segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Larduet no se rindió

Autorizado por el cuerpo médico que atendió su lesión, el antillano competirá en las finales de las paralelas y barra fija
Manrique Larduet pujará con fuerzas en las dos finales de este martes. Foto: Ricardo López Hevia
RÍO DE JANEIRO.—Carlos Rafael Gil, entrenador del gimnasta santiaguero Manrique Larduet, afirmó que su alumno competirá este martes en las finales de las paralelas y barra fija para las que clasificó días atrás.
Gil explicó a Granma, por medio de una red social, que el joven fue valorado por el cuerpo médico y le autorizaron a presentarse en ambos concursos. Apuntó que después de resentirse de una lesión del tobillo izquierdo durante la lid de los máximos acumuladores, Larduet permaneció dos días en reposo, e inmediatamente retomó sus entrenamientos, uno de los últimos realizado en la tarde de este lunes.
Su preparador técnico agradeció las atenciones del equipo médico en aras de restablecerlo y las muestras de apoyo de incontables simpatizantes enviadas por correo electrónico desde diversas partes del mundo, en su gran mayoría provenientes de nuestro país.
El cubano sufrió la lastimadura precisamente en el primer día, cuando participaba en la acostumbrada sesión de pódium que antecede a los inicios de la lid. Larduet (15.776 puntos) clasificó cuarto en las paralelas, detrás de Oleg Verniaiev (UKR, 16.166), David Belyavskiy (RUS, 15.933) y Shudi Deng (CHN, 15.800), y fue octavo en la barra fija (15.116).
Este martes el antillano, a partir de la 1:00 p.m. hora de Cuba, rivalizará en las paralelas frente a diez oponentes, entre ellos el multicampeón olímpico y mundial Kohei Uchimura, de Japón. Después seguirán los ejercicios en el suelo para mujeres, antesala de la barra fija, donde sale como uno de los favoritos el ucraniano Verniaiev, plata en el all around.
DOBLE ORO PARA WHITLOCK
El británico Max Whitlock dominó en las finales de los ejercicios en el suelo y en el caballo con arzones para agenciarse dos preseas doradas. En el primero de esos eventos alcanzó 15.633 unidades, seguido por los brasileños Diego Hipólito y Arthur Mariano, dueños de 15.533 y 15.433, respectivamente.
Whitlock también brilló en arzones con 15.966, escoltado por su compatriota Louis Smith, 15.833 y el estadounidense Alexander Naddour, 15.700. Otros resultados finales: Salto (f):Simone Biles (USA) 15.966; María Paeka (RUS) 15.253; Giulia Steingruben (SUI) 15.216. Barras asimétricas: Aliya Mustafina (RUS) 15.900; Madison Kocian (USA) 15.833; Sophie Scheder (GER) 15.566. Anillas: Eleftherios Petrounias (GRE) 16.000; Arthur Zanetti (BRA) 15.766; Denis Abliazin (RUS) 15.700.

RÍO 2016

Mijaín, triple campeón olímpico

El abanderado de la delegación cubana, Mijaín López, logró su tercera corona olímpica tras superar de manera espectacular al turco Rıza Kayaalp en la final

