segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Mahuchikh supera 2,02 m no salto em altura em Kiev

A vice campeã do mundo no salto em altura estreia o ano com a melhor marca da temporada e um aviso para os Jogos Olímpicos de Tóquio.

                                                       Fotos tomada das redes sociais
 

A Ucraniana Yaroslava Mahuchikh abriu sua temporada com força, superando os 2,02m no encontro Christmas Starts, em Kiev, no sábado (9).

A medalhista mundial de prata estava em excelente forma no início da temporada, marcando 1,80m, 1,86m, 1,89m, 1,92m, 1,95m, 1,98m e 2,02m, todas na sua primeira tentativa, a última igualando o recorde ucraniano indoor que ela estabeleceu no ano passado. Mahuchikh, que só fará 20 anos em setembro, fez ainda mais três tentativas a 2,04m sem sucesso.



Em uma competição forte, sua compatriota ucraniana Yuliya Levchenko foi a segunda com 1,95m e Iryna Gerashchenko a terceira com 1,92m. Levchenko também produziu um teve uma atuação perfeita até 1,95 m, e depois errou três vezes a 1,98 m.



Mattthias Hangst / Getty Images

Kennedy supera 4,75 m em Perth

Em competição ao ar livre, a saltadora com vara Nina Kennedy melhorou seu melhor marca com 4,75m em um encontro em Perth, Austrália, na sexta-feira (8).

A jovem de 23 anos, finalista no Campeonato Mundial Indoor em 2018, falou depois a 4,82 m, na tentativa de bater o recorde australiano de salto com vara.

O campeão da Commonwealth, Kurtis Marschall, venceu o evento masculino com folga os 5,80 m, depois tentou 5,85 m tentando superar sua marca pessoal ao ar livre.

US Indoor Championships cancelados

O USA Track & Field anunciou na sexta-feira que o 2021 US Indoor Championships, originalmente agendado para 20-21 de fevereiro em Albuquerque, foi cancelado devido à pandemia COVID-19.

Em um comunicado, a USATF disse que seu Grupo de Trabalho para COVID-19, composto por especialistas médicos e científicos trabalhou diligentemente para desenvolver um conjunto rigoroso de protocolos para a realização dos campeonatos. No entanto, tornou-se evidente que as restrições no Estado do Novo México, juntamente com outros desafios logísticos para o evento, eram muito severas para serem superadas.

Bob Ramsak para World Athletics

Veja mais em:

https://www.runnersworld.com/es/noticias-running/a35169678/yaroslava-mahuchikh-lider-salto-altura/

Felipe Bardi: de campeão mundial escolar a homem mais rápido do Brasil

Fonte: https://www.uol.com.br/esporte/colunas/olhar-olimpico/2021/01/10/felipe-bardi-de-campeao-mundial-escolar-a-homem-mais-rapido-do-brasil.htm

Por Demétrio Vecchioli

Felipe Bardi
Imagem: Wagner Carmo/CBAt

Em tese, a edição de 2020 do Troféu Brasil de Atletismo foi disputada sem torcida, em dezembro. Mas, na prática, o entorno da pista do Centro Olímpico de São Paulo parecia arquibancada quando Felipe Bardi venceu a segunda bateria semifinal dos 100m rasos. Gritos, assobios, aplausos. De todos os lados: companheiros, treinadores e até adversários. Aos 22 anos, o garoto que já foi o estudante mais rápido do mundo havia, enfim, chegado ao posto de mais rápido do país entre os adultos, líder do ranking nacional.

Joia do atletismo brasileiro, Bardi vem sendo lapidado desde pequeno, quando era um estudante da EMEF Florestan Fernandes, em Americana, no interior de São Paulo. Destaque nas provas de velocidade, treinando em uma pista da cidade, foi convidado para estudar no Sesi de Piracicaba, cidade próxima, onde virou exemplo prático daquela que parece ser a utopia do esporte brasileiro: a formação do atleta dentro da escola.

