quarta-feira, 29 de março de 2017

Atual Cargas vence Estadual de Clubes Feminino 2017 de Vôlei


Voleibol de Clubes da AABB 2017
O final de semana foi de muito saque, cortadas e bloqueios para as jogadoras de vôlei do Tocantins que disputaram o Campeonato Estadual de Clubes da 1ª divisão em 2017. Oito equipes participaram da competição na categoria elite da modalidade, nos dias 25 e 26 de março na quadra coberta da AABB de Palmas. Quase 100 atletas inscritas disputaram as 16 partidas realizadas durante mais de 30 horas de bola no ar. Atletas da categoria infanto-juvenil até o master fizeram uma grande festa nas dependência do clube da AABB em Palmas, entidade parceira da FTV. 
A equipe Atual Cargas/Palmas venceu a final por 3 sets a 0, sagrando-se campeã de 2017. A AABB Palmas ficou com o segundo lugar e a equipe Poderosa Fitness conquistou a terceira colocação.
Também foram premiados os seguintes destaques da competição: Revelação – Hellen Alves (Poderosa); Melhor Bloqueio – Michele Lobo (AABB Palmas); Melhor Passe – Thais Barbosa (Atual Cargas); Melhor Levantadora – Nayara Cassimiro (Atual Cargas); Melhor Atacante – Ana Caroline (Atual Cargas) e Melhor Técnico – Vinícius Marques (AABB Palmas). 
Segundo o Diretor Secretário da FTV, Gilberto Rodrigues, o evento foi de alto nível técnico. As atletas se mostraram muito bem preparadas para o torneio. “Ao todo, oito times se inscreveram para participar, sendo sete de Palmas e um de Gurupi. Ficamos muito satisfeitos com o nível dos jogos”, comentou. 
Para a jogadora do Poderosa Fitness, Carol, o evento foi muito bem organizado, com os horários sendo cumpridos, quadra sempre pronta para receber as equipes e rigor nas regras. “De parabéns a FTV. A arbitragem melhorou muito em sua atuação e acredito que a tendência é sempre avançarmos em prol do vôlei feminino no Tocantins”, disse. 
A competição organizada pela Federação Tocantinense de Voleibol abre o calendário de eventos oficiais da entidade na temporada 2017. A Federação realizará esse ano 11 eventos estaduais oficiais (quadra e praia), 2 eventos nacionais (Praia) e apoiará a promoção de outros 7 eventos realizados por terceiros nas cidades de Palmas, Araguaína, Paraíso, Pedro Afonso e Porto Nacional. O presidente da FTV, Ricardo Abalém anunciou essa semana que a CBV está avaliando a possibilidade do Estado receber outros 2 eventos nacionais ainda em 2017, “Estaremos nos próximos dias em contato com o poder publico municipal e estadual para tratar dessas possibilidades. Há interesse de uma equipe local em disputar a Taça Prata, com objetivo de chegar à Superliga B em 2018 e trazer essa competição pra cá ajudaria muito esse projeto. Outro evento é a Copa Amazônia de Voleibol, disputado pelos estados da região norte através de suas seleções adultas”, frisou o presidente. 
Classificação Geral Estadual Feminino 2017 (1ª divisão)
1º lugar – Atual Cargas
2º lugar – AABB Palmas
3º lugar – Poderosa Fitness
4º lugar – AABB Palmas Master
5º lugar – Athenas Vôlei
6º lugar – Vôlei Resgate/Gurupi
7º lugar – Maria’s Vôlei
8º lugar – Univôlei/Palmas
(Assessoria de Comunicação AABB Palmas/Andressa Figueiredo).





Seduc apoia lutadores de jiu-jítsu que se destacaram na Copa Centro-Oeste

 Reinaldo Cisterna - http://http://seduc.to.gov.br/

Com apoio da Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc), uma delegação de atletas viajou até Goiânia (GO), onde participou da Campeonato Centro-Oeste Brasileiro de Jiu-Jítsu, realizada no sábado, 25, e no domingo, 26.
Na bagagem, os tocantinenses trouxeram 18 medalhas, sendo quatro de ouro, quatro de prata e dez de bronze. A competição reuniu atletas dos estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal. Ao todo viajaram 21 atletas, sendo que 18 ganharam medalhas.
Destaques para Witney Luiz Narciso Lira, do Colégio Estadual Frederico Pedreira de Palmas, campeão Juvenil Faixa Branca do projeto Social Semeando Campeões. Outro destaque ficou por conta do servidor da Seduc, Tiago Resplandes Labre, que conquistou a medalha de bronze na categoria Peso Médio até 82,3 kg Faixa Roxa.
Para o presidente da Associação Esportiva de Jiu-Jítsu do Tocantins, Alessandro Bogado, essa sem dúvida foi a maior delegação de lutadores do Tocantins reunidos num só evento fora do Estado, com um número expressivo de medalhas. “Tivemos atletas de seis academias diferentes do Estado no evento, inclusive uma academia de Paraíso”, destacou o dirigente, ressaltando ainda que a Copa Centro-Oeste serviu também de preparação para o Brasileiro, que será disputado em abril, em São Paulo.
Medalhistas de Ouro 
- Gustavo Neves Civinskas 
- Roneudo Gomes Matos 
- Evanuel Silva Andrade 
- Witney Luiz Narciso Lira

