quinta-feira, 20 de setembro de 2018

ParaCopa Sesc terá participação também de Terezinha Guilhermina




Medalhista paralímpica participa da ParaCopa Sesc em Palmas - Foto: COB/Divulgação


O Sesc Tocantins realiza a ParaCopa Sesc – evento esportivo, em Palmas, dias 22 e 23 de setembro de 2018, com programação em dois eixos de atuação: Palestra/Curso e Festival Esportivo com o apoio do Instituto Reviver, Comitê paraolímpico Brasileiro e da Universidade Federal do Tocantins.

A ação vem fortalecer as ações do Sesc com contribuições importantes em relação a um maior nível crítico e conscientização sobre as diferenças e a interdependência de todos os seres humanos. 

Aberto para pessoas com e sem deficiência a partir de 12 anos.

Inscrições gratuitas.

Para obter certificação de 13h o inscrito deverá participar das palestras do dia 22 de setembro e de 3 modalidades em uma das vivências do dia 23 de setembro de 2018.
Medalha para todos que participarem dos festivais esportivos. 
Palestrantes:

TEREZINHA GUILHERMINA - Velocista brasileira, especializada nas corridas de 100 metros rasos, 200 metros rasos e 400 metros rasos. Nasceu em uma família humilde brasileira e tem doze irmãos, sendo que cinco também possuem deficiência visual. Ela possui uma deficiência congênita, a retinose pigmentar, que fez perder com o tempo a pouca visão que tinha. Devido à deficiência visual (cegueira total), está classificada nas classe T1 ou classe T2 dos corredores paraolímpicos.

DAVID FARIAS COSTA – Representante da Educação Paralímpica do Comitê Paralímpico Brasileiro - CPB

EDlISON ALVES DA ROCHA – Diretor Técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro – CPB de 2005 a 22017 e atual Coordenador de Paraciclismo da Confederação Brasileira de Ciclismo

Cronograma:
22 de setembro de 2018 – PALESTRA/CURSO
Local: Teatro do Centro de Atividades do Sesc Palmas  
Endereço: Quadra 502 Norte, Av. LO 16, Lt. 21-A - Plano Diretor Norte
8h – Abertura 
08h30/12h – Curso: Educação Paralímpica (EAD), Movimento Paralímpico (aspectos históricos e estruturais), classificação funcional e oftalmológica com David Farias Costa e Edilson Alves da Rocha
14h/17h30 – Palestra: “Construindo alicerces com as pedras da vida” com Terezinha Guilhermina
17h30/19h – Modalidades Paralímpicas – Explanação geral das modalidades de basquete de rodas, natação, atletismo e bocha adaptada com David Farias Costa e Edilson Alves da Rocha

23 de setembro de 2018 – VIVÊNCIAS PRÁTICAS 
Vivência 1: das 08h30 às 12h30
Modalidades: natação, tênis de quadra, bocha adaptada, basquete 3x3 em cadeira de rodas, capoeira, takkyo volei e tênis de mesa.
Local: Centro de Atividades do Sesc Palmas – C.A.
Endereço: Quadra 502 Norte, Av. LO 16, Lt. 21-A - Plano Diretor Norte
Participação: Edilson Alves da Rocha e David Farias Costa
Vivência 2: Atletismo – das 7h às 11h

Modalidades: Caminhada 100 m, Corrida 100m, Corrida 200m, Corrida 400m, Corrida 800m, Corrida 1.500m, Revezamento 4x100m, Salto em distância, Arremesso de peso, Lançamento de dardo e Lançamento de disco.