"Eu comecei a treinar porque uma professora da escola achou que eu era rápido e levava jeito para correr. Comecei brincando, era bem lúdico. Quando entrei no ensino médio, começaram as competições. Graças ao meu técnico Darci (Ferreira da Silva), fui para o Brasileiro em Recife, ganhei a prova, e fui convocado para o Mundial Escolar, que seria na China", lembra Bardi. E foi do outro lado do mundo, em Wuhan (a cidade onde depois nasceria o coronavírus), que ele foi campeão mundial escolar dos 200m pelo Sesi, aos 16 anos.

Começava ali a expectativa pelo que Bardi poderia se tornar quando adulto, mas não só ele. Outros dois garotos nascidos em 1998 já vinham se destacando na base: o capixaba Paulo André Camilo e o carioca Derick de Souza Silva, que se acostumaram a vencer atletas três, quatro anos mais velhos. "A gente se tornou amigo. Estamos competindo há não sei quanto tempo. São uns 10, 12 anos anos que a gente se conhece. Então quando eu fiquei um tempo fora, eles me deram força para voltar".

É que quando essa garotada chegou à seleção adulta, Bardi ficou para trás. Em 2018 o atleta do Sesi sofreu uma lesão no púbis, exatamente no ano em que cinco brasileiros correram abaixo de 10s15, o que fez a imprensa passar a discutir mais a sério quem seria o primeiro atleta do país a atingir a casa de 9 segundos. Na lista de favoritos, quase ninguém colocou Bardi, que também ficou fora da equipe que disputou - e ganhou ouro - no Mundial de Revezamentos de 2019.

A pandemia do coronavírus botou o mundo de cabeça para baixo, obrigou todo mundo a ficar em casa, sem treinar, e quando as competições de atletismo voltaram, no final do ano passado, Bardi surpreendeu. Enquanto todos olhavam para Paulo André, ele venceu o GP Brasil, meeting internacional realizado em São Paulo: 10s25 x 10s30. O capixaba ficou mordido e deixou o troco para o Troféu Brasil, dali alguns dias, na mesma pista recém-inaugurada do Centro Olímpico.

Paulo André correu a primeira série semifinal em 10s12 e pouca gente fez barulho. Bardi largou na semifinal seguinte, marcou 10s11, e gerou uma festa entre os "torcedores". "Foi um momento sem palavras. Eu acho que eu estava muito feliz e coloquei para fora, gritei e tal, mas foi algo que veio de dentro. E a torcida gritando meu nome foi uma coisa fantástica."

Rivalidade e provocação na busca pelos "9s"

A festa para Bardi foi também uma crítica a Paulo André, tido por alguns presentes como "marrento". E, por isso, a final do Troféu Brasil, duas horas depois, ganhou ainda mais importância. Com os dois correndo lado a lado, Paulo André levou a melhor: 10s13 a 10s18. O vencedor não se segurou. Botou o dedo na boca, pedindo "silêncio" a quem aparecesse pela frente e avisando, em voz bem alta, que o campeão era ele.

Paulo André havia sentido o golpe, menos da derrota na semifinal, mais da reação da torcida. "No GP eu já senti um pouco de energia negativa, mas levei na boa. Durante a semana ouvi umas coisas meio negativas. Aí eu corri a semifinal bem e quando ele correu bem, todo mundo: caraca, ele correu mais que o Paulo André e o Paulo André se lascou", contou Paulo André depois daquela prova.

