quinta-feira, 11 de maio de 2017

Futebol Americano modalidade Flag agita Palmas no final de semana



O futebol americano já é realidade no Brasil e o Tocantins começa a engatinhar, bem representado pela modalidade futebol flag (bandeira, em inglês – Divulgação
Quatro equipes, sendo três do Tocantins, e uma do Pará disputam neste sábado, 13 e domingo, 14, a partir das 8h, no Complexo Esportivo da Arno 51, em frente ao Detran de Palmas, a Seletiva Regional da etapa Tucunaré  do Circuito Brasileiro de Futebol Americano – modalidade Flag, em Palmas. 
A Secretaria de Educação, Juventude e Esportes (Seduc), apoia o evento, disponibilizando a estrutura de tendas para a realização da competição em Palmas. Estão confirmadas as participações das equipes Legião, do Pará, Cowboys Araguaína, Palmas Titans e Palmas Pioneers, todas do Tocantins. Segundo o coordenador do evento em Palmas, Daniel Victor de Sousa, as três melhores equipes garantem vaga para a segunda etapa, que será disputada por seis equipes divididas por região para tentar chega à fase nacional. Na nacional, os duas que mais pontuarem decidem o título no 5×5. 
O organizador disse ainda que a competição na Capital está sendo realizada pela Palmas Titans e Palmas Pioneers. “Os jogos vão acontecer no sábado jogando todos contra todos. E no domingo, acontecem as finais e a disputa de terceiro e quarto lugares” explicou ele. A equipe do Palmas Titans foi fundada em novembro de 2013, com a intenção de difundir a modalidade no Tocantins. Já o Palmas Pioneers foi fundado no ano passado. “A equipe do Palmas Titans disputou em 2013 a competição nacional e ficamos na sexta colocação”, destacou Daniel.
Saiba mais
O futebol americano já é realidade no Brasil e o Tocantins começa a engatinhar, bem representado pela modalidade futebol flag (bandeira, em inglês) que é disputado por uma equipe de 12 jogadores sendo 5 de ataque e 5 de defesa e dois reservas. Diferente do futebol americano que a jogada termina com a derrubada do adversário, o futebol flag termina a jogada com a retirada da pequena bandeira que o jogador utiliza na cintura

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Seduc apoia seletiva regional do Circuito Brasileiro de Futebol Americano Modalidade Flag

10/05/2017 - Reinaldo de Jesus Cisterna / Governo do Tocantins


Quatro equipes, sendo três do Tocantins, e uma do Pará disputam neste sábado, 13 e domingo, 14, a partir das 8h, no Complexo Esportivo da Arno 51, em frente ao Detran de Palmas, a Seletiva Regional da etapa Tucunaré  do Circuito Brasileiro de Futebol Americano - modalidade Flag, em Palmas.
A Secretaria de Educação, Juventude e Esportes (Seduc), apoia o evento, disponibilizando a estrutura de tendas para a realização da competição em Palmas. Estão confirmadas as participações das equipes Legião, do Pará, Cowboys Araguaína, Palmas Titans e Palmas Pioneers, todas do Tocantins.
Segundo o coordenador do evento em Palmas, Daniel Victor de Sousa, as três melhores equipes garantem vaga para a segunda etapa, que será disputada por seis equipes divididas por região para tentar chega à fase nacional. Na nacional, os duas que mais pontuarem decidem o título no 5x5.
O organizador disse ainda que a competição na Capital está sendo realizada pela Palmas Titans e Palmas Pioneers. “Os jogos vão acontecer no sábado jogando todos contra todos. E no domingo, acontecem as finais e a disputa de terceiro e quarto lugares” explicou ele.
A equipe do Palmas Titans foi fundada em novembro de 2013, com a intenção de difundir a modalidade no Tocantins. Já o Palmas Pioneers foi fundado no ano passado. “A equipe do Palmas Titans disputou em 2013 a competição nacional e ficamos na sexta colocação”, destacou Daniel.
Saiba mais
O futebol americano já é realidade no Brasil e o Tocantins começa a engatinhar, bem representado pela modalidade futebol flag (bandeira, em inglês) que é disputado por uma equipe de 12 jogadores sendo 5 de ataque e 5 de defesa e dois reservas. Diferente do futebol americano que a jogada termina com a derrubada do adversário, o futebol flag termina a jogada com a retirada da pequena bandeira que o jogador utiliza na cintura.
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terça-feira, 9 de maio de 2017

SAÚDE – DESCOBERTO GENE QUE CAUSA MORTE SÚBITA EM JOVENS E ATLETAS

esporte



As vítimas de Displasia Arritmogênica do Ventrículo Direito (DAVD) possuem duas características em comum. Elas 1) costumam morrer praticamente na hora e 2) são extremamente jovens e saudáveis, geralmente não passam dos 35 anos. Essa soma de fatores aterrorizantes motivou pesquisadores de três países a se unirem para tentar entender o que está por trás da patologia. A resposta está em 3 letras e dois números: CDH2 – o nome do gene responsável pela doença.