Local: Pista de Atletismo da UFT – Universidade Federal do Tocantins
Endereço: Quadra 109 Norte, Avenida NS15, ALCNO-14 - Plano Diretor Norte

Participação: Terezinha Guilhermina e Thales Fernandes de Castro









Medalhista Paralímpica Participa de Festival Paralímpico na UFT em Palmas

Reinaldo Cisterna - http://www.aloesporte.com.br/


Medalhista paralímpica participa de Festival Paralímpico na UFT em Palmas - Foto: COB/Divulgação

Medalhista paralímpica participa de Festival Paralímpico na UFT em Palmas. Terezinha Guilhermina, medalhista paralímpica com três ouros, duas pratas e três bronzes, participará do Festival Paralímpico, em Palmas, neste sábado, 22, evento promovido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em comemoração ao Dia Nacional do Atleta Paralímpico (22 de setembro). A ação ocorrerá simultaneamente em 48 municípios brasileiros, incluindo todas as Capitais. Em Palmas, o Festival será realizado em parceria com a Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc), na Universidade Federal do Tocantins (UFT), a partir das 8h30.
A velocista brasileira chegará a Capital na sexta-feira, 21, e participará de toda a programação com os alunos. O Festival contará com a participação de 150 crianças e jovens com idade entre 10 e 17 anos, alunos com deficiência física, visual e intelectual, das redes estadual, municipal e das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) de Palmas e Paraíso.
Durante o evento, as crianças e jovens terão a oportunidade de experimentar três modalidades esportivas paralímpicas, atletismo, bocha e tênis de mesa, conduzidas por profissionais de Educação Física, com apoio de voluntários, universitários de Palmas. As atividades serão vivenciadas de forma lúdica, em formato de circuito.
Segundo Márcia Resende, coordenadora do projeto no Tocantins, o evento tem o objetivo de fomentar o esporte paralímpico. “Será uma oportunidade para os jovens vivenciarem alguns esportes paralímpicos com materiais alternativos e oficiais, de forma inclusiva e adaptada”, explicou, informando, ainda, que boa parte do material a ser utilizado nas atividades, como raquetes, bolas de tênis, bocha e peso, foi confeccionado com material reciclável.
São parceiros na realização do Festival em Palmas a Federação das Apaes do Estado do Tocantins, Secretaria Municipal de Educação de Palmas, Universidade Federal do Tocantins, campi de Palmas e Miracema, Instituto Federal do Tocantins (IFTO), campus de Palmas, Faculdade de Palmas (Fapal) e Centro Universitário Luterano de Palmas (Ulbra).
Esta é a primeira vez que o Comitê Paralímpico Brasileiro promove o Festival do Atleta Paralímpico no país. Cerca de dez mil pessoas estarão envolvidas na ação deste sábado, que promoverá a experimentação do esporte adaptado a cerca de 7.200 crianças, com faixa etária de 10 a 17 anos.
Guilhermina
A velocista Terezinha Guilhermina nasceu com retinose pigmentar, doença congênita que provoca a perda gradual da visão. A mineira de Esmeraldas (MG) conquistou seu primeiro ouro nos 200m em Pequim 2008. Em Londres-2012, Terezinha brilhou no Estádio Olímpico ao vencer as provas dos 100m e dos 200m rasos, colocando-a entre as maiores vencedoras do país no Esporte Paralímpico. A história de medalhas continuou no Rio 2016, onde a velocista voltou a subir ao pódio outras duas vezes, acrescentando uma prata e um bronze em seu histórico, que tem mais de 250 medalhas conquistadas. (Fonte: Alcione Luz/Seduc)

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Eliud Kipchoge detuvo el tráfico en Berlín

Invicto en ocho oportunidades desde el 2014, impuso récord mundial en el maratón de este domingo en la capital alemana

