quinta-feira, 21 de maio de 2020

Los Ingebrigtsen vuelven a competir en este dia 20 de mayo de 2020


A lo largo de las últimas semanas hemos visto, desde el confinamiento en que nos encontrábamos en España, como algunos deportistas del norte de Europa podían disfrutar del exterior durante sus sesiones.

Ha sido el caso de, por ejemplo, Kristian Blummenfelt, Casper Stornes y Gustav Iden, que salvo de la piscina han podido entrenar la carrera a pie y el ciclismo en las mismas condiciones que hace dos meses, cuando la normalidad era otra.

En la misma situación han estado los hermanos Ingebrigtsen, la sensación del atletismo actual, que pese a las restricciones han mantenido el nivel entrenando en exterior, en pista y también, en momentos concretos, en cinta.

Hoy, de nuevo con un dorsal al pecho

De hecho, serán de los primeros en volver a competir, ya que hoy podremos volver a verles vestido de corto. Dos de ellos, Jakob y Henrik, oro y plata en el Campeonato Europeo de 5000m de 2018, se verán las caras esta noche en Stravanger, al sur del país.

Lo harán tratando de buscar el récord noruego de 5K, que actualmente está en posesión de Sondre Nordstad Moen y fue logrado el febrero de 2019 en Mónaco.

Para tratar de mejorar los 13:37 de Sondre ambos hermanos, junto al resto de contendientes, tendrán que cumplir con la normativa de salud y control de la pandemia impuestos por el gobierno Noruego.

Una idea de lo que vamos a poder ver en España en unas semanas

En un circuito de dos kilómetros y medio al que habrá que dar dos vueltas, "los atletas se alienarán en formato de parrilla y habrá un intervalo de medio minuto entre cada salida", afirmaron ayer desde la organización.

La celebración de la prueba, que tiene caracter popular y tiene un coste de 200 coronas noruegas -algo más de 18 euros-, puede ser indicativa de cómo nos vamos a encontrar la celebración de eventos en nuestro país una vez se autorice su celebración.

En la web del organizador se explica de manera gráfica cómo va a ser la posición de los deportistas, guardando un metro de seguridad en lateral y hacia atrás, y otros cinco metros con la siguiente ola.



Esta distancia de seguridad tiene que ser guardada también durante la carrera, con lo que en caso de ir a ritmo diferente de un rival, habrá que hacer como en triatlón, adelantar por la izquierda para que el metro de seguridad esté siempre disponible.

Sin extras

Aparte, tal como explican, no habrá avituallamientos a lo largo del recorrido, no habrá medalla ni guardarropa, duchas ni trofeos para los ganadores.

Por último, habrá líquido desinfectante tanto en la salida como en la llegada, y los participantes se verán obligados a abandonar la línea de meta nada más cruzarla.

https://www.planetatriatlon.com/ingebrigtsen-vuelta-competicion-covid/

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Cadê Enivaldo Ribeiro de Almeida um dos principais nomes do apito tocantinense na década de 90 e 2000

Reinaldo Cisterna - http://www.aloesporte.com/


Por onde anda o árbitro Enivaldo Ribeiro de Almeida (Enivaldinho), que comandou 11 finais entre Copa Tocantins e Campeonato Tocantinense. Foi o fundador e o primeiro presidente da Associação Tocantinense de Árbitros de Futebol do Tocantins (ATAF), também dirigiu por quatro anos a Comissão Estadual de Arbitragem do Tocantins, hoje a CEAF. Foi o primeiro árbitro do Tocantins a apitar fora do Estado em competições nacionais. Encerou a carreira como árbitro de futebol em 2005. Vamos conhecer um pouco desta história de um dos primeiros árbitros do Estado do Tocantins entre a Era Amadora (1989) e a Profissionalização (1993).

