quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Expectativa do Rally dos Sertões é deixar legado ao Estado do Tocantins


Marcelo Miranda fala durante o lançamento do Rally dos Sertões no Palácio Araguaia Fotos: Elizeu Oliveira/Secom/Divulgação


Economia aquecida, com hotéis, restaurantes e comércio em geral movimentados, além de atingir diretamente a população com ações nos mais diversos setores como na área da saúde, meio ambiente, ação social e educativas. Estes serão alguns dos legados que devem ser deixados durante a passagem da 24ª edição do Rali Internacional dos Sertões, entre os dias 3 e 10 de setembro, quando da realização do evento. O lançamento oficial do evento foi feito pelo governador Marcelo Miranda, ontem na sala de reuniões do Palácio Araguaia.

Para o diretor comercial, da Dunas Race, empresa organizadora do rali, Roque Mendes, objetivo é este e explica que o legado do rali não é só esportivo, mas também é social e ambiental, além de gerar receita para o Estado, já que a caravana vem passando pelas cidades com cerca de duas mil pessoas, entre pilotos e a organização, gerando entrada de divisas para o pequeno ou grande comerciante. Ele cita ainda a questão da solidariedade, através dos voluntários do S.A.S. Brasil que desenvolvem atividades de saúde – incluindo cirurgias de câncer de colo de útero e de pele-, cultura e esportes para adultos e crianças. A ação tem parceria com a Dunas, Roche e o Hospital do Câncer de Barretos, entre outros parceiros. Já o governador Marcelo Miranda, destacou o retorno do Rali dos Sertões em terras tocantinense, já que fazia dois anos que o evento não passava no Estado.

Segundo ele, o rali promove o Estado e atrai a atenção do mundo gerando a divulgação das belezas naturais e, com isso, atraindo investimentos para a região. O evento contou com a presença de secretários, coordenadores, empresários e convidados.

Visita
Ontem, em visita ao diretor do Grupo Jaime Câmara (GJC), no Tocantins, Jean Teixeira, estiveram o diretor comercial da Dunas Race, Roque Mendes, o diretor da empresa Vipcomm, Ricardo Ribeiro, o responsável pela produção e material do rali, Leandro Nunes e o assessor de planejamento do Governo do Tocantins, Thiago Formiga.
Informações Gerais:
Distância total – 3.143 quilômetros
Especiais (trechos cronometrados) – 2.341 quilômetros | 74% de especiais – recorde
Prólogo em Goiânia – 3 de setembro | Largada primeira etapa – 4 de setembro
Chegada em Palmas – 10 de setembro
Programação em Goiânia
SEXTA-FEIRA (02/09)

Carreata pela cidade
Coletiva de Imprensa oficial
Festa Oficial Sertões 2016
SÁBADO (03/09)
Largada rali Mitsubishi Motorsports
Largada rali Suzuki Off-Road
Fun Day Mitsubishi
Evo Day Lancer
Volta Rápida com Ingo Hoffmann (Lancer)
Prólogo do Rally dos Sertões (Cidade Alpha Goiás)
Cerimônia Oficial de Abertura (Hino e Fogos)
Largada Promocional (Autódromo Internacional de Goiânia)
04/09 – Etapa 1
Goiânia (GO) – Padre Bernardo (GO)

Deslocamento inicial: 247,92 Km
Trecho especial: 112,08 Km
Deslocamento final: 300 metros
Total do dia: 360 km
05/09 – Etapa 2
Padre Bernardo (GO) – Cavalcante (GO)

Deslocamento inicial: 35,09 km
Trecho especial: 373,83 km
Deslocamento final: 9,63 km
Total do dia: 418,5 quilômetros
06/09 – Etapa 3
Cavalcante (GO) – Posse (GO)

Deslocamento inicial: 12,7 km
Trecho especial: 386,46 km
Deslocamento final: 243,94 km
Total do dia: 643 km
07/09 – Etapa 4
Posse (GO) – Luís Eduardo Magalhães (BA)

Deslocamento inicial: 14,62 km
Trecho especial: 361,94 km
Deslocamento final: 189,7 km
Total do dia: 566 km
08/09 – Etapa 5
Luís Eduardo Magalhães (BA) – Mateiros (TO)

Deslocamento inicial: 35,47 km
Trecho especial: 428 km
Deslocamento final: 0
Total do dia: 463 km
09/09 – Etapa 6
Mateiros (TO) – Ponte Alta (TO)

Deslocamento inicial: 0
Trecho especial: 491 km
Deslocamento final: 7 km
Total do dia: 498 km
10/09 – Etapa 7
Ponte Alta (TO) – Palmas (TO)

Deslocamento inicial: 4,6 km
Trecho especial: 192 km
Deslocamento final: 2 km
Total do dia: 198 km
Total da prova: 3.143 km
Total de trechos especiais: 2.341 km
Distâncias arredondadas





Atletas excepcionais mostram talento e habilidade nos Parajets em Palmas


Disputa de tênis de mesa nos Parajets - Fotos: Adilvan Nogueira/ Governo do Tocantins

