Paixão pelo Atletismo: IAAF WORLD CHAMPIONSHIPS 2017
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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

MUNDIAL DE ATLETISMO

Mañana todas las miradas en el triple salto

Cuba cifrará este jueves sus mayores esperanzas del Campeonato Mundial de Atletismo de Londres en la prueba final del triple salto masculino, evento que contará con la presencia de tres atletas antillanos, Andy Díaz, Cristian Nápoles y Lázaro Martínez

Cuba cifrará este jueves sus mayores esperanzas del Campeonato Mundial de Atletismo de Londres en la prueba final del triple salto masculino, evento que contará con la presencia de tres atletas antillanos, Andy Díaz, Cristian Nápoles y Lázaro Martínez.


Andy Díaz - http://www.zimbio.com/photos/


Cristian Nápoles - Getty Images


Lázaro Martínez - http://www.zimbio.com/photos/
Este trío debutante en un certamen del orbe cuenta con reales posibilidades de colarse entre los ocho primeros y sumar puntos para la causa caribeña, sobre todo en el caso de los dos primeros.
En la ronda eliminatoria Nápoles se estiró hasta los 17.06 metros, tercer mejor resultado de la clasificación, Díaz alcanzó los 16,96 para culminar cuarto, mientras que Martínez fue duodécimo y último con 16,66. Los tres han superado este año la marca de los 17 metros, encabezados por Andy con 17,40 en el mes de marzo, Cristian (17,27, marzo) y Lazarito (17,07, febrero).
La final que arrancará a las 3:20 p.m., hora de nuestro país, tendrá como principal candidato al título al estadounidense Christian Taylor, quien será escoltado por sus compatriotas Will Claye y Chris Benard, otros de los favoritos a escalar al podio.
La otra participación cubana en la fecha de hoy se completará con Rose Mary Almanza en los 800 metros planos, cuando debute a las 2:25 p.m. en la clasificación de la doble vuelta al óvalo. Almanza posee como marca más destacada de la temporada 1:59.11 minutos logrados el pasado 14 de julio en Madrid y deberá mantenerse por debajo de los 2:00 minutos si desea avanzar a la semifinal de mañana.
Por otro lado, este martes transcurrió la sexta jornada de la justa con la lluvia y varias sorpresas electrizantes como principales protagonistas.
La nota más destacada para la Mayor de las Antillas vino por medio de la balista Yaniuvis López quien logró un meritorio octavo lugar no previsto para la final de su especialidad, con disparo de 18,03 metros en su tercer intento. La justa fue dominada con autoridad por la china Lijiao Gong (19.94) seguida por la húngara Anita Márton (19.49) y la estadounidense Michelle Carter (19.14).
Este constituyó el mejor resultado de la bala femenina cubana desde Berlín 2009, cita en la cual Misleydis González finalizó igualmente en el octavo puesto. Con el desempeño de Yaniuvis, nuestro país sumó una unidad en la tabla general por puntos y ahora archiva 16 rayas, para anclar en el puesto 13. El certamen es dominado por Estados Unidos (126) cimentado en cuatro medallas de oro, cinco de plata y seis de bronce.
Fue una fecha llena de resultados inesperados, pues el noruego Karsten Warholm se llevó el título de los 400 metros con vallas con tiempo de 48.35 segundos, delante del turco de origen cubano Yasmani Copello (48.49) y el favorito estadounidense Kerron Clement (48.52).
En los 400 metros planos entre las damas, Phyllis Francis, de Estados Unidos, estampó el mejor crono de su vida (49.92 segundos) para agenciarse la corona en esta difícil prueba, aventajando a la bahreiní Salwa Eid Naser (50.06, récord nacional) y a su compatriota y máxima candidata al oro Allyson Felix (50.08).

