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quarta-feira, 23 de junho de 2021

Atleta cubana consegue na cidade de Gipuzkoan a melhor marca mundial do ano nos 800 metros



Rose Mary Almanza, participante do 5º Prêmio José Antonio Peña Ordizia, realizado na sexta-feira, 19 na pista de Altamira, na cidade de Gipuzkoan.

Rose Mary Almanza conseguiu a melhor marca mundial do ano na prova dos 800 metros femininos, com uma marca de 1:56,42. 

Almazan ultrapassou sua compatriota Sahily Diago, que terminou em segundo com tempo  de 2:01.08.



                                           Atleta cubana Rose Mary Almanza possa junto ao seu registro de marca

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Boas notícias no atletismo cubano

Yorgelis atingiu a marca mínima exigida pela World Athletics para participar de seus segundos Jogos Olímpicos consecutivos, no último confronto nacional da modalidade realizado no Estádio Pan-Americano, em Havana, Cuba.




Yorgelis, Roxana e Rose Mary mostraram sua boa preparação para Tóquio-2020. Fotos: IAAF, Mónica Ramírez















Entre classificações olímpicas e recordes pessoais, o atletismo cubano festejou neste fim de semana. A primeira boa notícia veio da atleta do heptatlo Yorgelis Rodríguez, que alcançou o recorde de 6.437 pontos, o equivalente à tão esperada passagem olímpica.

Yorgelis atingiu a nota mínima exigida pela entidade mundial do Atletismo para participar de sua segunda Olimpíada consecutiva, no último confronto nacional da modalidade realizado no Estádio Pan-Americano, em Havana, Cuba.

A campeã pan-americano de 2015 concluiu a prova com 6,47 metros no salto em distância, 46,63 m no lançamento de dardo e 2,14,84 minutos nos 800 m, de acordo com o site Jit. Seu máximo acumulado data da Copa do Mundo Londres em 2017 com 6.594.

Por sua vez, Adriana Rodríguez, também mergulhada na luta pela passagem para Tóquio, deixou uma boa sensação, embora não tenha atingido a pontuação exigida. Ela somou um total de 6.314 unidades, um recorde pessoal, e também melhorou seus resultados em três outras provas, incluindo o dardo com 40,41 m. No salto em distância alcançou 6,42 m e correu os 800 em 2,22,94 minutos.

O lançador de disco Jorge Fernández também não atingiu a marca exigida, pelo que terá de esperar, juntamente com Adriana, no final da classificação para saber se vai ou não a Tóquio.

A segunda boa noticia veio do outro lado do Oceano Atlântico. Rose Mary Almanza venceu no Ordizia Athletic Meeting, na Espanha, com recorde pessoal de 1,56,42 minutos nos 800 m, melhorando seu tempo para 1,57,70. Esse tempo a coloca em primeiro lugar no ranking da temporada. Na mesma corrida, a também cubana Sahily Diago foi a segunda com 2.01.08.

Na Polônia, a corredora Roxana Gómez melhorou seu recorde pessoal nos 400 metros, chegando em segundo lugar com 50,76 segundos no Memorial Orlen Janusz Kusocinski. Com este tempo, soma três vezes em que já superou seu próprio recorde no ano.

O importante, aliás, é que ela quebrou a barreira dos 51 segundos pela primeira vez e subiu para a 19ª posição no ranking mundial.

No Rally de Madri, Liadagmis Povea foi quarta colocada no salto triplo com 14,45 m. Yulimar Rojas venceu com 15,34. No masculino, Hugues Fabrice Zango venceu com 17,83 m.

Ryan Couser estabeleceu o recorde mundial em arremesso do peso com 23,37 metros em Eugene, EUA.


Tradução de:

http://www.granma.cu/deportes/2021-06-20/buenas-nuevas-en-el-atletismo-20-06-2021-23-06-59

terça-feira, 23 de março de 2021

Cuba estará com mulheres no revezamento 4x400 na competição mundial de revezamento


Legenda da foto: Postagem da Copa do Mundo de Doha 2019 (Imagem de Daniel Mitchell) 

Por Eyleen Ríos López para JIT

Segunda-feira, 22 de março de 2021

Roxana Gómez, Zurian Hechavarría, Lisneidy Veitía, Rose Mary Almanza e Sahily Diago formam o grupo que vai competir na Silésia

Havana.- Cuba disputará com suas mulheres o revezamento 4x400 do Campeonato Mundial de Revezamento, a realizar-se de 1º a 2 de maio na cidade polonesa da Silésia, com participação de mais de mil atletas de 45 países já confirmados.