Imagem: Wagner Carmo/ECP 

Manteve as provocações no Instagram e passou a ser chamado de "desumilde". Passou a noite sem dormir, porque, segundo ele, não quer ser o vilão, quer ser o ídolo do atletismo brasileiro. Precisou repensar. Encerrada a competição, conversou com Bardi, para explicar que o pedido de silêncio não foi para o adversário e o amigo. "Já até falei, a gente não tem nada. Ele tem as coisas dele, alguma pressão. Eu acho que não tem nada a ver (brigar). Ele fez o que ele fez, mas não foi para mim, até porque eu fui para outro lugar, não tinha visto. Tá tudo certo, a gente é amigo", afirma Bardi. Os dois sabem que precisam que todo mundo corra rápido. Afinal, a grande chance de medalha olímpica é no revezamento, composto por quatro atletas. "Tem chance não só de medalhar, mas de ganhar (a prova) A gente tem a melhor passagem do mundo, está correndo muito bem, as pernas estão ficando mais fortes", avalia Bardi. "Eu preciso que ele seja o cara, que ele corra nove, que todo mundo corra nove. Que seja ele o primeiro, que seja ele, o Aldemir, o Hugo. Claro que eu quero ser o primeiro, mas quero que todo mundo corra nove, porque senão eu não vou ser campeão olímpico, porra. Eu não vou resolver nada sozinho", desabafa Paulo André. Cada um dos dois tem só 22 anos. Ou seja, essa história está só começando.

sábado, 9 de janeiro de 2021

ATLETISMO: Suspensão provissoria para o saltador em distância Manyonga

Tradução de: https://www.sporthd.news/texto-diario/mostrar/2255345/manyonga-rival-juan-miguel-echevarria-suspendido-dopaje

Manyonga, um dos possíveis rivais do cubano Juan Miguel Echevarría foi  suspenso provisoriamente por doping


Foto tomada das redes sociais do atleta

Juan Miguel Echevarría é um dos atletas de alto valor nas projeções  de Cuba para os Jogos Olímpicos de Tóquio. Trás  um ano sem eventos de primeiro nível, a incerteza ronda em relação  à forma esportiva dos principais exponentes do Salto em distância  para calcular os prováveis  medalhistas, porem parecem muito boas as possibilidades do atleta nascido em Camagüey.


Foto tomada das redes sociais do atleta



Luvo Manyonga - Getty Images


A seu bom nível nas temporadas 2018 e 2019 junta-se agora a possível ausência  de um rival de elite. A Unidade de Integridade do Atletismo informou que o sul africano Luvo Manyonga, vice-campeão  olímpico em Rio de Janeiro 2016, foi suspenso  provisoriamente devido a constantes ausências para controles antidoping.


Foto tomada de wikipedia.org 


Embora Manyonga possa recorrer da suspensão  o africano tem como antecedente uma suspensão por 18 meses em 2012 por causa de um teste positivo por metanfetamina. O multi medalhista mundial poderia ser uma ausência muito sensível  para o espetáculo esperado na final do Salto em Distância  em Tóquio, embora exista a possibilidade de  reversão.


Foto tomada das redes sociais do atleta


Echevarría inicia suas competições  de 2021  no próximo dia 29 de janeiro na competição  indoor de Karlsruhe, Alemanha. Desde esse momento os objetivos serão conseguir a melhor forma esportiva para os Jogos Olímpicos. Na Alemanha  devem lutar por medalhas o jamaicano Tajay Gayle, o sul africano Ruswahl Samaai e  o grego Miltiadis Tentoglou, embora sempre apareçam outros atletas com possibilidades.


sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Conmebol divulga arbitragem dos jogos de volta da Copa Libertadores da América



Conmebol divulga arbitragem do jogo de volta entre Palmeiras x River Plate e Santos e Boca Juniors pela Copa Libertadores da América.

Palmeiras x River Plate


O jogo será comandado pelo árbitro uruguaio Esteban Ostojich, árbitro experiente de 38 anos.

Esteban foi o escolhido para apitar o jogo que pode colocar o Palmeiras de volta a uma final de Libertadores após mais de 20 anos. A cabine do VAR será comandada pelo colombiano Nicolás Gallo.

Com Esteban no apito, o Palmeiras goleou o Tigre-ARG por 5 a 0 nesta edição da Libertadores, no Allianz Parque. Ele também foi o árbitro da goleada por 4 a 0 do Verdão sobre o Godoy Cruz, em jogo válido pela volta das oitavas de final da Libertadores 2019, também no Allianz Parque.