Trajetória
Enivaldo Ribeiro de Almeida, o Enivaldinho como era conhecido pelos jogadores e pela imprensa quando apitava profissionalmente iniciou sua carreira de árbitro de futebol ainda na Era Amadora do Futebol do Tocantins durante o 1º Campeonato Amador realizado em 1989. Vale destacar que profissionalização ocorreu em 1993. Enivaldinho se recorda qual era o jogo que trabalhou: foi Miracema x Araguaia de Araguaína. Este confronto aconteceu na cidade de Miracema. Ele trabalhou na função de auxiliar (hoje popularmente conhecido como assistente), mais neste jogo quem apitou foi o senhor João Augusto.


Primeira partida
Mas a primeira partida com o apito na boca foi entre as equipes do Sucan de Porto Nacional x Alvorada. Ele recorda ainda que neste mesmo ano esteve comando a final em Colinas. "Como árbitro de futebol comandei 200 partidas em toda minha carreira profissional", enumerou  o apitador.

Competições Nacionais
Por ser um dos principais nomes do Tocantins na arbitragem naquele momento, Enivaldo Ribeiro de Almeida ressaltou que no Tocantins foram 11 finais que ele comandou entre Copa Tocantins e Campeonato Estadual. Também ganhou espaço no cenário nacional, onde apitou oito jogos pelo Campeonato Brasileiro da Série C.

Foram mais três jogos pela Copa do Brasil, além de outras seis partidas como assistente, também na Copa do Brasil. "Eu o saudoso Joacy Saraiva fomos os primeiros árbitros do Estado a atuar fora do Tocantins em competições nacionais como no jogo entre Taguatinga de Brasília e Sport (PE), em jogo válido pela Copa do Brasil", comemorou, finalizando e dizendo que pendurou o "apito" em 2005.

Mais pegajoso, gente boa...
Segundo Enivaldinho, o atleta mais "pegajoso" era o Juscelino, do Kaburé (Colinas), porém, muito educado. O mais mais calmo, o chamado gente boa era o goleiro Gilmar do Alvorada. O dirigente mais chato era Fernado Halun, do União Araguainense. Melhor dirigente era o Walter Borges, do Palmas.

O jogo mais emocionante da carreira foi Kaburé x Flamengo, pela Copa do Brasil. Neste jogo Enivaldinho trabalhou como assistente. O Flamengo venceu o Kaburé com placar de 1 a 0, no Wilson Alves Ferreira (Bigodão), na Fase oitavas de final da Copa do Brasil 1995.
 
Jogo com mais medo
Foi uma partida do Amador entre Palmeirópolis x Aliança. O time visitante foi campeão. Por outro lado, uma das maiores alegria foi ser o primeiro instrutor do Assistente Fifa Fabio Pereira, em Augustinópolis. Enivaldinho participou de vários congressos em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro como árbitro e presidente da CEAF.
 
Perfil
Nome: Enivaldo Ribeiro de Almeida
Apelido: Enivaldinho
Data de nascimento: 18/11/1966
Cidade: Miranorte
Casado e pai de 5 filhos








   
https://aloesporte.com/cade-enivaldo-ribeiro-um-dos-principais-nomes-da-arbitragem-tocantinense-na-decada-de-90/

terça-feira, 19 de maio de 2020

Atleta brasileiro receberá medalha olímpica 20 anos depois

https://www.terra.com.br/esportes/jogos-olimpicos/atleta-brasileiro-recebera-medalha-olimpica-20-anos-depois,d645a248573908d6fbd39ea728146a4dermgut55.html

Cláudio Roberto de Sousa fez parte da equipe brasileira medalha de prata nos 4x100 metros rasos na Olimpíada de Sydney 2000


Cláudio Roberto de Sousa receberá medalha de Sidney (Foto: Divulgação)
Foto: Gazeta Esportiva

A espera de Cláudio Roberto de Sousa para receber a medalha olímpica vai finalmente acabar. O velocista brasileiro fez parte da equipe do revezamento 4x100 metros brasileiro na Olimpíada de Sydney, em 2000, tendo participado das eliminatórias, mas não havia sido um dos laureados com a histórica prata - na final, a equipe nacional foi a segunda colocada.

