força e outros treinos de alta intensidade. Cada um deles tinha um marcador no cérebro que identificava o aparecimento de novas células cerebrais. 
Resultados: o cérebro dos ratos que fizeram a corrida de longa distância produziram mais células do que qualquer um dos outros grupos. Por outro lado, aqueles que trabalharam a parte da força, tiveram o mesmo resultado que os sedentários: não produziram células novas nenhumas. 
A estas conclusões os investigadores chegaram a partir de ratos — não temos a garantia de que com os humanos funcione da mesma forma. Porém, sabemos, a partir de outros estudos, que o exercício físico tem interferência na produção celular do cérebro. Aquilo que resta confirmar é se todo o tipo de exercício estimula este crescimento da mesma forma. 
De acordo com Miriam Nokia, a investigadora principal do estudo, exercício aeróbico (cardiovascular), como mostrou o estudo com os ratos, pode ser o mais benéfico para o cérebro humano.

NIT - New in Town
Ana Luísa Bernardino
Foto: divulgação

Cuba E Costa Rica Ganham A Continental Cup De Vôlei De Praia Das Américas Do Norte E Central



Cuba e Costa Rica venceram a Continental Cup de Vôlei de Praia das Américas do Norte, Central e do Caribe, encerrada em Guaymas (MEX).
Pelo torneio masculino, Cuba derrotou na final o Canadá por 2 jogos a um. As duplas Karell Peña/Daisel Quesada (CUB) e Sergio Gonzalez/Nivaldo Díaz (CUB) foram os responsáveis pelo título cubano. Com o resultado, Cuba ganhou o direito de enviar uma dupla para os Jogos de 2016.
Canadá e México disputarão a Repescagem Olímpica.
Na competição feminina, a Costa Rica surpreendeu e conquistou a competição. Com as duplas Karen Cope/Nathalia Alfaro (CRC) e Marcela Araya/Valeria Valenciano (CRC), as costarriquenhas bateram o México na final por 2 jogos a 1, sacramentando a vaga nos Jogos de 2016.
As mexicanas, ao lado de Cuba, disputarão a Repescagem Olímpica, que será realizada em Sochi (RUS) entre os dias 6 e 10 de outubro.
Surto Olímpico
Foto: divulgação

Neurocientistas Explicam Como Correr Muda Nosso Cérebro e Afeta Nosso Pensamento



“Correr é um caminho para a autoconsciência e confiança – você pode empurrar-se a extremos e aprender a dura realidade de suas limitações físicas e mentais ou caminhar em silêncio por um caminho solitário assistindo a terra sob seus pés.” – Doris Brown Heritage.
Você está familiarizado com esse sentimento? Você tem uma visão sobre seu eu emocional e físico enquanto corre? Gostou da sensação do vento contra seu rosto e a liberdade de estar ao ar livre sozinho com seus pensamentos? Você pode sentir que após uma boa corrida sua mente está clara e pronta para absorver informações. Você também pode achar que a sua perspectiva é mais positiva depois de uma corrida, e que as coisas que te incomodavam você já não parecem tão ruins. Bem, seus sentimentos têm uma base científica. Uma pesquisa realizada no campo da neurociência mostra os efeitos do exercício aeróbico na clareza cognitiva e bem-estar emocional.
Novos neurônios seriam criados
Costumava ser aceito que nós nascemos com uma certa quantidade de neurônios, e que no momento em que nos tornamos adultos os neurônios deixariam de ser criados. Isto, no entanto, foi provado como errado. Através de pesquisa em animais, foi descoberto que novos neurônios são continuamente produzidos no cérebro ao longo de toda a vida. Karen Postal, presidente da Academia Americana de Neuropsicologia Clínica diz que a única atividade mostrado para desencadear o nascimento destes novos neurônios é o exercício aeróbico vigoroso. “Se você está se exercitando e sua – cerca de 30 a 40 minutos – novas células cerebrais estão nascendo”, diz Postal. Então, suar na esteira ou a céu aberto está fazendo muito bem a seu cérebro e ajudando-o a permanecer mentalmente saudável pelos próximos anos.
Pessoas que correm podem se recuperar de emoções negativas mais rapidamente
Em um estudo realizado por Emily Bernstein e Richard McNally, verificou-se que o exercício aeróbico pode ajudar a reduzir as emoções negativas. Bernstein é uma corredora e disse “eu noto que me sinto melhor quando estou ativa”. Ela queria descobrir o motivo e saber exatamente o efeito que o exercício tem sobre nós. O estudo se propôs a analisar a forma como o exercício altera o modo como as pessoas reagem às suas emoções. Os participantes foram orientados a se esticar ou correr durante 30 minutos e depois assistiram à cena final do filme de 1979, O Campeão. Os participantes, em seguida, relataram suas respostas emocionais. Verificou-se que aqueles que tinham corrido por 30 minutos se recuperaram mais rapidamente de sua experiência emocional triste do que aqueles que tinha apenas se esticado.
Memória de trabalho seria reforçada
Um estudo recente intitulado: “Acute Aerobic Exercise Increases Cortical Activity during Working Memory: A Functional MRI Study in Female College Students” (Exercício Aeróbio Forte Aumenta Atividade Cortical durante Memória de Trabalho: Um estudo de ressonância magnética funcional em universitárias) mostra o efeito do exercício aeróbio sobre a função cognitiva. O estudo analisou o efeito de uma sessão de exercício aeróbio sobre a memória de trabalho. Quinze mulheres jovens participaram do estudo. Elas foram examinadas, após uma sessão de exercício agudo, usando um MRI (ressonância magnética), enquanto realizavam uma tarefa de memória de trabalho. Verificou-se que o córtex e o hemisfério frontal esquerdo mostraram sinais de melhoria nos processos de controle. A partir dessas constatações, os pesquisadores notaram que isso indica que: “exercício agudo poderia beneficiar a memória de trabalho em um nível macro-neural.” Assim, o estudo mostra uma ligação entre exercícios aeróbicos e melhoria na memória.
Conclusão
Da próxima vez em que estiver em uma corrida, saiba que está fazendo-se um enorme bem. Você não está apenas ajudando o seu cérebro em um nível neurológico, também está trabalhando para melhorar a sua saúde emocional. Suas habilidades cognitivas, como a memória, serão melhoradas, e sua visão da vida provavelmente será mais positiva. Se você ainda não corre, pode querer tirar os tênis do armário e dar-lhes uma chance.