O primeiro dia de disputas dos Jogos Paradesportivos Estudantis do Tocantins (Parajets) foi marcado por demonstrações de talentos e habilidades na apresentação dos atletas excepcionais em Palmas. Mais de 50 competidores de nove Diretorias Regionais de Educação (DREs) participam de provas individuais na Capital. 
Nessa terça-feira, 16, a Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc) realizou provas de natação, jogos de tênis de mesa e bocha. Representante do Estado nas Paralimpíadas Escolares do ano passado (categoria deficiência paralisia cerebral), Vitória Caroline Fernandes dos Reis, 16 anos, da Apae de Miranorte, mostrou talento na bocha. “Estou muito feliz de estar aqui. Gosto muito de jogar”, comentou. 
O mesatenista Hugo Souza Tosta (categoria deficiência física), do Centro de Ensino Médio Rui Brasil Cavalcante, de Miranorte, disse que chegou motivado e seguiu todas as orientações técnicas. “Joguei tranquilo, com foco para conquistar um bom resultado”, destacou o estudante.
Para a técnica de desporto da Seduc, Keilla Gonçalves, os Parajets se consolidaram como evento de inclusão social. “Há uma integração muito grande entre os atletas. Eles trocam experiências de vida, ideias técnicas, além de agregarem novos valores e se sentirem valorizados”, frisou. 
Os Parajets terminam nesta quarta-feira, 17, com as provas de atletismo, com 34 alunos, na pista da Universidade Federal do Tocantins (UFT), às 7h30.

Esportes coletivos 
Centenas de estudantes tocantinenses iniciam nesta quarta-feira, 17, as disputas das finais estaduais dos esportes coletivos dos Jogos Estudantis do Tocantins (Jets) – 12 a 14 anos, na Capital. 
As competições em quatro modalidades seguem até sábado, 20. O basquete, nas categorias  masculina e feminina, será na ETI Padre Josimo; o handebol masculino e feminino, na Ulbra da Avenida JK; o futsal masculino, no Colégio da Polícia Militar de Palmas; o futsal feminino, na AABB; e o voleibol masculino e feminino, no Complexo Esportivo da Ulbra, na Avenida Teotônio Segurado. (Fonte:Alcione Luz / Governo do Tocantins)

Brasil disfruta sus Juegos

Todavía en la memoria las imágenes de la ceremonia de inauguración de sus Juegos Olímpicos, los brasileños se encuentran expectantes de la clausura el próximo domingo

Foto: Marcelino Vázquez
RÍO DE JANEIRO.—Frescas en nítidos recuerdos las imágenes de la ceremonia inaugural —canto a la preservación de la naturaleza para salvar al planeta y a la creación de un clima de solidaridad entre los hombres— afloran ya las expectativas de qué acontecerá en la clausura el próximo domingo.
Mientras las mentes vuelan imaginándose cuál será el mensaje del cierre, por las mañanas, cuando en las montañas que cobijan esta ciudad las nubes cubren sus cimas con su manto de frialdad, los llegados acá, de cualquier sitio de Brasil, y de todo el mundo, por miles dan calor al ambiente en la fiesta del deporte.
No faltaron los augurios presagiando desventuras, borrados por las incontables emociones que agolpadas unas tras otras se viven día a día. Río y Brasil han montado unos bellos Juegos Olímpicos, dedicados a quienes más los merecen, su pueblo.
Ese mismo pueblo, desde el despunte de la mañana, desfila en largas columnas hacia las sedes de competencia, respaldando con su entusiasmo las hazañas deportivas, sin discriminar banderas, razas o religiones.
La primera medalla de oro en la historia del boxeo brasileño, ganada por Robson Conceiçao, halló tantas muestras de cariño y agradecimiento por la afición, como el esfuerzo que no concluyó en la tan esperada presea de la pertiguista campeona mundial Fabiana Murer.
Las victorias y el carisma del jamaicano Usain Bolt, el más rápido del universo en tres Juegos consecutivos; el retorno del tiburón de Baltimore Michael Phelps, sacando oro de las piscinas a sus 31 años; el cubano Mijaín López, triple campeón de lucha greco, orgulloso de su natal Herradura, hijo de Cuba y del mundo. Cuántos más podrían nombrarse…
Los organizadores se centraron en la prioridad de ofrecerles a los aficionados condiciones favorables para presenciar la justa. Así incrementaron el transporte público, con la red de BRT (ómnibus de tránsito rápido), construyeron facilidades temporales como puentes y elevados, pasos peatonales, zonas de preferencia por el paseo que rodea el Parque Olímpico para acceder a las instalaciones sin riesgo alguno. Es un sistema estructurado para ganar tiempo y que el público vaya rápidamente de una lid a otra, beneficiado por la cercanía entre los coliseos.
Mucho han de agradecerles los brasileños a sus Voluntarios. Son el nexo que rompe las barreras idiomáticas, la respuesta a cualquier duda, entrañan el desinterés y los deseos de contribuir a que su país sea un digno anfitrión.
Y entre tantas atenciones, también el trabajo de la prensa ha ocupado un sitio preferente. Además de las carpas existentes en cada una de las salas —todas con el sistema de información de los resultados al instante— la comunicación inalámbrica funciona no solo en esos recintos, sino dentro de los ómnibus que trasladan a los miles de periodistas.
Desde el instante en que a una ciudad se le otorga la sede de los Juegos Olímpicos, hasta su inauguración, median años de duro bregar. Brasil no ha sido la excepción, atravesado por la difícil situación de su economía, cumplió el compromiso.
A escasas 48 horas de que Río le entregue el batón a Tokio’20, esta urbe ha mostrado ser mucho más que samba y playa.