Mijaín no permitió puntos en sus combates de clasificación y es por tercera vez titular olímpico. Foto: Ricardo López Hevia, enviado especial
Una espectacular proyección del cubano Mijaín López sobre el turco Rıza Kayaalp, en el mismísimo comienzo de la discusión del cetro de los 130 kilogramos de la lucha grecorromana, le dio al pinareño su tercera corona olímpica consecutiva, igualando una histórica marca del deporte nacional.
Impresionante fue el desempeño del grequista de Herradura, quien ganó de manera apabullante, 6-0, a su rival por excelencia, verdugo en los pasados Mundiales de Estambul 2011 y Las Vegas 2015.
Esta vez el europeo nada pudo hacer el europeo frente al gigante caribeño, que mostró una gran seguridad sobre el colchón, sin permitir puntos en toda la jornada.
En la Arena Carioca 2 el cubano sorteó todos sus obstáculos sin grandes contratiempos. El abanderado de la delegación superó en su primera salida a su oponente de hace cuatro años en la final de Londres 2012, Heiki Nabi, de Estonia, a quien desbancó por un sólido 3-0, apoyado en una postura erguida, inamovible, ejerciendo presión sobre el contrario y llevándolo a la posición de cuatro puntos para ejecutar efectivo desbalance.
Esa fue la estrategia también en su segunda presentación contra el sueco Johan Magnus Euren, bronce olímpico de Londres. Implacable en el trabajo en el suelo, con una defensa impenetrable, Mijaín marcó un 4-0 definitivo que confirmó su gran estado de forma y ambición de cara a la final. Justamente, el último episodio antes de la discusión del título lo solventó con pasmosa tranquilidad (3-0) ante el ruso Sergey Semenov.
De esta forma Mijaín iguala con Félix Savón, Teófilo Stevenson, Ramón Fonst y las siete voleibolistas miembros de las Morenas del Caribe en la década del 90, quienes lograron tres coronas olímpicas también.
Este ha sido el camino de Mijaín en sus aventuras bajo los cinco aros, escenario donde su leyenda se ha agigantado con tres coronas.


Equilíbrio marca primeiro confronto de basquete em cadeira de rodas entre Reviver e Agab na Capital

14 de agosto de 2016
Reinaldo Cisterna - http://aloesporte.com.br/


Disputa entre Projeto Reviver x Agab – evento histórico no Tocantins – Fotos: Marcus Mesquita
Nem os mais otimistas imaginariam tamanho equilíbrio na partida disputada entre as equipes de basquete em cadeira de rodas do projeto Reviver, que tem apenas cinco meses de experiência, e da Associação Gurupiense dos Amigos do Basquetebol (Agab), que existe há 18 anos. O jogo, o primeiro da história do time Reviver, aconteceu neste sábado, 13, na quadra do Centro Esportivo Militar do Corpo de Bombeiros (Cemil), localizado no Lago Sul, em Palmas, e terminou com o placar de 10 a 9 a favor dos visitantes.
Cestinha da partida com seis pontos, a jogadora da Agab Cida Araújo não escondeu o quanto se surpreendeu com a dificuldade que o time encontrou em quadra, mas comemorou o resultado positivo. “Foi muito bom ter este jogo. A gente estava treinando há muito tempo e queria voltar logo a jogar. Fiquei ainda mais feliz por ter sido a cestinha; eu gosto de tentar a cesta o tempo todo e consegui ajudar na vitória. O Reviver está de parabéns; foi um jogo difícil e isto nos surpreendeu um pouco. Tomara que eles sigam treinando, porque eles já são muito bons mesmo com pouco tempo de basquete”, destacou a ala.
Ala-pivô do Reviver, Cláudio Novaes saiu da partida entusiasmado com o comportamento da equipe em quadra e acredita ser possível se fomentar a vinda de novos atletas para o projeto. “A partida foi super-proveitosa; a apresentação de hoje mostrou que os treinos, realmente, estão se efetivando e foram mostrados em quadra, porque todos se comportaram muito bem no confronto contra um time muito mais experiente, terminando apenas com um ponto atrás no placar. Estamos no caminho certo; agora é nos dedicarmos ainda mais aos treinamentos até mesmo para fomentarmos a modalidade dentro da cidade, porque, quanto mais a gente fizer isto, mais pessoas tomarem conhecimento da equipe, mais praticantes podem surgir e fortalecer o nosso esporte”, afirmou o atleta.
Semeando esporte
Coordenadora do projeto Reviver, Soraia Tomaz era só alegria após o fim da partida e diz já sonhar com um campeonato da modalidade no estado. “O jogo foi incrível. Os meninos da Agab já têm excelência em quadra e nós nos reagimos muito bem contra eles. A partida foi um aprendizado para a gente, pois pudemos ver uma equipe de tão alto nível jogando e aprendemos coisas novas com ela. Mas, reforço que o time Reviver está de parabéns; todos os atletas participaram e a nossa esperança é que hoje a gente tenha plantado uma boa sementinha para que o basquete em cadeira de rodas cresça e se fortaleça dentro do estado para, quem sabe, a gente consiga realizar um campeonato da modalidade em um futuro não tão distante”, vislumbrou a educadora física.
Para a presidente da Agab, Larissa Azevedo Costa, a vitória no confronto não foi o que mais a alegrou, mas, sim, notar que a Agab ganhou um forte parceiro na promoção do esporte para pessoas com deficiência no Tocantins. “O placar do jogo foi o menos importante que vimos aqui. O desafio mais importante é aquele contra eles mesmos e, dentro disto, todos já são vencedores a partir do momento que decidiram se tornar atletas, superar as dificuldades físicas que têm e virar espelho para tanta gente. É isto que a Agab vem ajudando a fazer, há alguns anos, e o que o Reviver começou muito bem a fazer também. Eu acredito que não falta amor no mundo, falta quem ame. E projetos assim são realizados por pessoas dispostas a amar. Por isto, os resultados aparecem tão rápido e é muito importante que ações assim possam seguir ativas por muito tempo; e nós procuramos fazer isto acontecer. Apoiar tudo isto é fundamental, porque eles são modelos para que outras pessoas com deficiência sintam o valor do esporte na vida deles e procurem alguma atividade, seja o basquete ou outra que preferirem”, exaltou Índia, que é ex-alteta de basquete em pé.[Especial para o Alôesporte/Ascom Total / Fotos: Marcus Mesquita]

















