sexta-feira, 19 de agosto de 2016

OLIMPÍADA 2016

Comissão de atletas do Comité Olímpico Internacional (COI)


A bicampeã olímpica do salto com vara Yelena Isinbayeva foi esta quinta-feira eleita para a comissão de atletas do Comité Olímpico Internacional (COI), apesar de excluída dos Jogos Olímpicos Rio2016.

Yelena Isinbayeva, de 34 anos, foi impedida de lutar pela revalidação do seu título na sequência da exclusão da Rússia pela Associação das Federações Internacionais de Atletismo (IAAF), após o escândalo de doping patrocinado pelas autoridades de Moscovo -- apesar de a atleta nunca ter sido especificamente implicada.

Em declarações à imprensa russa, a atleta não escondeu a sua frustração por não ter podido participar nos Jogos Olímpicos.

"Nunca poderei concordar com o facto de me terem banido, nunca o poderei perdoar", disse.

Isinbayeva foi eleita pelos seus pares (um universo de 5.185 atletas) para um mandato de oito anos, juntamente com a alemã Britta Heidemann (esgrima), o sul-coreano Ryu Sueg-min (ténis de mesa) e o húngaro Daniel Gyurta (natação).

O presidente do COI, Thomas Bach, manifestou entretanto a sua expetativa de trabalhar com Isinbayeva e com os três outros novos membros.

"Os atletas estão no coração dos Jogos Olímpicos. A sua voz é muito importante para o COI", disse.

Entretanto, a agência EFE noticiou que Isinbayeva anunciará sexta-feira no Rio de Janeiro o final da sua carreira.

Isinbayeva anuncia aposentadoria e diz que perdoa banimento das Olimpíadas

Camila Del Manto Bomtempo

Ainda que esteja banida dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, assim como todos os representantes do atletismo da Rússia, Yelena Isinbayeva segue chamando a atenção na capital carioca. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, a esportista de 34 anos anunciou o fim de sua carreira.

"Estou encerrando minha carreira profissional. Achei que seria muito triste, mas fiquei inspirada, pois não estou dando adeus ao esporte, mas sim ao salto com vara. Me sinto realizada por ter concretizando meus sonhos e ter conquistado muitas medalhas. Quando eu acabar essa entrevista e sair desta sala, terá acabado", revelou.

Isinbayeva também falou sobre a punição aos atletas russos e a exclusão destes dos Jogos Olímpicos. Após esbravejar sobre a decisão, a atleta mostrou-se conformada.

"Em toda a minha carreira, eu sempre fui limpa, e sempre provei isso, pois todos os meus exames foram negativos, mas não pude competir no Rio. Antes eu disse que não perdoaria ninguém que me impediu de participar. Porém, eu mudei de ideia. Eu vou perdoar, pois não sou juiz, e deixarei que sejam julgados por Deus. Sinto-me mais aliviada, pois se eles acham que fizeram justiça comigo e com meus colegas russos, terão que ver com sua própria consciência", continuou.

Nesta quinta-feira, a russa foi eleita para integrar a Comissão de Atletas do Comitê Olímpico Internacional. Para Yelena, é uma maneira de evidenciar que sempre foi uma esportista que se manteve longe do doping. "Entrei para a Comissão de Atletas do COI, e isso evidencia que atletas ao redor do mundo, que já venceram Olimpíadas, confiam em mim como uma atleta limpa", finalizou.

Dona de inúmeros recordes e títulos no salto com vara, Isinbayeva ainda é dona de três medalhas olímpicas, dois ouros e um bronze, conquistados em Atenas 2004, Pequim 2008 e Londres 2012, respectivamente. A russa já tinha revelado que desejava disputar o Rio 2016 para tentar mais uma medalha olímpica antes de disputar a carreira, mas foi impedida.