A música já dizia que o coração não é tão simples quanto pensa, e é justamente ele que o DAVD ataca. Quem tem a doença não possui os músculos comuns no órgão. No lugar, os pacientes contém um tecido gorduroso e cheio de fibras. Isso faz com que os corações doentes não aguentem o tranco. Ao longo da vida, o órgão acaba desenvolvendo fibrilhação ventricular (um coração que bate sem ritmo) e taquicardia (um coração que acelera sem motivos aparentes). Isso acaba afetando principalmente quem faz o órgão se esforçar mais: jovens e atletas, que geralmente nem sabem que têm um coração especial. Às vezes, esse esforço começa a ter efeitos colaterais; você pode perder a consciência e ter uma parada cardíaca – e, se não houver um desfibrilador por perto, você morre em poucos minutos.

Para entender melhor a doença, os pesquisadores levaram tempo: duas décadas inteiras. Durante todo esse tempo, estudiosos da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, acompanharam uma família que tinha alta incidência de mortes por DAVD. Dois membros dela, então, tiveram todo seu DNA dissecado. Encontraram 13 mil variantes genéticas comuns entre as duas pessoas e começaram a estudar uma a uma. Depois de cinco anos cuidando disso, os sul-africanos pediram ajuda internacional. Faculdades do Canadá e da Itália começaram a auxiliar na pesquisa e, mesmo assim, levaram outros 15 anos para que uma resposta fosse encontrada.

Eis que o CDH2 se mostrou o culpado da doença. De acordo com o estudo, essa é a pecinha do DNA responsável pela produção de N-Cadherin, uma proteína que define a adesão entre as células cardíacas. Quando uma mutação aparece no CDH2, as células do órgão não são normais, e a DAVD aparece. Para não restar dúvidas, os pesquisadores ainda procuraram um paciente diagnosticado com a doença, dessa vez de outra família. Ao olharem com atenção para o DNA, não deu outra: o CDH2 também era mutante.

Agora, cientistas querem que a descoberta ajude a detectar pacientes antes que eles tenham, de fato, uma parada cardíaca. Uma análise em parentes de pessoas que morreram jovens pode fazer com que a mutação (e a doença) sejam encontradas, iniciando o tratamento com antecedência. Poupando, literalmente, o coração de jovens mundo a fora.

PROPUESTA DE REVISAR LOS RÉCORDS MUNDIALES

Sotomayor se suma a los inconformes

Era de esperar que Javier Sotomayor, el humano que más alto ha saltado por sus propios pies, fuera otro de los estelares contrarios a la propuesta de enviar al baúl de los recuerdos los récords mundiales de atletismo impuestos antes del 2005

Javier Sotomayor. Foto: eluniversal.com

Era de esperar que Javier Sotomayor, el humano que más alto ha saltado por sus propios pies, fuera otro de los estelares contrarios a la propuesta de enviar al baúl de los recuerdos los récords mundiales de atletismo impuestos antes del 2005.
Contactado telefónicamente el fin de semana en medio de un descanso familiar en su Matanzas natal, el nombrado Príncipe de las Alturas expresó estar al tanto del tema que sacude por estos días al mundo del atle­tismo y listo para opinar.
«He contactado con algunos recordistas del mundo y he escuchado pronunciamientos de otros sobre estas reglas que se intentan aprobar. Todos se han manifestado muy ofendidos, como me siento yo.
«Es como si pretendieran demeritar el empeño, el talento y las condiciones necesarias para lograr esas marcas superlativas; estas personas tratan de empañar dichos resultados, quieren prácticamente borrarlos, porque si no aparecen reconocidos en los libros son como sucesos olvidados.
El hombre que ocupó primeras páginas absolutas de importantes diarios del planeta al derribar el mítico muro de los ocho pies, manifestó su desacuerdo con los integrantes de la Federación Europea de Atletismo, que en reciente reunión propusieran reconocer los récords universales solo si cumplen criterios básicos como ser logrados en una competencia internacional avalada; si el atleta fue sometido a una serie de análisis antidopaje en los meses anteriores a su hazaña y si la muestra de control tras el récord queda disponible para nuevos análisis durante diez años.
Esto último está vigente desde el 2005, por lo que no tendría validez todo lo ocurrido con anterioridad.
«¿Y si sucediera la misma duda sobre esto o aquello de aquí a 30 o 50 años?», se pregunta el hombre homenajeado con  una varilla colocada en 2.45 metros a la entrada del museo olímpico en Lausana, Suiza, e insiste. «¿Si encontraran nuevos métodos de detección de sustancias prohibidas en consonancia con el desarrollo científico ulterior, volverían a comenzar?».
Los promotores de la idea plantean que los récords que se inhabiliten, queden solo como referencia, a lo que el campeón olímpico le aprecia inconsistencias.
«Las mejores marcas de todos los tiempos dejarían de tener su significado al no ser encabezadas por los récords mundiales vigentes. Por otra parte, habría que invalidar las marcas nacionales iguales a récords del mundo. Las cronologías no tendrían sentido como tales por recopilar récords sin los nuevos avales…
«Tendrían que dar marcha atrás al Salón de la Fama, conformado a partir de los recordistas mundiales y cam­­­peo­­nes olímpicos. Si van a dudar de lo hecho antes del 2005, el Salón de la Fama actual debía desaparecer.