Melhor corredor de todos os tempos do Tocantins queria ser karateca e não atleta – Cadê você Deusimar?

14 de agosto de 2016
Reinaldo Cisterna - http://aloesporte.com.br/

Deusimar Gomes após vencer a Meia Maratona de 2005 – Diamantino e Marizete – Arquivo Pessoal/Divulgação
Você sabia que o principal nome do atletismo tocantinense de todos os tempos, anos atrás queria ser lutador de karatê e não corredor. Pois é, Deusimar Gomes Thomaz da Cuz, hoje com 45 anos, conta que começou praticando karatê, mas como não conseguiu se desenvolver na modalidade resolveu pular para o atletismo. “Eu fazia corrida para ganhar preparo físico para lutar e não deu certo. Aí resolvi apostar as fichas no atletismo”, revela o bicampeão da Meia Maratona do Tocantins nos anos de 2004 e 2005.
Nascido na cidade de Paraíso, Deusimar Gomes, ressalta que como não deu certo no karatê começou a se dedicar no atletismo, mas ressalta que começou “tarde”, apenas aos 25 anos. E que na verdade começou a ganhar vontade de ser um grande campeão entre 26 para 27 anos. Deusimar diz que nos primeiros anos serviu como aprendizado, tanto que começou a ler muito sobre atletismo comprando revistas e vendo os atletas correrem nas competições para ganhar conhecimento.


São Silvestre
Deusimar Gomes lembra que tinha um sonho: queria correr a São Silvestre. Ele ficou sabendo que o Governo do Estado iria levar um pessoal para representar o Tocantins na competição em São Paulo. Deusimar participou de uma seletiva sonhando em ir para São Silvestre, mas quando acordou estava num hospital. Segundo ele, a vontade era tão grande que não soube dosar e passou mal vomitando e desmaiou. “Pensei em parar de correr por causa disso”, lembrou ele.
No ano seguinte, porém, mas bem preparado, surgiu o Circuito de Corridas de Ruas do Tocantins. Dai ele conta que começou a treinar direitinho para não ter o problema do ano anterior e deu certo foi novamente chamado para ir a São Paulo. Dali em diante Deusimar conta que nem sabe quantas corridas ganhou na carreira, pois de 1997 a 2005 ganhou tudo que disputava no Tocantins, além de ganhar fora do Estado também.


Imbatível
Devido aos bons resultados dentro e fora do Estado, Deusimar despertou interesse em grandes equipes de atletismo do País, e fez parte da equipe Pé de Vento (Petrópolis/RJ), entre 2001 e 2005 e no Cruzeiro entre 2005 e 2006.. Pelos bons resultados também representou o Tocantins numa corrida internacional viajando para Atlanta nos Estados Unidos. Segundo ele, para correr lá só era chamado pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAT), os atletas que corriam os 10 mil metros abaixo de 30 minutos. ” O atletismo me proporcionou tudo isso”, destacou.