Além disso, o uruguaio apitou o empate em 0 a 0 entre Palmeiras e Nacional-URU, em 2016, em amistoso pela Copa Antel.

O Verdão pode perder por até dois gols de diferença em seu estádio para garantir a vaga na grande final.  O jogo acontece na terça-feira, 12 de janeiro, às 21h30 no Estádio Alianz Parque em São Paulo-SP 

Santos x Boca Juniors



Depois de polêmica de arbitragem na primeira partida, o jogo de volta das semifinais da Copa Libertadores da América entre Santos e Boca Juniors terá um dos árbitros mais experiente do continente. Wilmar Roldán será o responsável por apitar a partida, que vale vaga na grande decisão. O árbitro de vídeo será o chileno Julio Bascuñán.

Roldán foi o árbitro responsável por comandar o jogo que garantiu o Santos nas semifinais, a goleada contra o Grêmio por 4 a 1, na Vila Belmiro. Ele também esteve em outras duas partidas do Peixe na história da competição. Apitou a derrota contra o Nacional (2018) e a semifinal de 2011, contra o Cerro Porteño, que garantiu o time na final daquele ano, que acabaria com título.

O histórico do árbitro tem outros jogos importantes para Santos e Boca. Ele foi o árbitro da decisão de 2013 entre Atlético-MG e Olímpia, quando o técnico Cuca conquistou seu único título na competição, e também da derrota do Boca Juniors por 2 a 0 na final da Libertadores de 2012.

O colombiano Wilmar Roldán tem 40 anos e árbitro Fifa desde 2008. Na atual temporada, ele comandou outros cinco jogos da Libertadores, quatro envolvendo equipes brasileiras: Tigre 0x2 Palmeiras; Independiente Del Valle 5x0 Flamengo; LDU 4x2 São Paulo e Grêmio 2x0 Guaraní. Também comandou o segundo jogo entre Boca e Racing.

A carreira de Wilmar Roldán é repleta de grandes jogos. Ele já apitou três finais de Libertadores, uma de Sul-Americana e duas da Recopa, além da Copa América de 2015.
O jogo acontece na quarta-feira, 13 de janeiro, às 19h15 no Estádio Urbano Caldeira, mais conhecido como Vila Belmiro, em Santos-SP.
Fonte: Lance 

Confederação Brasileira de Atletismo encaminha Nota Oficial com Calendário Oficial da CBAt 2021


Foto: Lucimar Moura e Thaissa Presti, no revezamento 4x100 m do Brasil, nos Jogos Olímpicos de Pequim (Washington Alves/COB)

A Confederação Brasileira de Atletismo enviou Nota Oficial a suas filiadas nesta quinta-feira, 7 contendo o Calendário Oficial da CBAt para a temporada 2021, devidamente atualizado, atualizado com os Campeonatos Mundiais de 24h, a realizar-se em 22 de maio, Timisoara, Romênia. Outros eventos em destaque no mês de maio são: Campeonatos Brasileiros Caixa de Atletismo Sub-20 e o Grande Prêmio Brasil de Atletismo, com sedes a definir.  Confira o calendário em: http://www.cbat.org.br/novo/?pagina=calendario_oficial

Baixe aqui o calendário em PDF: 

http://www.cbat.org.br/novo/extranet/anexos/NO_2466-CalendarioOficial-2021-EstudoInicialV321.pdf

As vacinas COVID-19 são uma prioridade para o COI

O integrante do Comitê Olímpico Internacional (COI), Richard Pound, afirmou que priorizar vacinas contra COVID-19 para atletas participantes de Tóquio-2020 será a melhor forma de garantir a competição.

Tradução de: http://www.granma.cu/deportes/2021-01-08/las-vacunas-contra-la-covid-19-son-prioridad-para-el-coi-08-01-2021-00-01-33




Os criadores do Sputnik V afirmam que a vacina é eficaz contra novas mutações de coronavírus. Um frasco com vacina Sputnik V. Foto: Reuters


O integrante do Comitê Olímpico Internacional (COI), Richard Pound, declarou que priorizar as vacinas contra COVID-19 para os atletas participantes do Tóquio-2020, será a melhor forma de garantir o compromisso de verão que acontecerá este ano.


