Renata representa o Instituto Reviver do Tocantins
Renata Bezerra Benevides participou do Brasileirão de Inverno Interclubes Olímpico e Paralímpico. Disputado na cidade de São Paulo, no dia 14 de maio de 2026 utilizando as instalações do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).
Organizado de forma oficial pela Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM). Contou com o respaldo institucional e fomento do CBCP (Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos).
O torneio reuniu cerca de 3 mil atletas do circuito nacional olímpico e paralímpico.
A mesatenista teve uma brilhante participação ocupando o 2º lugar entre as melhores do Tênis de Mesa Nacional.
Renata! Estamos orgulhosos por fazer parte do Time Reviver!!
O Seminário Presencial Modalidades Paralímpicas – Centro de Referência Palmas/TO foi um evento estratégico de capacitação, realizado na sexta-feira, 15 de maio na Universidade Federal do Tocantins (UFT) e na ULBRA e com apoio também da Prefeitura Municipal de Palmas.
A iniciativa reuniu profissionais do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e teve como foco o desenvolvimento do esporte adaptado, a formação acadêmica e o fortalecimento de políticas públicas inclusivas.
Palestra: Inclusão no Esporte – David Farias - Ministrada pelo coordenador de Educação Paralímpica do CPB, a palestra discutiu a democratização do esporte adaptado na sociedade e destacou a necessidade de capacitar professores da rede pública para criar ambientes escolares verdadeiramente acessíveis.
Thiago Pupo realizou a Apresentação teórica e prática sobre os aspectos mecânicos e de segurança exigidos na modalidade Paracanoagem. Discussão sobre os tipos de embarcações, assentos e estabilizadores necessários conforme a classe funcional do atleta. O Centro de Referência Paralimpica de Palmas pretende implementar a Paracanoagem em Palmas.
Basquetebol em Cadeira de Rodas – O Professor Marcos Vitor fez a demonstração em quadra das principais regras de condução. Explicou sobre o sistema de pontuação dos atletas em quadra (que varia de 1.0 a 4.5 dependendo do grau de habilidade motora). E falou sobre metodologias para o desenvolvimento de atletas desde a iniciação até as equipes competitivas.
Finalizando com um amistoso entre Associação Gurupiense dos Amigos do Esporte – AGAB e Reviver. A AGAB sempre sendo parceira do Reviver e neste dia teve melhor desempenho, ficando acima no placar.
O seminário serviu como um pilar essencial para consolidar as ações do Centro de Referência, multiplicando o conhecimento técnico e expandindo a oferta de modalidades paralímpicas no Tocantins.
Ítalo Pereira nasceu em Porto Nacional e permaneceu apenas seis meses no Tocantins - Divulgação/Arquivo Pessoal
Ítalo Pereira e a namorada Larissa Chibana comemoram conquista na Rio-2016 Divulgação
O nadador paralímpico tocantinense de Porto Nacional, Ítalo Gomes Pereira Lima, foi convocado ontem pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) para representar o Brasil no Mundial de Natação, no México. A competição acontecerá entre os dias 30 de setembro e 6 de outubro. No ano passado, Ítalo Pereira foi medalha de bronze durante a disputa dos 100 metros costas, na Classe: S7, na Paralimpíada do Rio-2016.
Esta é a terceira vez que o tocantinense vai representar o Brasil num Mundial. Em 2013, chegou a disputar a final no Canadá, mas não medalhou. Já em 2015, em Glasgow, na Escócia foi bronze. “Estou feliz por receber esta nova convocação, mas já esperava por isso, pois havia conquistado o índice anteriormente. Agora é treinar forte e tentar buscar novamente alguma medalha para o Brasil”, comentou.
Equipe
Ítalo Pereira faz parte da equipe da Associação Paraolímpica de Campinas (APC), que busca através do fomento e desenvolvimento de atividades esportivas, contribuir para a formação global de pessoas com deficiência na perspectiva da inclusão social. Hoje ele mora em São Paulo, onde treina no Centro de Referência do Comitê Brasileiro Paralímpico.
Ítalo nasceu com uma deficiência congênita, que é ausência de movimentos nas pernas. Ele conta que nasceu em Porto Nacional e que permaneceu apenas cerca de seis meses, pois a cidade não tinha infraestrutura, foi daí que sua mãe o levou a morar em Goiânia, pois lá tinha mais condições de realizar o tratamento e cirurgias. E com 11 a 12 anos iniciou a carreira.