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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

VIII SERIE MUNDIAL DE BOXE


Andy Cruz Gomez of Cuba (L) fighting Ikboljon Kholdarov of Uzbekistan in the light welterweight (up to 64kg)
Foto: GettyimagesR 

Um clássico para não perder

Cubanos e kazajos já cruzaram seus punhos em par de finais da AIBA World Boxing Championships (WSB), e em ambas as oportunidades (2015 e 2017) os lutadores da "Mayor de las Antillas" foram  derrotados por seus fortes adversários

Autor: Yosel E. Martínez Castellanos | yosel@granma.cu
20 de agosto de 2018 18:08:49
Incrivelmente, quatro meses, ou 123 dias, devem transcorrer para chegar à grande final da VIII Serie Mundial de Boxe (WSB), logo que no passado 26 de maio disputou-se a última semifinal entre as equipes "Coração de Leão" da Grã-Bretanha e "Astaná Arlans" de Cazaquistão.
Demasiada tem sido a espera para realizar o match final da competição entre os "Domadores de Cuba" e o elenco de Cazaquistão, o que faz questionar a seriedade de um evento que, nos últimos anos, converte-se num dos principais espetáculos que desenvolve a Associação Internacional de Boxe (AIBA).
Será na China, em cidade ainda por definir –o que mostra a irregularidade na organização da VIII Serie Mundial– será a encarregada de acolher a competição final pelo valioso troféu. De 26 a 28 de setembro nos formatos c-1 (49, 56, 64, 75 e 91 quilogramas) e c-2 (52, 60, 69, 81 e +91 kg), respectivamente, ficarão marcados para que os protagonistas escalem o ringue.
A chegada na grande final de antilhanos e euro asiáticos não constituiu surpresa alguma, pois estas duas equipes um ano atrás protagonizaram a final, sendo os "Astaná Arlans" vencedores por veredito de seis lutas a cinco.
Cubanos y kazajos já cruzaram seus punhos em par de finais da WSB, e em ambas as oportunidades (2015 e 2017) os cubanos foram derrotados.
Com este panorama podemos sustentar que os pleitos entre Domadores e Arlans se converteram num clássico do boxe neste tipo de competição, pois os primeiros arquivam duas coroas nas vitrinas, enquanto os segundos são donos de três galardões dourados. Não é toa que nos seus elencos se concentram vários dos melhores lutadores de boxe dentro da AIBA, donos de títulos olímpicos e mundiais.
Na vigente temporada estas duas equipes tiveram uma atuação muito parecida. Os Domadores comandaram o Grupo A com 15 pontos, fruto de cinco vitórias por equipes e só uma derrota, em casa dos "Tigres de Uzbekistão" (1-4). No total ganharam 21 combates e em nove os pupilos do Chefe Técnico da seleção cubana, Rolando Acebal, desceram do quadrilátero com a derrota. Nas semi finais derrotaram os "Galhos de Peleia" da França por saldo global de oito pleitos a dois.
Em atuação quase igual a dos cubanos, os lutadores kazajos venceram no Grupo C com 15 pontos da ronda regular, com balanço de cinco vitórias por equipes e uma derrota, tudo isso resultou em 22 vitórias e oito derrotas. A única derrota por equipes sofreram os Arlans foi o 0-5 que contra os "Patriotas da Russia". Na etapa dos quatro melhores a formação euro asiática dominou com relativa facilidade os lutadores britânicos pelo placar de sete vitórias a três.
Os kazajos afirmam que «não há dois senão três», em tanto os cubanos tomam como bandeira que «à terceira é de vez». Dar como favorito a um dos dois como campeão mundial não é tarefa simples. Podemos argumentar a favor de um o de outro, pois prestigio tem ambos em seus equipes.
A única vantagem que se pode sustentar por si só é que os "Astaná Arlans" já venceram os Domadores de Cuba na hora boa, independente de que alguma que outra luta ficou na polêmica e ser «conferida» aos kazajos.
Confiança os cubanos tem nos Domadores, eles tem a motivação necessária para superar seus adversários. Nos punhos de Lázaro Álvarez (60 kg), Andy Cruz (64 kg), Roniel Iglesias (69 kg) e Julio César La Cruz (81 kg) radicam as maiores opções de vitória, na espera que dos outros seis representantes saia um par de eles com o "braço em alto" para assim trazer para casa o cobiçado tricampeonato.