Kipchoge celebra tras su paso por la meta berlinesa. Foto: La Vanguardia
BERLÍN.–El fondista keniano Eliud Kipchoge, campeón olímpico, quebró este domingo el récord mundial de la maratón en la competencia de esta capital, con un tiempo de 2:01.39 horas.
Kipchoge superó por 1.18 minutos el anterior registro universal establecido por su compatriota Dennis Kimetto, en el 2014, también en la principal ciudad alemana.
De 33 años, el africano rompió el primado universal de la maratón en su tercer intento con unas condiciones meteorológicas ideales.
Detrás del keniano finalizó su connacional Amos Kipruto, con crono de 2:06.23 minutos, y tercero el etíope Wilson Kipsang (2:06.48).
Kipchoge ya ganó el maratón de Berlín en dos oportunidades anteriores, con tiempos de 2:04.00 horas en el 2015 y de 2:03.32 horas el año pasado, en una carrera bajo pésimas condiciones climáticas, con lluvia y vientos. Su mejor marca personal estaba hasta el momento solo ocho segundos por 
encima del récord mundial, conseguida cuando ganó en Londres en el 2016.

Kipchoge ya corrió en mayo pasado el maratón más rápido de la historia en una carrera organizada por el proveedor de artículos deportivos Nike, en el autódromo italiano de Monza, y logró un registro de 2:00.25 horas.
Sin embargo, debido a la naturaleza del evento, la plusmarca no fue homologada como récord del mundo, por lo que Berlín se presentaba como la mejor ocasión para la proeza debido a un trayecto llano que la convierte en la más rápida del mundo.
El keniano llegó a la carrera con un invicto de ocho triunfos desde el 2014 y una vez más su principal rival era Kipsang, quien ganó la prueba en el 2013 para marcar entonces el primado universal de 2:03.23 horas.
En la categoría femenina, la keniana Gladys Cherono logró la victoria con tiempo de 2:18.11 horas, seguida de las etíopes Ruti Aga (2:18.34) y Tirunesh Dibaba (2:18.55).
Una cifra récord de 44 389 corredores, mujeres y hombres, se registraron para la edición número 45 de la competición alemana.

A seguir a corrida en km y la sequencia de tiempos por km


sexta-feira, 14 de setembro de 2018

FÚTBOL

El Jogo Bonito llega a Cuba


La buena nueva la trae el máximo órgano de esta disciplina a nivel mundial, la FIFA, entidad que concertó este jueves en La Habana un acuerdo de colaboración entre la Confederación Brasileña de Fútbol (CBF) y la Asociación de Fútbol de Cuba (AFC)

Con la firma de este convenio, la fifa y Brasil marcan una línea de trabajo en el desarrollo del fútbol cubano. Foto: Ricardo López Hevia
Un excelente impulso recibirá el fútbol cubano, deporte urgido de alcanzar resultados superiores. La buena nueva la trae el máximo órgano de esta disciplina a nivel mundial, la FIFA, entidad que concertó este jueves en La Habana un acuerdo de colaboración entre la Confederación Brasileña de Fútbol (CBF) y la Asociación de Fútbol de Cuba (AFC).
Se trata de un convenio a largo plazo, hasta el año 2022, y que las partes podrán renovar siempre y cuando así lo deseen. El documento en cuestión busca desarrollar el más universal de los deportes en la Isla, desde las categorías infantiles hasta los equipos nacionales de uno y otro sexo, incluida la modalidad de fútsal.
Los puntos en los que la CBF trabajará codo con codo con su contraparte local son: Capacitación de árbitros cubanos; Formación y capacitación de técnicos en todas las categorías divisionales, e Intercambio de jugadores y entrenadores, quienes viajarán desde y hacia ambos países.
La FIFA mantendrá el seguimiento sistemático a este proyecto, pues desea que Cuba eleve la calidad en esta disciplina, gracias a la constante labor de la CBF. Se trata de la primera vez que la fifa concibe una obra de este tipo, en la cual una potente nación futbolística ofrecerá sus conocimientos a un país con pocos resultados internacionales.
En opinión de Walter Feldman, secretario seneral de la CBF, el organismo para el cual trabaja tiene toda la intención de hacer algo diferente en Cuba, con gran seriedad en la labor desde el principio. «Poseemos los recursos y la voluntad para planificar un trabajo seguro y exitoso. Hay que educar el fútbol cubano. Este es un país con una gran educación deportiva, pero necesita una ayuda en este deporte para que pueda ser más exitoso», apuntó Feldman.
En la misma sintonía, el argentino Jair Bertoni, director de Federaciones de FIFA, comunicó que el propio presidente de esa entidad, el suizo Gianni Infantino, ha puesto todo su interés en que se consigan resultados fructíferos para la Mayor de las Antillas, por medio de este proyecto y el programa Foward, este último implementado en Cuba desde hace varios meses.
«El prestigio de Brasil en el fútbol y su manera de trabajar este deporte serán factores claves para el despegue de los cubanos, el cual se puede conseguir solo a largo plazo. La experiencia que tendrán –entrenadores, jugadores y árbitros– ha de ser fructífera, porque hallarán una visión actualizada en cuanto a metodologías de entrenamiento y capacitación», reseñó el ejecutivo de FIFA.
Sobre el éxito de este esperanzador proyecto, Walter Feldman fue categórico al argumentar que la CBF enfocará este trabajo basado en una transparencia absoluta, donde la comunicación y el intercambio de planes de trabajo serán sólidos pilares.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