«Según ese criterio las medallas olímpicas y mundiales serían dudosas por conquistarlas en mayoría recordistas mundiales. ¿Se propondrá invalidar también las medallas olímpicas y mundiales?».
El Soto, cuya proeza de 2.33 a los 16 años es a su juicio una de las más difíciles de superar, piensa que la idea no prosperará en el Congreso de la IAAF previo al Campeonato Mundial de agosto próximo. Y lo argumenta.
«Muchos de quienes votarán por las federaciones nacionales tuvieron que ver de forma directa o indirecta con esas hazañas, por haber sido atletas, entrenadores, dirigentes u organizadores de mítines. Su proceder y eficiencia en aquellos tiempos quedaría en tela de juicio».
Con respecto a si existen dudas razonables sobre determinados récords, Sotomayor enfatiza.
«Pueden existir dudas, pero no hay culpa hasta que sea probada. ¿Por dónde comienzas a investigar a estas alturas? Tiene que haber un principio, un hilo que propicie indagar. Es muy fácil dudar de todos e invalidarlos. ¿Los dirigentes mundiales no ejercían su función? ¿Y las miles de pruebas antidopaje que se hicieron?».
El atleta elegido por la IAAF junto a Ana Fidelia Quirós como representantes excelsos del atletismo cubano en la Gala del Centenario del 2012, donde Alberto Juantorena fue exaltado al Salón de la Fama, puntualizó a manera de conclusión:
«La historia no se puede picar a la mitad. ¿Y los otros deportes? ¡Nada más se le ha ocurrido al atletismo!».

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Yarisley peleó bronce y tope del año de 4.65

La titular olímpica griega Katerina Stefanidi venció con 4.80, seguida del 4.75 de Sandi Morris (USA), subcampeona en Río 2016




Foto: Ricardo López Hevia

La campeona mundial Yarisley Silva peleó aguerridamente hasta alcanzar un bronce y su mejor marca del año con 4.65 en el debut competitivo internacional del 2017 este viernes en Doha, primera parada de la Liga de Diamante.
La titular olímpica griega Katerina Stefanidi venció con 4.80, seguida del 4.75 de Sandi Morris (USA), subcampeona en Río 2016.
Stefanidi arrancó en 4.55, solo falló una vez en 4.65 y tres en 4.85. La subtitular inició con pulcritud en 4.45 y superó las tres siguientes alturas en segundos chances. Optó sin éxito por 4.85 tras errar el primer salto sobre el 4.80 superado por la griega.
El rosario de faltas sobre la varilla de Yarisley hizo tragar en seco más de una vez. Avanzó tres alturas gracias al último intento. Ahora bien, acostumbra a recuperarse tras comienzos inseguros.
Cometió dos faltas en 4.25 y otras tantas en 4.45, cifra ya superior al 4.40 previo de la Copa Cuba quepareció insuflarle confianza para hacer caer el 4.55 en segunda opción.
Luego volvió a emplear tres para el 4.65, cuando también debe haber respirado satisfecho el técnico Alexander Navas, pues en ese entorno se cumplían los objetivos para la lid. Terminó con tres fallas sobre 4.75 cuando ya tenía el tercer lugar en el bolsillo.
La estadounidense Megan Clark fue la primera en abandonar la liza al no poder con la primera altura de 4.25 metros, pese a que esta año ya había sobrepasado 4.60.
Le siguió en abandonar la suiza Nicole Buchler, experimentada de 33 años con tope personal de 4.78, quien decidió arrancar en la segunda posición de la varilla (4.45) y se fue en blanco al errar sus tres intentos.
En la misma fase fueron incapaces de sonreir Kristen Brown (USA) y Alysha Newman (CAN), aunque haber saltado 4.25 en la segunda oportunidad les reportó empate en el séptimo lugar de la lid. A ninguna le fue bien con relación a presentaciones recientes donde la canadiense llegó a 4.71 y la estadounidense marcó 4.51.
La tercera etapa de 4.55 impidió continuar a Katie Nageotte (USA), finalmente sexta con 4.45. La superaron Holly Radshaw(GBR) cuarta y LisaYzih(GER), quinta. Las seis primeras hicieron su mejor competencia del año