Medalhistas de Prata 
- Gabriel Emídio Siqueira 
- Luiz Carlos Crispim da Silva 
- Jorge Luiz Silva de Sousa 
- Antônio Luiz Silva de Sousa

Medalhistas de Bronze 
- Alessandro Brandão Bogado 
- Evanuel Silva Andrade 
- Allan Kalil de Sousa e Silva 
- Karina Luiza Brito Dias 
- Leticia Braga Mendonça 
- Breno Gomes Barbosa 
- Renata Luanda F. Bogado 
- Gleyson Jardim Correia 
- Yad Gomes Meneguim 
- Tiago Resplandes













Com apoio da Seduc, Tocantinenses vão bem no Brasileiro de Karatê em Caruaru; Destaques para Milena Muralha e Adller Parente

Reinaldo Cisterna - http://www.aloesporte.com.br/


Sete medalhas de ouro, três de prata e 11 de bronze, um total de 21. Este foi o saldo positivo da participação do Tocantins na Primeira Etapa do Campeonato Brasileiro de Karatê, disputado entre os dias 23 e 26, na cidade de Caruaru (PE). Essa etapa de Pernambuco, serviu como seletiva para a nacional, que acontece em outubro, em Salvador. A competição foi realizada pela Federação Pernambucana das Associações de Karatê (FPAK), junto a Confederação Brasileira da modalidade. O evento reuniu mais de mil atletas de 21 estados brasileiros, no Ginásio Municipal Álvaro Lins.

Destaques
A karateca Milena Rodrigues Muralha, com uma medalha de ouro, uma de prata e uma de bronze foi um dos principais destaques da deleção tocantinense no Brasileiro. “Pela primeira vez tivemos uma equipe feminina sênior classificada para a fase final do Brasileiro” ressaltou Muralha. Outro destaque foi o carateca Adller Parente, que conquistou uma medalha de ouro e duas de bronze. Flávio Albuquerque também foi bem – levou uma de ouro, uma de prata e uma de bronze.
Classificação
A Bahia ficou em primeiro lugar com 79 medalhas de ouro, 48 de prata e 70 de bronze. Pernambuco ficou em segundo com 31 medalhas de ouro, 30 de prata e 51 de bronze. O terceiro lugar ficou com o estado de Santa Catarina com 23 medalhas de ouro, 16 de prata e 13 de bronze.
Resultados dos tocantinenses
Adller Parente – 1 Ouro e 2 Bronzes
Millena Muralha – 1 Ouro, 1 Prata e 1 Bronze
Flávio Albuquerque 1 Ouro, 1 Prata e 1 Bronze
Adller Filho -1 Ouro
Ana Julya Leite – 1 Bronze
Jéssica Benício – 1 Bronze
Larissa Sales – 1 Prata
Karol Burjack – 2 Bronzes
Sivaldo Amorim -1 Ouro
Avela Borges – 2 Bronzes
Jhennifer Arruda – 1 Bronze
José Eduardo – 1 Ouro
Kelryson Noleto – 1 Ouro

Total de medalhas:
Ouro: 7
Prata: 3
Bronze: 11






sexta-feira, 24 de março de 2017

Estados Unidos gana su Clásico

Con una brillante labor monticular de Marcus Stroman y una ofensiva sin héroes, pero extremadamente sólida, Estados Unidos levantó al cielo de Los Ángeles su primer título en los Clásicos Mundiales de Béisbol