Anne Frank e São Geraldo faturam título no basquete dos Jets e garantem vaga na etapa nacional


Lance da vitória do Colégio São Geraldo (branco) sobre o Anne Frank – Fotos: Tharson Lopes/Secom/Divulgação
A Escola Municipal Anne Frank (feminino) e o Colégio São Geraldo de Paraíso (masculino) foram campeões da etapa do basquetebol dos Jogos Estudantis do Tocantins (Jets), na manhã desta quinta-feira, no Ginásio de Esportes da Escola de Tempo Integral Padre Josimo, em Palmas. Com os resultados, as duas equipes garantiram vaga no Brasileiro escolar, que vai acontecer na cidade de João pessoa (PB), no próximo mês de setembro.

No feminino, a equipe da Escola Municipal Anne Frank venceu o Colégio Dom Orione, de Tocantinópolis por 22 x 04, e garantiu o título e a vaga para a etapa nacional. Segundo a capitã do time campeão, a garota Beatriz Lucena Ribeiro, 14 anos, foi uma vitória da determinação e acima de tudo da vontade da equipe em poder representar o Estado em João Pessoa(PB).  “ Fizemos um bom jogo, e demos o melhor, a vitória foi conquistada pela nossa dedicação. Agora vamos tentar fazer bonito na etapa nacional”, comentou a campeã.

Já no masculino, num jogo bastante equilibrado, o Colégio São Geraldo de paraíso venceu a Escola Municipal Anne Frank por 16 x 13, resultado que levou os garotos de Paraíso à classificação para representar o Tocantins em João Pessoa, no próximo mês.
“Foi uma vitória difícil e contra nosso maior rival. Agora vamos focar e treinar bastante para representar bem o Tocantins na etapa nacional”, destacou o capitão do São Geraldo, o garoto Matheus Nascimento Barbosa, de 14 anos.

Jets
Alunos-atletas de todas as regiões do Estado iniciaram, na última nesta sexta-feira (12), em Palmas, as disputas das finais estaduais dos Jogos Estudantis do Tocantins 2016 (Jets), evento promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação, Juventude e Esportes (Seduc). Ao todo são oito modalidades em disputa, atletismo, ciclismo, badminton, natação, tênis de mesa, xadrez e vôlei de praia. A competição termina neste sábado (20). Os vencedores da fase estadual dos Jets nas diversas modalidades garantem vaga nos Jogos Escolares da Juventude, categoria 12 a 14 anos, que serão disputados de 20 a 27 de setembro, e 15 a 17 anos – de 10 a 19 de novembro, ambos em João Pessoa (PB).



Resultados do Basquete
Feminino
Colégio Dom Orione (Tocantinópolis) 14 x 39 Escola Municipal Anne Frank (Palmas)
ETI Padre Josimo (Palmas) 02 x 40 Colégio São Geraldo (Paraíso)
Escola Municipal Anne Frank 38 x 11ETI Padre Josimo
Colégio São Geraldo 22 x 04 Colégio Dom Orione
Masculino
Escola Municipal Anne Frank 38 x 04 Escola Municipal Maria Júlia (Palmas)
Escola Municipal Maria Júlia12 x 13 ETI Padre Josimo
ETI Padre Josimo 04 x 50 Escola Municipal Anne Frank
Final Feminina
Colégio São Geraldo 22 x 04 Colégio Don Orione
Final masculina
Colégio São Geraldo 16 x 13 Escola Municipal Anne Frank



FEKTO realiza a 8° Copa Paraíso de Karatê no Ginásio Ercílio Bezerra


Competição será disputada no Ginásio Ercílio Bezerra, em Paraíso neste final de semana- Divulgação
A Federação de Karatê do Estado do Tocantins ( FEKTO), realizará desta sexta-feira (19) a domingo (21), em Paraíso, a 8ª Copa Paraíso de karatê. A competição será realizada com apoio da Federação de Karatê do Tocantins (FEKTO).
O presidente da FEKTO, Jocivaldo Cardoso, ressalta que para poder participar do evento, os atletas deverão ser filiados da entidade. Já os que ainda não se filiaram, o dirigente disse que para participar, o atleta deverá efetuar o pagamento de R$ 85,000, que equivale a inscrição e a filiação. Só participará do evento quem estiver em dia com a federação.
Reconhecida
Após a Confederação Brasileira de Karatê ser reconhecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e Federação Mundial, através do Comitê Olímpico Internacional (COI), várias academias começaram a procurar a Federação do Tocantins para ser filiar, em razão de ser ela a única reconhecida oficialmente pela Confederação Brasileira da modalidade.

Todos os professores terão que efetuar suas inscrições e cadastro de seus atletas, conforme o regulamento, já o pagamento será efetuado no congresso técnico, que acontecera no dia 19 de agosto (sexta-feira), em local a ser determinado pela federação. Não será admitido pagamento pós a data citada anteriormente. As Associações devem realizar suas inscrições (Nomes com categorias dos atletas) juntamente a federação, através de email.
O vice-presidente da FEKTO, Gleisson Leal, revelou que o próximo evento da entidade, seguindo o calendário desta temporada, será a 1ª Copa Olímpica de Karatê Oficial, em Palmas, entre os dias 17 e 18 de setembro, em local a ser definido pela FEKT.
Informações
Jocivaldo Dias Cardoso Presidente – FEKTO- FONE 63 8426-1335/ 9212-1335/8110-3472 Email: ftkika@gmail.com

Leonel Suárez sigue remontando posiciones

Luego de terminar el primer día en el puesto 15 con cuatro mejores marcas de la temporada y un solo desliz de 7.14 en salto de longitud, el dos veces bronce olímpico se mantuvo arriba al comenzar la fecha conclusiva en la mañana del jueves