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Domadores en toda su clase

La escuadra Domadores de Cuba hizo de su casa una verdadera fortaleza para superar este viernes en el coliseo de la Ciudad Deportiva por 5-0 a los Heroicos de Colombia, y de esa manera capturar el primer lugar del Grupo A en la VII Serie Mundial de Boxeo
Osvery Morell (derecha) debutó a todo tren con los Domadores. Foto: Ricardo López Hevia
La escuadra Domadores de Cuba hizo de su casa una verdadera fortaleza para superar este viernes en el coliseo de la Ciudad Deportiva por 5-0 a los Heroicos de Colombia, y de esa manera capturar el primer lugar del Grupo A en la VII Serie Mundial de Boxeo, con 16 puntos, uno menos que sus contrincantes de turno.
A pesar de hacer tres cambios, la escuadra que dirige el técnico Rolando Acebal, mostró sobre el ring a cinco púgiles que supieron amarrar los triunfos, con lo que se demostró la profundidad y calidad que presentan los Domadores en casi todas las divisiones.  
En los 52 kilogramos el cubano Frank Zaldívar y el colombiano Ceiber Ávila se enfrascaron en un atractivo pleito en el que ambos conectaron buenos golpes, a pesar del cansancio mostrado por los dos a partir del tercer asalto. Sin embargo, el santiaguero Zaldívar sacó mejor renta en el combate cuerpo a cuerpo para obtener la victoria por 2-1 ante su contrincante.
«Fue un choque muy reñido ante un hombre experimentado, si pude imponerme fue gracias a que terminé mejor que él en el quinto asalto», relató el indómito domador.
Para los 60 kilogramos esperado era el debut del tres veces titular mundial Lázaro Álvarez, quien recibió una gran ovación de la afición capitalina. El dos veces bronce olímpico respondió a la algarabía con un sólido triunfo 3-0 ante el juvenil colombiano Albeiro Paredes. El pinareño, con una gran movilidad, no encontró resistencia a sus golpes que penetraron con facilidad la anatomía de Paredes.
Otro que tampoco tuvo dificultad para salir victorioso del cuadrilátero fue el 69 kilogramos cubano Roniel Iglesias, victimario por 3-0 de Ricardo Legarda. Desde el primer asalto Roniel tomó la iniciativa e hizo su boxeo sin grandes complicaciones, pero en el tercer round el vueltabajero propinó dos conteos de protección al cafetero, lo que obligó a que el juez David William decretara el RSC a favor del antillano.
De poner a Cuba en el primer lugar de la llave A se encargó el debutante en los 81 kilogramos Osvary Morell tras doblegar 3-0 a Juan Carrillo en un combate donde el villaclareño pasó con éxito la prueba de fuego frente a un boxeador de experiencia.
«Sabía que tenía una gran responsabilidad, pero respondí a la confianza de mis entrenadores. Sentí algo de presión al principio, pero enseguida entré en confianza. Agradezco mucho el apoyo de Julio César La Cruz, para enfrentar este duelo», relató Morell.
La barrida cubana fue posible cuando en + 91 kilogramos José Ángel Larduet obtuvo su tercera sonrisa de la lid, luego que su oponente Cristian Salcedo abandonara el combate al iniciar el tercer asalto.

Oro doble por segunda vez

Las parejas cubanas repitieron la actuación victoriosa de La Paz, Baja California
Leila Martínez (izquierda) y Lidiannis Echevarría. Foto: Norceca
Las dos parejas cubanas ganaron medallas de oro en la parada del Circuito Norceca de voli playero efectuada en Islas Caimán, para repetir sus éxitos de La Paz, Baja California, a principios de mes.
Leila Martínez-Lidiannis Echevarría derrotaron por el cetro a Jace Pardon-Lara Dykstra (EE.UU.), 2-1 (21-13, 18-21, 15-9), mientras Karell Peña-Daisel Quesada doblegaron a los canadienses Maverick Hatch-Garett May, 2-1(18-21, 21-16, 15-6). 
Ambos tándems líderes su­maron 200 puntos a sus respectivos ranking.
Los terceros escaños pertenecieron a Jamie Broder-Caleigh Whitaker, de Canadá, quienes dispusieron de las estadounidenses Betsi Flint-Kelley Larsen, 2-1 (21-16, 22-24, 15-9) y en el masculino, Mark Burik-Wi­lliam Kolinske (EE.UU.), 2-1 (18-21, 21-11, 15-13) a los ca­nadienses Aaron Nusbaum-Ryan Vandenburg.
Echevarría-Martínez inicialmente quedaron bye y después aventajaron 21-9, 21-4 a La Teisha Joseph-Apphia Glasgow, de Trinidad y Tobago, así como a las anfitrionas Melisa Borrowes-Ileann Powery, 21-7, 21-7. Dominaron en cuartos de final, 21-12, 21-7, a las guatemaltecas María I. Orellana-Blanca Recinos, para avanzar a la discusión del oro tras derrotar 2-1 (21-15, 18-21, 15-10) a las canadienses Bro­der- Whitaker.
LAS BLANQUEADAS CUBANAS
Daisel Quesada (derecha), junto a Karell Peña. Foto: Norceca
Karell Peña-Daisel Quesada repartieron cinco blanqueadas antes de disputar el oro. Dejaron atrás 21-14, 21-14 a los trinitarios Marlon Phillip-Daneil Williams, vencieron 21-16, 21-19 sobre Hatch-May y les aplicaron dos sets de 21-19 a los nicaragüenses Rubén Mora-Dany López. En los cuartos de finales desbancaron 21-4, 21-10 a St. Clair Hodge-Kemoroy Percival, de San Cristóbal y Nieves, en tanto a Burik-Kolinske los despacharon 21-17, 21-16 en las semifinales.  
Por novena ocasión Islas Caimán organiza una parada Norceca. En el 2009 Kirenia Ballar-Nirian Sinal ganaron oro para Cuba, con plata de Karell Peña-Sergio González, y en el 2015, Nivaldo Díaz-Sergio González lograron allí el primer lugar.
OLÍMPICOS DOMINARON EN CHINA
En la serie del Tour Mundial, efectua­da en Xiamen, China, el dúo bronce olím­pico en Río de Janeiro, los holandeses Alexander Brouwer-Robert Meeuwsen,  ven­cieron 21-14, 21-17 por el oro a los italianos Paolo Nicolai-Daniele Lu­po, plata de la cita carioca del 2016.
El bronce fue para los polacos Maciej Rudol-Jakub Szalankiewcz, ganadores 21-16, 21-17 sobre los alemanes Armin Dollinger-Jonathan Erdman. Los triunfadores habían superado 2-1 en cuartos de final a Nivaldo Díaz-Sergio González.