Revezamento 4x100 m masculino vai à final nos Jogos do Rio

18|08|2016 - 13:08 | Benê Turco/Maiara Batista - Assessoria de Imprensa da CBAt/JO 2016



Equipe brasileira comemora qualificação à final . Wagner Carmo/CBAt



Rio de Janeiro - A equipe brasileira do 4x100 m masculina já está na final, marcada para esta sexta-feira, às 22.35. A classificação foi conseguida na manhã desta quinta-feira (dia 18), com o quinto lugar na Série 2 e oitavo na classificação geral, com 38.19, melhor marca da Seleção este ano. O time formou com Ricardo Mario, Vitor Hugo, Bruno Lins e Jorge Vides.

"Foi uma Série forte", disse Bruno Lins. "Isso ajudou, porque como não ficamos entre os três primeiros da Série, conseguimos nos qualificar pelo tempo", explico. Para Vitor Hugo, que foi o terceiro homem da equipe, "faltam acertar alguns detalhes para a final, ver onde a passagem do bastão foi lenta, tudo isso". Eles elogiaram Ricardo Mário, que fez a abertura, "fez tudo certinho". "Eu estava bem, já tinha corrido com a equipe no Campeonato Ibero-Americano, acho que deu tudo certo", falou Ricardo.

No feminino, a equipe brasileira teve 42.80 anunciada como marca. A equipe ficaria em nono lugar pelos critérios de qualificação e não iria à final. Depois, porém, a organização do torneio anunciou a desqualificação do quarteto brasileiro, de acordo com a Regra 263.2, da IAAF.

O diretor do torneio de Atletismo, Martinho Santos, explica: "A atleta brasileira, Kauiza Venâncio, tocou numa corredora dos Estados Unidos, prejudicando a busca da classificação pela equipe adversária." Martinho disse que "a delegação brasileira pôde ver o vídeo da prova e tudo foi esclarecido". "O time dos Estados Unidos fará uma prova extra à noite para tentar novamente a classificação", completou.

No decatlo, após sete provas, o brasileiro Luiz Alberto Cardoso de Araújo está em sétimo lugar, com 6.003 pontos.

Darlan Romani bate novamente o recorde brasileiro e fica em quinto na final olímpica

18|08|2016 - 22:44 | Benê Turco/Maiara Batista - Assessoria de Imprensa da CBAt/JO 2016



Darlan Romani, após a prova do arremesso do Peso. Wagner Carmo/CBAt

Rio de Janeiro - Darlan Romani voltou a superar seu recorde nacional na final do arremesso do peso dos Jogos do Rio 2016, na noite desta quinta-feira (dia 18), no Estádio Olímpico do Engenhão. Logo na primeira das três séries em que os 12 finalistas participam, Darlan marcou 21,02 m, oito centímetros a mais que os 20,94 m, que havia conseguido na fase de qualificação, na parte da manhã.

Com apoio do público, que não vaiou seus adversários, Darlan alcançou ao final o quinto lugar, mesmo tem ter conseguido melhorar seu arremesso inicial. Ele ainda fez 20,26 m, 20,60 m e 20,61 m, e teve dois arremessos anulados pela arbitragem.

O catarinense de Concórdia, que treina com Justo Navarro, obteve o melhor resultado olímpico de um brasileiro em provas de arremesso ou lançamentos. Até então, o melhor desempenho fora o de Geisa Arcanjo, que em Londres 2012 foi a sétima no arremesso do peso (no Rio, Geisa foi a nona colocada na final).

"Deu certo o planejamento que fizemos, junto com o atleta, o treinador, graças ao patrocínio da CAIXA e parceria com o COB", comemorou José Antonio Martins Fernandes, o Toninho, presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). "Atletas nossos fizeram os índices olímpicos no arremesso do peso, no lançamento do disco, no dardo e no martelo, ou seja, nas quatro provas olímpicas oficiais", lembrou Toninho Fernandes.

Darlan, 25 anos, atleta da BM&FBovespa, destaca-se desde as categorias de base. Em 2010, ele já fora finalista no Mundial Sub-20 de Moncton, no Canadá. "Temos aqui um atleta muito esforçado, numa prova que exige grande dedicação", disse Justo Navarro, o cubano que cuida da carreira do atleta.