O COI expressou várias vezes este ano seu compromisso de que o maior número possível de participantes estrangeiros seja vacinado antes dos Jogos, mas que não fique à frente da lista de países que mais precisam da vacina. Pound negou que priorizar a vacinação dos atletas, de forma a garantir que a competição na capital asiática prossiga, possa causar protestos públicos.


“Tomar 300 ou 400 vacinas em vários milhões, para que o Canadá seja representado em um evento internacional deste tamanho, caráter e nível, não acho que vai gerar qualquer tipo de protesto público”, garantiu o gerente à Sky News.


Pound acrescentou que as decisões sobre os programas de vacinação são de responsabilidade de cada nação e que, embora haja gente incomodada com a ordem das listas, vacinar os atletas é a melhor forma de garantir os Jogos.

Echevarria lidera grupo de atletas de salto em distância para o primeiro encontro da World Athletics Indoor Tour Ouro

Tradução de:


O atual campeão mundial indoor, Juan Miguel Echevarria, vai liderar um forte grupo de atletas no salto em distância masculino no Indoor Meeting Karlsruhe, que dá início à série de encontros do World Athletics Indoor Tour Gold em 29 de janeiro na cidade alemã.

Echevarria, o cubano de 22 anos que eletrizou o evento desde que conquistou destaque internacional em 2018, disputará o encontro pela terceira vez, após vitória em 2018 e vice-campeão no ano seguinte. Echevarria saltou para o título mundial indoor três anos atrás com um salto de 8,46m, ainda seu melhor recorde pessoal, antes de conseguir saltos de 8,66m e 8,68m ao ar livre no final daquele ano. O medalhista mundial de bronze de 2019 também tem saltos com vento a favor de 8,92m (+3,3) e 8,83m (+2,1).

A relação de atletas também inclui Miltiadis Tentoglou da Grécia, outro saltador de 22 anos, que é o campeão europeu dentro e fora. Seu recorde nacional e recorde indoor de 8,38 metros o levaram ao título continental em Glasgow, há dois anos. Seu recorde de 8,32 m ao ar livre foi conseguido no campeonato europeu de Sub-23 de 2019, onde também saltou para o ouro.

Eusebio Cáceres, da Espanha, nove vezes campeão nacional, também estará presente. O atleta de 29 anos venceu pela primeira vez em Karlsruhe em 2015 com um salto de 8,16 m, ainda sua melhor marca indoor. Ele também venceu novamente no ano passado.

Os olhares locais recairão sobre Julian Howard, que competirá na reunião pela sétima vez. O tetracampeão alemão venceu em Karlsruhe em 2016 e estabeleceu seu recorde indoor de 8,03 m lá em 2015, ficando em segundo lugar. O atleta de 31 anos tem seu melhor desempenho ao ar livre de 8,20 m conseguido em 2018.

De acordo com as normas de segurança em vigor, a reunião não admitirá espectadores. Mas os organizadores estão convidando os fãs a enviar mensagens de vídeo para os atletas que serão exibidos na arena durante a competição. Os fãs por trás das cinco inscrições mais criativas ganharão ingressos para a edição de 2022.

Organizadores da World Athletics

World Athletics Indoor Tour Ouro

29 de janeiro - Karlsruhe, Alemanha

9 de fevereiro - Lievin, França

13 de fevereiro - Boston, EUA

17 de fevereiro - Torun, Polônia

24 de fevereiro - Madrid, Espanha

Corrida de Rua em comemoração ao aniversário de Arraias, Tocantins acontece neste sábado

  A cidade de Arraias no Tocantins irá comemorar seus 286 anos de existência neste sábado, dia 1º de agosto de 2026. E para comemorar por ...