RÍO DE JANEIRO.—Cuando Leonel Suárez consigue cualquier resultado en el entorno de sus mejores marcas sepan que está compitiendo al máximo nivel del planeta, pues su decatlón ideal es de 9 029 puntos solo superado en esta sede olímpica por los de Ashton Eaton y Damian Warner.
¿Qué es el decatlón ideal? Es la suma de las mejores actuaciones o topes personales en cada una de las diez pruebas, de conseguirse en una misma competencia, lo cual es bien difícil de concretar, pero muestra la calidad potencial de cada competidor.
Luego de terminar el primer día en el puesto 15 con cuatro mejores marcas de la temporada y un solo desliz de 7.14 en salto de longitud, el dos veces bronce olímpico se mantuvo arriba al comenzar la fecha conclusiva en la mañana del jueves.
Cronometró 14.48 en los 110 metros con vallas, prueba donde si bien ha corrido 14.12, este año no había bajado de 14.65. Ocupó el parcial doce entre los 32 contendientes y se mantuvo en el quince de la general, en tanto el 14.25 de su compañero Yordani García lo colocaba séptimo de la prueba pero tampoco consiguió adelantarlo de la plaza 17.
Entonces vino el disco para finalizar la actividad mañanera y sí produjo cambios favorables con el 47.07 disparado por Leonel, quinto mejor esfuerzo de todos que lo propulsó al puesto diez. Lo más que ha tirado en su vida es 25 cm por arriba y esta temporada tenía 45.89.
Yordani lanzó también su mejor discazo del año (40.34), pero en el puesto 21 parcial, de modo que permanece en el 17 de la clasificación general.
Ahora les toca aguantar posiciones en el salto con pértiga y por la noche tratar de conectar Leonel uno de sus letales jabalinazos para colocarse entre los ocho primeros y totalizar alrededor de 8 500 puntos, indicativo de su permanencia en la élite luego de salir airoso de trastornos físicos y hasta de una varicela que este año perjudicó su preparación.
DECIMOTERCERO EL 4X100
El relevo masculino de 4x100 metros no pasó la exigente prueba semifinal al llegar séptimo en su serie final, aunque en la delegación cubana su faena fue de las mejores por acercarse a las credenciales. Conformado por César Ruiz, Reynier Mena, Roberto Skyers y Yaniel Carrero, cronometraron 38.47, casi idéntico a su tope de 38.44 en la misma pista en mayo pasado.
Claro que se les puede señalar su falta de progreso cuando tantos otros lo consiguen, si bien nada bueno auguraron las demostraciones individuales de Skyers y Mena en los 200 metros.
El combate no fue nada fácil. En la primera serie China escoltó a Estados Unidos con récord nacional y de Asia de 37.82. Y en la segunda Japón ganó con 37.68 (por delante de Jamaica, sin Bolt) y volvió a incrementar la primacía asiática.
Seis de los ocho primeros clasificados bajaron de 38 y ese es un terreno desconocido para Cuba. Los dos repescados por tiempo fueron Gran Bretaña 38.06 y Brasil 38.19. Turquía con record nacional de 38.30 ancló décima. El 38.47 de Cuba se ubicó decimotercero.

Una Cruz Olímpica

El boxeador cubano Julio César La Cruz se adjudicó la medalla de oro en los 81 kilogramos, al vencer este jueves por decisión unánime(3-0) al kazajo Adilbek Niyazymbeto

Foto: enviado especial, Ricardo López Hevia,
Con gran clase y sin dejar margen a las dudas el boxeador cubano Julio César La Cruz se adjudicó la medalla de oro en los 81 kilogramos, al vencer este jueves por decisión unánime(3-0) al kazajo Adilbek Niyazymbetov dos veces subcampeón mundial y plata en la edición de Londres 2012.
Fue una pelea tranquila, en la que Julio César provocó y le bailó por todo el cuadrilátero a su oponente, asestándole golpes, uno a uno, al rostro de Niyazymbetov, como si fuera una avispa que pica incansablemente sobre su víctima.
Foto: enviado especial, Ricardo López Hevia,
Foto: enviado especial, Ricardo López Hevia,

















El triple campeón mundial comenzó su sendero dorado el pasado día 10 con una cómoda victoria sobre el turco Mehmet Nadir Unal, combate en el que el representante antillano fue de menos a más y culminó atacando al otomano sin piedad.
En cuartos de final cruzó guantes con Michel Borges de Brasil, a quien trabajó con efectivos golpes y sobrada elegancia en el ring, para evitar que los jueces se dejaran llevar por las exclamaciones del público que en todo momento apoyó al pugilista sudamericano. Sin embargo, Julio César, disipó las dudas y acalló a los presentes en el Pabellón 6 de Riocentro con su letal boxeo de riposta.
Ya en semifinales el camagüeyano venció por 3-0 a Mathieu Bauderlique, de Francia, adversario que pudo conectar pocos rectos a la anatomía del cubano, en tanto el número uno del ranking en los 81 kilogramos cumplió el plan táctico ordenado por sus entrenadores: moverse, entrar y salir con golpes en forma de 1-2 para desconcertar al galo.
Para Julio César, Río de Janeiro fue el torneo de su consagración, la corona que faltaba en su extenso y exitoso palmarés, ratificándose, hoy más que nunca, como uno de los mejores boxeadores libra por libra de la AIBA.