En el béisbol no hay mejor escenario que una final para que los lanzadores se luzcan. Cuando los decibles aumentan desde las tribunas y crece la tensión en el diamante, todos los focos se concentran en el montículo y el serpentinero se encuentra justo en el medio del volcán.
A diez jornadas del Día Inaugural en las Grandes Ligas, Marcus Stroman, proyectado como uno de los abridores de puntería de los Azulejos de Toronto, se encontró precisamente en el ojo del huracán, en marzo, cuando todavía no es común para estos peloteros enfrentar duelos de vida o muerte.
Y no desentonó el pequeño y potente derecho. En efecto, maniató con todo su repertorio en la final del IV Clásico Mundial a la artillería de Puerto Rico, la mejor del torneo con 55 carreras, 11 jonrones, 26 extrabases, 10 estafas, una ofensiva capaz de fabricar anotaciones por las más diversas vías.
Ante ese potencial, Stroman entendió que debía parecerse más a los lanzadores del Día Inaugural que a los del entrenamiento primaveral, y lo consiguió explotando el efecto brusco de su poderosa sinker lanzada en las medianas 90 millas, que siempre cayó a la velocidad de la luz frente a los bates boricuas.
Además, realizó una combinación extraordinaria con el cambio contrastante, siempre ubicados en zonas incómodas, golpeando los puntos débiles de la tanda boricua. Su comando fue excepcional y eso le permitió avanzar en el encuentro sin consumir una gran cantidad de pitcheos. De hecho, con poco más de 60 lanzamientos completó seis entradas sin jits y un solo boleto en su cuenta.
El control y la potencia dio como resultado una ridícula tasa de roletazos y elevados de 11 a 1, dominio absoluto que solo logró quebrar el experimentado madero de Ángel Pagán a la altura del séptimo con un doble.
En ese momento, el mentor Jim Leyland decidió sacar a Stroman, quien cargó en sus hombros el peso de una nación maldita durante 11 años y tres ediciones de los Clásicos, torneo que finalmente lograron ganar con cierre inmaculado de los relevistas Sam Dyson, Pat Neshek y David Robertson.
Cuando Stroman, a la postre MVP de la final, caminaba a la cueva recibiendo la ovación de 51 565 personas presentes en el Dodger Stadium y otros cuantos millones de televidentes a lo largo y ancho del planeta, ya Estados Unidos tenía moderada ventaja de 4-0.
Jonrón de Ian Kinsler con Jonathan Lucroy en circulación, y par de cañonazos impulsores de Christian Yelich y Andrew McCutchen abrieron la pizarra contra el derecho puertorriqueño Seth Lugo, quien no pudo contener el modo destructor de un equipo con sed de triunfo.
Tras su salida, la situación no mejoró, porque José Berríos, J. C. Romero e Hiram Burgos tampoco lograron frenar la ofensiva norteña, que puso el definitivo y lapidario 8-0 con impulsadas de Brandon Crawford, Giancarlo Stanton y de nuevo McCutchen, quien pese a no tener un desempeño tan notable en términos de promedio, produjo carreras importantes.
El estelar jardinero de los Piratas de Pittsburgh pegó doble de dos anotaciones que abrió la brecha contra República Dominica en el choque de vida o muerte de la segunda ronda, y remolcó la primera de la semifinal contra Japón.
«Todo el mundo es una superestrella en este equipo. Todo el mundo es un bateador que puede ser tercero en la alineación, pero alguien va a tener que batear de séptimo, alguien va a tener que batear de octavo. No hay egos, ni siquiera con el pitcheo. Es lo mismo. Así, que eso es lo primero y lo más importante», destacó Cutch, Jugador Más Valioso de la Liga Nacional en el 2013.
«Tenemos un gran grupo de muchachos en este equipo que han dedicado este tiempo para tratar de ganar algunos juegos de pelota. Sacrificios fueron hechos, y no hay egos cuando esa puerta se abre. Eso es lo bueno de este equipo», añadió el patrullero a ESPN.
Y Estados Unidos espantó así los fantasmas de la temprana eliminación en el 2006, la semifinal perdida en el 2009 y el fiasco del 2013, ahora, quizás, con su selección menos rutilante en el papel, pero la más entregada en el terreno.
«Lo dije antes, dije que al venir a este evento realmente no quería hablar del hecho de que Estados Unidos nunca lo ganó y que nunca ha ido a la final. No pensé que eso fuera un gran problema. Quise hacer esto, como he dicho, para que fuera un recuerdo para los jugadores. Y he hablado mucho sobre ello, hacer una memoria. Con suerte, una muy buena (…). Ha sido un honor absoluto», precisó el laureado mentor Jim Leyland, quien corona su brillante carrera con otro trofeo de monarca.
LOS RUBIOS A PUERTO RICO
Yadier Molina había manifestado su deseo de viajar a Puerto Rico en cuanto terminara el Clásico con el resto de sus compañeros, y tras terminar la final, independientemente del resultado, tenían un avión esperando para volar a la Isla del Encanto a festejar junto a los suyos.
Claudicaron en el final, cierto, pero pusieron el picante en el IV Clásico con un juego alegre y relampagueante que puso a soñar a toda Latinoamérica, ya fuera en Cuba, Venezuela, Dominicana o Colombia, donde impactó su manera desenfada de disfrutar el béisbol.
«Nosotros tenemos el talento y tenemos los entrenadores. Hemos sido capaces de ejecutar el juego y las jugadas como deben ser. Eso es lo más importante, que hemos aprendido de la derrota que sufrimos en el 2013 (…).Pero también aprendimos del gran éxito que tuvimos cuando nadie pensaba que avanzaríamos de la primera ronda en Puerto Rico y fuimos capaces de llegar al juego final», sentenció el mentor Edwin Rodríguez.
La combinación de la nueva y estelar generación boricua con estrellas de glorioso palmarés como para ser consideradas en el futuro al Salón de la Fama, catapultó al eterno #Team Rubio a la discusión del cetro, por segundo Clásico al hilo para el país caribeño.
«Hay que tener memoria corta. Hay que aprender. Hay que ir pitcheo a pitcheo, swing a swing, entrada a entrada. Esa ha sido nuestra filosofía todo el torneo. Este equipo es bien balanceado. Sin quitarle nada al del 2013, el talento en este es un poco más joven y lo que tenemos en el bullpen es una cantidad de brazos más fuertes», dijo el serpentinero J. C. Romero, tirador de 40 años que ha participado en todas las ediciones de la lid.
«La diferencia más grande es la energía de estos muchachos. Carlos Correa, Lindor, Báez, qué increíble la energía que tienen en el terreno de juego. Verlos unidos, verlos jugando… es una labor como equipo… sentimos es algo bien especial y bien único y esperemos disfrutarlo hasta el final y compartirlo con Puerto Rico», destacó Carlos Beltrán, otro pionero del primer Clásico y miembro permanente de su selección nacional.
Esa energía a la que hace referencia la transmitieron a todo el planeta béisbol, que recordará por siempre los bríos del #TeamRubio, una novena que encantó y dejó con ganas de ver más juegos de este apasionante deporte.