La posta varonil cubana de 4x100 metros concluyó décimotercera (quinta en la Final B) en el III Campeonato Mundial de Relevos Bahamas 2017, con escenarios nocturnos de sábado y domingo en el estadio Thomas Robin­son, de Nassau.
Entre 21 equipos participantes, los cubanos cronometraron 39,67 (su tope del año) en la tercera serie, detrás de Gran Bretaña (38.32), Barbados (39.26), Japón (39.52) y República Dominicana (39.56).
La primera serie la ganó Holanda (38.71), seguida de China (38.97) y Australia (39.09) y en la segunda Canadá (38.21) llegó primero que Estados Unidos (38.22) y Francia 39.10. En esa fase Italia y Brasil fueron descalificados y no terminaron Antigua y Barbuda y Jamaica, con Yohan Blake.
La Final B fue dominada por los trinitarios (39.04), seguidos de alemanes (39.15), bahameses (39.18) y dominicanos (39.57), en tanto Cuba (39.90), superó a México (39.98), Japón (40.31) y San Cristóbal y Nieves (41.07).
La Final A resultó desvalorizada al fallar los cambios de Canadá, Holanda y Gran Bretaña. Estados Unidos triunfó liderado por Justin Gatlin, si bien con bajo nivel cualitativo de 38.43, mejor que Barbados (39.18) y China (39.22).
Esta vez Cuba acreditó sus registros más pobres. De todas formas el resultado no se auguraba superior con debutantes como Harlyn Pérez y Yoan Medina, la primera incursión en relevos del obstaculista Yordan O’Farrill y solo la experiencia de Reynier Mena.
Recordar que Roberto Skyers, Yaniel Carrero y César Ruiz, por ejemplo, estuvieron inhabilitados indistintamente por lastimaduras o no cumplir con las pruebas de confrontación convocadas. Quienes lo merecieron por su esfuerzo recibieron la oportunidad de la experiencia mundialista.
Estados Unidos ganó la final de 4x800 con 8:16.36, delante de Belarús (8:20.07) y Australia (8:21.08) y Jamaica la de 4x200 también femenina con récord de campeonato de 1:29.04 (encabezada por Elaine Thompson), superior a Alemania (1:30.68) y Estados Unidos (1:30.87).
Las otras seis finales se celebraban al cierre de esta edición, incluida la de 4x400 varonil en la que estaba envuelta la cuarteta cubana, sexto mejor tiempo (3:04.97) en las clasificaciones sabatinas.

MUNDIAL DE ATLETISMO BAHAMAS 2017

Cubanos del 4x400 ratificados en la élite


El equipo masculino cubano de 4x400 metros cumplió con las expectativas y este sábado alcanzó la clasificación entre los ocho destacados que hoy domingo disputarán la corona del Campeonato Mundial de Relevos Bahamas 2017