Fonte: https://osegredo.com.br
Luiza Fletcher • 25 de maio de 2016
Foto: divulgação

terça-feira, 28 de junho de 2016

España a la lona; la Euro busca nuevo rey








Foto: UEFA



Italia siempre vuelve, con aires de venganza y una contundencia pasmosa. Hace 22 años no le ganaba en un partido oficial a España, cargando en sus hombros aquella derrota 0-4 en la final de la Euro 2012, o el descalabro en la tanda de penales durante la cita continental del 2008.
El maleficio terminó en París, en el Stade de France, donde se coronará el nuevo campeón de la Euro 2016 dentro de un par de semanas, sucediendo en el trono al imperio español, desarticulado ahora por las estrategias de Antonio Conte y el despliegue de sus espartanos, perfectos en el duelo de octavos de final.
La pizarra de 2-0 tal vez no exprese del todo qué tan mejor fue Italia contra la escuadra de Vicente del Bosque, que sufrió el partido más traumático de su era, y eso que David De Gea salvó los muebles e impidió una goleada de escándalo.
A quienes se preguntaban por qué Iker Casillas fue desplazado del arco español, pues ahora tiene una respuesta bien clara. De Gea, un larguirucho con cara de niño, repelió tantos disparos que sus guantes terminaron hirviendo. Solo suya es la culpa de que España no terminara humillada, con saco de goles de vuelta a casa.
En el primer tiempo, Graziano Pellé lo puso a volar con un cabezazo ajustado al palo, mientras Eder lo exigía con dos cañonazos desde fuera del área. En uno de ellos, De Gea se comportó como un humano y dio rebote que aprovechó Chiellini para abrir el marcador.
El segundo período fue también desquiciante para los españoles, que apretaban los dientes con cada remate de Eder, Giancherini o Insigne, y además acababan frustrados al repeler todas sus oportunidades el meta Gianluigi Bufón, una de las leyendas vivientes del fútbol.
El dominio de Italia en la última media hora no fue tan avasallador, pero ningún equipo se siente más cómodo defendiendo. Ese asedio que martiriza a la mayoría de los conjuntos en el planeta, con diez hombres metidos en su propia área, los transalpinos lo dominan con una solvencia increíble, manejando la presión como maestros.
Así desesperaron a España, y la dejaron completamente en la lona en el descuento, enterrando las pocas esperanzas que flotaban sobre el Stade de France. Un contragolpe muy bien manejado dejó solo a Pellé, quien sentenció la suerte de España en la Euro.
No hubo esta vez cabezazo salvador de Ramos en el minuto 93, ni centro medido de Juanfran para que alguien rematara in extremis el empate. Los ibéricos mutilaron así sus sueños de hegemonía continental e Italia ganó, en plenitud, para que a nadie se le ocurra desestimar su candidatura al ahora desierto trono europeo.