INTERNACIONAL GIRALDILLA DE BÁDMINTON

La reivindicación de Tahimara


Osleni Guerrero también debutó con victoria. En el evento participan representantes de diez naciones
Tahimara Oropesa consiguió una importante victoria frente a una rival de nivel en el continente como la guatemalteca Nitke Sotomayor. Foto: Ricardo López Hevia
Durante el Torneo Internacional Giraldilla de bádminton 2016, Tahimara Oropesa no cumplió con las expectativas depositadas en ella y cayó reñidamente en su primer duelo por 1-2 frente a la experimentada mexicana Haramara Gaitán.
Un año después, en el mismo escenario del coliseo de la Ciudad Deportiva, la holguinera  venció en su debut 2-1 (20-22, 21-19 y 21-7) a Nitke Sotomayor, de Guatemala, número uno en el área centroamericana y caribeña.
Fue un choque intenso en el que las dos badmintonistas lucharon enconadamente por la victoria, a pesar de los numerosos errores no forzados cometidos por ambas. Oropesa se sobrepuso a la pérdida del primer set y apeló a toda su concentración para capturar las dos mangas restantes y el éxito definitivo.
«Ahora vengo con mayor seguridad y enfocada en no cometer los mismos errores del año pasado. Perdí el primer set por desesperarme en mi juego, después logré relajarme para el segundo y a base de fuerza en mis remates desde el fondo de la cancha logré doblegar a Sotomayor», afirmó la número uno en el escalafón de Cuba y quien, además,  agregó tener como meta incluirse en la final individual femenina del XVIII Torneo Giraldilla.
En la primera jornada también hizo su estreno victorioso Osleni Guerrero, sembrado número dos del certamen y primer exponente por Cuba. El jugador capitalino doblegó sin contratiempos al dominicano César Brito por 2-0 y marcadores de 21-14 y 21-9.
Por Cuba en el resto de la jornada consiguieron avanzar a cuartos de final en la rama masculina un total de tres hombres, en tanto quedaban en el camino ocho representantes. Por su parte, las féminas corrieron con menos suerte y entre las ocho primeras ganó el boleto junto a Oropesa, la joven Marianne González.
Para este viernes Guerrero tendrá de por medio a su compañero de equipo Leodannis Martínez, en tanto el cubano Ángel Herrera rivalizará con el italiano Matteo Belucci, oponente bien curtido en lides internacionales. Las dos sobrevivientes por Cuba entre las damas, Tahimara Oropesa y Marianne González pugnarán frente a la dominicana Nairoby Jiménez y la húngara Laura Sarosi (preclasificada número uno del Giraldilla), por ese orden.
En el evento participan badmintonistas de Estados Unidos, México, Cuba, República Dominicana, Guatemala, Trinidad y Tobago, Italia, Gales, Hungría y Panamá.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Sete jogadoras tocantinenses estreiam na Liga Irlandesa de Futebol