Phyllis Francis sorprendió a todos en la final de los 400 metros planos femeninos. Foto: IAAF

No obstante, fue el botsuano Isaac Makwala, quien acaparó los titulares de este miércoles. El atleta africano no pudo disputar el pasado martes la final de los 400 metros —donde era favorito a medallas— y las eliminatorias de 200 metros a causa de una cuarentena impuesta en el hotel donde se hospedaba por un brote de gastroenteritis. Sin embargo, gracias a un permiso de la IAAF, Makwala contó con una segunda oportunidad y disputó una eliminatoria contra sí mismo, bajo la lluvia, con tiempo 20.20 segundos con los que pudo clasificar a la semifinal. En esta instancia paró los relojes en 20.14 segundos y este jueves aparecerá como de los principales contendientes por la medalla de oro junto al estadounidense Isiah Young y el sudafricano Wayde van Niekerk, quien sorprendentemente avanzó con en el segundo peor tiempo (20.28). Esta prueba de velocidad no contará con la presencia de atletas jamaicanos tras la eliminación de Yohan Blake y Rasheed Dwyer.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Makwala voa em bateria solitária, vai à semi dos 200m e tira onda com flexões

Fonte: http://globoesporte.globo.com/
Por Helena Rebello, Londres
 

Botsuano não disputou a classificatória na segunda-feira por ter sofrido intoxicação alimentar



Isaac Makwala venceu o relógio e manteve vivo o sonho de conquistar uma medalha individual do Mundial de Atletismo de Londres. Barrado pela Federação Internacional (IAAF) na final dos 400m, o botsuano não disputou as classificatórias dos 200m, prova na qual é líder do ranking mundial devido a uma gastroenterite. Com a oferta de uma segunda chance, correu sozinho no Estádio Olímpico e, ao cravar 20s20, conquistou uma vaga para a semifinal da disputa. Ao ver o tempo no telão, ainda tirou onda. Fez algumas flexões e mostrou que está com saúde para dar e vender.

O africano terá pouco mais de duas horas para se recuperar, já que a fase seguinte será disputada ainda nesta quarta-feira, às 16h55 (horário de Brasília). Apesar do bom tempo, ele foi encaixado na raia 1 - raias internas são melhores e destinadas normalmente aos mais velozes - da primeira bateria para que não houvesse prejuízo àqueles que se classificaram normalmente nas eliminatórias de segunda. O SporTV2 transmite, e o SporTV.com acompanha em Tempo Real.


Antes da largada, o momento de oração e concentração (Foto: Reuters)

Makwala passou mal na última segunda-feira, com vômito e diarreia, e não teve condições de se apresentar para as eliminatórias dos 200m. Ele foi um dos mais de 30 atletas que supostamente contraíram o chamado norovírus. Na terça-feira ele disputaria a final dos 400m, prova na qual seria um dos principais desafiantes do favorito Wayde Van Niekerk. Ele foi ao Estádio e tentou competir, mas a IAAF vetou sua participação alegando que a condição clínica dele impunha a necessidade de quarentena de 48h.

O caso repercutiu muito mal, visto que Makwala concedeu entrevistas afirmando que tinha perfeitas condições de correr e que não foi avaliado por nenhum médico – informação rebatida pela IAAF. Como a quarentena foi encerrada às 14h (horário local) desta quinta, a IAAF decidiu tentar minimizar a polêmica dando a ele a oportunidade de disputar uma tomada de tempo sozinho antes do início do programa oficial desta quarta.

Para conquistar a vaga, ele precisaria ao menos igualar a marca de 20s53, tempo do último classificado para a semifinal - a título de comparação, o melhor tempo dele no ano, que também é o melhor do mundo na temporada, é 19s77. Para não prejudicar nenhum outro atleta e evitar nova crise de relações públicas, a IAAF decidiu que apenas o adicionaria a uma das baterias das semis, que passaria a ter nove atletas, sem interferir nas vagas dos demais.


Makwala cruza olhando para o cronômetro para ver se tinha passado à semi (Foto: Reuters)

Debaixo de muita chuva, Makwala se posicionou na raia 7, que originalmente seria a sua na quinta das sete baterias classificatórias. Em sua página de resultados, a IAAF passou a considerar a existência de uma oitava bateria de um só atleta. No Estádio, quando os locutores anunciaram o evento, o botsuano foi muito aplaudido pelo público. Se benzeu algumas vezes, apontou para o céu e se preparou para a largada.
Sem nenhum adversário para ajudar no ritmo, disparou por conta própria. Cobriu os 200m em 20s20, o sétimo tempo considerando-se todos os atletas das eliminatórias. Ao ver que tinha conseguido, deu um recado claro. Fez flexões na pista e mostrou que estava mais do que apto para competir.