Decatletas en acción



Tras la primera jornada los cubanos Yordanis García y el medallista olímpico Leonel Suárez marchan en los puestos 19 y 22 respectivamente
Foto: CBAT.ORG
RÍO DE JANEIRO.—Aunque Yordanis García concluyó en el puesto 19 las tres primeras pruebas, ligeramente adelantado a Leonel Suárez que ocupa el 22, éste último es el de más posibilidades en el decatlón olímpico iniciado este miércoles en la sesión matutina del certamen de atletismo de los Juegos Río 2016.
Leonel, bronce en Beijing 2008 y en Londres 2012, inició con 11.21 en 100 metros, continuó con 7.14 en longitud y cerró la mañana con 14.27 en bala y 2 406 puntos. En la noche completará con salto de altura y 400 metros planos el primer día de acciones en el cual no suele lucir tanto como en el segundo.
Yordanis, por su parte, corrió el hectómetro en 10.81, volvió a mostrar deficiencias en longitud con apenas 6.83 y finalizó con 14.58 en bala y parcial de 2 441 unidades.
La competencia se proyecta como una lucha por el oro entre dos fuera de serie y un grupo de elite optando por el metal bronceado. De un lado Ashton Eaton, estadounidense campeón olímpico y doble campeón mundial, además de recordista universal, del otro el desafiante canadiense Damian Warner, subcampeón la temporada pasada en Beijing y quien comenzó aquí ganándole por primera vez los 100 metros planos, 10.30 por 10.35.
Sin embargo, al concluir la sesión, Eaton domina con 2 803 gracias a 7.94 en largo y 14.73 en bala, en tanto Warner (7.67 y 13.66) ve asediada su segunda plaza por el francés Kevin Mayer con 2 699 y una victoria en bala de 15.76 luego de 10.81 en el hectómetro y salto de 7.60.
NUEVO CAMPEON TAMBIÉN KENYANO
La sesión tuvo una sola final. El más joven Conseslus Kipruto pudo al fin superar al experimentado Ezekiel Kemboi en una nueva gran batalla de los 3 000 metros con obstáculos entre kenianos, en la cual el estadounidense Evan Jager también fue protagonista con la medalla de plata.
Conseslus, que tendrá 21 años hasta el 8 de diciembre, ya había presionado con plateadas al carismático Kemboi, de 34, en los mundiales de 2013 y 2015.
Aquí mejoró con 8:03.28 un primado olímpico de 28 años impuesto por el también kenyano Julius Kariuki en Seúl 1988 (8:05.51). Jager igual lo adelantó con 8:04.28. Fue el noveno triunfo consecutivo de Kenya, desde los Ángeles 1984.
Por su parte, Kemboi (8:08.47), unió un bronce a sus dos coronas olímpicas de Atenas 2004 y Londres, además de conquistar cuatro títulos mundiales del 2009 al 2015. Tan brillante palmarés le ha parecido suficiente para anunciar el retiro de las competencias.
CUBANOS POR DEBAJO EN MARTILLO Y 800
Se solicitaba 76.50 de tránsito automático, bien fuerte para los especialistas en lanzamiento del martillo, pero no tanto para desestabilizarlos y ni llegar a 75 metros como ocurrió en el grupo A que inició las acciones.
Los del B que vinieron a continuación lanzaron mucho más estimulados por el desliz de sus oponentes y de sus filas salieron ocho de los doce finalistas. Entre los cuatro del otro no cupo el 73.23 de Roberto Janet del tercer y último intento, que solo alcanzó para un sexto lugar parcial y el puesto 14 en general al alinear por marcas a quienes se les esfumó la añorada disputa por las medallas.
Entre ellos estuvo nada menos que el polaco Pavel Fajdek, dos veces campeón mundial (2013 y 2015), líder del año, incansable sobre el muro de los 80 metros (diez veces de doce competencias este año), invicto desde marzo del 2015 y sobre todo gran favorito hasta de sus rivales.
Que le hiciera compañía a Janet en el viaje al olvido e inclusive su máximo de apenas 72 metros significase el más rezagado puesto 17, para nada consuela al atleta cubano, a sus parciales, ni a la prensa especializada. La mención busca mostrar cómo algunos no se encuentran a sí mismos en las grandes competencias y en el caso de Fajdek su llamativa reincidencia olímpica. Se fue en blanco en Londres 2012.
El desfile hacia los vestidores con rostros compungidos se aceleró por la parte cubana en los 800 metros, donde ninguna de sus tres representantes logró crecerse a la altura demandada por el momento clasificatorio. Ni siquiera pudieron comportarse de acuerdo con las credenciales sub dos minutos que posibilitaron su presencia en los Juegos e ilusionaron a muchos entusiastas seguidores del atletismo nacional.
Rose Mary Almanza, tercera en la sexta serie con 2:00.50 se acercó más a semifinales. Punteó mucho y no pudo evitar ser desbordada al final. Puesto 26. Sahily Diago, también tercera, primera serie, 2:01.18. Puesto 36. Y Lisneidy Veitía, cuarta en la séptima, cronometrada en 2:02.10. Puesto 43.
Ahora hay más exigencia competitiva. Solo clasifican dos en cada serie. Pero es la manera de reducir a tres rondas para disputar las medallas. Hay que prepararse para eso. Se distribuyen ocho puestos adicionales para los mejores tiempos de las perdedoras. Los coparon quienes hicieron menos de dos minutos y la octava 2:00.0 exactos, marca personal de una belga.