O pódio da prova teve dobradinha dos Estados Unidos, com Ryan Crouser, campeão com 22,52 m (recorde olímpico), e Joe Kovacs, medalha de prata com 21,78 m. A medalha de bronze foi para Tomas Walsh, da Nova Zelândia, com 21,36 m. O representante do Congo, Frank Elemba, fez 20,20 m, conquistando o quarto lugar e estabelecendo novo recorde de seu país.

Na zona mista do Engenhão, Darlan disse que "estava vivendo um sonho. Meu treinador disse apenas para fazer o melhor. Ainda superei a barreira dos 21 metros, o que eu buscava há tempos. Bater o recorde brasileiro é gratificante. Agredeço a torcida e todos os que apoiaram e apoiam minha carreira".

DECATLO - 
Luiz Alberto Cardoso de Araújo também conseguiu um bom resultado no decatlo. Ele foi o 10º colocado com 8.315 pontos, recorde pessoal. Nas 10 provas do decatlo, o melhor desempenho do brasileiro foi nos 110 m com barreiras, em que marcou 14.17 e somou 953 pontos. Foi bem ainda no salto em distância (930 pontos), nos 100 m (912) e no salto em distância (902).

Paulista de Artur Nogueira, Luiz Alberto tem 29 anos, treina com Edemar Santos e defende a BM&FBovespa. Seu melhor resultado internacional era o 16º lugar no Campeonato Mundial de Daegu 2011. Nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, em 2015, ele ganhou a medalha de bronze.

O pódio: 1º Ashton Eaton (Estados Unidos), 8.893 pontos 2º Kevin Mayer (França), 8.834 3º Damian Warner (Canadá). 8.666.

"Estou feliz, mas consciente de que preciso melhorar, aqui não fui bem no salto em altura e no salto com vara, preciso e osso melhorar. Mas no geral fui bem, pois bati me recorde pessoal", falou o atleta.

TUDO SOBRE O BRASIL NOS JOGOS DO RIO 2016 ESTÃO DISPONÍVEIS NO LINK ABAIXO:
http://cbat.org.br/rio2016/default.asp 

Já colocou no ar o MEDIA GUIDE do Atletismo do Brasil no Rio 2016. Acesso pelo link abaixo:
http://cbat.org.br/rio2016/midia_guide_rio2016.pdf

Caio Bonfim fica entre os top 10 também nos 50 km e bate recorde brasileiro

19|08|2016 - 11:56 | Benê Turco/Maiara Batista - Assessoria de Imprensa da CBAt/JO 2016





Caio Bonfim, durante a disputa dos 50 km (WAGNER CARMO/CBAt)

Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Mais um grande resultado conseguiu o brasiliense Caio Bonfim em prova de marcha na Olimpíada de 2016. Depois do quarto lugar nos 20 km, ele ficou novamente entre os top 10 na disputa dos 50 km, pelos Jogos do Rio. A competição foi realizada no Pontal, no Recreio dos Bandeirantes, na manhã desta sexta-feira (dia 19), ele foi o nono colocado. Os três primeiros colocados foram, pela ordem, o eslovaco Matej Tóth, com 3:40:58, o australiano Jared Talent, com 3:41:16, e o japonês Hirooki Arai, com 3:41:24.

Além da boa colocação, Caio foi o melhor entre todos os representantes dos países das Américas. E ainda marcou novo recorde nacional, com 3:47:02. O recorde anterior era 3:55:26 e pertencia ao catarinense Jonathan Riekmann, que desta vez foi o 29º, com 4:01:52.

"Foi uma prova difícil", reconheceu Caio. "Não pensei em nenhum momento em como chegar aos 50 km. Na verdade, fui tomando as decisões a cada km. Estava ainda um pouco cansado porque os 20 km tinham sido duros também. À medida em que vencia o percurso eu ia me animando. No final, acho que até podia ter ficado em oitavo lugar", disse o atleta.

Mas ele comemorou muito a nona posição. "Quero agradecer a todos que me ajudaram na carreira e também ao público que veio apoiar os participantes da prova. Foi muito importante para nós", afirmou o atleta. "Sei que posso melhor muito ainda, mas não decidiu ainda se vou continuar só nos 20 km ou se vou fazer as duas", completou.