El relevo 4x400 de Cuba junto a su entrenadora Eloina Kerr. 
El equipo masculino cubano de 4x400 metros cumplió con las expectativas y este sábado alcanzó la clasificación entre los ocho destacados que hoy domingo disputarán la corona del Campeonato Mundial de Relevos Bahamas 2017.
El cuarteto integrado por William Collazo, Adrián Chacón, OsmaidelPellicier y YoandysLescay cronometró tiempo de 3:04,97 y escoltó en la segunda de tres series clasificatorias a los favoritos elencos de Trinidad y Tobago (3:02.51) y Estados Unidos (3:02.62). Polonia no asustó con su 3:08.42, mientras fue descalificado el elenco de República Dominicana y el de Japón no terminó la carrera.
El crono fue realmente el sexto mejor entre los 17 relevos competidores en la jornada inaugural en el estadio Thomas Robinson, de Nassau, pero se computó como el mejor de los dos repescados para completar una final que aseguró a los dos primeros de cada carrera.
La primera fue ganada por Francia (3:04.74) y Gran Bretaña (3:05.19), quedándose fuera destacados como el anfitrión Bahamas (3:05.37) y Bélgica (3:05.45).
En la tercera y última hicieron el grado Botswana (3:03.09), Jamaica (3:03.52) y Brasil (3:05.05) como segundo repescado.
A los cubanos les tocó iniciar por el carril uno esta noche en la gran final pactada para las 9:55 pm. Son los más débiles si se mide por los récords nacionales de cada país contendiente.
La cuarteta jamaicana de 4x200 logró record de campeonato. Foto: Getty Images para la IAAF
Sin embargo, pueden dar batalla si se toman en cuenta resultados actuales y recientes, así como el grado de preparación de sus integrantes. Los cubanos realizaron una base de 21 días en República Dominicana.
Los parciales individuales en la clasificación fueron de 46.12 para Collazo, 46.62 de Chacón, 46.25 de Pellicier y Lescay cerró en 45.98.
Se espera que los cuatro compitan al estilo combativo de la final olímpica de Río 2016 en la que clasificaron sextos, sin pedir un tiempo similar de 2:59.53 por tratarse este de un campeonato a destiempo de grandes momentos competitivos, más todavía por figurar al principio de un ciclo olímpico. Lo demuestran los resultados generales.
FINAL B PARA EL 4X100
La posta varonil de 4x100 concluyó su faena en la misma jornada de apertura sabatina con sendos quintos lugares en su serie de clasificación y en la Final B, este último valedero para la posición 13 entre 21 participantes.
Los cubanos cronometraron en el grupo tres su mejor marca del año, 39.67, adelantados por GranBretaña (38.32), Barbados (39.26), Japón (39.52) y República Dominicana (39.56). Los dos primeros pasaron a la final A y los cuatro siguientes a la B.
La primera serie la ganó Holanda (38.71), seguida de China (38.97) y Australia (39.09) y en la segunda Canadá (38.21) llegó primero que Estados Unidos (38.22) y Francia 39.10.
En esa fase inicial descalificaron a Italia y Brasil, mientras no terminaron Antigua y Barbuda y Jamaica, cuyo último corredor, Yohan Blake, quedó esperando recibir el batón.
La Final B fue dominada por los trinitarios (39.04), seguidos de alemanes (39.15), bahameses (39.18) y dominicanos (39.57). Cuba (39.90), llegó primero que México (39.98), Japón (40.31) y San Cristóbal y Nieves (41.07).
Y el plato fuerte, la Final A, resultó desvalorizada por fallas que impidieron finalizar a Canadá, Holanda y Gran Bretaña, triunfadoras en las clasificatorias con tres de los cuatro mejores cronos.
Estados Unidos, tantas veces fracasado al trasmitir el testigo, fue exacto en esta ocasión, liderado por Justin Gatlin, si bien su 38.43 indicó bajo nivel cualitativo, igual que Barbados (39.18) y China (39.22).
Australia (39.73) y Francia (39.83) también asegurararon boletos para el Campeonato Mundial de agosto próximo en Londres por sus lugares cuarto y quinto. Los cupos correspondientes a los tres siguientes equipos finalistas (que no llegaron a la meta) fueron transferidos a los tres primeros de la Final B: Trinidad, Alemania y Bahamas.
Esta vez Cuba acreditó sus registros más pobres. El lugar 13 lo debe al bajo nivel colectivo de un evento necesitado de moverse a otra fecha más favorable dentro de la temporada atlética.
También es cierto que el relevo corto cubano nunca logró ir a la final A en estos mundiales pese a integrarse con sus mejores hombres y lograr cronos superiores. Décimo lugar en 2014 con 38.60 (38.44 en primera fase) y duodécimo en 2015 con 39.04 (38.85 en la previa).
De todas formas el resultado absoluto no se auguraba superior con debutantes internacionales como Harlyn Pérez y Yoan medina, la primera incursión en relevos del obstaculistaYordanO’Farrill y solo la experiencia de Reynier Mena.
Otros corredores más rankeados como Roberto Skyers, Yaniel Carrero y César Ruiz, por ejemplo, estuvieron inhabilitados indistintamente por lastimaduras o no cumplir con las pruebas de confrontación convocadas.Quienes se lo ganaron por su esfuerzo recibieron la oportunidad de la experiencia mundialista.
Aunque cada maestro tiene su librito, quien sabe si otro orden de carrera hubiera reportado mejores dividendos. Harlyn inició, seguido de O’Farrill y Medina. El mejor debe cerrar, pero si le entregan el batón con mucha desventaja puede desmotivarse o resultar infructuoso su esfuerzo.
Mena recibió para los últimos 100 metros en séptimo escaño y logró descontar dos puestos, pero al cuarto relevo le entregaron con casi cinco décimas de ventaja y a los tres primeros con mucho más.
Por último, ojo con una constante. Por tercera vez los cubanos corren más lento en la prueba final. Y debe ser todo lo contrario. Tarea para los técnicos.
OTRAS FINALES
Estados Unidos ganó la final de 4x800 con 8:16.36, delante de Belarús (8:20.07) y Australia (8:21.08). Solo hubo cinco países contendientes. Jamaica se impuso en la de 4x200 también femenina con récord de campeonato de 1:29.04 (encabezada por Elaine Thompson), superior a Alemania (1:30.68) y Estados Unidos (1:30.87).
Las otras seis finales están fijadas para la noche dominical, incluida la novedad del 4x400 mixto.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Kenianos Kirui y Kiplagat conquistan Maratón de Boston

Los kenianos Geoffrey Kirui y Edna Kiplagat conquistaron la edición número 121 del Maratón de Boston corrido este domingo, con tiempos de 2:09.37 horas entre los hombres y 2:21.52 entre las damas, respectivamente

