sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Como cuidar bem do coração com uma boa alimentação

Por  | Yahoo Mulher 


Os últimos dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia apontaram que as brasileiras representam cerca de 30% dos casos de infarto no Brasil. O número assustador é um alerta para as primeiras mudanças visando o bem-estar e a saúde.

E  começar a pensar na ‘saúde do coração’ pode começar na alimentação. Simples, não? 

 “As doenças cardiovasculares afetam principalmente pessoas adultas acima de 60 anos, embora já tenha aumentado a ocorrência em mais jovens. Podemos considerar doença cardiovascular as doenças coronarianas (infarto do miocárdio e angina do peito), cerebrovascular (AVC e ataque isquêmico), doença arterial periférica e aterosclerose da artéria aorta. Hábitos saudáveis levam a uma vida mais longa e de qualidade. Pequenas dicas causam grande impacto na redução dos riscos de doenças cardíacas”, alerta a nutricionista Cintia Azeredo, do Vita Check-Up Center. 

Saiba agora o que incluir e eliminar do cardápio para cuidar bem do seu coração:



Você sabe cuidar da saúde do seu coração?

Derrube os mitos sobre o assunto e previna doenças como hipertensão e infarto

Segundo a Organização Mundial da Saúde, as doenças cardiovasculares estão entre os males que mais matam no mundo, e cerca de 30 a 40% destas mortes poderiam ser evitadas apenas com mudanças de hábitos. As doenças do coração - hipertensãocolesterol alto, infarto, AVCaterosclerose, entre outras - são causadas por fatores físicos, emocionais e principalmente pelo estilo de vida do paciente, por isso são chamadas de multifatoriais. Pelo fato de as doenças cardiovasculares não apresentarem sintomas, muita gente tem alterações e não sabe - por isso é importante fazer os exames regularmente, principalmente se você tem histórico familiar. 

A Sociedade Brasileira de Cardiologia divulgou recentemente a sua "V Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose", com os novos valores para as taxas de colesterol - quando estão acima do recomendado elas são um dos principais fatores de risco para doenças cardíacas. O valor de referência passou de 100 mg de colesterol LDL por decilitro de sangue para 70 mg/dL nos pacientes de alto risco (entenda aqui como é feita a classificação). Já aqueles com risco intermediário (entre 5% e 20% para homens e 5% e 10% para mulheres), as taxas de controle continuam de 100 mg/dL. Por fim, os pacientes que tem um risco abaixo dos 5% para doenças cardiovasculares devem ter seus níveis limite de colesterol avaliados por um profissional - já que algumas pessoas saudáveis podem ter níveis mais baixos ou altos de colesterol total por uma questão genética. 


Governo do Tocantins avança na requalificação do Ginásio Poliesportivo Pedro Zanina, em Guaraí

Obra contempla melhorias estruturais, elétricas, hidráulicas e de acessibilidade, ampliando as condições para a prática esportiva, o lazer e...