Aos 25 anos, Caio sabe que tem pelo frente no mínimo um ciclo olímpico para competir no auge. Treinador por seu pai, João Sena, ele tem sido acompanhado nas viagens também por sua mãe, Gianetti Bonfim, antiga campeã brasileira de marcha.

João Sena lembra que Caio pode evoluir por participar de competições importantes no exterior. "Tivemos apoio de muitas instituições, como a CBAt, COB, CAIXA, Governo do Distrito Federal, enfim, agradecemos a todos", diz o técnico do CASO, da cidade-satélite de Sobradinho, equipe de Caio.

Jonathan Riekmann, por sua vez, lembrou que já havia competido no percurso (no Campeonato Ibero-Americano, em maio, que foi o evento-teste). "Conhecer o percurso ajudou bastante", disse o marchador treinador por João Cesar Sendeski e que defende a AABLU. Este ano ele havia batido o recorde brasileiro de Mário José, ao fazer 3:55:26 em Dudince, na Eslováquia. "Foi muito bom ter competido aqui e concluído a prova", disse Jonathan, que fez uma grande prova de recuperação. Ele estava em 47º lugar no km 20, melhorando para a 27ª posição no km 30 e para 27º no km 40.

O paulista Mario José dos Santos Junior, treinado por Adauto Domingues e atleta da BM&FBovespa, foi o terceiro brasileiro na prova. Ele parou depois do km 15, porque entrou areia em sua meia e machucou seu calcanhar. "Houve vários cortes no calcanhar, se faltasse pouco para terminar tinha levado até o final, mas havia mais de 30 km pela frente", explicou o atleta.

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Leonel es de altura

Leonel demostró que se mantiene en la élite y, sobre todo, que cuenta con la capacidad de sacar su versión más positiva en las mag­nas citas



Leonel Suárez volvió a remontar posiciones en el lanzamiento de la jabalina. Foto: Roberto Morejón, especial para Granma 

