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segunda-feira, 21 de junho de 2021

Boas notícias no atletismo cubano

Yorgelis atingiu a marca mínima exigida pela World Athletics para participar de seus segundos Jogos Olímpicos consecutivos, no último confronto nacional da modalidade realizado no Estádio Pan-Americano, em Havana, Cuba.




Yorgelis, Roxana e Rose Mary mostraram sua boa preparação para Tóquio-2020. Fotos: IAAF, Mónica Ramírez















Entre classificações olímpicas e recordes pessoais, o atletismo cubano festejou neste fim de semana. A primeira boa notícia veio da atleta do heptatlo Yorgelis Rodríguez, que alcançou o recorde de 6.437 pontos, o equivalente à tão esperada passagem olímpica.

Yorgelis atingiu a nota mínima exigida pela entidade mundial do Atletismo para participar de sua segunda Olimpíada consecutiva, no último confronto nacional da modalidade realizado no Estádio Pan-Americano, em Havana, Cuba.

A campeã pan-americano de 2015 concluiu a prova com 6,47 metros no salto em distância, 46,63 m no lançamento de dardo e 2,14,84 minutos nos 800 m, de acordo com o site Jit. Seu máximo acumulado data da Copa do Mundo Londres em 2017 com 6.594.

Por sua vez, Adriana Rodríguez, também mergulhada na luta pela passagem para Tóquio, deixou uma boa sensação, embora não tenha atingido a pontuação exigida. Ela somou um total de 6.314 unidades, um recorde pessoal, e também melhorou seus resultados em três outras provas, incluindo o dardo com 40,41 m. No salto em distância alcançou 6,42 m e correu os 800 em 2,22,94 minutos.

O lançador de disco Jorge Fernández também não atingiu a marca exigida, pelo que terá de esperar, juntamente com Adriana, no final da classificação para saber se vai ou não a Tóquio.

A segunda boa noticia veio do outro lado do Oceano Atlântico. Rose Mary Almanza venceu no Ordizia Athletic Meeting, na Espanha, com recorde pessoal de 1,56,42 minutos nos 800 m, melhorando seu tempo para 1,57,70. Esse tempo a coloca em primeiro lugar no ranking da temporada. Na mesma corrida, a também cubana Sahily Diago foi a segunda com 2.01.08.

Na Polônia, a corredora Roxana Gómez melhorou seu recorde pessoal nos 400 metros, chegando em segundo lugar com 50,76 segundos no Memorial Orlen Janusz Kusocinski. Com este tempo, soma três vezes em que já superou seu próprio recorde no ano.

O importante, aliás, é que ela quebrou a barreira dos 51 segundos pela primeira vez e subiu para a 19ª posição no ranking mundial.

No Rally de Madri, Liadagmis Povea foi quarta colocada no salto triplo com 14,45 m. Yulimar Rojas venceu com 15,34. No masculino, Hugues Fabrice Zango venceu com 17,83 m.

Ryan Couser estabeleceu o recorde mundial em arremesso do peso com 23,37 metros em Eugene, EUA.


Tradução de:

http://www.granma.cu/deportes/2021-06-20/buenas-nuevas-en-el-atletismo-20-06-2021-23-06-59

terça-feira, 8 de junho de 2021

As cubanas Rodríguez do heptatlo procuram seu passe para Tóquio

 | internet@granma.cu

http://www.granma.cu/deportes/2021-06-08/las-rodriguez-del-heptatlon-buscan-su-pase-a-tokio-08-06-2021-00-06-09

As atletas cubanas do heptatlo Yorgelis e Adriana Rodríguez terão no próximo sábado, 19 de junho, no Estádio Pan-Americano de Havana, uma nova oportunidade de atingir a marca mínima exigida pelo Mundial de Atletismo, fixada em 6.420 pontos.



Yorgelis Rodríguez. Foto: Ricardo López Hevia

Depois de sua participação no Hypo Meeting em Gotzis, Áustria, as duas atletas buscarão melhorar os resultados obtidos nesta competição, na qual Yorgelis terminou em oitavo lugar, com 6.293 pontos, enquanto Adriana terminou na nona colocação com 6.255 pontos.


