quinta-feira, 14 de julho de 2016

Tras la bola de cristal, el reto de tanta gloria

En  menos de 20 días, iniciará la trigésimo primera edición de los Juegos Olímpicos en la bella ciudad de Río de Janeiro, merecedora de ser la primera sudamericana en hospedar el mayor concierto mundial del deporte
“En el mundo moderno, lleno de poderosas posibilidades que al mismo tiempo amenazan con peligrosas decadencias, el Olimpismo puede constituir una escuela de nobleza y pureza morales, tanto como de resistencia y energía físicas, a condición de que elevéis siempre vuestra idea del honor y del desinterés hasta la altura de vuestro vigor muscular”.
Así lo afirmó Pierre de Coubertin, a quien los Juegos Olímpicos le deben su restauración en la era moderna. En  menos de 20 días, ese honor será la sombrilla de la trigésimo primera edición de esas citas en la bella ciudad de Río de Janeiro, merecedora de ser la primera sudamericana en hospedar el mayor concierto mundial del deporte.
Y aunque Coubertin también dijo que “lo importante no es ganar, sino competir”, todos los atletas ven su realización en un podio en las exigentes competiciones presididas por los icónicos cinco aros. Pero antes de las lides en suelo carioca, entre el 5 y el 21 del venidero mes, hay otras que intentan emular con la Pitia, sacerdotisa de Apolo, que daba los oráculos (pronósticos o predicción) en el templo de Delfos, en la antigua Grecia.
Como suele suceder en los prolegómenos de todas estas reuniones del músculo, no son pocas las entidades que ya han definido cómo quedaría el medallero de la justa brasileña.
Si nos guiamos por la empresa holandesa Infostrada Sports, Estados Unidos encabezaría la tabla de medallas, seguido de China, Rusia, Francia, Alemania, Australia, Gran Bretaña, Brasil, Nueva Zelanda y Hungría, para los diez primeros. Según esta agencia, Usain Bolt no ganaría en los 100 metros, pues lo vencería el estadounidense Justin Gatlin. En favor del jamaicano, esa propia organización, previó ha­ce cuatro años que los británicos llegarían a 19 de oro, pero se quedó diez por debajo, aunque sí estuvo certera en el total de aquella sede, pues afirmó que terminaría con 65 y en total fueron 67.
Infostrada no contempla a Cuba entre los 15 vanguardistas de la lista.
Docudeportes.es da el mismo trío puntero, incluye a Japón en el cuarto y a Sudcorea en el noveno y saca de la decena de lujo a Hungría y a Brasil. Al anfitrión lo ubica en el 18 con cuatro doradas, cinco de plata y ocho de bronce, mientras a la Mayor de las Antillas, la sitúa en el 13 (7-5-4).
La organización de economistas PwC, cuyo primer elemento para la profecía es el tamaño de las economías (medido por el PIB con base en tasas de cambio de la paridad del poder adquisitivo), excluye también a brasileños y húngaros del segmento de los diez primeros y también lo hace con Nueva Zelanda, en favor de Italia. Para ella, Brasil es oncena y Cuba anclaría en el 16, sin aportar el color de las medallas, solo que los locales acumularían 25 premios y los cubanos 16.
Más allá de la escaramuza de una bola de cristal, los Juegos Olímpicos están bajo un manto místico que ha visto ensombrecerse a verdaderas luminarias del universo atlético y despertado a estrellas que dormían en un sueño irrealizable para muchos. Para Cuba, claro que se trata de un enorme reto y la magnitud la da su propia historia. Ningún país del tercer mundo aparece con más de 70 lauros dorados en un escenario de tanto abolengo y ninguno ha sido capaz de mantenerse entre los primeros 20 de más resultados.
No estamos ni en Delfos ni convocados por Apolo, estamos en Cuba demandados por un pueblo que no solo es el destinatario de los logros en el deporte y en cualquier otra esfera, sino que es también su máximo protagonista y el que ha hecho posible que hoy muchos de estos estudios cuenten a esta geografía rebelde entre sus cálculos.
Prefiero hablar de propósitos y no de pronósticos. Los primeros son lo que nos han encumbrado, los que nos hacen vivir el orgullo de ser aún un referente deportivo. Si hoy se piensa en la delegación cubana a Río de Janeiro como una de las animadoras de la reunión multideportiva es porque ha mantenido sus potencialidades con esfuerzo, tenacidad y fe en la victoria; si hoy Cuba puede aspirar a estar entre los 15 primeros, incluso con fuerzas para más, es porque no ha dejado de hacer por el deporte, pese a enfrentarse a escollos más serios que los rivales que encuentra en el escenario competitivo.
Los deportistas de la Mayor de las Antillas llegarán a la capital mundial del deporte en este 2016 no solo en busca de un sueño, sino en pos de reeditar y vivir lo que tanta gloria le ha dado a este pequeño país en la historia olímpica.