Aguardando o momento de entrar no Estádio para receber o ouro dos 400m, Wayde Van Niekerk assitiu à prova pela televisão. Certamente ficou preocupado. Viu que terá muito trabalho caso queira uma dobradinha.


Makwala cumprimenta o público após receber apoio (Foto: Reuters)




Thiago André termina em 7º nos 800 m

08|08|2017 - 18:35 | Benê Turco, da Assessoria de Imprensa da Confederação Brasileira de Atletismo


Thiago André (Getty Images/IAAF)


Londres - O brasileiro Thiago André terminou em sétimo lugar na final dos 800 m do Campeonato Mundial de Atletismo, nesta terça-feira (dia 8), no Estádio Olímpico de Londres. O corredor, que completou 22 anos durante a competição, começou bem, mas teve dificuldades na volta final, obtendo a marca de 1:46.30.

"Foi uma prova difícil, mas tentei fazer o meu melhor. De qualquer forma, estou muito feliz por ter chegado à final", disse o fluminense, que corre pela B3 Atletismo e é treinado por Ricardo DAngelo. "A final não foi rápida, mas teve muito empurra-empurra e saí que as pernas sangrando", completou.

O treinador Ricardo DAngelo pediu para a chefia da delegação brasileira retirar a participação de Thiago André da prova dos 1.500 m, alegando que o atleta cumpriu muito bem sua participação nos 800 m e que fazer também os 1.500 m o deixaria muito desgastado.

A medalha de ouro na prova foi para o francês Pierre-Ambroise Bosse, com 1:44.67, seguido do polonês Adam Kszczot, com 1:44.95, e do queniano Kipyegon Bett, com 1:45.21.

Na qualificação do arremesso do peso, a paulista Geisa Arcanjo entrou para a final com a marca de 17,79 m, quinto lugar no Grupo B e a 12ª no geral. "Agora, é tentar melhorar o resultado e obter o melhor colocação possível na final", disse Geisa. "Preciso acertar alguns detalhes técnicos como velocidade e arremessar acima dos 18 m", concluiu a atleta do Pinheiros, treinada pelo especialista cubano Justo Navarro. A final será nesta quarta-feira (9), a partir das 16:25, no horário de Brasília.

Já nas eliminatórias dos 200 m, as brasileiras Rosangela Santos e Vitória Cristina Rosa avançaram para as semifinais de quinta-feira (10). Rosangela, 7ª colocada na final dos 100 m - a primeira sul-americana na história a brigar por uma medalha em um Mundial na prova-, completou a série 7 na 2ª colocação, com 23.34 (0.5). Já Vitória ficou em 3º lugar na série 2, com 23.26 (-0.6).

"Entrei na pista para me classificar", disse Rosangela. "Ainda estou me recuperando dos 100 m, o clima está frio, corri sem forçar para evitar lesão, pensando também no revezamento 4x100 m. Conto com a ajuda do trabalho dos fisioterapeutas da CBAt para continuar bem", concluiu a atleta do Pinheiros, treinada por Eric Francis, no Texas.

Já Vitória também resolveu administrar sua prova. "Corri para me classificar, mas não estou feliz. É bom estar na semifinal, mas esperava um tempo melhor", comentou a velocista da B3 Atletismo, orientada por Katshuico Nakaya. Vitória, assim como Rosangela, tem esperança de um bom resultado no revezamento 4x100 m no Mundial.