ATLETISMO EN RÍO

A falta de la final de Yarisley Silva en la pértiga, Cuba no tiene más opciones reales de medalla en la urbe carioca, donde solo el decatlonista Leonel Suárez puede acercarse a los puestos de cabecera

Leonel Suárez buscará mejorar su rendimiento en la segunda jornada del decatlón, apoyado sobre todo en su lanzamiento de jabalina. Foto: Ricardo López Hevia, enviado especial
A pesar del calor y el crudo sol que castiga el estadio João Havelange, popularmente conocido como Engenhão, los exponentes del campo y pista cubano siguen fríos, sin carburar en Río de Janeiro, donde poco a poco se han esfumado las opciones finalistas de la mayoría.
Hasta el momento solo Yorgelis Rodríguez, con récord nacional en el heptatlón, y Yoandy Lescay con marca personal en la vuelta al óvalo, han logrado actuaciones de relieve, al margen del bronce de Denia Caballero en el disco, que constituye un resultado para enmarcar a pesar de que la villaclareña terminó alejada de sus principales registros.
Justamente esa ha sido la tónica de los cubanos en Engenhão, escenario que ha sido testigo de marcas muy pobres, alejadas de los archivos personales, tanto de por vida como los establecidos en la actual temporada. El último caso es el del velocista Reynier Mena, sin despegar en los 200 metros, aunque su zancada le alcanzó para llegar a semifinales.
Para su historia quedará que corrió —y terminó último— en el mismo heat que Usain Bolt, el rayo jamaicano que avanzó a la discusión del cetro sin contratiempos, con la nueva de que su gran rival, el estadounidense Justin Gatlin, terminó alejado de la clasificación.
Hablando del doble hectómetro, en la rama femenina la jamaicana Elaine Thompson, monarca en los 100 metros, puso presión y con el extra en el último tramo contuvo las intenciones de remontada de la holandesa Dafne Schippers, plata, y la norteña Tori Bowie, bronce.
Por Cuba, Roberto Janet terminó eliminado en la clasificación del martillo, al igual que el doble titular mundial, el polaco Paweł Fajdek, mientras los decatlonistas Leonel Suárez y Yordani García finalizaron en los puestos 15  y 17, por ese orden, las primeras cinco pruebas de la exigente modalidad, en la cual vivirán otra jornada de fatiga con la jabalina, las vallas cortas, el disco, la pértiga y la extenuante carrera de 1 500 metros. (Redacción Deportiva)

CUANDO EL RÍO SUENA

Kenya, Brasil, Jamaica, Cuba y Co­lombia forman un quinteto con la osadía de estar entre los primeros 25 del tablero de premiaciones
El brasileño Thiago Braz da Silva, sorpresivo ganador de la pértiga, confirma que por lo general las sedes tienen ases bajo la manga. Foto: Getty Images
RÍO DE JANEIRO.—Nadie descubriría el agua tibia si afirma que los Juegos Olímpicos se parecen al mundo. Esta es la fiesta de los grandes, y los pequeños casi son convidados de piedra. Bastaría solo con echarle un vistazo al medallero para darnos cuenta.
Nótese que, como en convocatorias anteriores, los diez primeros de la lista de preseas de esta trigésima primera cita bajo los cinco aros, a falta de cuatro jornadas, se parece más a una reunión del Grupo de los 8 que a una competición deportiva. Si los jefes de Estado de cada uno de esos países se dan una vuel­ta por aquí pueden hacer su junta sin problemas, solo le estaría faltando Canadá, que anda por el puesto 17.
Y si no se asemeja más a ese bloque es porque los criterios del Fondo Monetario Internacional (FMI), como le ha pasado a algunos de los favoritos en las lides competitivas en esta ciudad, se estrellan contra su propia fuerza, y no consideran a China, la segunda economía del mundo, como una nación industrializada. Problemas de ellos, diríamos nosotros los cubanos, pe­ro el gigante asiático donde sí no falta es en el techo del medallero y hasta hoy va tercero.
Pero si se diera un premio a los más “atrevidos” frente a tanto poderío, cinco pabellones serían aquí los reconocidos, y claro, el FMI no lo entregaría, más bien lo censuraría. Kenya, Brasil, Jamaica, Cuba y Co­lombia forman un quinteto con la osadía de estar entre los primeros 25 del tablero de premiaciones. Los africanos con su armada en el fondo y medio fondo del atletismo; los ja­maicanos con las turbinas de sus velocistas; los cubanos con la fuerza de sus deportes de combate; los co­lombianos con su Catherine Ibar­güen a la cabeza, y los anfitriones no solo con la ventaja de la sede, sino también con la potencia de un desarrollo deportivo que abarca varias expresiones, han desafiado el poder.
Ojo, la cosecha de los cinco no se ha detenido, es más, debe crecer, porque aún no termina el fondo, la velocidad y los saltos en el campo y pista; ni las lides de combate, o el ci­clismo de montaña, donde la co­lom­biana Mariana Pajón es un íco­no a lo Usain Bolt o Michael Phelps, no por gusto es la titular olímpica defensora y la número uno de la Unión Ciclística Inter­nacional (UCI) en la modalidad.
Ponderar un puesto 25, casi ya al final del programa competitivo de los Juegos, no es un consuelo. Solo un dato avalaría su valía e ilustraría en buen cubano cómo se ha puesto el mambo para colgarse un lauro en el medio del pecho. De los 206 Comités Olímpicos Nacionales que inscribieron atletas, solo 16, hasta hoy, han alcanzado diez o más me­dallas de cualquier color.
Y de esos cinco, ya Brasil y Cuba (tiene asegurada dos bronces y una plata más en el boxeo, que no aparecen porque siguen optando por más) rebasaron esa cifra; estoy se­guro que Kenya, pendiente del ma­ratón varonil y de los 5 000 también de hombres, superará el dígito; al igual que los jamaicanos con más aportes de sus “rápidos y furiosos” atletas.
Y aunque a los colombianos se les hará difícil, no duden que se acercarán muchísimo. Eso sin contar que van a ascender en el medallero, pues ¿quién pudiera vencer a Ma­riana?
El que aparentemente ha sido menos exigente es el casillero dorado, en el cual ya tienen presencia 54 nacionalidades. Pero más de una corona, solo las poseen hasta ahora 32 banderas, y cinco son de las que ya les dimos el premio al atrevimiento. ¿Más de tres? Eso, casi es un lujo que 19 han podido disfrutar.