Adriana Rodríguez. Foto: World Athletics

A outra opção para que as caribenhas cheguem aos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 é ficar entre as 24 melhores atletas do ranking universal, que atualmente tem Adriana na 25ª colocação, enquanto Yorgelis não está na lista, pois são necessárias duas competições oficiais para aparecer na relacão.

Para as dois discípulas do técnico Gabino Arzola, as pontuações alcançadas em Gotzis representaram o melhor da temporada, além disso, Adriana melhorou seus recordes para 2021 em 200 metros, 800, dardo, salto em altura e salto em distância. Já para Yorgelis foi uma primeira competição muito boa, depois de algum tempo longe das pistas por causa de uma lesão.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Atletismo cubano avança na sua preparação rumo a Tóquio

De positivo qualificou Daniel Osorio, chefe técnico da seleção nacional de atletismo de Cuba, o período de preparação dos atletas cubanos em Portugal




A lançadora de disco Yaimé Pérez é uma das grandes favoritas para medalha nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Foto: Ricardo López Hevia


Em declarações ao portal Jit, Osorio disse que o treinamento no país europeu foi muito proveitoso para todos no processo para finalizar a etapa de condicionamento físico geral.

O chefe dos treinadores do salto triplo masculino destacou o desempenho das lançadoras de  disco Denia Caballero e Yaimé Pérez, assim como também a melhoria de parâmetros históricos na preparação de força desta última, titular mundial em Doha-2019.

Precisamente, com ambas as atletas estão as maiores possibilidades de medalhas para Cuba nos jogos de Tóquio, daí a importância de seus treinamentos em terras lusitanas, ainda mais porque a prova do disco não estará entre as provas da Liga de Diamante 2021.

Ressaltou, também o bom estado de preparação de Roxana Gómez, representante dos 400 metros rasos e do revezamento 4x400 m, com a qual foram introduzidas mudanças nos métodos de trenamento, e também da atleta Yorgelis Rodríguez, da prova do heptatlo.

Igualmente, junto às atletas mencionadas, as demais integrantes do revezamento Zurian Hechavarría, Lisneidy Veitía e Adriana Rodríguez, estarão concentradas em treinamentos no Estadio Pan-americano, em Havana para participar nos próximos eventos.

O restante dos atletas que esteve em Portugal, incluindo Juan Miguel Echevarría, Maikel Massó e Léster Lescay no salto em distância; Yarisley Silva no salto com vara; Liadagmys Povea, Jordán Díaz, Cristian Nápoles e Andy Díaz no  salto triplo, e Luis Enrique Zayas no salto em altura, estarão prontos para participar nas competições organizadas pela World Atlhetics entre 27 de janeiro e 17 de fevereiro. (Redação Esportiva)

terça-feira, 29 de maio de 2018

Impone Yorgelis Rodríguez récord nacional en heptalón

La prometedora heptatleta cubana ganó medalla de plata e impuso nueva marca nacional con 6742 puntos en el Mitin de atletismo de pruebas combinadas con sede en Götzis, Austria. Yarisley Silva ganó el salto con pértiga con brinco de 4.70 en la Ciudad de México.