COPA ORO

Futbolistas ante su mayor reto


Poco a poco el fútbol femenino va ganando espacios y en el próximo octubre el joven equipo Cuba tendrá su mayor prueba de los últimos años, cuando intervenga en la Copa Oro, prevista en Estados Unidos entre los días 4 y 17

Las cubanas tienen una excelente oportunidad de elevar su juego en la cercana Copa Oro. Foto: Ricardo López Hevia
Poco a poco el fútbol femenino va ganando espacios y en el próximo octubre el joven equipo Cuba tendrá su mayor prueba de los últimos años, cuando intervenga en la Copa Oro, prevista en Estados Unidos entre los días 4 y 17.
Las discípulas del director técnico Renier Bonora Peñalver obtuvieron a finales de agosto uno de los boletos en disputa para el máximo certamen de la Concacaf, gracias a que en suelo jamaicano alcanzaron el objetivo durante la participación de la Mayor de las Antillas en la final de la Copa del Caribe.
La Copa Oro tendrá como escenarios a las urbes estadounidenses de Cary, Edinburg y Frisco. Cuba estará en Edinburg, Texas, en el grupo B junto a la favorita selección de Canadá. Completan la llave Costa Rica y Jamaica. El apartado A, en Cary, quedó estructurado por Estados Unidos, México, Panamá y Trinidad y Tobago. A las semifinales cruzadas avanzarán los dos primeros lugares de cada zona en busca del ticket finalista. La ronda conclusiva será en Frisco.
Cuba se medirá a un rival difícil como Canadá, potencia mundial. Sin embargo, jugar 90 minutos contra un plantel de primer nivel, el 7 de octubre, le permitirá ganar experiencia.
Aunque no hay un medidor bien definido que permita valorar hasta dónde pueden llegar las nuestras en el próximo torneo, si se miran las trayectorias de las selecciones a enfrentar, se puede sostener que a Costa Rica (5 de octubre) y Jamaica (11 de octubre) se les puede derrotar, siempre y cuando las cubanas mantengan la concentración y desarrollen un partido contundente en sus tres líneas de juego. Hasta el momento, las ticas y las jamaiquinas son favoritas a la victoria.
«En el fútbol femenino se viene trabajando desde la base, cada día hay más niñas en los niveles escolares que practican este deporte de forma regular.
Así podremos garantizar la masividad en la disciplina y, con el paso del tiempo, aspiramos a elevar la calidad», puntualizó Jesús Pereira, jefe del proyecto del fútbol femenino en nuestro país.
El también Secretario General de la Asociación de Fútbol de Cuba manifestó que en el 2018 las locales han tenido una buena cantidad de partidos internacionales, en la región centrocaribeña. Esa situación, dijo, contribuyó a que Cuba ganara uno de los pasajes hacia la Copa Oro.
«Asistiremos a la Copa con la certeza de que este grupo puede lograr uno de los boletos que se pondrán en disputa 
hacia los Juegos Panamericanos de Lima 2019. Para ello se trabajará muy fuerte en estas semanas finales de la preparación física y táctica», subrayó Pereira.