Rio 2016: Marily dos Santos tem vantagem em relação ao clima da prova

Por Christina Volpe | 29/06/2016 - Atualizada às 12:20 - http://www.webrun.com.br/

Atleta baiana é uma das representantes brasileiras na maraton e costuma treinar em locais quentes assim como o Rio

Pela segunda vez a atleta Marily dos Santos está na lista de convocados para representar o Brasil nas Olimpíadas. A maratonista alagoana, radicada na Bahia, concluiu sua participação olímpica em Pequim na 51ª colocação, com o tempo de 2h38min10. Segundo Marily uma mudança de índice feita pelo conselho técnico fez com que sua ida a Londres fosse adiada. Mesmo assim, a atleta que veio de uma família de lavradores e correu sua primeira prova aos 17 anos, terminando na quarta colocação, promete dar seu melhor no Rio de Janeiro.
A atleta está animada com a oportunidade de correr em seu país, tão perto da torcida. “Tudo é inédito nesse caso. Não vamos precisar fazer longas viagens, ajeitar o fuso ou se quer sentir muita diferença de clima. Isso faz com que a pressão natural de representar o Brasil diminua”, diz. Marily acredita que pode haver algum tipo de vantagem sobre os estrangeiros, já que desta vez eles precisarão se adaptar ao clima. “Algumas atletas correm bem em clima quente/úmido, mas uma grande maioria sofrerá para encaixar o ritmo, como fazem quando estão em locais abaixo de 15 graus e umidade favorável”.
Como Marily treina em temperatura parecida com a do Rio, ela pretende chegar apenas 15 dias antes da competição. “Chegar muito antes da prova pode gerar uma ansiedade desnecessária. Vamos mais para prevenir um cansaço da viagem, já que até a alimentação será parecida com o que estou acostumada”, explica.
Marily no Pan de Toronto em 2015 Foto: Washington Alves/Exemplus/COBMarily no Pan de Toronto em 2015 Foto: Washington Alves/Exemplus/COB
Pode pedir música no Fantástico?
Esta é a terceira vez que a atleta consegue o índice olímpico, sendo sua segunda participação em Olimpíada, já que em Londres, no ano de 2012, segundo ela, foi criado um índice mais apertado que o da IAAF, pelo conselho técnico, assim Marily acabou não participando. “Não estou com marcas fabulosas, mas sempre mantenho uma regularidade com tempo para índice de Olimpíada, Pan e Mundial. Isso me dá certeza que estamos trilhando um caminho certo no planejamento”.
Planos após as Olimpíadas?
“Quero viver esse momento como se fosse único. Como se nenhuma nostalgia do que foi feito antes na carreira interferisse e nem sonhos e planos do que fazer depois. O momento é agora, depois que isso tudo passar o que vier é lucro”, estas foram as palavras de Marily para seu futuro. “Tenho uma carreira bela e construída com integridade e toda uma vida a desfrutar depois, não desejo ficar apegado nem ao antes nem ao que virá!”, diz.
Cenário do atletismo após Rio 2016
A atleta acha que a realidade será desafiadora para os dirigentes. “Temos que criar novas gerações de ídolos, mas também aproveitar o momento olímpico e buscar talentos. Procurar informações com os treinadores que revelaram talentos atuais é essencial, além do incentivo a pratica nas escolas e zonas rurais”, explica.

Marílson dos Santos se despede do esporte nas Olimpíadas de 2016

Por Christina Volpe | 13/07/2016 - Atualizada - http://www.webrun.com.br/às 12:01

Fundista tem 27 anos de carreira e diversos títulos como o bicampeonato na Maratona de Nova York

O fundista Marílson Gomes dos Santos começou cedo, o brasiliense que correu pela primeira vez aos 12 anos com uma equipe de Ceilândia (DF), está prestes a completar 39 anos de idade, sendo 27 de carreira e busca finalizar sua história no mundo das corridas com uma medalha olímpica.


Ao iniciar seus treinos na pré-adolescência surpreendeu com seu desempenho o técnico Albenes de Souza, de Ceilândia, que o estimulou ainda mais e logo o corredor estava vencendo os colegas nas competições. Aos 15 mudou-se para Santo André para treinar no SESI Paulista e desde então não parou mais. Em 2000 entrou para o clube BM&F Bovespa e iniciou sua fama no atletismo com uma sequência de vitórias, entre elas o tricampeonato na Corrida de São Silvestre, onde mantém o título de último brasileiro vencedor da prova, no ano de 2010.
Mas a fama internacional chegou ao se tornar o primeiro sul-americano a vencer a Maratona de Nova York, em 2006 e logo depois conquistando o bicampeonato em 2008.
Olimpíadas
Com duas participações distintas em Jogos Olímpicos (Pequim 2008 e Londres 2012), o atleta busca a realização de seu maior sonho: uma medalha olímpica. “As duas provas que participei foram bem diferentes. Em Pequim estava muito preparado e ciente de que conseguiria um bom resultado, mas infelizmente acabei desistindo da prova. Até hoje não sei bem o que aconteceu, mas naquele dia não estava me sentindo bem, além dos fatores climáticos que foram prejudiciais”, diz.