O Brasil participa do Campeonato Mundial de Atletismo em Londres com Recursos do Programa Caixa de Seleções, da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), patrocinada pela Caixa Econômica Federal.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

MUNDIAL DE ATLETISMO

Triplistas en tarde perfecta


No hay dudas de que la Mayor de las Antillas es una inagotable «fábrica» de triplistas. No por gusto, esta modalidad es la más laureada en certámenes del orbe con 12 preseas, tres de oro, siete de plata y dos de bronce

Andy Díaz buscará incluirse entre los ocho mejores del triple salto. Foto: IAAF
No hay dudas de que la Mayor de las Antillas es una inagotable «fábrica» de triplistas. No por gusto, esta modalidad es la más laureada en certámenes del orbe con 12 preseas, tres de oro, siete de plata y dos de bronce.
La escuela cubana de esta disciplina se encarga año tras año de llevar a los escenarios figuras de máximo nivel en cualquier categoría.
Este lunes, por ejemplo, tres jóvenes, todos debutantes en un Campeonato del Mundo: Andy Díaz (21 años), Christian Nápoles (18 años) y Lázaro Martínez (19 años) lograron agenciarse sus respectivos pasajes a la final de su especialidad, la cual se efectuará el próximo día 10 a las 3:20 p.m., hora de Cuba.
En suelo británico, Nápoles fue el primero en irse a descansar al estirarse hasta los 17,06 metros; en su intento inicial, resultado que le otorgó un boleto directo a la disputa de las preseas luego de superar por seis centímetros la marca mínima de clasificación fijada en 17 metros, único cubano en rebasar dicha barrera, pues nuestros otros dos representantes avanzaron tras ubicarse entre los 12 mejores. El salto de Christian fue el tercero mejor de la tarde, detrás de los estadounidenses Chris Benard (17,20) y el favorito a la medalla de oro, Christian Taylor (17,15).
La cuarta posición quedó ocupada por el también antillano Andy Díaz, quien concluyó cerquita de los 17 metros al anclar sus pinchos en los 16,96, igualmente en el primer salto. Su secuencia la completó con 16,86 más un foul. El doble monarca juvenil Lázaro Martínez se montó en el último vagón de los clasificados al quedarse con el puesto número 12, con brinco de 16,66 metros.
Cuba será el segundo país con mayor cantidad de representantes en la disputa de las preseas del triple (3), detrás de los Estados Unidos (4).
La vitalidad del triple cubano se mantiene. En esta temporada Andy Díaz con un 17,40 logrados en el mes de marzo, ocupa el quinto escaño del escalafón universal. Sus compañeros Cristian Nápoles (17,27 en marzo) y Lázaro Martínez (17,07, febrero) también han superado la barrera de los 17 metros. A excepción de Lázaro Martínez según mi criterio, los dos primeros tienen oportunidades reales de colarse entre los ocho primeros y quizás, quién sabe, sorprender al ganar alguna presea. Todo está en si compiten con la seguridad con que lo hacen en el Estadio Panamericano de La Habana.
El resto de la actuación cubana de este lunes no reportó ningún resultado destacado. La campeona panamericana juvenil Roxana Gómez quedó eliminada en los 400 metros planos al culminar quinta en el primer heat semifinal, con crono de 52.01 segundos,  inferior al registrado por ella en la ronda clasificatoria dominical (51.98). Tampoco le bastó a Zurian Hechavarría, quien terminó sexta en el primer heat eliminatorio de los 400 metros con vallas al detener los relojes en 56.44 segundos, tiempo que la dejó fuera de la siguiente ronda.
La venezolana Yulimar Rojas se tituló en el triple salto femenino. Foto: IAAF
Este lunes se disputaron cuatro finales en las cuales resultaron vencedores la triplista venezolana Yulimar Rojas (14,91 metros), pupila del cubano Iván Pedroso, en un disputado duelo ante la colombiana Caterine Ibargüen, plata con 14,89. 
Igualmente se titularon la polaca Anita Wlodarczyk en el martillo con disparo de 77,90 metros, el vallista corto jamaicano Omar McLeod (13.04 segundos) y la keniana Faith Chepngetich Kipyegon en los 1500 metros sector femenino con tiempo de 4:02.59 minutos.
Concluidas cuatro jornadas la tabla general de medallas es dominada por Estados Unidos con dos títulos, cinco preseas de plata y par de bronces, seguido por Kenia (2-1-2) y Etiopía (1-2-0). Cuba se ubica en el lugar 22 con un solo metal bronceado. En la clasificación por puntos el panorama es más alentador, pues la Mayor de las Antillas ocupa el onceno escaño con 15 unidades, en un escalafón dominado igualmente por los estadounidense.
Este martes la única representante que verá acción por nuestro país será la balista Yaniubis López, en busca de un pasaje a la final de mañana miércoles.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017


