segunda-feira, 12 de abril de 2021

Atletismo - Atletas brasileiros viajam para Camping nos Estados Unidos

No total, mais sete atletas do revezamento 4x400 m misto, já qualificado para os Jogos Olímpicos de Tóquio, deles quatro no masculino e três no feminino, além de Márcio Teles (Orcampi), dos 400 m com barreiras, também com índice assegurado para a Olimpíada, embarcaram para os Estados Unidos na nesta semana no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) para o Camping Internacional de Treinamento e Competição no Chula Vista Elite Athlete Training Center, no condado de San Diego, Estados Unidos.


Pista de treinamento do Chula Vista Elite Athlete Training Center

No Camping em Chula Vista se encontram outros 18 atletas, que já estão nos Estados Unidos desde o dia 17 de março. A grande maioria é dos revezamentos 4x100 m masculino e feminino.

Infelizmente três dos convocados não conseguiram viajar por não conseguirem em tempo os vistos para os Estados Unidos, são eles, a corredora Victoria Belo de Sena (APA-SP) e os treinadores Antônio Nílson de Souza e Inaldo Sena. Os trâmites para obtenção dos vistos continuam e assim que conseguir eles também estarão viajando.

O camping é muito importante por servir de treinamento e porque oferece a possibilidades aos atletas de participarem de competições, não só individuais, mas também de revezamentos 4x400 m masculino e feminino. 

Bons resultados de atletas brasileiros nos Estados Unidos
(Com informações  e foto do site Surto Olímpico)




Foto: Fernando dos Reis/ CBAt

Os atletas brasileiros, que estão participando do Camping Internacional de Treinamento Competição, no Chula Vista Elite Athlete Training Center, em San Diego, nos Estados Unidos, tiveram a oportunidade de participar de mais uma tomada de tempo neste sábado (10), e mais uma vez bons resultados foram conquistados. 

Paulo André (Pinheiros) obteve a segunda vitória neste período de treinamento. Ele correu os 100m do Franson Classic Track & Field com a marca de 10.07 (+2,0m/s), melhorando seu resultado do ano, que era de 10.10 feito na última semana, também nos EUA. O capixaba ficou perto de seu recorde pessoal de 10.02.

O pódio dos 100m foi totalmente brasileiro, sendo completado por Felipe Bardi (SESI-SP) com 10.19 em segundo lugar, seguido de Rodrigo Nascimento (Projeto Atletismo Maranhã), com 10.31.

Na prova femininaRosangela Santos (Pinheiros) foi campeã, com 11.36 tempo alcançado com ajuda do vento de 2.4, acima do permitido. Destinee Brown (USA) ficou com a segunda colocação, à frente de Bruna Farias (Pinheiros), com 11.60.

Outro bom resultado do dia foi alcançado por Tiffani Marinho (Orcampi) nos 400m rasos. Ela venceu a prova com 51.88, o melhor resultado do Brasil desde 2019. Faltou pouco para conseguir o índice Olímpico de 51.35. Tabata Carvalho (AA Maringá) e Cristiane Silva (UCA) terminaram respectivamente em segundo (53.79) e terceiro lugar (55.21).

Gabriel Constantino (Pinheiros) também obteve a sua segunda vitória nos Estados Unidos nos 110m com barreira. Depois da prova de Chula Vista, que venceu com 13.78 (0,9), desta vez completou a distância em 13.96 (1,5) Qualificado para Tóquio, ele ainda foi segundo colocado nos 200m, com 21.02 (1,4). O vencedor da prova foi Derick Souza (Pinheiros) com 20.71.

Anderson Henriques (AABLU) venceu os 400m rasos, com 46.03, seguido de Alexander Russo (Orcampi), com 46.70. Na mesma distância, mas com barreirasAlison Santos (Pinheiros), também com vaga assegurada na Olímpiada, ganhou o ouro, com 49.56, outro bom resultado. Em Chula Vista, ele havia vencido os 400m rasos, com 45.78.