BOSTON.—Los kenianos Geoffrey Kirui y Edna Kiplagat conquistaron la edición número 121 del Maratón de Boston corrido este domingo, con tiempos de 2:09.37 horas entre los hombres y 2:21.52 entre las damas, respectivamente.
Kirui superó en los metros finales de la carrera al anfitrión GalenRupp (2:09.58), quien estuvo a punto de dar la gran noticia de la tradicional carrera.
La jornada contó con varios dominadores, sobre todo en la segunda mitad del recorrido, en los cuales estuvo a la cabeza el también keniano Geoffrey Mutai, el somalí AbdiAbdirahman y el campeón defensor, el etíope LemiBerhanuHayle, hasta que Rupp y Kirui determinaron el curso final de la carrera.
El tercer puesto del podio de premiaciones le correspondió al japonés SuguruOsako, con crono de 2:10.28.
Entre las damas, Kiplagat conquistó el cetro en su debut en esta lid al arribar a la meta con prácticamente un segundo de ventaja sobre la bahreiní Rose Chelimo (2:22.51), dueña del metal plateado, mientras que el tercer puesto se lo adjudicó la local JordanHasay (2:23.00).Kiplagat suma este título a los conseguidos en Los Ángeles y en Nueva York en 2010.
La corredora keniana se mostró dominante desde el inicio de la carrera, siempre por delante del resto, incluso de la campeona defensora, la etíope AtsedeBaysa, quien abandonó la carrera.
Precisamente, Baysa resultó la primera corredora etíope en coronarse después de que en 2010 lo hiciera su compatriota TeybaErkesso, victoria en el 2016 que rompió la hegemonía keniana instaurada de manera ininterrumpida durante cinco años. (PL)

ATLETISMO AL MUNDIAL DE BAHAMAS

Los relevos toman la palabra

Cuba incursionará este sábado y domingo con sus cuartetas masculinas de 4x100 y 4x400 metros planos  

El atletismo cubano acometerá este fin de semana en Nassau, Bahamas, su primer gran evento internacional de la presente temporada 2017, el III Campeonato Mundial de Relevos.
Cuba incursionará este sábado y domingo con sus cuartetas masculinas de 4x100 y 4x400 metros planos, dos de las nueve emocionantes competencias que contempla el programa del certamen.
Fueron elegidos los corredores que se lo ganaron por sus resultados en las pruebas de confrontación de principios de año, quienes regresaron de una base de entrenamiento de unas tres semanas en República Dominicana, valorada por los técnicos de muy provechosa.
El grupo lo encabezan los cuatrocentistas Yoandys Lescay, Osmaidel Pellicier, Adrián Chacón y William Collazo, finalistas olímpicos en Río 2016, sextos, con importante crono de 2:59.53, junto a su entrenadora Eloina Kerr.
En el 4x100 correrán Reynier Mena, Harlyn Pérez,Yoan Medina y el obstaculista Yordan O´Farrill, los que mejor se comportaron en el área de la velocidad, dirigidos por el técnico José A. Sánchez. Al frente de la delegación viajará Juan Gualberto Valdés, jefe de Cátedra de Carreras del equipo nacional de atletismo.
Los del relevo corto serán los primeros en comenzar y concluir su faena mundialista, pues tendrán series y la prueba final (A o B) el propio sábado, cuando también se efectuarán las carreras decisivas de 4x200 y 4x800 para damas.
Los del relevo largo también debutarán el sábado, con finales el domingo, esperándose que puedan acceder a la principal debido a su calidad y experiencia. La clausura dominical incluirá las definiciones en 4x200 y 4x800 para varones, 4x100 y 4x400 femeninas, así como la innovación del 4x400 mixto.
Los equipos cubanos no incluyen suplentes. En el caso de producirse algún inconveniente, Mena tomaría el batón en el 4x400, en tanto Lescay asumiría en el 4x100.
ANTECEDENTES
El 4x400 varonil cubano ya disfrutó de un buen quinto lugar en la edición inicial del 2014, con estupendo crono de 3:00.61 (3:02.43 para clasificar). Sin embargo, estuvieron por debajo en la segunda convocatoria del 2015, con un 3:03.50 inicial que los remitió a la final B, la cual tampoco ganaron y finalizaron en la décima posición con peor 3:03.73.
Los cuatro conocen la rutina del evento porque han asistido a sus dos versiones anteriores (menos Pellicier que no fue a la del 2014).
En el caso del 4x100, Cuba nunca llegó a la final principal. Ocupó el décimo lugar en el 2014 (38.60) y el duodécimo en 2015 (39.04), en ambos casos por debajo en la carrera principal con relación a los registros respectivos de clasificación, que fueron de 38.44 y 38.85.
De los competidores actuales la mayoría debuta. Solamente Reynier Mena tiene experiencia de las dos versiones precedentes. Volver a estar en una final B quizá sea la meta más objetiva. Y si ocurre, mejorar en ella la actuación preliminar, como indica toda lógica de la preparación competitiva.
La mejor actuación cubana en los Mundiales de Relevo corrió a cargo del 4x800 femenino que en el 2015 ocupó una convincente cuarta plaza con récord nacional de 8:15.84 minutos. Estuvo integrado por Rose M. Almanza, 2:00.45; Arletis Thaureaux, 2:09.03; Gilda I. Casanova, 2:03.94 y Sahily Diago, 2:02.42.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Omara Durand recibe el premio Samaranch