RÍO DE JANEIRO.—Cuando Leonel Suá­rez consigue cualquier resultado en el entorno de sus mejores marcas, sepan que está compitiendo al máximo nivel del planeta, pues su decatlón ideal es de 9 029 puntos solo supe­rado en esta sede olímpica por los de Ashton Eaton y Damian Warner.
¿Qué es el decatlón ideal? Es la suma de las mejores actuaciones o topes personales en ca­da una de las diez pruebas, de conseguirse en una misma justa, lo cual es bien difícil de concretar, pero muestra la calidad potencial de ca­da competidor.
En la presente lid carioca, a pesar de no llegar al punto más alto de sus registros de por vida, Leonel demostró que se mantiene en la élite y, sobre todo, que cuenta con la capacidad de sacar su versión más positiva en las mag­nas citas. Tanto es así que logró ocho marcas de la temporada en los diez eventos disputados.
El dos veces bronce olímpico solo afrontó un desliz de 7.14 en salto de longitud, y después fue remontando posiciones para concluir la primera jornada en el puesto 15, lo cual contribuyó en su ubicación final en el sexto es­caño, con 8 460 puntos, su mejor marca de la actual campaña atlética, aunque ligeramente alejado de los 8 500 que se había propuesto.
“Mi propósito era finalizar entre los tres primeros, pero con el resultado en longitud se me fueron unos cuantos puntos y ya no fue posible”, confesó el holguinero, consciente de que debía realizar sus mejores resultados en las pruebas de cierre para lograr más de 8 500 unidades.
Su último tramo, sin embargo, no se puede catalogar como malo, pues un disparo de 72.32 metros lo catapultó a los puestos de ca­be­cera al aportarle 925 puntos, performance que le­vantó su autoestima, junto con el resto de las marcas de la temporada.
Arrancó con 11.21 en 100 lisos, luego vino el fatal 7.14 en largo y volvió con 14.27 en bala. Más tarde continuó el mismo ritmo con 2.07 en salto de altura, tiempos 48.15 en los 400 me­tros y 14.48 en los 110 con vallas. En el disco lle­gó hasta 47.07 y en la pértiga pasó sobre 4.90, para cerrar extenuado los 1 500 con 4:28.32.
“En salto de altura estuve más o menos en la media y la de 400 fue una de mis mejores marcas. Hace tiempo que no corría así. Tengo cronos por debajo de 48, pero solamente son dos y es mi tercer mejor resultado. Pienso que muy bien, fui remontando poco a poco”, ex­presó.
Leonel reconoce que muchos rindieron de manera genial, como el estadounidense Ash­ton Eaton, quien sumó 8 893 unidades y dominó la prueba con récord olímpico, escoltado por el francés Kevin Mayer (8 834) y el canadiense Damian Warner (8 666), su mejor cota de la campaña.
Leonel apreció que su compañero Yordani García tuvo buen desempeño en general, ex­cepto la longitud. “Si yo estuve mal, él estuvo pésimo”, lamentó. El pinareño culminó en el escaño 17 con 7 961 rayas.
El colofón de la jornada atlética del jueves estuvo a cargo de los 200 metros lisos, prueba que dominó por terceros juegos consecutivos el jamaicano Usain Bolt, una leyenda de las pistas, que logró su octava corona desde su irrupción en Beijing hace ocho años.
El bólido detuvo los cronómetros en 19.78 segundos, alejado de su récord mundial de 19.19 y del olímpico (19.30). Finalmente no pu­do “volver a desplazar los límites”, como ha­bía declarado en jornadas previas, aunque igualmente sacó amplia ventaja al canadiense Andre de Grasse (20.02) y el francés Chris­tophe Lemaitre (20.12).
DECIMOTERCERO EL 4X100
El relevo masculino de 4x100 metros no pasó la exigente prueba semifinal al llegar séptimo en su serie final, aunque en la delegación cubana su faena fue de las mejores por acercarse a las credenciales. Conformado por Cé­sar Ruiz, Reynier Mena, Roberto Skyers y Ya­niel Carrero, cronometraron 38.47, casi idéntico a su tope de 38.44 en la misma pista en ma­yo pasado.
Claro que se les puede señalar su falta de progreso cuando tantos otros lo consiguen, si bien nada bueno auguraron las demostraciones individuales de Skyers y Mena en los 200 metros.
Seis de los ocho primeros clasificados a la final bajaron de 38 y ese es un terreno desconocido para Cuba, que se ubicó decimoter­cera.



Tocantinenses faturam medalhas em torneio de jiu-jitsu no Distrito Federal

Competição contou com a participação de mais de 800 atletas de vários estados do país. A disputa dá vagas para torneio internacional nos Emirados Árabes


Gabriel, Ennilara, Rodrigo e Alessandro com medalhas de torneio no DF (Foto: Arquivo Pessoal)
No último final de semana uma equipe de lutadores de Jiu-Jitsu tocantinenses fez bonito em Brasília. Ao todo, cinco atletas viajaram até a capital federal para a disputa do Brasília Pró e voltaram com sete medalhas. Além disso, a competição faz parte das seletivas que garantem a participação dos lutadores no Abu Dhabi Grand Slam de Jiu-Jitsu, marcado para o final do ano.
Medalhas conquistadas por tocantinenses no Brasília Pro (Foto: Arquivo Pessoal)Medalhas conquistadas por tocantinenses no Brasília Pro (Foto: Arquivo Pessoal)
No grupo dos tocantinenses estavam Ennilara Lisboa, que ganhou dois ouros na categoria faixa azul adulto. Ela que é judoca no Tocantins e está ha pouco tempo na modalidade, falou sobre a experiência na arte marcial.
- Estou no jiu-jitsu há um ano e meio. Entrei na modalidade para procurar melhorar a minha parte de solo no judô e estou gostando, vou continuar treinando - comentou Ennilara.
Outros lutadores que também faturaram medalhas foram Alessandro Bogado, Rodrigo Barbosa e Gabriel Emidio.
A competição contou com a participação de mais de 800 atletas de estados como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Além das medalhas, os competidores ganharam pontos no ranking nacional da modalidade.
Os atletas do Tocantins tiveram bons resultados e estão todos pré-classificados para a próxima fase do torneio. O ‘UAEJJF National Pro’ será disputado em São Paulo ou no Rio de Janeiro nos próximos meses e decidirá quem fica com as vagas para o torneio internacional Abu Dhabi Pro, nos Emirados Árabes.