MUNDIAL DE ATLETISMO

Domingo alegre para Cuba

Cuba vivió este domingo su jornada más destacada en lo que va de este XVI Campeonato Mundial de Atletismo de Londres, Gran Bretaña, luego de alcanzar su primera presea en esta competencia además de un impresionante récord nacional
Morris, Stefanídi, Silva y Peinado, de izquierda a derecha, las medallistas de la pértiga. Foto: IAAF
Cuba vivió este domingo su jornada más destacada en lo que va de este XVI Campeonato Mundial de Atletismo de Londres, Gran Bretaña, luego de alcanzar su primera presea en esta competencia además de un impresionante récord nacional.
Tal y cómo se vaticinaba, Yarisley Silva se incluyó en el podio del salto con pértiga tras colgarse el metal bronceado, tercera medalla en estos certámenes luego del oro en la cita de Beijing 2015 y el bronce en Moscú 2013. La pinareña salió a defender su «reinado» sin mostrar su mejor performance al culminar su actuación con 4,65 metros, registro similar al obtenido por la venezolana Robeilys Peinado, atleta con quien compartió el tercer escaño, por detrás de la plateada Sandi Morris (4,81)
La justa fue dominada a placer por la griega titular olímpica Ekateríni Stefanídi, inmersa en la mejor noche de su vida, al sobrepasar el listón sobre los 4,91, registro más destacado de la temporada y de toda su carrera. Tal era el buen estado de la helénica, que incluso intentó –aunque infructuosamente–, superar los 5,02 en busca de quebrar el récord para campeonatos mundiales, en poder de la rusa Elena Isinbaeva (5,01) desde la edición de Helsinki 2005.
La otra gran noticia dominical para nuestro país fue protagonizada por la heptalonista Yorgelis Rodríguez, joven en ascenso que implantó una marca nacional, al culminar las siete pruebas con acumulado de 6 594 unidades, muy superior al anterior registro en poder de ella misma (6 481 puntos en Río 2016). La cubanita quedó a un paso de escalar el podio de premiaciones al concluir en la cuarta posición, por detrás de la favorita belga Nafissatou Thiam (6 784), la alemana Carolin Schäfern (6 696) y la holandesa Anouk Vetter (6 636).
Su éxito estuvo cimentado en las excelentes presentaciones en el salto alto (1,95 metros) y los 800 metros (2:10.48 minutos), ambas con récord personal, junto con otras marcas cercanas a sus cotas individuales en 100 metros con vallas (13,60 segundos), 200 metros planos (24.42 segundos) y salto de longitud (6,23 metros).
«Estoy muy contenta. Quiero agradecerle a mi entrenador Gabino Arzola a mi compañero Leonel Suarez, a mi madre, mi abuela y a mi novio, Yoan Medina, quien siempre estuvo presente en el momento que más lo necesité. En general a mi Cuba bella, nuevamente gracias», manifestó la plusmarquista del patio a través de las redes sociales.
Con respecto al resto de los cubanos que vieron acción en la fecha dominical, Dailín Belmonte culminó en el puesto 55 de la maratón femenina con 2:46.15 horas, su crono más destacado de la temporada. José Luis Gaspar, fue eliminado al terminar séptimo en su eliminatoria de los 400 metros c/v, al parar los relojes en 51.82 segundos, mientras que los vallistas cortos Roger Iribarne y Yordan L. O'Farrill cumplieron con los pronósticos y avanzaron hasta la ronda semifinal, instancia en la cual terminaron su trayecto mundialista. Por último, la juvenil Roxana Gómez se presentará hoy en el primer heat semifinal de los 400 metros planos, luego de clasificar con crono de 51.98 segundos.