La campeona panamericana de Toronto 2015, Yorgelis Rodríguez continúa mejorando sus resultados con excelente marca. Foto: Trabajadores.cu
La cubana Yorgelis Rodríguez, medallista de bronce en el mundial bajo techo del presente año, ganó hoy la presea de plata del heptatlón en el mitin de atletismo de pruebas combinadas con sede en Götzis, Austria.
Yorgelis, finalista en la cita estival de Río de Janeiro 2016 y campeona en los Juegos Panamericanos de Toronto 2015, totalizó 6.742 puntos en las siete competencias contempladas en esa prueba, y solo fue superada por la belga monarca olímpica Naffissatou Thiam (6806).
Erica Bougard (6725), de Estados Unidos, se adueñó del metal de bronce, en una modalidad en la que estuvo presente otra heptatleta de Cuba, Adriana Rodríguez, quien finalizó en el puesto 14 con seis mil 094 unidades, según refleja el sitio oficial de la Federación Internacional de ese deporte.
Este sábado, en la primera fecha competitiva de ese certamen, Yorgelis corrió los 100 metros con vallas en 13.48 segundos, saltó 1,86 m de altura, impulsó la bala hasta los 14,95 m –tercer mejor registro de toda la competencia- y completó el doble hectómetro en 23.96 segundos.
Hoy, en la jornada conclusiva, empezó bien arriba en el salto de longitud con 6.58 m; mientras en el lanzamiento de la jabalina envío el dardo hasta los 48.65 m, en ambos casos consiguiendo la tercera marca más destacada entre las participantes.
Por último, cerró la doble vuelta al óvalo con tiempo de 2:12.73 minutos, el séptimo más sobresaliente, para así confirmar su presencia en el segundo lugar del podio de premiaciones.
Para ambas atletas de la nación caribeña ese mitin de atletismo en Götzis les sirve de preparación con vistas a los Juegos Centroamericanos y del Caribe de Barranquilla, Colombia, a celebrarse del 19 de julio al 3 de agosto próximo.
Yarisley muestra progresión con su mirada puesta en Barranquilla 2018

La campeona mundial de Beijing 2015, Yarisley Silva, mostró progresos en su preparación rumbo a Barranquilla 2018, al saltar 4.70 m. Foto: Perfil oficial en Twitter
















Lo otra nueva llegó desde más cerca, en la ciudad de México, donde Yarisley anotó 4,70 metros con la garrocha en el quinto Encuentro Internacional Urbano.
El salto pasó a encabezar los listados del año y es además registro máximo para la competición, que por cierto tiene como sui generis asentamiento las afueras del Monumento de la Revolución, y se dedicó al 50 aniversario de los Juegos Olímpicos de México.
Las estadounidenses Kristen Hixson y Annie Rhodes se repartieron los puestos dos y tres por ese orden.
Yarisley tenía en esta campaña máximo de 4,60 metros, y volverá a enseñarse este jueves en la Liga del Diamante de Roma.
Le acompañarán, según adelantos del comité organizador, la discóloba Denia Caballero y los saltadores de longitud Juan Miguel Echevarría y Maikel Massó.
En la capital azteca se presentó también Lázaro Borges, y cerró tercero con 5,30 metros. (Tomado de Jit)

segunda-feira, 5 de março de 2018

Tiempos de hazañas

La gesta de Juan Miguel Echevarría y Yorgelis Rodríguez hizo que el nombre de Cuba se inscribiera, en tiempos de hazaña, en la séptima plaza entre todos los participantes al Mundial de Atletismo Bajo Techo y fuera uno de los 13 privilegiados del mundo con un trofeo de campeón y en uno de los 12 con dos o más preseas