Un alto en el camino para la ofensiva final

Los tres últimos días del programa competitivo en Río podrían permitir a los cubanos ascender, en lo que pudiera bautizarse como la ofensiva final

Yowlys Bonne es uno de los aspirantes al podio de la lucha libre cubana. Foto: Ricardo López Hevia
RÍO DE JANEIRO.—A los XXXI Juegos Olímpicos les van quedando horas y no solo el cubano, sino todos los pabellones nacionales comienzan a sacar sus últimas cuentas para saber si la ecuación conduce al resultado propuesto, sin importar si algún valor inicial fue sustituido por otro. El asunto es que la cuenta no caiga en números rojos.
Ayer la delegación cubana cumplió un programa en el cual no aparecía ningún evento que tuviera finales, algo así como un alto en el camino. Por lo tanto, no tuvo oportunidades de escalar en el medallero y serán básicamente los tres últimos días del programa competitivo los que le permitirán ascender, en lo que pudiera bautizarse como la ofensiva final.
El boxeo, disciplina que ha entregado el mayor número de medallas de oro a Cuba en citas estivales, presenta a tres firmes candidatos para adjudicarse el máximo pergamino desde este jueves. Los puños de Julio César la Cruz (81 kilogramos), Robeisy Ramírez (56) y Arlen López (75), cuentan con la suficiente calidad y maestría para doblegar a sus adversarios, respaldados por sus brillantes trayectorias sobre los cuadriláteros nacionales e internacionales.
Desde el viernes 19, dos de los más serios aspirantes a la ceremonia de premiaciones de la lucha libre, Yowlys Bonne (57 kilogramos) y Liván Ló­pez (74), se enrolarán en el escabroso camino de las diademas en el colchón de la sala Carioca 2, donde sus compañeros de la grecorromana sacaron dos de oro y una de plata y la distinción de mejor país en el medallero de esa especialidad.
Ese mismo día Cuba entera agarrará e im­pulsará a la corajuda Yarisley Silva en el salto con pértiga, en una final que, si bien ya no tiene el escollo de la local Fabiana Murer, in­creí­ble y sorpresivamente insuficiente sobre las alturas de la clasificación, será una lid en extremo compleja.
La estadounidense Sandi Mo­rris, líder de la temporada con 4,93 metros, logrados hace menos de un mes, pone un valladar ante sus rivales, lo mismo que el 4,90 de la griega Ekaterini Stefanidi, también de este propio año, en el que la pinareña posee registro de 4,84. Tampoco se puede descartar a la experimentada Jennifer Suhr, de Estados Unidos.
Si Robeisy y Arlen cruzaran el difícil pasillo de semifinales, angosto por la presencia del subcampeón mundial uzbeko Murodjon Akh­madaliev en la senda del primero, y del menos laureado azerí Kamran Shakhsuvarly, en la del segundo, pues el pugilismo estaría el sábado 20 optando por dos trofeos de campeones. La jornada sabatina tendrá otra empinada ruta para el gladiador de los 86, Reinieri Salas.
La agenda de la penúltima fecha de estos Juegos se completa con la aparición en el taekwondo del “Ja­ckie Chan cubano”, Rafael Al­ba. Para él la justa olímpica tiene doble importancia, primero, alcanzar uno de los metales que se pondrán en disputa en la división de los 80 kilogramos, y segundo, ser el único representante de un deporte que desde que debutó en el pro­grama de competencias bajo los cinco aros —Sydney 2000—, ha tenido a la isla caribeña en el cuadro de me­da­llistas. Como el resto de los concursantes, Alba transitará por un engorroso recorrido persiguiendo la gloria.
Y el 21, el cierre olímpico de Río de Janeiro ese domingo correría a cargo de los luchadores de sendero más abrupto en el colchón de competencia. Alejandro Enrique Valdés (65) y Javier Cortina (97) van a una ardua y escabrosa lid en pos del mayor anhelo para un deportista.
Por supuesto que no son estas las únicas actuaciones de la Mayor de las Antillas en el epílogo de estos Juegos, sin embargo, sí son las de más oportunidades para abordar la fortaleza en que se ha convertido la tabla de medallas para las naciones más pequeñas o simplemente para las que habitan en el sur. Las muchachas y muchachos del atletismo, del pentatlón moderno y del canotaje estarán dando lo mejor de sí en pos de una corona que hoy, hablando con los pies en la tierra, no está a su alcance, pero por la que no se deja de luchar.
Si alguien tuvo la agudeza de sacar cuentas, debió llegar al siguiente re­sultado: son cuatro días y 11 posibilidades de impactar la lista de preseas. Si me preguntaran mi opinión sobre estos últimos días, justo en la antesala de este complicado final, diría que la comitiva cubana tiene potencialidades para un remate a lo Usain Bolt, pero jamás afirmaría o daría por seguro que se convertiría en el mítico jamaicano. De hacerlo no solo caeríamos en una superficialidad, más que eso, le restaríamos valor al más encumbrado escenario del deporte mundial y, lo que es aún peor, minimizaríamos el esfuerzo y la entereza que cada uno de los 124 atletas cubanos ha puesto sobre las canchas de Río de Janeiro.