Results in: https://www.iaaf.org/competitions/iaaf-world-championships/

Usain Bolt se despede das provas de 100m rasos com bronze no Mundial

Por iG São Paulo | 05/08/2017 18:47

Pódio teve dobradinha dos Estados Unidos com ouro para Justin Gatlin e prata para Christian Coleman. Foi a primeira derrota de Bolt na prova mais rápida do atletismo em competições como Mundial ou Olimpíadas
Usain Bolt correu pela última vez a prova dos 100m rasos em sua carreira como atleta profissional multicampeão neste sábado (5), no Campeonato Mundial de Atletismo, e o resultado foi uma surpresa. Pela primeira vez, contando participações em Mundiais e Olimpíada, ele foi derrotado participando de uma final (em 2011, Mundial de Daegu, na Coreia do Sul, ele queimou a largada e foi desclassificado, ou seja, nem chegou a correr a final). 



Usain Bolt e atletas na chegada dos 100m rasos no Mundial de Atletismo

Com o tempo de 9s95, Usain Bolt terminou em terceiro lugar e conquistou o bronze no Mundial, que está sendo disputado em Londres. Como já virou um costume nas corridas do jamaicano, ele teve um desempenho na largada pior que os rivais. Entretanto, dessa vez ele não conseguiu recuperar o primeiro lugar ao longo da prova, na fase de corrida. Com 9s95, ele acabou superado pela dupla dos Estados Unidos. Justin Gatlin foi ouro, com 9s92, e Christian Coleman acabou com prata, com 9s94. 

Bolt, que é tricampeão olímpico nos 100m e nos 200m , buscava a quarta vitória na prova mais rápida do atletismo neste Mundial. Ele havia ficado com o ouro nas edições de Berlim (2009), Moscou (2013) e Pequim (2015). Entretanto, desde as eliminatórias ele teve um resultado abaixo do esperado e já reclamava dos blocos de partida, que ele considerou o pior que já tinha visto. Na semifinal, ele fez o tempo de 9s98 e avançou para a decisão com a segunda melhor marca. Acabou caindo mais um posto na final. 


Última chance


Apesar de todos os ouros nas provas de 200m, o jamaicano decidiu não competir nessa distância no Mundial de Londres para se dedicar exclusivamente aos 100m. O bronze na final deste sábado significou a despedida de provas individuais, mas não o adeus final. Bolt ainda volta para a pista no próximo final de semana, quando comandará a equipe da Jamaica no revezamento 4x100 m. 
Usain Bolt, aos 30 anos e 11 meses, deixa o atletismo como o homem mais rápido da história. é dele o recorde mundial nos 100m rasos, com 9s58, e dos 200 metros, com 19s19. Além disso, ainda tem ouros nas duas provas em Olimpíadas e no revezamento. 

    sexta-feira, 4 de agosto de 2017

    Pertiguista Yarisley Silva competirá en apertura del Mundial de atletismo

    Silva, subcampeona en los Juegos Olímpicos de 2012 en la propia urbe londinense, buscará su clasificación a la final en el salto con pértiga, meta que debe lograr sin demasiados problemas.

    Foto: Ricardo López Hevia
    La pertiguista cubana Yarisley Silva competirá mañana en la apertura del Campeonato Mundial de Atletismo, con sede en Londres, Inglaterra, hasta el próximo día 13 de agosto.
    Silva, subcampeona en los Juegos Olímpicos de 2012 en la propia urbe londinense, buscará su clasificación a la final en el salto con pértiga, meta que debe lograr sin demasiados problemas.
    Monarca universal bajo techo en Sopot, Polonia, hace tres años, la atleta de Cuba tiene como mejor resultado en lo que va de temporada los 4.81 metros conseguidos el pasado día 15 de junio, en Oslo, Noruega.
    En esa parada de la Liga del Diamante, la representante de la Isla alcanzó la presea dorada; y con anterioridad se había estrenado en Doha, Qatar, en el mes de mayo, con marca de 4.65 m que la ubicó en la tercera posición, mientras fue medallista de plata en Roma, Italia, con 4.75.
    Retener la corona conquistada en China parece una tarea complicada, aunque no imposible para la garrochista oriunda de la provincia de Pinar del Río, que deberá mostrar su mejor nivel ante rivales de mucha calidad como la griega Ekaterini Stefanídi.
    Junto a Stefanídi, ganadora del título en la cita estival de Río de Janeiro 2016, otras oponentes de cuidado serán las estadounidenses Sandi Morris y Jennifer Suhr, esta última campeona olímpica en Londres 2012.
    También este viernes debutarán los cubanos Maykel Massó y Juan Miguel Echevarría, en la etapa clasificatoria del salto de longitud, según refleja el sitio oficial de la Federación Internacional de Atletismo.
    Cuba, que asiste a ese certamen con una delegación de 27 atletas, ocupó hace dos años la décima posición por países con dos medallas de oro y una de plata.