O Comitê Olímpico Internacional (COI), porém, reviu o caso após pedido do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e vai premiá-lo, ainda que não tenha participado da disputa pela medalha, quando o quarteto nacional foi composto por Vicente Lenílson, Edson Luciano, André Domingos e Claudinei Quirino. Ele não subiu ao pódio por questões protocolares, tinha direito a ser premiado, embora isso nunca tenha acontecido.

"Eu tenho orgulho daquele time ter ganhado a medalha. Eu fiz parte dele, corri com eles. São vinte anos a espera dessa carta. Eu só tenho a agradecer", disse Cláudio Roberto. "Não posso deixar de ressaltar a importância do COB que foi o mediador dessa situação, em contato com o Comitê Olímpico Internacional, reivindicando essa medalha. O COB foi fundamental para que essa medalha chegasse até a mim. Agradeço ao nosso presidente, Paulo Wanderley, que me ligou para dar os parabéns, ao diretor Jorge Bichara, que foi muito resiliente na busca dessa medalha, e a todos que de alguma maneira contribuíram para esse momento. Agradeço muito pelo interesse de todos em resolver essa história".

Cláudio, hoje com 46 anos, viu a última etapa da busca pela medalha se iniciar em 2019, quando se encontrou com o vice-presidente do COB, Marco Antônio La Porta, em Teresina. O comitê, então, fez o pedido ao COI, que enviará a medalha ao brasileiro até setembro.

"Assim que o COB receber a medalha enviada pelo COI, providenciaremos uma cerimônia de entrega da medalha à altura do feito do Cláudio Roberto. O Comitê tem trabalhado para valorizar a memória do esporte olímpico brasileiro e, sem dúvidas, essa homenagem fará jus a um dos grandes velocistas do Brasil", completou Paulo Wanderley, presidente do COB.

Cláudio fechou a prova nas eliminatórias ao lado de Vicente Lenilson, Edson Luciano e André Domingos, com o tempo de 38s32, a segunda melhor marca daquela fase. A partir da semifinal, foi substituído por Claudinei Quirino, que ajudou a equipe a levar a prata com o tempo de 37s90.

"A sensação de receber a medalha é maravilhosa. Eu busquei essa medalha durante anos e, de repente, ela vai chegar no meu peito. Nunca perdi a esperança, mas sempre conduzi de uma maneira tranquila. Esse é o meu jeito. Confesso que quando o André Domingos me deu uma réplica da medalha, parei de ir atrás, mas ao mesmo tempo com a esperança, acreditando que de alguma forma esse momento iria acontecer. Agora é esperar mais uns meses até essa medalha chegar até mim. Já tá confirmado, já é oficial e eu estou numa felicidade bem grande", comentou.

Em seu currículo, Cláudio possui outras medalhas, a prata dos 4x100 metros no Mundial de Atletismo, em Paris (França), e o ouro nos Jogos Pan-americanos de Santo Domingo (República Dominicana), ambas conquistadas em 2003.


Confederação Brasileira de Atletismo convida para atividade de vídeo conferência sobre Saltos no Atletismo



Como parte das atividades da CBAt neste período de isolamento social, por causa da COV-19, será uma reunião via aplicativo Zoom agendada, com o seguinte tópico: “Organização do Processo de Treinamento dos Saltos no Atletismo” com o treinador Kiyoshi Takahashi,  treinador dos atletas brasileiros Jessé Farias, 2,32m altura, atual recorde brasileiro,  Talles Frederico Sousa Silva (2,30m) e do sogipano Almir Júnior (17,53m no triplo salto,  vice campeão mundial, entre tantos outros atletas.