Tocantins
Deusimar ressalta que devido ao ótimo nível de corredores que vinham disputar a Meia Maratona do Tocantins só conseguiu ganhar duas vezes a competição nos anos de 2004 e 2005. Se não fosse pelo nível da competição, ele acredita que poderia ter vencido umas cinco vezes a Meia Maratona. Deusimar lembra que na primeira Meia Maratona o vencedor foi o corredor de Brasília Arnaldo Sales, e em 2003 – o vencedor foi Genilson Silva, que já tinha ido a uma Olimpíada, um Pan-Americano e tinha acabado de vencer a Maratona de São Paulo. Fez questão ainda de destacar a ascensão do atleta Eliésio Miranda, que segundo ele, já vinha sendo um dos principais corredores do Tocantins neste período. Destaca hoje o atleta Antônio Wilson, o Toin (Araguaína) como um grande atleta representando o Tocantins.


Adeus
Em 2007, Deusimar Gomes foi morar com a família em Brasília, onde está até os dias de hoje. Deusimar disse que parou de correr em 2008, lembrando que começou tarde no atletismo e, em razão disso, começaram aparecer as lesões e aí foi inevitável parar de correr.
Hoje ele trabalha em Brasília como mecânico de automóvel, em uma Concessionária, onde já está há oito anos e esteve semana passada visitando os familiares em Paraíso.


Família
Deusimar deixou as corridas, mas as corridas não o deixaram, é que o filho mais novo, o Gabriel já é corredor em Brasília sob o comando do pai como instrutor. Já o outro filho, Vinícius, 13 anos, está se dedicando ao ciclismo. “Meu pensamento é voltar para o Tocantins e quem sabe meu filho seja um grande atleta por aqui. A vantagem dos meus filhos no esporte é que diferente de mim estão começando muito novo e podem se dar bem” finalizou Deusimar.


Perfil
Nome: Deusimar Gomes Thomaz da Cruz
Natural: Paraíso (TO)
Idade: 45 anos
Casado: Aldaires Ribeiro Campos Cruz
Filhos: Gabriel Gomes Thomaz da Cruz e Vinícius Gomes Thomaz da Cruz


Meia Maratona do Tocantins
Resultado de 2005
Categoria Adulto Masculino Geral
1º Deusimar Gomes – Paraíso (TO)
2º Eliésio Miranda da Silva (TO)

Resultado de 2004
Categoria Adulto Masculino Geral
1º Deusimar Gomes – Paraíso (TO)
2º Arnaldo Salles – Brasília (DF)

Tenista tocantinense Gabriela Azambuja é campeã na Copa Farroupilha de Tênis

15 de agosto de 2016
Reinaldo Cisterna - http://aloesporte.com.br/


Gabriela Azambuja exibe o troféu conquistado na Copa Farroupilha de Tênis – Divulgação
A tenista tocantinense número 1 do ranking nacional, categoria juvenil, Gabriela Azambuja, faturou neste final de semana em Novo Hamburgo (RS), a Copa Farroupilha de Tênis, torneio válido pelo ranking nacional. Gabriela conquistou o título na categoria feminina simples até 23 anos. na final, a tocantinense Gabriela Azambuja, que atua pelo Estado de Santa Catarina derrotou a gaúcha Nicole Beidacki (RS) por 6/2 6/1. O evento contou coma presença de tenistas de São paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.
A Copa Farroupilha de Tênis teve apoio da Fruki / Água da Pedra, Sociedade Aliança e OK Center, com realização da Associação Leopoldense de Esporte e Cultura (ALEC) e da Federação Gaúcha de Tênis, além da supervisão da CBT. 
FEMININO – SIMPLES
23 anos – Gabriela Azambuja (SC) d. Nicole Beidacki (RS) – 6/2 6/1
12 anos – Nicole Serraglio (PR) d. Letícia Fonseca (RS) – 6/1 6/0
14 anos – Namie Isago (SC) d. Sophia Xavier (RS) – 6/3 6/3
16 anos – Gabriela Herwig (RS) d. Rafaela Manfrin (RS) – 6/2 5/7 6/2