A notícia foi ratificada ao JIT pela comissária nacional de Atletismo Yipsi Moreno, que anunciou que Roxana Gómez, Zurian Hechavarría, Lisneidy Veitía, Rose Mary Almanza e Sahily Diago estavam oficialmente registradas.

Delas, Zurian - especialista em 400 com barreiras - e Veitía estiveram antes em uma competição deste tipo, quando faziam parte do quarteto, onde ficaram na nona colocação em Nassau 2015.

Na ocasião, Yaneisi Borlot e Daisurami Bonne completaram o quarteto para estabelecer o tempo de 3:31,43 minutos, tempo que deve ser melhor desta vez para cumprir a aspiração de chegar à final.

O tempo de 3:29,84 minutos as deixou sem acesso à final do Campeonato Mundial de Atletismo 2019 em Doha, e com 3:30,89 elas entraram em quarto lugar na linha de chegada nos Jogos Pan-americanos de Lima naquele mesmo ano.

O melhor tempo de um quarteto feminina nesse quadriênio foi conquistado nos Jogos Centro-Americanos e Caribenhos de 2018, em Barranquilla, quando com 3:28,48 minutos Zuriam, Roxana, Almanza e Gilda Casanova festejaram o ouro.

“Aproximar-se de 3:28 a 3:29 antes de deixar Cuba é o propósito que temos”, comentou o técnico Ricardo Molina, que trabalha no Estádio Pan-Americano com parte da seleção nacional.

Zurian, Roxana e Veitía estão se preparando aqui para a pré-seleção olímpica, enquanto na Guatemala Almanza e Diago buscam entrar em forma. Ambas são especialistas dos 800 metros e seguem as instruções de Francisco Ayala.

Vários especialistas concordam que se trata de uma das formações mais equilibradas dos últimos tempos, com qualidade para conseguir os tempos que vão garantir a qualificação para Tóquio 2020, mais um dos objetivos pelo que irão competir na Polónia.

Se o panorama se comportar como nas duas últimas competições mundiais, com 3:28 a 3:27 elas poderão ter chance de medalhas, pois mesmo reduzindo em poucos segundos elas podem sonhar com um pódio.

O recorde nacional data de Pequim 2008, quando Roxana Díaz, Zulia Calatayud, Susana Clement e Indira Terrero correram em 3:23,21.

As anfitriãs polonesas são as atuais rainhas do evento, já que há dois anos em Yokohama registraram 3:27,49 minutos e deixaram as americanas na prata (3:27.65) e as italianas no bronze (3:27.74).

O recorde da competição está em poder dos Estados Unidos desde 2015, quando venceram em Nassau com 3:14,39 minutos, durante a segunda edição deste tipo de competição.

Na Silésia, as medalhas serão disputadas nos revezamentos 4x100, 4x200 e 4x400 em ambos os sexos. Além disso, haverá revezamentos mistos e revezamentos com mistos com obstáculos.

Desde que esta competição foi concebida em 2014, já participaram equipes de 66 países e 11 conquistaram os prêmios de ouro, uma dispersão maior do que alguns imaginam.

É verdade que os Estados Unidos têm mais, mas Bahamas, Trinidad e Tobago, Nigéria, Brasil e agora a anfitriã Polônia também já comemoraram o pódio.

Uma das lembranças mais famosas é a vitória dos brasileiros em Yokohama 2019 com tempo de 38s05 no revezamento 4x100, especialidade reservada quase que exclusivamente para americanos ou jamaicanos.



Rodrigo Nascimento, Jorge Vides, Derick Souza e Paulo André de Oliveira conquistam título inédito de forma emocionante na final do Mundial de Revezamentos.



Quarteto de ouro e resultado inédito para o atletismo brasileiro. Foto: Divulgação

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