Em ação Lázaro Álvarez - 60 kg (izquierda). Foto: AIBA.com

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

VIII SERIE MUNDIAL DE BOXEO

Tigres asestan gran mordida a los Domadores


Para los uzbecos resultó la revancha esperada, luego de caer ante los cubanos 0-5 un par de semanas atrás en el coliseo de la Ciudad Deportiva de La Habana





Johanys Argilagos (izquierda) perdió en su debut en la VIII Serie Mundial de Boxeo Foto: Ricardo López Hevia
Contundente resultó la victoria 4-1 alcanzada este lunes por la franquicia Tigres de Uzbekistán frente a los Domadores de Cuba, durante la cuarta semana de la fase de clasificación en la VIII Serie Mundial de Boxeo (WSB).
Para los uzbecos resultó la revancha esperada, luego de caer ante los cubanos 0-5 un par de semanas atrás en el coliseo de la Ciudad Deportiva de La Habana. Ahora, en su casa y en el formato C-1 (49, 56, 64, 75 y 91 kilogramos), el equipo asiático puso sobre el cuadrilátero del Complejo Universal de los Deportes en la ciudad de Tashkent, a sus mejores exponentes para rivalizar contra un experimentado quinteto antillano.
Se trató de un duelo con presencia de varios medallistas olímpicos y mundiales, lo que garantizó la calidad del mismo entre dos de las tres mejores escuadras presentes en la WSB. Perder siempre duele, pero hay que recordar que se trata de equipos muy completos donde la lógica indica que los éxitos y las derrotas se comparten con bastante frecuencia. El palmarés de cada uno de los protagonistas que escalaron el ring lo confirma.
En los pesos minimoscas el súper favorito y dorado olímpico del 2016, Hasanboy Dusmatov, obtuvo su victoria número 15 en series mundiales y tercera en estos eventos versus Johanys Argilagos. Según refleja la página web de la WSB, el agramontino solo ganó el cuarto asalto de manera unánime. En el resto de los cuatro round los jueces premiaron la combatividad habitual de Dusmatov.
Dos campeones olímpicos de Río 2016 se vieron las caras en los pesos gallos. El titular de los 52 kg en la ciudad carioca Shakhobidin Zoirov y el monarca en los 56 Robeisy Ramírez regalaron un combate que se puede repetir en una final mundial. El uzbeco se llevó la victoria por unanimidad y solo mostró puntos de flaqueza en el segundo asalto, ganado por el púgil cienfueguero.
La única sonrisa para los muchachos del entrenador en jefe Rolando Acebal, la ofreció el ligero welter y vigente campeón mundial Andy Cruz, victimario por 2-1 sobre Ikboljon Kholdarov, quien archiva su tercer fracaso ante los puños del yumurino, dos en la WSB y uno en la final del Mundial de Hamburgo el año pasado.
En los pesos medianos, Arlen López volvió a caer frente a Israil Madrimov por 0-3 y se mantienen las dudas sobre si el guantanamero recuperará la excelente forma boxística conseguida en el 2015 y 2016 que le valieron los títulos de campeón del orbe y olímpico, respectivamente.
Con el cartel decidido a favor de los dueños de casa, el bronce mundial de los 91 kg, Sanjar Tursunov, se impuso 3-0 al rey de Hamburgo en este peso, Erislandy Savón. Con su triunfo, el uzbeco tomó desquite de la derrota infligida por el representante de la tierra del Guaso en el 2017, durante los cuartos de final en este certamen.
Los Domadores tomarán un largo descanso en la Serie Mundial hasta el 23 de marzo, cuando se midan en condición de visitantes con los Caciques de Venezuela, en el Domo José María Vargas

Jogos das semi-finais finais sendo deputados neste final de semana

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