Marilson começou no Clube BM&F Bovespa em 2000 Foto: Fernanda Paradizo/DivulgaçãoMarilson começou no Clube BM&F Bovespa em 2000 Foto: Fernanda Paradizo/Divulgação

Para Londres a preparação não estava completamente nos eixos e mesmo assim, o atleta ficou entre os cinco primeiros colocados. “Não consegui fazer um volume suficiente durante meus treinamentos e ainda assim conquistei a melhor marca de um não-africano na prova. Agora busco pegar tudo que aprendi nessas duas participações para fazer meu melhor resultado no Rio”.
O fundista e sua esposa Juliana Gomes dos Santos, que também estará nas Olimpíadas competindo nas distâncias de 1.500 e 5.000m, estão atualmente finalizando o ciclo de treinamentos em altitude, na Colômbia, e voltam ao Brasil poucos dias antes do início das Olimpíadas, diretamente para o Rio.
Despedida do esporte
Finalizando sua carreira de fundista, Marílson conta que após as Olimpíadas só pretende descansar. “Quem corre profissionalmente sabe que é muito difícil manter um forte rendimento até esta idade, mas não desisti. Vou me esforçar ao máximo nesta última prova para encerrar minha carreira com a sensação de missão cumprida”. O atleta é o brasileiro com melhor tempo classificado para as os Jogos Olímpicos com 2h11min.
O atleta se despede das pistas após as Olimpíadas Foto: Alexandre Koda/WebrunO atleta se despede das pistas após as Olimpíadas Foto: Alexandre Koda/Webrun



LA GESTA DEL CERRO PELADO

A 50 años de una digna respuesta

La epopeya fue recordada este miércoles en la Gala por el 50 Aniversario, efectuada en la Sala Magistral de la Universidad de las Ciencias de la Cultura Física y el Deporte Manuel Fajardo
Medio siglo quedó atrás. Muchas han sido las conquistas del deporte cubano en todo ese tiempo. Sin embargo, una de ellas permanecerá imborrable en la memoria del pueblo: la gesta del Cerro Pelado, el navío que arribó a las costas de Puerto Rico con una delegación de 351 miembros dispuestos a todo para intervenir en los X Juegos Deportivos Centroamericanos y del Caribe de 1966, a pesar de las prohibiciones del gobierno norteamericano para entorpecer la participación de la Isla en el evento.
La epopeya fue recordada este miércoles en la Gala por el 50 Aniversario, efectuada en la Sala Magistral de la Universidad de las Ciencias de la Cultura Física y el Deporte Manuel Fajardo, en homenaje al 90 cumpleaños del Comandante en Jefe, con la presencia de miembros de la histórica delegación, atletas que se aprestan a competir en los venideros Juegos Olímpicos de Río de Janeiro e integrantes del 25 Contingente de Solidaridad con Cuba Juan Rius Rivera, de Puerto Rico.
Momento culminante fue la entrega simbólica de un Sello especial al Comandante en Jefe Fidel Castro, recibido por el presidente del Comité Olímpico Cubano, José Ramón Fernández, de manos del titular del Inder, el doctor Antonio Becali Garrido. También le se entregaron Sellos conmemorativos a una representación de los miembros de la delegación: Enrique Figuerola, Miguelina Cobián, Caridad Agüero, Pedro Chávez, José Antonio Díaz, Miguel Ibarzábal, Guillermo Martínez, Benita Jiménez, José Luis Cabrera y Alcides Sagarra, así como a familiares de integrantes ya fallecidos.
Después de la exhibición del documental La Epopeya del Cerro Pelado, del realizador José González Vera, hubo palabras de la atleta de pentatlón moderno Leydis Laura Moya a nombre de los deportistas que intervendrán en los Juegos de Río de Janeiro y, a continuación, Angelina Notó, de la dirección del Inder, leyó la resolución que dio origen al Sello. Enrique Figuerola —abanderado de la delegación en 1966—, en su alocución destacó la entrega de todos sus compañeros en las competencias.
La puertorriqueña Milagros Rivera, presidenta del Comité de Solidaridad con Cuba, recordó el apoyo brindado por representantes del pueblo boricua a la delegación cubana, desde el mismo momento de su azaroso de-sembarco en esa tierra hermana.
Para finalizar, el doctor Becali destacó la de­cisiva  presencia de Fidel, máximo impulsor de esta epopeya histórica, y recordó algunas de sus frases en el acto oficial de recibimiento a la delegación, el 29 de junio de 1966, cuando afirmó: “posiblemente a ninguna delegación nuestra Patria tenga que agradecerle tanto como a esta por la batalla que libró, por los triunfos que obtuvo en los mo­mentos más difíciles, por la dignidad que os­tentó en todo momento”.
Estuvieron presentes también Kenia Serrano, presidenta del Instituto Cubano de Amistad con los Pueblos (ICAP); Fernando González, héroe de la República de Cuba y vicepresidente de ese organismo, Benigno Iglesias, vicepresidente del Instituto Cubano de Arte e Industria Cinematográficos (Icaic) y
Daniel Báez Pérez, funcionario del Comité Central del Partido.
Matizaron la actividad los repentistas Luis Paz Esquivel, Yenisleydis González, Leidys Laura Valdés, Mayelín Velázquez; el tenor Bernardo Lichilín y los trovadores Eduardo Sosa y Tony Ávila.