E, nos, 200m rasos, Ana Carolina Azevedo (Projeto Atletismo Maranhão) ficou com a medalha de prata, com 23.12 (2,2). Ela foi superada pela norte-americana Jaide Stepter Baynes (22.97).

Os atletas dos 100m e 400m masculino e feminino treinam em Chula Vista dentro do Programa de Preparação Olímpica (PPO), numa parceria entre a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) e o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) para os Jogos de Tóquio, que têm a cerimônia de abertura marcada para o dia 23 de julho.

Os atletas dos 100m e dos 400m masculino e feminino se preparam também para o Campeonato Mundial de Revezamentos da Silesia, na Polônia, marcado para os dias 1 e 2 de maio. O 4 x 100m masculino vai defender o título de campeão obtido em 2019, em Yokohama, no Japão. O 4 x 400m misto, assim como o 4 x 100m masculino, está qualificado para Tóquio. Já o 4 x 100m feminino busca a classificação na Polônia.

Atletismo - Zurian Hechevarría e Roxana Gómez correram sua melhor marca de por vida nos 400 metros

A apenas a três meses antes dos Jogos Olímpicos as corredoras Roxana Gómez e Zurian Hechavarría alcançaram recordes pessoais nos 400 metros rasos durante um teste nacional de velocidade, em Cuba. 


Roxana Gómez - Foto Arquivo


O site granma.cu de Cuba em matéria desta segunda-feira, 12 de abril, onde informa que as corredoras Roxana Gómez e Zurian Hechavarría alcançaram recordes pessoais nos 400 metros rasos, durante um controle de velocidade nacional, a três meses antes dos Jogos Olímpicos.

Elas são integrantes da seleção cubana de revezamento longo (4x400), que irão competir no dia 1º e 2 de maio no Campeonato Mundial de Revezamento, programado na Silesia, Polônia. 

Segundo o site Jit, Roxana completou a volta na pista do Estádio Pan-Americano de Havana em 51,39 segundos, para melhorar os 51,47 que exibiu como os melhores desde 2017.

Esta marca pessoal a coloca em sexto lugar no ranking universal, e a posiciona muito melhor para a competição olímpica, embora já tivesse a marca da classificação. 

Zurian, especialista das 400 barreiras, pela sua vez bateu o recorde de 52,43, deixando para trás 52,54 segundos de 2018. 




Zurian Hechavarría - Foto do Twitter @emisoranuevitas


(Redação esportiva) 

domingo, 11 de abril de 2021

Tanui bate o recorde de corrida italiana em Siena


 

Angela Tanui quebra o recorde da maratona italiana em Siena (© Giancarlo Colombo)

Os atletas quenianos Angela Tanui e Eric Kiptanui conquistaram a vitória na Maratona de Xiamen e no Tuscany Camp Global Elite Race em Siena no domingo (11), com Tanui quebrando o recorde da corrida italiana com 2:20:08, corrida especialmente organizada apenas  para corredores de elite.

Tida como uma oportunidade para os atletas alcançarem marcas de qualificação para os Jogos Olímpicos de Tóquio - com a cooperação da Federação Italiana de Atletismo, do Atletismo Mundial e da Maratona de Xiamen, que não conseguiu receber competidores estrangeiros neste fim de semana devido às restrições da pandemia - o evento viu os atletas correrem em um circuito circular de aproximadamente 5 km ao redor das estradas do Aeroporto de Siena-Ampugnano. 

Apesar da chuva e do vento, Tanui, vencedora da Maratona de Veneza de 2018, tirou mais de cinco minutos de sua marca pessoal (PB) para melhorar o melhor tempo na competição italiana, que antes era 2:22:25 de Vivian Kiplagat em Milão em 2019.

Kiptanui alcançou o segundo tempo masculino mais rápido de todos os tempos em solo italiano, marcando 2:05:47 para melhorar seu recorde anterior de 2:06:17 em Dubai em 2020. Apenas Titus Ekiru com 2:04:46, também correu em Milão em 2019, foi mais rápido para a distância na Itália.

Um grupo de 13 atletas figurou na liderança do grupo feminino que passou 4.850m em 16:24 e o pelotão se manteve forte por 14.910m, passado em 50:18. 