Yo esperaba más de algunos boxeadores

Hombres como el campeón mundial Lázaro Álvarez, derrotado por monarca brasileño Robson Conceição, quedaron por debajo de los pronósticos Foto:Marcelino Vázquez
RÍO DE JANEIRO.—Concluido el pleito entre Yosbany Veitía (52kg), plata mundial en el 2015, y el chino Jianguan Hu (bronce), ganado por el asiático 2-1 (29-28, 28-29, 29-28), el jefe del equipo técnico, Rolando Acebal, ofreció declaraciones a Granma.
“Yo esperaba que llegaríamos aquí con más hombres, no solo con tres. En los casos de Lázaro Álvarez, Roniel Iglesias, Erislandy Savón y Yasnier Toledo podrían haber hecho más, pero he visto que boxeadores de experiencia se presionaron y este es el resultado”, concluyó.
Acebal explicó que Veitía se desconcentró al abrírsele la herida en la ceja derecha —sufrida en su salida anterior—, causa del posterior cambio del plan táctico, para distanciarse del rival y evitar los impactos en el área lesionada.
En el cierre de la jornada, el kazajo Daniyar Yeleussinov (69) se erigió en titular al dominar por decisión unánime al uzbeco Shakhram Giyasov, verdugo de Roniel Iglesias en fechas anteriores.
LA CRUZ VS. UN CONOCIDO
Julio César La Cruz (81kg) va a su tercer combate con el kazajo Adilbek Niyazymbetov, este jueves por el oro olímpico. El cubano estampó una ruta muy diferente a la de Londres’12, cuando perdió con el brasileño Yamagushi Falcao en cuartos de finales.
Avalado por sus tres títulos mundiales, es un boxeador de experiencia, según él, porque ha madurado en los cuatro años transcurridos. Tras quedar bye el primer día, desbancó al turco Nadir Nemet Unal; después dispuso del local Michel Borges, en medio de una algarabía en las gradas, a la que el antillano dijo estar acostumbrado, porque ese público enardecido en su contra lo ha vivido en otras latitudes.
El veredicto unánime sobre el francés Mathieu A.D. Bauderlique le abrió la puerta al camagüeyano hacia la final. En una división en la que los golpes lanzan a los contendientes a la lona, él clasifica entre quienes menos castigo ha recibido, tras haber escalado el ring tres veces en una semana, desde su debut del día 10.
¿QUIÉN ES NIYAZYMBETOV?
Adilbek Niyazymbetov obtuvo plata en Londres’12, aventajado por el ruso Egor Mekhontsev, ausente aquí. Por el titular londinense vino Petr Khamukov, eliminado al debutar.
La Cruz derrotó por el oro a Niyazymbetov en los Campeonatos Mundiales del 2011 y 2013, que sumados al liderazgo de Catar’15, componen su trilogía dorada. Su oponente de turno terminó primero en Asia, el pasado año.
El camino del kazajo hacia la búsqueda de la corona lo labró en tres votaciones unánimes. Su técnica y fortaleza representan para La Cruz un peligro inminente, por su pegada. Dejó en el camino al bielorruso Mikhail Dauhaliavets, borró al azerí Teymur Mammadov y al británico Joshua Buatsi, rivales más difíciles en comparación con los enfrentados por el cubano.
MEDALLISTAS MUNDIALES VENCIDOS
De los medallistas pertenecientes a los 81kg del Mundial de Doha, Catar’15, solo avanzó La Cruz. El subcampeón Joe Ward —único dueño del oro en la historia del pugilismo irlandés— cedió en su primera presentación, al igual que Elshod Rasulov (bronce), de Uzbequistán.
Johannys Argilagos (49) y Lázaro Álvarez (60) sufrieron reveses; y en los 52kg, el azerí Elvin Mamishazada, de igual rango dorado que los cubanos, perdió 3-0 este miércoles ante el uzbeco Shakhobidin Zoirov.
El irlandés Michael Conlan, campeón de los 56kg, cayó en cuartos de finales, como el bielorruso Dzmitry Asanau (bronce), mientras prevalece en semifinales el uzbeco Murodjon Akhmadaliev (plata).
En los 64 perduran el ruso Vitaly Dunaysev (oro) y el uzbeco Fazliddin Gaibnazarov (plata), con Yasnier Toledo (bronce) fuera de combate. El líder de los 69, Mohammed Rabii (MAR) no rebasó los cuartos de finales, en tanto Daniyar Yeleussinov (KAZ, plata) y Wei Liu (CHN, bronce), aún respiran.
Arlen López continúa su batallar en los 75, en los 91 refrendó su oro Eugeny Tischenko (RUS) y en más de 91la puja se presenta entre Tony Yoka (FRA, oro) e Iván Dychko (KAZ, plata en Catar’15).