    Mundial de Atletismo começa nesta sexta-feira em Londres

    03|08|2017 - 14:16 | Benê Turco - Da Assessoria de Imprensa da CBAt


    Paulo Sergio será o primeiro brasileiro a competir no Mundial (Anderson Rosa/CBAt)

    Londres - Com cerca de dois mil atletas, inscritos por 205 países, começa nesta sexta-feira (dia 4), a 16ª edição do Mundial de Atletismo. O Campeonato será disputado no Estádio Olímpico de Londres, o mesmo que foi palco dos Jogos de 2012.

    Nesta rodada inicial, com oito provas, todas no período noturno, as grandes atrações serão o jamaicano Usain Bolt, que fará a preliminar dos 100 m no último Mundial de sua brilhante carreira, e o britânico Mo Farah, que disputará a final dos 10.000 m e também promete se aposentar este ano.

    O Brasil participa da competição com 36 atletas e um deles compete já na rodada de abertura: Paulo Sergio dos Santos Oliveira, que fará a prova de qualificação do salto em distância a partir das 15:30, hora de Brasília (19:30, hora local).

    Paulista de Buritama, 24 anos de idade e há 10  no  Atletismo, Paulo Sergio afirmou que está confiante numa boa apresentação. "Venho treinando bem e vou lutar para chegar à final", disse o atleta, no saguão do Grange Hotel, onde a Seleção Brasileira está hospedada. "O treinador dele (Aristides Junqueira) me informou que o Paulo está numa boa fase", confirmou o treinador-chefe da equipe, Carlos Cavalheiro.

    A melhor marca de Paulo, que defende a B3 Atletismo, este ano é 8,05 m e seu recorde pessoal é 8,13 m, de 2014. Ele está no Grupo B e o sul-africano Ruswahl Samaai é quem tem a melhor marca na temporada, com 8,49 m. O melhor de todos os inscritos é outro saltador da África do Sul: Luvo Manyonga, que fez 8,65 m este ano. Mas há dúvidas quanto à sua participação.

    Para garantir sua classificação à fase seguinte, o brasileiro terá que repetir o salto de 8,05 m, que já fez este ano, ou ficar entre os 12 melhores na qualificação geral. A prova final está marcada para sábado (5), a partir das 16:05 (20:05).

    O tempo está instável na capital britânica. Nos dois últimos dias choveu, ventou e fez frio. O serviço de meteorologia espera que o tempo melhore já a partir desta sexta-feira. O Mundial tem duas novidades nesta edição: pela primeira vez as disputas começam na sexta-feira, pois normalmente o sábado é o primeiro dia, e uma nova prova entrou no programa (os 50 km marcha atlética feminina). Agora o programa completo tem 48 provas finais, 24 para homens e 24 para mulheres.


    O Brasil participa do Campeonato Mundial de Atletismo com recursos do Programa Caixa de Seleções, da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), patrocinada pela Caixa Econômica Federal.

    Governo do Tocantins consagra Tocantínia campeão do Copão 2026 em edição histórica

    Equipe venceu o Nacional, de Nova Olinda, por 1 a 0 na final da 5ª edição da competição, que reuniu 196 equipes de 127 municípios e 6.860 at...