EL RETO DEL TAEKWONDO

Rafael busca el alba dorada en su estreno olímpico

Alba sabe que enfrentará una lid de altísimo nivel, que en la apertura le pone delante al tunecino Yassine Trabelsi, actual campeón africano y bronce en el certamen mundial de Puebla 2013



RÍO DE JANEIRO.—Rafael Alba, en más de 80 kilogramos, es el único taekwondoca cubano que estará optando por la gloria olímpica en estos Juegos, a los cuales le van quedando solo horas. Su aspiración de hacerse de un lugar en el podio se materializará o no, justo el día antes de que se apague la antorcha de esta cita. Es decir, mañana sábado.
Como todo aquel que sueñe con tan anhelado propósito, Alba sabe que enfrentará una lid de altísimo nivel, que en la apertura le pone delante al tunecino Yassine Trabelsi, actual campeón africano y bronce en el certamen mundial de Puebla 2013, ganado por el cubano en la división de más de 87, quien también fue tercero del orbe en Chelyabinsk, Rusia, el pasado año. Al de Túnez  le ha ganado, precisamente en esas dos justas y ahora debe avanzar sobre él.
Pero la cota se empinará tan pronto como en la segunda parada, porque de seguro encontraría al uzbeko Dmitriy Sho­kin, vigente titular del planeta y primero del ranking en la división superpesada. Este encuentro es el todo o nada de Rafael, una victoria podría significarle el alba dorada en unos Juegos Olímpicos. Shokin y el antillano se enfrentaron este año en Manchester y en regla de oro, después de cumplido el tiempo reglamentario, el líder global doblegó a Alba con un punto marcado con el puño.
Si lograra derrotarlo, estaría midiéndose al vencedor entre el estadounidense Stephen Lambdin y el francés M´Bar N´diaye, virtuales favoritos ante el fogoso brasileño Micon Si­queira y el prometedor nigeriano de 20 años Abdoulrazak Issou­fou Al­faga. El norteamericano es cuarto en la confrontación universal del pasado año y el galo quinto.
Según nuestro colega Aliet Arzola Lima, un seguidor con do­minio de los pasos de nuestros taekwondocas, “tanto uno co­mo el otro hoy son inferiores a Alba”. Si Aliet tiene razón y gana ese duelo, el santiaguero, el hijo de Alina, aseguraría plata y es­peraría por un rival de la parte de abajo del organi­grama.
A nuestro juicio, de la otra cuarteta debe salir a flote hasta la final el azerí Radik Isaev, un hombre que fue en el 2015 monarca de Europa y del mundo en 87.
Si los cálculos no se enrarecen, él debería doblegar a Dong-Min Cha, ganador hace ocho años en Beijing y del planeta en el 2011, sin embargo después ha sido más discreto. Pero ojo, es sudcoreano.
Como en los papeles todo se pinta mucho mejor que entre patadas sobre el tapiz de competencia, podríamos tener una fi­nal entre Alba e Isaev o entre este y el uzbeko Shokin. Y tampoco es descartable una a base de Cuba vs. Sudcorea.
Pero para Alba hay solo un camino y nos lo dejó claro el día 12, cuando cumplió sus 24 años: “Será una batalla entre grandes competidores y yo estaré en ella, porque puedo y tengo con qué. El reto está planteado y la suerte echada”.