Foto: UEFA

Foto: UEFA

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Foto: UEFA

España a la lona; la Euro busca nuevo rey






Italia siempre vuelve, con aires de venganza y una contundencia pasmosa. Hace 22 años no le ganaba en un partido oficial a España, cargando en sus hombros aquella derrota 0-4 en la final de la Euro 2012, o el descalabro en la tanda de penales durante la cita continental del 2008.
El maleficio terminó en París, en el Stade de France, donde se coronará el nuevo campeón de la Euro 2016 dentro de un par de semanas, sucediendo en el trono al imperio español, desarticulado ahora por las estrategias de Antonio Conte y el despliegue de sus espartanos, perfectos en el duelo de octavos de final.
La pizarra de 2-0 tal vez no exprese del todo qué tan mejor fue Italia contra la escuadra de Vicente del Bosque, que sufrió el partido más traumático de su era, y eso que David De Gea salvó los muebles e impidió una goleada de escándalo.
A quienes se preguntaban por qué Iker Casillas fue desplazado del arco español, pues ahora tiene una respuesta bien clara. De Gea, un larguirucho con cara de niño, repelió tantos disparos que sus guantes terminaron hirviendo. Solo suya es la culpa de que España no terminara humillada, con saco de goles de vuelta a casa.
En el primer tiempo, Graziano Pellé lo puso a volar con un cabezazo ajustado al palo, mientras Eder lo exigía con dos cañonazos desde fuera del área. En uno de ellos, De Gea se comportó como un humano y dio rebote que aprovechó Chiellini para abrir el marcador.
El segundo período fue también desquiciante para los españoles, que apretaban los dientes con cada remate de Eder, Giancherini o Insigne, y además acababan frustrados al repeler todas sus oportunidades el meta Gianluigi Bufón, una de las leyendas vivientes del fútbol.
El dominio de Italia en la última media hora no fue tan avasallador, pero ningún equipo se siente más cómodo defendiendo. Ese asedio que martiriza a la mayoría de los conjuntos en el planeta, con diez hombres metidos en su propia área, los transalpinos lo dominan con una solvencia increíble, manejando la presión como maestros.
Así desesperaron a España, y la dejaron completamente en la lona en el descuento, enterrando las pocas esperanzas que flotaban sobre el Stade de France. Un contragolpe muy bien manejado dejó solo a Pellé, quien sentenció la suerte de España en la Euro.

No hubo esta vez cabezazo salvador de Ramos en el minuto 93, ni centro medido de Juanfran para que alguien rematara in extremis el empate. Los ibéricos mutilaron así sus sueños de hegemonía continental e Italia ganó, en plenitud, para que a nadie se le ocurra desestimar su candidatura al ahora desierto trono europeo.