Gurupi nas semifinais e garoto vai para o Atlético Goianiense

21 de julho de 2016

Reinaldo Cisterna - http://aloesporte.com.br/


Garoto Juninho é o destaque do Gurupi em Itumbiara - Foto: Divulgação
As equipes Sub-14 e Sub-19 do Gurupi estão classificadas para as semifinais da II Taça Internacional de Itumbiara, que está acontecendo na cidade goiana. E a outra boa notícia é que o meia Juninho, da categoria Sub-19 foi indicado pela comissão técnica do Atlético Goianiense para fazer testes do time goiano logo após o final do torneio. A informação é do Coordenador de Base do Camaleão do Sul, Alcides Gonçalves. Segundo ele, o garoto Juninho nem retornará com a delegação para Gurupi porque já ficará em Goiânia neste restante de mês de julho para fazer testes. Caso seja aprovado será integrado ao Sub-17 do Dragão. Gonçalves revelou que o Gurupi fechou uma parceria com o Atlético para mandar jogadores ao clube goiano.
Ontem o Gurupi eliminou na categoria Sub-14, o Pires do Rio (GO) nos pênaltis por 4 x 3, após empate no tempo normal por 0 x 0. Já o atual campeão do torneio, o time Sub-19 do Gurupi despachou Bom de Bola de Brasília por 2 x 0. Até o fechamento da edição ainda não havia saído os adversários do time tocantinense.


El valor agregado de Nivaldo y Sergio

Los cubanos, incluidos entre los ocho mejores duetos del planeta, superaron su noveno puesto del Mundial 2015

Sergio González y Nivaldo Díaz. Foto: especial para Granma, Roberto Morejón,
RÍO DE JANEIRO.—Rodeados por una agradable atmósfera de la afición acá —imaginamos que en Cuba igual— deseosa de ver hasta dónde ascenderán Nivaldo Díaz-Sergio González en el voli playero, este lunes vuelven a las arenas de Copacabana.
Si en su anterior presentación, durante el partido de muerte súbita, derribaron en rápido 2-0 (21-17, 21-14) a los holandeses Clemens Doppler-Alexander Horst, clasificados en el lugar 25 del ranking mundial, la próxima parada ante los rusos Viacheslav Krasilnikov (25 años) y Konstantin Semenov (27 y nada menos que 2,10 metros de altura), ubicados en la posición 21 de la lista universal, será el paso previo en aras dealcanzar la semifinal del martes.
Tras borrar obstáculos de altísimo rango y verse entre las ocho parejas más destacadas de la lid, estos muchachos ya pasaron por encima de su noveno escaño en el Campeonato Mundial de Holanda 2015. La hazaña lleva por valor agregado el éxito —abriendo las competencias— de haber derrotado 2-1 en las eliminatorias a los brasileños Pedro Solberg-Evandro Junior, terceros en el mencionado torneo holandés, y vencedores de los nuestros en su cotejo particular allí.
GIGANTE RUSO EN LA ARENA
Volvamos por unos instantes más a Krasilnikov-Semenov. Unidos como tándem desde el 2012, entre abril y julio de la actual temporada, participaron en más de diez eventos por Europa y Asia, y en todos clasificaron entre la decena de punteros. Cuatro años antes, Semenov, junto a Serguey Prokopev, concluyó noveno en los Juegos Olímpicos de Londres.
Para llegar a esta instancia de cuartos de finales, los rusos dejaron en la cuneta a cuatro parejas, contando a los reconocidos holandesesReinderNumerdor (jugó varios años en el equipo de sala nacional de su país) y Christian Varenhorst, quienes eliminaron en estos Juegos a los mexicanos Juan Virgen-Rodolfo Ontiveros, de excelentes actuaciones en el Circuito Norceca.
Cuando nos detenemos a observar la calidad concentrada en el voleibol de playa en Copacabana, no hallamos otra manera de calificar lo que hasta hoy han hecho Nivaldo y Sergio: una hazaña más grande que ellos mismos.
En franca desventaja ante el aval de los rivales, ganadores de solo las dos paradas del Circuito Norceca realizadas a principios del añoen México (Guaymas y Baja California), además de la efectuada en Varadero, únicamente con sagacidad y tremenda determinación de batallar, se concibe su destacado desempeño entre los mejores del universo.
Cualquiera que sea el resultado contra Semenov-Krasilnikov, Cuba y el movimiento deportivo de nuestro país, han de reconocer con mucho respeto, la actuación de esté dúo