CUANDO EL RÍO SUENA

Jerarquizar la prioridad

Si va­mos a as­pirar a un alto resultado, boxeo, ju­do, lu­cha y taekwondo, requieren un respaldo ma­yor que el resto en el aseguramiento de su preparación

La lucha greco cumplió un rol protagónico entre los deportes de combate. Foto: Ricardo López Hevia, enviado especial
RÍO DE JANEIRO.—Cuba trajo a los XXXI Juegos Olímpicos 124 atletas en 18 disciplinas de­portivas y se­rá medallista en atletismo (en el cual al menos podrían ser dos pues esperamos a Yarisley Silva en la pértiga hoy), en lucha, ju­do, bo­xeo y es alta la probabilidad de que el cam­peón mundial del 2013 y bronce en el 2015 de taekwondo, Rafael Alba, también lo sea.
Desde que se preparaba esta co­mitiva, la fuerza estaba en esos de­portes de combates. Cu­ba no hizo na­da distinto al resto de las naciones, incluso aquellas que tienen todo el dinero del mundo, pues hasta los po­derosos han concentrado el llenado de sus alforjas en tres disciplinas como máximo.
Por ejemplo, si analizamos el me­dallero sin incluir los resultados de ayer, salta a la vista que so­lo seis países habían podido llegar a diez o más títulos. ¿Y cómo lo han hecho? Pues la superpotencia estadounidense, obtuvo 30 en ocho de­por­­tes, pero con uno solo, la natación alcanzó más del 50 %, y si se le suma el atletismo, llega al 70 %.
Otro tanto ocurre con Gran Bre­taña, ganadora hasta ese entonces de 19 diademas en ocho disciplinas, pero únicamente con el ciclismo de pista consiguió el 32 %. Lo de China es pareci­do, con las mismas 19 que la comitiva británica, lo­gró en dos disciplinas clavados (cinco) y levantamiento de pesas (cinco), el 53 % de su botín y si le agregáramos las cuatro del tenis de mesa, en­tonces el peso de esas tres modalidades en el to­tal de victorias serían del 74 %.
De las 12 de oro de Rusia, cuatro son en la es­gri­ma para un 33 % de esa cosecha aurea; Japón de las diez preseas de primer lugar, en dos ma­nifestaciones, judo (tres) y lucha fe­menina (tres), totaliza el 60 %. Ale­mania es de los que tienen más de una decena de coronas, la excepción, porque de lo contrario no existiría la regla. La co­mi­ti­va germana ha diversificado en siete expresiones atlé­ticas sus 13 presencias en lo más alto del po­dio.
Y si vamos a los totales, bastaría solo escudriñar el del dueño del “pen­thouse” de la tabla de medallas. Estados Unidos compilaba, como he­mos dicho, sin los resultados de ayer, 93 lauros, distribuidos en 17 de­portes. No hay dudas que estamos hablando de la gran superpotencia, pe­ro este gigante se concentra en dos disciplinas, no más: natación (33 medallas o lo que es lo mis­mo, el 35 %) y atletismo (20 para un 22 %). Si su­­mamos a ambas, arrojaría el 56 %.
No estoy negando que Cuba haya llegado aquí con disciplinas en las que sabíamos que no teníamos ni las más remotas probabilidades. La participación es un derecho cuando se obtiene la clasificación y el movimiento deportivo cubano no solo lo ha respetado, sino que lo respalda.
Sin embargo, creo que en las etapas previas, ya sea en el año olímpico o el anterior, incluso desde que se vislumbra la perspectiva, debe existir co­rrespondencia entre el aseguramiento en la preparación de los de­portes y las exigencias que algunos de estos tienen de cara al medallero del país.
Es cierto que los sistemas de clasificación olímpica son complejos y requieren de asistir continuamente a distantes escenarios de competencias, lo cual significa grandes erogaciones. Mas en materia de estrategia, de preparar un resultado a un nivel como el que encontramos aquí, se re­quiere de esas lides.
Conocemos que la lucha estuvo en Ale­ma­nia, en la liga de ese país, e hizo un gran trabajo cu­yos ecos lo hemos visto acá; el boxeo, del que se esperaba más, ha tenido un año pletórico de preparación, incluso con el test competitivo que significa su participación en la Serie Mundial. Sí pen­samos que el judo, también por debajo en Río, necesita más concurrencia en los certámenes clasificatorios de cara a los Juegos y lo mis­mo pasa con el taekwondo, en el cual las posibilidades de podios hubieran crecido significativamente de contar con los talentos que no pudieron llegar a esta reunión carioca, por escasas apa­riciones competitivas.
De las 75 preseas doradas que la Mayor de las Antillas ha conquistado en la historia de estas citas, 51 es­tán repartidas entre esos deportes de combate. Es decir, el 68 %, con un peso muy alto en el boxeo de 35 triun­fos. Y del total, 134 de las 218, corresponden a esas disciplinas.
Si asumimos, como esperamos y deseamos, a Yarisley Silva en la premiación de la pértiga; a Ra­fael Alba en el taekwondo, y a los luchadores de li­bre Reinieri Salas, Yowlys Bonne y Liván López, la cantidad de preseas sería de 16, de ellas 14 en las mencionadas modalidades de combate. O lo que es lo mismo, 88 % de peso en el resultado olímpico.
Sabemos que el Inder como organismo rector de la cultura física y el deporte priorizó estas disciplinas, so­lo que debe insistirse en ello, tal vez en la línea de que esas prioridades pueden alcanzar una jerarquización. En otras palabras, si va­mos a as­pirar a un alto resultado, boxeo, ju­do, lu­cha y taekwondo, requieren un respaldo ma­yor que el resto en el aseguramiento de su preparación que le permita expresar en toda su potencialidad la fuerza de esas disciplinas y multiplicar el saldo de Río. De esa manera se estarían optimizando los pocos recursos con que contamos y preservando, como has­ta hoy, la osadía de ser una de las po­tencias deportivas del planeta.