El galardón se le concedió en atención a sus exitosos resultados competitivos en el 2016





























Foto: Roberto Morejón

LA HABANA.—La multicampeona y recordista mundial y paralímpica cubana Omara Durand recibió este martes aquí el premio Juan Antonio Samaranch, por sus excelentes resultados en el deporte para atletas discapacitados correspondiente al año 2016.
Durand, quien recibió el reconocimiento de manos del presidente del Inder, doctor Antonio Becali, y de su vicetitular Roberto León Richard, manifestó a Prensa Latina su orgullo por tener la posibilidad de contar con este lauro tan importante en su palmarés.
«Estoy muy contenta de haber llegado hasta aquí», confirmó la corredora que compite en la categoría T12 para débiles visuales profundo.

Asimismo, comentó que el 2016 estuvo cargado de resultados importantes con «varios récords mundiales en los tres eventos en que participó y tres medallas de oro en los Juegos Paralímpicos Río de Janeiro, además de haber sido nominada nuevamente a los Premios Laureus».
La corredora conquistó los títulos en 100, 200 y 400 metros en la cita carioca, con récords mundiales incluidos en el hectómetro, 11.40 segundos, y la vuelta al óvalo (51.77), además de otro paralímpico en los 200 (23.05). La cubana arribó a cinco preseas de oro en este tipo de certámenes sumados los dos cetros en lacategoría T13 de la cita de Londres-2012.
Para esta temporada, Durand dijo encontrarse en plena preparación de cara a los Juegos Mundiales de Atletismo del Comité Paralímpico Internacional (IPC), para llegar en las mejores condiciones deportivas. La atleta cubana también ostenta los metales áureos conquistados en las justas mundiales IPC de Christchurch-2011, Nueva Zelanda, dos en T13, y en Doha-2015, Qatar, tres en T12. (PL)

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Edson Amaro e Marizete Moreira são os melhores do Brasil na Maratona de São Paulo

09|04|2017 - 15:02 | Da Assessoria de Imprensa da CBAt



LEVI BIANCO/BRAZIL PHOTO PRESS/GETTY

São Paulo - Os quenianos Paul Kimutai e Leah Jerotich venceram neste domingo (dia 9) a 23ª Maratona Internacional de São Paulo. Paul Kimutai, um dos favoritos ao título, repetiu 2016, sagrando-se o grande campeão da prova, pelo segundo ano seguido, com o tempo de 2:17:56. Mas a disputa foi dura e apenas no km 30 ele começou a ter uma vantagem mais clara.

"É minha segunda vitória em São Paulo. Não foi fácil. Estava calor e isso dificultou", contou Paul Kimutai, bicampeão da prova. 

O demais lugares do pódio foi composto por brasileiros. Edson Amaro Arruda dos Santos em segundo, seguido por Franck Caldeira de Almeida (3º), Wellington Bezerra da Silva (4º) e Francisco Ivan da Silva Filho (5º). Edson travou boa briga com seus compatriotas e também com o queniano.

"Fiz um trabalho específico para essa prova. Estava num ritmo tranquilo e revezava ali na frente, quando o Wellington começou a forçar e puxar mais, e foi aí que eu senti um pouco, porque estava fugindo do meu ritmo. Depois do km 32 eu comecei a crescer na prova, aos poucos, porque voltei a fazer o que havida treinado", comemorou o corredor de 32 anos, natural de Juazeiro (BA).

Terceira colocada na Meia Maratona do Rio de Janeiro em 2016, Leah Jerotich não deu chances para as adversárias e dominou a disputa feminina, conquistando o primeiro lugar com o tempo de 2:41:58. "Estou feliz com o resultado. É minha primeira participação nesta prova e já consegui esse resultado", disse a vencedora. 

Aos 42 anos, uma veterana da prova, Marizete ficou feliz com o resultado. E dedicou seu quarto lugar à memória do pai, falecido há quase um ano. "Me sinto lisonjeada de chegar, aos 42 anos, e ainda estar correndo neste nível. É muito gratificante", concluiu a atleta, última brasileira a vencer, em 2009 e 2010.

Resultados

Masculino
1) Paul Koech Kimutai (Quênia), 2:17:56
2) Edson Amaro Arruda dos Santos (Atletismo Campeão - Brasil), 2:21:40
3) Franck Caldeira de Almeirda (B 3 - Brasil), 2:01:53
4) Wellington Bezerra da Silva (Cruzeiro - Brasil), 2:22:37
5) Francisco Ivan da Silva Filho ( EC Água - Brasil), 2:24:54

Feminino
1) Leah Jerotich (Quênia), 2:41:58
2) Priscilla Lorchima (Quênia), 2:51:04
3) Christine Chepkemei (Quênia), 2:52:33
4) Marizete Moreira dos Santos (CASO - Brasil), 2:55:51
5) Simone Ponte Ferraz (APAAB - Brasil), 2:56:58