Data 19 de maio de 2020 às 18:30
Entrar na reunião Zoom
https://us02web.zoom.us/j/87342767495?pwd=YWxxZmVSL1g5MHBrWG14NktSUXdNQT09
ID da reunião: 873 4276 7495
Senha: 678337




sexta-feira, 15 de maio de 2020

Atletas paralímpicos e olímpicos conversam em live inédita entre CPB e COB nesta sexta, 15 de maio



Petrúcio Ferreira participará da primeira live de séria inédita entre CPB e COB. Foto: Saulo Cruz/EXEMPLUS/CPB

Em ação inédita, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e o Comitê Olímpico do Brasil (COB) se unem em série de lives a partir dessa sexta-feira, 15/05/2020, em seus perfis do Instagram (@ocpboficial @timebrasil), que somados reúnem mais de 336 mil seguidores, com a participação de atletas paralímpicos e olímpicos da mesma modalidade em bate-papo.

A transmissão faz parte do conjunto de ações feitas pelo CPB para todos os seguidores do esporte paralímpico durante o período de quarentena devido à pandemia do Covid-19.

A estreia será nesta sexta-feira, 15, às 18h, com o atletismo. Os convidados são o campeão mundial e paralímpico nos 100m Petrúcio Ferreira (classe T47) e o campeão pan-americano em Lima 2019 nos 400m com barreiras Alison Brendom.

Petrúcio é o atleta paralímpico mais rápido do mundo com 10s42 no Mundial da modalidade em Dubai no ano passado. Também em 2019, o velocista conquistou ouro nos 100m e nos 400m e prata no revezamento 4x100m nos Jogos Parapan-Americanos de Lima. 

No Mundial de atletismo convencional em Doha, Alison fez a melhor marca da carreira na final dos 400m com barreiras, que lhe rendeu o sétimo lugar na disputa. Com apenas 20 anos, ele é uma das apostas do COB para os Jogos de Tóquio no ano que vem.

Durante o período de isolamento social, o CPB já realizou 11 lives, sendo nove sobre natação paralímpica (confira aqui) e três da série Live Paralímpica, que contou com a participação de Petrúcio, Débora Menezes (parataekwondo) e Alana Maldonado (judô).

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Falece treinador cubano de Atletismo Miguel Portal, com sintomas de COVID-19

 

O treinador de atletismo Miguel Portal, ícone do atletismo que levou a seleção de esportistas de Baja California à obtenção de múltiplos trunfos em nível nacional e internacional, faleceu nesta quinta-feira com sintomas de COVID-19, no Hospital Geral de Mexicali.
O treinador de origem cubano, nascido em Placetas, Villa Clara, em 09/11/1963, começou se sentir mal na segunda-feira, 11. “Sentiu falta de ar e a médica que o atendeu lhe indicou que tinha que ir ao hospital”, segundo uma pessoa próxima, quem confirmou seu falecimento.
Foi assim como foi internado na terça-feira no Hospital 5 de Diciembre de Issste, de Mexicalli, México, e não se soube mais dele, até a tarde da quinta-feira, quando veio a noticia sobre sua morte  anunciada pelo pessoal médico desta capital.
Ao igual que outros treinadores estrangeiros, Miguel Portal vivia na Villa Atlética da Cidade Esportiva de Mexicali, porém toda sua família vive em Cuba.
Miguel chegou em outubro de 2003 a Baja California, com um contrato que durou quatro anos e sete meses, para depois voltar a seu país de origem, porém em 2010 voltou para continuar com seu trabalho com os esportistas deste estado, especializados em lançamentos.
Apaixonado do atletismo desde os 9 anos, desde muito jovem também praticou beisebol e el softball, porém foi no atletismo que permaneceu pelo resto da vida. Como atleta participou em diversas disciplinas, como arremesso do peso, lançamento do disco, salto em altura e corridas com obstáculos.
Formou-se como professor de esportes, e depois de participar em diversas competições, decidiu se dedicar por completo a preparar os jovens talentos.
A seus familiares, amigos e colegas de profissão os nossos pêsames. 




quinta-feira, 14 de maio de 2020

Bahamas - O voleibol perdeu, os 400 metros ganharam

Corrida de Rua em comemoração ao aniversário de Arraias, Tocantins acontece neste sábado

  A cidade de Arraias no Tocantins irá comemorar seus 286 anos de existência neste sábado, dia 1º de agosto de 2026. E para comemorar por ...