Sobre la lesión que impidió asistir a la Copa del Caribe a la futbolista Yoana Calderón, principal referente dentro del equipo que comanda Bonora Peñalver, Pereira apuntó que ya está restablecida y se sumará a la escuadra que viaje a Estados Unidos, lo que redondearía el conjunto.

Oito duplas vão à fase de grupos no Circuito Brasileiro de vôlei de praia


No naipe masculino do Circuito Brasileiro, Márcio Araújo, prata em Pequim-2008, está entre os que vão disputar a fase principal do tour nacional; Grupo se une a mais 16 duplas


A temporada 2018/2019 do Circuito Brasileiro Open de vôlei de praia começou nesta quarta-feira, com a disputa do classificatório da etapa de Palmas (TO). Foram disputados 17 jogos, todos válidos pelo torneio masculino, classificando oito duplas à fase de grupos. Destaque para o medalhista olímpico Márcio Araújo (CE), que aos 44 anos retornou para a disputa do tour após mais de dois anos ausente, cancelando a aposentadoria.
Foto: Divulgação/CBV
Foto: Divulgação/CBV
Foto: LANCE!

Benjamines en «tierra de fuego»

Los cubanos debutan este miércoles en el Campeonato Mundial de voleibol con una selección novata en estas lides. Son 24 elencos en pos de las medallas hasta el 30 de este mes en Italia y Bulgaria

Foto: Getty Images
En cualquier deporte, amén de los Juegos Olímpicos, los campeonatos mundiales toman el pulso de la calidad, y expresan hasta dónde son capaces de llegar mujeres y hombres por superarse a sí mismos.
Prepararse para las competencias antes mencionadas exige una alta cuota de sacrificio, de días, incluso noches, dedicadas a los entrenamientos, alejados de cualquier dispersión que atente contra la futura posibilidad de rendir al máximo en pos de buscar un resultado sobresaliente. 

A diferencia de algunas disciplinas que organizan sus certámenes mundiales una vez al año, en el voleibol las lides universales se montan solo en una oportunidad durante el cuatrienio del ciclo olímpico, de ahí que ganadores de medallas en una edición, quizá en la siguiente ya engrosen las listas de los retirados. 

También es preciso ver la otra parte de la moneda: hoy los jóvenes llegan temprano a las selecciones nacionales adultas, a lo que contribuyen la ciencia y la técnica en el deporte, lo cual les permite extender su carrera más allá de un ciclo olímpico, tanto en disciplinas colectivas como individuales. 

LA REALIDAD EN TIERRA DE FUEGO

Amén de que el pasado domingo transcurrió con dos partidos la inauguración oficial del Campeonato Mundial masculino de voleibol, por primera ocasión presentado por dos países sede (Italia y Bulgaria), este miércoles iniciará su derrotero el calendario de los 24 elencos encartados, en cuatro zonas eliminatorias.
En ese contexto, donde competirán las naciones multimedallistas doradas que desde años atrás relucen en el ámbito del voleibol, estarán los cubanos.

Los nuestros integran una escuadra eminentemente joven, donde el mayor es su líbero Yonder García (25 años), en contraste con otros como el atacador Marlon Yang, todavía en edad para competir en un certamen para menores de 18 años. Cuba presentará en esta ocasión un equipo renovado en casi su totalidad, pues solamente Yonder tiene en su haber la experiencia del clásico jugado en Polonia, cuatro años atrás.
 