Mi juventud ha sido muy difícil

Declaró Yuberjen Martínez, subcampeón olímpico de boxeo

Yuberjen Martínez (izquierda), un campeón de una sencillez increíble. Foto: Marcelino Vázquez
RÍO DE JANEIRO.—“Mi juventud ha sido bien difícil, porque tuve que hacerme cargo de la familia, con seis hermanos y varios sobrinos, por eso aprecio tanto haber llegado hasta aquí y ganar la medalla de plata”.
Ataviado con un sombrero halón y sin retirar aún las vendas de las manos cuando hacía más de dos horas que terminó su combate contra el uzbeco Hasanboy Dusmatov, el boxeador colombiano Yuberjen Martínez (49kg) no sabía a cuál de las preguntas atender en un cuadrilátero donde los periodistas le lanzaban una tras otra.
“Mi padre es pastor de iglesia, ya pueden imaginarse qué conflicto aquel cuando supo que me gustaba el boxeo. Atravesábamos una situación muy difícil en la familia, pues él estaba padeciendo de una enfermedad en la cintura y había dejado de trabajar”, afirma el subcampeón olímpico.
“Me decidí entonces a llevar las dos cosas al mismo tiempo, tenía solo 16 años, no sabía nada de este mundo del boxeo, únicamente me llamaba la atención y vieron que tenía condiciones para practicar este deporte”, apuntó rodeado de colegas de medios colombianos deseosos de tener la nota exclusiva.
“Ha sido un torneo muy fuerte, debes salir a pelear varias veces en una misma semana y cuando llegas a la discusión de la medalla ya sientes el agotamiento que se va sumando. Ha sido una gran satisfacción haberme encontrado en el ring con el campeón mundial, Johannys Argilagos. Después de vencer en esa pelea me di cuenta de que podía aspirar a una medalla. Esfuerzo me llevó, tras estudiar a todos los rivales de la división”.
El púgil cafetero dijo no sentirse seguro de si continuará su paso hacia los profesionales, por el momento solo quiere disfrutar de su éxito.

Ojos pendientes de los puños cubanos

Bronce para Lázaro Álvarez en dudosa decisión. La Cruz se le perdió al brasileño Borges. Robeisy paso a paso. Toledo disfrutó su debut