Balanço divulgado aponta que estudantes da rede estadual se destacaram nas finais dos Jets

17/08/2016 - Alcione Luz / Governo do Tocantins

A Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc) divulgou, nesta quarta-feira, 17, balanço das finais estaduais dos Jogos Estudantis do Tocantins (Jets). Os estudantes da rede estadual de ensino se destacaram nas finais da maior competição escolar do Estado ao conquistarem a maioria das 58 competições individuais (masculino e feminino), disputadas nas categorias 12 a 14 anos e 15 a 17 anos, na semana passada, em Palmas.
A Escola Estadual Ana Amorim, de Pedro Afonso, foi uma das unidades que mais fez campeões nas modalidades individuais dos Jets, com conquistas em sete categorias do Atletismo. Destaque para Lucas Rodrigues Dias e Evellen Cristine Neves dos Santos, vencedores no salto em altura, na faixa etária de 12 a 14 anos. Ele, com a marca de 1,53 e ela, 1,59. Wandersson dos Santos Silva, da mesma escola, venceu os 100m masculino, com 11s60.
Palmas, com a maior delegação, também foi um dos municípios-destaque. Entre os campeões da Capital estão Igor Cabral de Carvalho, do CEM Taquaralto, vencedor da prova de 3000 metros (tempo: 10min42) e Luiz Eduardo Santiago Coelho, da Escola Estadual Frederico Pedreira Neto, primeiro colocado no tênis de mesa, ambos na categoria de 15 a 17 anos.
Os vencedores da fase estadual dos Jets nas diversas modalidades garantem vaga nos Jogos Escolares da Juventude, categoria 12 a 14 anos, que serão disputados de 20 a 27 de setembro, e 15 a 17 anos - de 10 a 19 de novembro, ambos em João Pessoa (PB).
Competição
Mais de 700 atletas participaram das competições individuais em Palmas. Estudantes de 23 municípios sagraram-se campeões, representantes de Palmas, Pedro Afonso, Buriti, Tocantínia, Itapiratins, Luzinópolis, Abreulândia, Araguanã, Araguaína, Lagoa da Confusão, Araguatins, Palmeiras, Gurupi, Dianópolis, Paraíso, Guaraí, Colinas, Porto Nacional, Conceição, Novo Acordo, Monte do Carmo, Darcinópolis e Barra do Ouro.
Os resultados foram divulgados pelo Comitê Organizador Estadual dos Jets. O evento é uma promoção do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes. Ainda estão em disputa na Capital as modalidades coletivas. As competições seguem até sábado, 20.