Reinaldo Cistena
http://www.aloesporte.com.br/


Jogadoras tocantinenses posam para foto com um pôster do craque Neymar ao fundo - Divulgação


Garotas Luanny, Amanda, Patricia, Jaqueline, Rayza, Dhebora e Elenize – Divulgação

As sete jogadoras tocantinenses que faziam parte do Estrela Real de Palmas, Elenize (Pindorama), Luanny (Xambioá), Patrícia (Araguaína), Jaqueline (Aparecida do Rio Negro), Dhebora (Colinas), Amanda (Arapoema) e Rayza (Peixe), estreiam hoje na Liga de Futebol Feminino da Irlanda do Norte defendendo as cores do Newry City Ladyes.
As sete jogadoras tocantinenses permanecerão na Europa pelo período de seis meses quando durará a competição. Além da Liga, elas terão ainda a disputa de Três Copas, a Liga Feminina que dará ao time campeão a vaga para a disputa da Champions League Feminina.

Para a jogadora, Elenize, que joga de meia-esquerda, a experiência está sendo incrível, pois as dificuldades serão enormes, uma vez ficar longe da família e também a questão do idioma, não está sendo fácil, mas todas estão cientes disso e esperançosas de dias melhores. “As meninas aqui, a comissão técnica e os dirigentes nos receberam muito bem. Estamos felizes pela recepção deles e queremos em retribuir todo o carinho”, disse Elenize acrescentando que o clube é de muita tradição no País.



A tocantinense comentou como as sete atletas foram parar nesta equipe. Segundo Elenize, o técnico Stephen Hatfield morou em Palmas, durante seis meses, e trabalhou na Escolinha do Flamengo. Ele fez o convite para as atletas reforçarem sua equipe e os dirigentes irlandeses aceitaram numa boa.
Quem são as atletas
Goleira
Dhebora (Colinas)
Zagueiras
Luany (Xambioá)
Jaqueline (Aparecida do Rio Negro)
Lateral
Amanda (Arapoema)
Volante
Patrícia (Araguaina)
Meia
Elenize (Pindorama)
Atacante
Rayza (Peixe)







Garotada da Arne 64 fatura título do Torneio da Liga das Escolinhas

Reinaldo Cisterna
http://www.aloesporte.com.br/


Escolinha da Arne 64 é campeã do torneio - Foto: Alfredo Zamora/ Seduc

Escolinha do Batalhão da PM é vice-campeã da categoria Sub-12 – Foto: Alfredo Zamora/Seduc
Com apoio da Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc), foi disputado neste sábado, 18, na Escolinha do Cruzeiro, em Palmas, a nova etapa do Torneio da Liga das Escolinhas da Capital, desta vez na categoria Sub-12. O título ficou com a equipe da Associação Esportiva Arne 64, que venceu na final a Escolinha do 1º Batalhão da Polícia Militar (BPM) por 4 x 0. 
A competição contou com a participação de oito equipes: Santos, Fluminense Palmas, 1º Batalhão da Polícia MilItar (BPM),  Escolinha Nilton Santos/Cruzeiro, Arne 64, Bertaville, Fluminense de Porto Nacional e uma Escolinha do Município de Dois Irmãos. Na semana anterior a disputa havia sido na categoria Sub-15, sendo que o Fluminense ficou com título. No próximo sábado, 25, acontece o evento na categoria Sub-11, e os jogos serão realizados na Escolinha do Fluminense, a partir das 8h. 
A última etapa do torneio será entre as equipes da categoria Sub-9, no sábado subsequente. O Torneio de Base está sendo realizado pela Liga de Futebol de Base das Escolinhas de Palmas, criada na segunda quinzena de fevereiro, pelos fundadores Carlos Ricardo dos Santos (Escolinha do Cruzeiro e Escolinha Nilton Santos), Fernanda (Escolinha do Santos FC), Washington (Escolinha do Fluminense), Luiz Eduardo Pezão (Escolinha do Flamengo) e Marcos Mota do projeto Aureny III. 
A Seduc apoia a competição fornecendo materiais de premiação, e os profissionais da Superintendência de Esportes, Alfredo Sosa Zamora e Paulo Sérgio Brandão. Os dois são responsáveis pela elaboração das tabelas, regulamentos e acompanhamento do evento nas datas que forem realizadas o torneio.