Lázaro Álvarez reeditó en el boxeo olímpico su medalla de Londres’12 Foto: Marcelino Vázquez
RÍO DE JANEIRO.—El triple campeón mundial Lázaro Álvarez (60) concluyó con bronce y reeditó en el boxeo olímpico su medalla de Londres’12.
El brasileño Robson Conceçaio buscó la pelea en la corta distancia, y aunque su golpeo —bastante desorganizado—contrastó con la certeza del antillano, recibió el veredicto de los oficiales, 29-28 en los tres asaltos, que cercenó un posible oro para Cuba.
Conceçaio entrenó en nuestro país y participó en el Córdova Cardín, pero no enfrentó a Álvarez, quien estaba de gira. Este domingo, después de lo que no pocos consideraron un despojo, el púgil pinareño intercambió opiniones en la zona mixta de la prensa.
“Él sabe que sus golpes, muchos con los guantes abiertos, no me hicieron daño. He tenido combates más fuertes, pues en esta división hay peleadores de calidad, solo que aquí el público presiona mucho; ahí vieron la votación. No me recrimino por el bronce, entreno a conciencia, trabajé concentrado y seguiré adelante”.
Concluido el preolímpico de Argentina —donde entre otros clasificaron tres profesionales—que completó la nómina de este deporte, se presumía una gran rivalidad entre los anfitriones, los rusos, armenios, kazajos, uzbecos, cubanos y algunas individualidades como el colombiano Yuberjen Martínez (49), quien dejó en bronce a Joahnys Argilagos. Este domingo el cafetero perdió el oro a manos del uzbeco Hasanboy Dusmatov, triunfador unánime.
La porfía surge fuerte para los alumnos de Rolando Acebal, aun cuando ganaron la Serie Mundial avalados por 56 victorias en 60 combates, rotando a unos 20 hombres por el equipo. La diferencia es notable, mientras en aquel evento existen días de descanso de un programa a otro, aquí la acción es consecutiva. Cuba suma tres bronces: Joahnys Argilagos, Lázaro Álvarez y Erislandy Savón.
BORGES NO ENCONTRÓ A LA CRUZ
De la Cruz le ganó fácil el pleito al brasileño Borges Foto: Marcelino Vázquez
La “sombra” Julio César la Cruz (81) le danzó a la riposta al brasileño Michel Borges, evadiendo los escasos ataques del local en los tres capítulos, labor reconocida por la votación de triple 30-27.
La Cruz dijo haber peleado tranquilo, de contragolpe frente a un rival que no lo presionó, aun teniendo el apoyo de la afición. “Me enfoqué en sacar ventaja evidente, y acercadel público, estoy acostumbrado a salir en instalaciones llenas en otros países, no me afecta”, afirmó. El camagüeyano aseguró bronce e irá el día 16 contra el francés Mathieu A.D. Bauderlique.
EL TREN RAMÍREZ
Robeisy Ramírez irá por bronce frente al chino Jiawei Zhang, el próximo martes Foto: Marcelino Vázquez
Si el marroquí Mohamed Hamout intentó imponer su ritmo de campana a campana en la corta distancia, Robeisy Ramírez (56), luego de un primer asalto manteniéndolo alejado, no evadió el intercambio en los dos restantespara llevarse el veredicto de 2-1 (29-28, 30-27, 28-29).
Hamout aventajó al antillano en un torneo en Marruecos, mas la Ciudad Deportiva habanera durante la Serie Mundial le sirvió luego al cienfueguero para igualar la cuenta.
“Sabía que iba a ser duro, él posee buen físico aunque no es técnico. Empuja, mete la cabeza, emplea cuanto recurso encuentra por tal de ganar, pero no pudo con el ‘tren Ramírez’, que va en estos juegos buscando victoria a victoria”, sentenció el sureño, quien irá por bronce frente al chino Jiawei Zhang, el próximo martes.
YASNIER DISFRUTÓ SU ÉXITO
El próximo oponente de Yasnier será Lorenzo Sotomayor, representante de Azerbaiyán Foto: Marcelino Vázquez

















“Subí a disfrutar mi pelea, a imponerle al británico el ritmo, y lo conseguí, a pesar de que los jueces decidieron 2-1. Me conectó buenos golpes, sin embargo, no logró cortarme el paso que era lo esencial en este pleito”.
Así vio Yasnier Toledo (64) su debut contra Pat MacCormack, un oponente al que nunca se ha medido frente a quien obtuvo votación de 30-27, 28-29, 29-28. Su próximo oponente será Lorenzo Sotomayor, representante de Azerbaiyán de origen cubano, el martes venidero.
Este lunes debutará Yosbany Veitía (52) ante el marroquí Achraf Kharroubi, a las 5:15 p.m., hora de Cuba, en tanto Arlen López (75) vs. el francés Christian Mbilli, en su segunda presentación, será a las 11:45 de la mañana.