Hablamos de muchachos que, favorecidos por las competencias creadas por la Federación Internacional de Voleibol (FIVB) en categorías como la Sub-21 y Sub-23, tuvieron posibilidades de sentir con menos dolor lo que antes era un paso traumático, cuando esos torneos no existían y el ascenso de los benjamines hacia las confrontaciones de mayores, por su rigor, provocaba que en el camino se perdieran numerosos talentos.  
 
Ante esta realidad del equipo Cuba, que por demás hoy debutará frente a Polonia, campeón mundial, la ciudad balneario búlgara de Varna se les convierte en una «tierra de fuego». Los alumnos del director técnico Nicolás Vives deberán disfrutar del juego, mostrar su garra y alegría de formar parte de esa selección, desprovistos de presiones, pues su condición de debutantes les libera de cualquier predisposición. 

El Mundial comienza, se avivan las esperanzas.

CUBA EN LOS MUNDIALES
Año
Lugar
Sede
1949
No clasificó
Checoslovaquia
1952
17
URSS
1956
19
Francia
1960
No clasificó
Brasil
1962
No clasificó
URSS
1966
17
Checoslovaquia
1970
13
Bulgaria
1974
8
México
1978
3
Italia
1982
10
Argentina
1986
5
Francia
1990
2
Brasil
1994
4
Grecia
1998
3
Japón
2002
19
Argentina
2006
15
Japón
2010
2
Italia
2014
11
Polonia
PROGRAMA DE CUBA EN ELIMINATORIA
Día
Juego
12 Septiembre
vs. Polonia
14 Septiembre
vs. Finlandia
15 Septiembre
vs. Irán
16 Septiembre
vs. Bulgaria
17 Septiembre
vs. Puerto Rico
ELEMENTOS TÉCNICOS DEL EQUIPO
No.
Nombre
Nacimiento
T
P
A
B
Provincia
2
Osniel L. Melgarejo
18/12/1997
1,95
83
3,45
3,20
Sancti Spíritus
3
Marlon Yang
23/05/2001
2,02
75
3,45
3,20
Villa Clara
5
Javier Concepción
27/12/1997
2,00
84
3,56
3,50
La Habana
7
Yonder R. García
26/02/1993
1,83
78
3,25
3,20
La Habana
9
Liván Osoria(cap.)
05/02/1994
2,01
96
3,45
3,25
Stgo. De Cuba
10
Miguel D. Gutiérrez
21/02/1997
1,97
86
3,40
3,55
Villa Clara
11
Liván Taboada
04/10/1998
1,91
75
3,43
3,27
La Habana
12
Jesús Herrera
04/04/1995
1,94
85
3,40
3,36
Artemisa
14
Adrián E. Goide
26/06/1998
1,91
80
3,44
3,40
Sancti Spíritus
15
Yohan A. León
24/01/1995
2,00
98
3,45
3,40
Camagüey
17
Roamy R. Alonso
24/07/1997
2,01
93
3,50
3,30
Matanzas
18
Miguel  A. López
25/03/1997
1,89
75
3,45
3,20
Cienfuegos
LEYENDA: T: TALLA. P: PESO en kilogramos. A: ALCANCE EN EL ATAQUE, EN METROS.
               B:  BLOQUEO. EL BORDE SUPERIOR DE LA NET SE HALLA A 2,43 METROS DEL TABLONCILLO.
Osniel Mergarejo Foto: INDER
Marlon Yant Herrera Foto: INDER
Javier Concepción Foto: INDER
Yonder Román García Álvarez Foto: INDER
Liván Osoria Rodríguez Foto: INDER
Miguel David Gutiérrez Foto: INDER
Lyvan Taboada Foto: INDER
Jesús Herrera Jaime Foto: INDER
Adrián Goide Foto: INDER
Yohan Armando León Foto: INDER
Roamy Alonso Foto: INDER
Miguel Angel López Foto: INDER