Foto: Getty Images
Juan Miguel Echevarría nos regaló el pasado viernes la oportunidad de ser testigos de una hazaña y tal vez nos hizo partícipes del nacimiento de una leyenda sobre las pistas más encumbradas del atletismo del planeta.
Hace mucho, pero muchísimo tiempo, en el siglo XVII, Pedro Calderón de la Barca, insigne dramaturgo español, escribió algo a la justa medida de lo que el joven camagüeyano protagonizó en la ciudad inglesa de Birmingham. Dijo el autor de La vida es sueño que «vencerse a sí mismo un hombre es tan grande hazaña, que solo el que es grande puede atreverse a ejecutarla».
Echevarría fue uno de esos gigantes para colgarse en su pecho, y en el de Cuba, la medalla de oro que lo viste como campeón mundial de salto de longitud bajo techo. Siempre tuvo que superarse ante el empuje del abolengo del sudafricano Luvo Manyonga, líder de la temporada, y del monarca defensor, Marquis Dendy.
Abrió en la punta tras la primera ronda, pero en la tercera, Manyonga, el favorito de los especialistas, lo superó por cuatro centímetros (8,33 por 8,29). Vino por más el agramontino, de solo 19 años, y sus 8,36 lo devolvieron a la cima. El del sur de África, acostumbrado a esas porfías, quiso poner distancia y clavó los pinchos de sus zapatillas hasta el 8,44, el tope del año.
Parecían conclusos para sentencia todos los aspirantes. Sin embargo, Dendy también se fue por encima de su hoja de servicio y con un vuelo de 8,42, mandaba al bronce a Echevarría. Fue entonces que el cubano abrió las turbinas para atreverse a romper la barrera de la hazaña. El salto de 8,46 selló una lid histórica para él y para el atletismo mundial.
En certámenes universales bajo techo es la décima vez que un atleta llega o pasa los ocho metros y 40 centímetros, marca que han logrado, sin embargo, solo cuatro hombres. El mítico Iván Pedroso, de Cuba, la alcanzó en cuatro oportunidades en estos escenarios, y a él solo lo acompañan los norteamericanos Joe Greene y Savanté Stringfellow, y el ruso Kiril Sosunon.
Los 8,46 del hijo de Camagüey tienen aún más ribetes de grandeza. Es la tercera mejor marca en campeonatos mundiales en pista cubierta, confirmando el poderío de la Mayor de las Antillas en esta modalidad, pues las dos primeras fueron firmadas por Pedroso (8,62 y 8,51).
Y como si le faltara algo más a su proeza dorada, su título es el segundo en la historia de estas lides en la cual los tres medallistas pasan de 8,40, lo cual no ocurría desde la cita de 1997, en París, cuando Pedroso llegó a 8,51 por los 8,41 de Sosunon y Greene.
Calderón de la Barca también le podría dedicar lo mismo a una guantanamera de nombre Yorgelis Rodríguez. Ella había sido ya subcampeona mundial juvenil del heptatlón (competencia al aire libre) y terminó en la cuarta posición en la justa del planeta. Pasó por el séptimo lugar de los Juegos Olímpicos de Río de Janeiro, en agosto del 2016, con récord nacional para las siete pruebas. Ahora superó todo eso, ya en una lid mundialista de mayores, y se estrenó como medallista, con un histórico tercer lugar en pentatlón, la prueba múltiple en la versión techada.
¿Por qué histórico? Yorgelis es la primera latinoamericana que consigue subirse a un podio de premiación en los anales de los mundiales de 
atletismo bajo techo e igual lo alcanzó con récord nacional.

Ayer concluyó esta prestigiosa lid y la gesta de estos dos muchachos hizo que el nombre de su país se inscribiera, en tiempos de hazaña, en la séptima plaza entre todos los participantes. Y que Cuba fuera uno de los 13 privilegiados del mundo con un trofeo de campeón y en uno de los 12 con dos o más preseas.


Juan Miguel Echevarria in the long jump at the IAAF World Indoor Championships Birmingham 2018 (Getty Images)

Yorgelis Rodriguez in the Pentathlon Shot at the IAAF World Indoor Championships Birmingham -  2018 (Getty Images)