ISMAEL BORRERO

La medalla de oro olímpica, es toda de mi mamá

El grequista Ismael Borrero (59kg) ganó la primera medalla de oro para Cuba en los Juegos Olímpicos de Río de Janeiro


RÍO DE JANEIRO.— Por la indómita e indoblegable Santiago de Cuba llegó la primera medalla de oro de la Mayor de las Antillas en los XXXI Juegos Olímpicos. Parafraseando al poeta, nos asombréis de nada, es Ismael Borrero el que estrenó a su país en el casillero dorado del listado de preseas, al vencer en los 59 kilogramos de la lucha grecorromana.
Pudiéramos llenar cuartillas de una jornada en la que este jovencito de 24 años se comportó como un consagrado, como si estuviera cansado de ir a unos Juegos Olímpicos. Se le vio tranquilo en el colchón, seguro y con esa misma convincente actitud resolvió por superioridad técnica, ante de los seis minutos reglamentarios el trofeo más preciado para un deportista. Pero es mejor que sea Ismael quien les hable.
“Estaba seguro de mi preparación, de lo hecho en los entrenamientos, el resto fue ponerlo ante cada rival”, comentó el mismo muchacho que salió del encerado de los Juegos Panamericanos de Toronto 2015 sin medallas tras perder con el norteño Spenser Mango, contrariado e inconforme para decirnos con una temprana madurez que justo allí nació el título que hoy aplaudimos.
“Yo le debo esta medalla a aquel resultado en la lid continental, aprendí que todo es paso a paso, que no debe violarse nada ni en la preparación ni en un plan táctico de combate. Salí a comerme el mundo después de aquella derrota, me propuse revertir aquel revés”.
¿Te sientes satisfecho, saldaste esa deuda?
“Gane el Campeonato Mundial tras ese episodio en Toronto y ahora aquí me voy con la medalla de oro que todo atleta anhela, pero aún no está resuelto lo de los Panamericanos. En la próxima lid de ese tipo, en el 2019, cuando gane, habré saldado la deuda”.
Fuerte, veloz y siempre proponiendo el ritmo de la pelea, fue despedazando uno a uno a sus rivales, primero Arsen Eraliev, de Kirguistán (6-3); luego al chino Lumin Wang, por superioridad técnica; después al uzbeko Elmurat Tasmurado (4-1) y cerró con otro 8-0 de superioridad para coronar una velada en la cual nunca estuvo debajo.
“Todos son excelentes gladiadores, pero el uzbeko era el hombre más difícil. Me había derrotado en septiembre del 2014 por superioridad técnica, siempre me cuidé, le seguí cada gesto, cada movimiento defensivo y pude sacar un estrategia victoriosa que me abrió las puertas al podio”.
¿Esperabas al japonés Ota en la final?
“Yo me sentía seguro, pero sí, pocos lo esperaban a él. El azerí a quien vencí en la final del mundial de Las Vegas, estaba en la otra llave del organigrama y pudo ser la final, pero no consiguió avanzar”.
A la ofensiva empleó los alones de brazo y los volteos, con los cuales llevó puntos a la pizarra. Y también con los empujones, que ocasionaron en los adversarios mucho desgaste físico. Hizo gala de una gran defensa con elementos de giro y apoyo en sus brazos cuando estuvo en cuatro puntos, que no solo le permitieron que no le marcaran, sino que además logró escapar del suelo en dos ocasiones.
¿Qué se piensa durante tres horas, esperando la final?
“Nada, solo descanso y al salir me concentro otra vez en el trabajo, no hay tiempo para pensar”.
¿Ahora que viene?
“Vacaciones”.
¿Y después?
“Volver al colchón, a trabajar otra medalla”.
¿Te presionó el hecho de que la delegación no había subido a lo más alto del podio?
“Para nada, solo necesitaba concentrarme y así lo hice”.
¿Qué esperas de tu equipo y de Mijaín, que sale mañana?
“Muchas cosas buenas y de Mijaín, él es el mejor del mundo, si yo pude, qué no podrá hacer él”.
Ismael parecía tras el triunfo o al concluir la ceremonia de premiación que no era el campeón olímpico, se le veía sonreír con timidez, sin dar saltos, sin tirarse al colchón, sin llorar. ¿Será que no siente ni padece? Nada de eso. Él, quien no salió de un colchón de lucha para escribir esta historia, sino que vino de las plataformas de las palanquetas de las pesas, dijo que “para su Santiago es esta victoria, para Fidel, a quien todos los días hay que hacerle un homenaje. Y para alguien muy especial por la cual estoy aquí y es mi razón de ser, la medalla de oro olímpica es toda de mi mamá”.