Fotos: UEFA

segunda-feira, 27 de junho de 2016

CUBA EN ATLETISMO INTERNACIONAL




Victoria de Andy González en Cali, sin conseguir el mínimo olímpico para los 800 metros. Foto: Jose M. Correa
Saily Viart y Andy González en la colombiana ciudad de Cali, y Roger V. Iribarne en la canadiense Universidad de Guelph, añadieron medallas de oro a la cosecha del sábado por parte del atletismo cubano en distintos escenarios internacionales.
La joven avileña de 20 años que recién se ganó en La Habana el boleto olímpico para Río en impulsión de la bala casi llegó a los 18 metros en suelo caleño. Incrementó por tercera vez en este mes de junio su marca personal, ahora hasta 17.94. Primero fue 17.67 y luego 17.80 para dejar atrás la marca exigida de 17.75.
Es verdad que ese resultado podría ni alcanzar para incluirse entre las doce finalistas olímpicas, pero lo que debe valorarse en cada caso por separado es el espíritu y la materialización del progresivo rendimiento de cara al futuro. Si sus parciales no la estimulan, entonces no se quienes lo harán.
A Saily Viart le convino la altitud de Cali de poco más de mil metros sobre el nivel del mar, pero dicha condición es contraproducente para Andy González y sus pretensiones de hacer el mínimo olímpico de 1:46.00 en las dos vueltas al óvalo atlético.
El habanero doble campeón de 800 y 1 500 metros en Veracruz 2014, pellizcó en el último Memorial Barrientos la norma con 1:46.04, pero en Cali, aunque también se coronó dejando bien atrás a sus rivales, no pudo mejorar de 1:46.87.
La heptatleta Yusleidis Mendieta también acudió a la lid persiguiendo la clasificación olímpica de 6 200 puntos. Ella logró 6 022 en marzo y no ha podido subir. A juzgar por su primer día de 3 349 puntos y cuarto lugar general tampoco lo conseguirá en esta ocasión. Corrió las vallas en 13.79, saltó 1.68 en altura, impulsó la bala a 12.52 y corrió en 25.80 los 200 metros lisos.
Con mejores opciones aparece un trío que desde hace rato compite con el boleto a Río fijo en sus cabezas. La colombiana Evelis J. Aguilar comanda con 3 656 puntos, acechada por la puertorriqueña Alysbeth Félix, 3 649, y en tercera plaza la paraguaya Ana C. Pirelli, 3 558.
IRIBARNE DE NUEVO
La segunda victoria del veinteañero Roger V. Iribarne en suelo canadiense, ahora en 13.76 en el GP Speed River Inferno de la Universidad de Guelph, reviste la paradoja de no estar clasificado para Río y es el único cubano ganador internacional este año en 110 metros con vallas.
La velocista Ariallis Gandulla cronometró 23.33 en el doble hectómetro y aseguro una medalla de plata frente a la estadounidense Kim Hyacinthe (23.24), mientras el bronce correspondió a la local Farah Jacques (23.72).
De nuevo con Iribarne, el miércoles pasado corrió 13.60 en la Universidad de St. Mary. En ambos casos los PDF de resultados señalan 1 metro por segundo de aire en contra. También los dos cronos ganadores constituyen records para esas competencias. Igual las dos veces superó al más avezado compatriota Jhoanis Portilla, descalificado en la primera y su escolta plateado en la segunda, con 13.83. Bronce para el decatleta canadiense Damian Warner (13.90).
Se afirma que el espigado habanero cuenta con las mejores perspectivas para la especialidad por su físico en primer lugar. Pero es el menos experimentado, juvenil el año pasado y en este su mejor crono es un 13.53 local. El mínimo olímpico lo fijaron en 13.47 y solo quedan tres plazas disponibles en este minuto para asegurarse en la cuota de 40 participantes.
Yordan O’Farrill (13.23), Portilla (13.30) y Dayron Robles (13.32) tienen los cupos de Cuba asegurados por dichas marcas en el 2015. Este año los dos primeros lo mejor que tienen es 13.51, en La Habana. Dayron, con muchas lesiones, ni siquiera ha competido, aunque tuvo base de preparación en República Dominicana y recientemente pudo incorporarse al grupo de Europa, donde marchó hace casi un mes O’Farrill, sin ganar ni descollar hasta hoy.
Pero al ser los más avezados puede que sorprendan agradablemente en el momento indicado, como hicieron el año pasado O’Farrill y Portilla en los Panamericanos de Toronto 2015. Todo es cuestión de esperar.
YORGELIS 6.25 EN LONGITUD
Que haya logrado estirarse hasta 6.25 metros en salto de longitud fue la mejor noticia de Yorgelis Rodríguez en la fecha dominical del heptatlón de Ratingen que no pudo completar.
Después de la modificación introducida este año por su entrenador en la ejecución del salto no había rebasado los 6 metros, por lo que satisface el acercamiento a su mejor marca de 6.35.
En jabalina su 42.95 estuvo lejos del máximo personal de 48.70. Y abandonó en el cierre de los 800 metros. Recordamos que el sábado fue descalificada en los iniciales 100 con vallas por dos arrancadas en falso, tras lo cual decidió aprovechar de todas formas el fogueo y empató su mejor resultado de 1.87 en salto de altura. Su compañero Leonel Suárez se retiró del decatlón luego de bajos rendimientos en las tres primeras pruebas con mucha lluvia.
Esas condiciones climáticas adversas para unos resultan casi habituales para otros como la campeona británica Jessica Ennis-Hill, quien en su debut del presente 2016 estampó 6 733 puntos, el segundo mejor total del mundo detrás del 6 765 de la canadiense Brianne Theisen Eaton, en Gotzis.
Dicho resultado corrió del séptimo al octavo escaño el 6 307 habanero de la cubana Rodríguez, quien con ese resultado más o menos pudiera haber alcanzado bronce en la lid germana, después de la local   Carolin Schafer (6 476) y mejor que otra de casa Jennifer Oeser (6 058).
Entre los nueve de 17 que terminaron el decatlón destacó el 8 606 del germano Arthur Abele que desplazó en la lista mundial del año el 8 523 del canadiense Damian Warner, en Gotzis y movió el 8 347 del cubano Suárez del cuarto al quinto peldaño.
Los alemanes fijaron como eliminatoria olímpica particular esta parada del Desafío Mundial de Pruebas Combinadas 2016, pero salvo la faena de Abele y en menor medida la del subtitular Kai Kazmirek —adelantó cinco puntos el total anual con 8 323—, sus otros ocho aspirantes acusaron los rigores climáticos y competitivos. Patrick Scherfose apenas fue cuarto con 7 561 puntos, aventajado por otro discreto total de 7 659 que valió el bronce al holandés Pelle Rietveld.