terça-feira, 15 de agosto de 2017

MUNDIAL DE ATLETISMO

Los retos de nuestro deporte rey

Entre despropósitos y algunas satisfacciones transcurrió la participación de nuestro país en el recién concluido Campeonato Mundial de Atletismo Londres 2017
La heptalonista Yorgelis Rodríguez tuvo una de las actuaciones más destacadas de Cuba en el Mundial. Foto:IAAF
Entre despropósitos y algunas satisfacciones transcurrió la participación de nuestro país en el recién concluido Campeonato Mundial de Atletismo Londres 2017. Con la más baja cota de medallas alcanzadas en la historia de estos certámenes –bronce de la garrochista Yarisley Silva – y relegada al escaño 38 del medallero, Cuba se despidió de la justa londinense sin alejar los fantasmas de Río 2016, donde una comitiva de 41 atletas obtuvo una sola presea bronceada por medio de Denia Caballero en disco.
Actuaciones destacadas, regulares, y otras decepcionantes matizaron el desempeño de los nuestros. Por un lado, una excepcional Yorgelis Rodríguez en constante y acelerado ascenso en el heptalón, quebrando en la cita fundamental de la temporada su propio récord nacional con 6 594 puntos y, por otro, nuestras discóbolas –serias aspirantes a medallas– estampando marcas alejadas de sus posibilidades reales.
El problema no radica únicamente en que no se hayan ganado preseas. En términos de integralidad, el performance fue aceptable con nueve atletas ubicados entre los ocho primeros válidos para 35 unidades y el puesto 14 en la tabla general.
De nuestros 22 deportistas solo cuatro alcanzaron su mejor registro del año en este mundial, evento en el que debe producirse el pico en el rendimiento. Estos fueron los casos de los relevos 4x100 y 4x400 masculino, con una sola competencia previa en el 2017, el certamen del orbe de la especialidad en Bahamas, y con marcas fáciles de superar.
La maratonista Dailín Belmonte tuvo en Londres su única y loable competencia del año, y la mencionada Yorgelis Rodríguez en mi opinión encarnó la más elevada imagen de Cuba en suelo británico, con uno de los mejores cuartos lugares de la historia del heptalón. Con lo logrado a orillas del Támesis por la guantanamera podía ser medallista en cualquiera de las anteriores ediciones de la justa del orbe, excepto en Stuttgart 1993. Sus 6 594 unidades hubiesen significado la plata en Beijing 2015, Moscú 2013, Berlín 2009, Edmonton 2001, Gothenburg 1995, Tokio 1993 y Roma 1987 o el bronce en Osaka 2007, Helsinki 2005, París 2003, Sevilla 1999, Atenas 1997 y Helsinki 1983.


EL BRONCE DE YARISLEY
No se puede restar mérito al tercer puesto de Yarisley Silva, quien a pesar de estar alejada de su estelaridad (4,65 metros) se agenció su tercera presea en estas lides (oro y dos bronces), resultado nada fácil de igualar. Otros atletas también obtuvieron marcas cercanas a sus mejores registros del año, muchos de ellos conseguidos aquí en La Habana, sin la presión característica de los grandes certámenes y en ocasiones con mediciones manuales.
Estos fueron los casos del saltador de longitud Maykel Massó (8,26 metros) y los triplistas Cristian Nápoles (17,16) y Andy Díaz (17,13), los tres a punto de escalar hacia el podio. Igualmente cercana a sus marcas más sobresalientes del año estuvo la ochocentista Rose Mary Almanza (1:59:79 minutos) eliminada por centésimas de la posibilidad de avanzar a la final.
Algo parecido les aconteció a Zuriam Echevarría en los 400 metros con vallas (56.44), a la juvenil Roxana Gómez en los 400 metros planos (52.01 segundos) y a nuestros vallistas cortos Roger Iribarne (13,43) y Yordan O' Farrill (13,56), quienes se ajustaron a los pronósticos. A ello se le suma el sorpresivo octavo lugar de Yaniubis López en lanzamiento de la bala (18,03 metros). Todos los mencionados a excepción de Yaniubis, son atletas jóvenes que auguran un mejor futuro para este deporte.
Por debajo de sus topes anuales estuvieron la triplista Liadagmis Povea (13,55), su contraparte Lázaro Martínez (16,66), José Luis Gaspar en 400 metros c/v (51,82) y Juan Miguel Echevarría en salto de longitud (7,86), así como Yoandys Lescay, quien a pesar de su tremendo cierre en la posta larga cubana no estuvo del todo bien en la vuelta al óvalo (45,93).
No podemos dejar de mencionar a nuestro dueto de discóbolas: Yaimé Pérez con disparo de 64,82 en la final, inferior al 65,83 que obtuvo en el Memorial Barrientos a inicios de temporada y Denia Caballero, con un 64,37 para el olvido. Llamativa resultó la ausencia de nuestro país en el área de lanzamientos, jabalina y martillo, especialidades donde contábamos con varias figuras de renombre mundial.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Proyección olímpica sin perder un minuto

LEONEL SUÁREZ Y YORGELIS RODRÍGUEZ
Leonel Suárez (8 654 puntos de marca personal en el decatlón) y Yorgelis Rodríguez (6 332 en heptatlón), las principales cartas entre los exponentes de pruebas combinadas antillanos

Jogos das semi-finais finais sendo deputados neste final de semana

  Copão chega na reta final com a definição dos finalistas — Foto: Elenilson Garcia  https://ge.globo.com/to/futebol/ Partidas de volta das ...