Rahma Tusa da Etiópia, Gebiyanesh Gedamu e Haven Hailu Desse estavam entre as que estavam na frente junto com Tanui na metade do caminho, com a distância de 22.470m ultrapassada por aquele grupo líder em 1:15:19.

Pelos 30 km, um grupo de quatro atletas estava se afastando, com Tanui acompanhada por suas colegas quenianas Gladys Chepkirui e Delvine Meringor, além de Gedamu. Tanui continuou a avançar ao longo dos 10 km finais, eventualmente vencendo por mais de dois minutos e meio sua compatriota Purity Changwony, que terminou em segundo lugar com um PB de 2:22:46. Gedamu ficou em terceiro em 2:23:23 e Desse em quarto em 2:23:52, já que as seis primeiras ficaram abaixo de 2:25.

A sul-africana Gerda Steyn melhorou seu PB para 2:25:28 em nono, enquanto a medalhista mundial de prata Valeria Straneo foi a melhor italiana em 20º e terminou um minuto fora do tempo de qualificação olímpica com 2:30:33.

Na prova masculina, um grande grupo de 37 atletas percorreu 4850m em 14:23 e 26 estiveram juntos na metade, com 22.470m passados ​​em 1:06:42.

Os líderes atingiram 30 km em 1:29:38 antes de Kiptanui e Abdi Fufa Nigassa da Etiópia fazerem um ataque com menos de 5 km restantes.

Kiptanui - vice-campeão da Maratona de Dubai em 2020 - saiu na frente para vencer por 10 segundos de Nigassa com 2:05:57, enquanto o marroquino Othmane El Goumri melhorou seu PB para 2:06:18 em terceiro. Yohanes Ghebregergis da Eritreia terminou em quarto lugar em 2:06:28 e Wami Kebede Tulu, da Etiópia, em quinto lugar em 2:06:32, com nove atletas terminando em 2:07 e 20 abaixo de 2:09.

O alemão Richard Ringer tirou mais de dois minutos de seu PB com 2:08:49 para terminar em 17º, enquanto o italiano Stefano La Rosa foi 30º em 2:11:42, a apenas 12 segundos da marca de qualificação olímpica.

Maruo garante vaga olímpica

Satoshi Maruo venceu a batalha pela classificação para os Jogos Olímpicos no domingo (11), garantindo a última vaga na equipe japonesa de caminhada 50km masculina ao vencer a prova nacional em Wajima com 3:38:42.


Satoshi Maruo vence o Campeonato Japonês de 50km de Hipismo (© JAAF)


Com duas vagas de equipe já decididas, os atletas competiram para se juntar a Yusuke Suzuki e Masatora Kawano nas Olimpíadas deste verão e as intenções eram claras desde o início. Os líderes percorreram 10km em 44:25 e o ritmo acelerou novamente quando Tomohiro Noda liderou os 20km em 1:27:18.

Noda e Maruo - que terminaram em sétimo e quarto respectivamente no Campeonato Japonês de Corrida e Caminhada nos 20 km de marcha atlética em fevereiro - na metade do caminho passaram em 1:48:16, com o medalhista mundial de bronze de 2017 Kai Kobayashi atrás deles em terceiro .

Depois de uma leve queda, o ritmo aumentou novamente e Noda conseguiu uma vantagem para o quarto colocado Maruo de 2017, mas não foi sustentada e Maruo recuperou terreno enquanto o ritmo diminuía na distância 38 km percorridos, avançando cerca de 41 km na corrida.

Atrás dele, o campeão dos Jogos Asiáticos de 2018 Hayato Katsuki estava abrindo caminho e primeiro passou Kobayashi com cerca de 4 km restantes. Um quilômetro depois, ele passou para o segundo lugar, com Kobayashi também ultrapassando Noda.

Permanecendo imperturbável na frente, Maruo - que estava disputando sua primeira caminhada atlética de 50 km desde 2019 quando fez sua marca pessoal de 3:37:39 - segurou a vitória por quase quatro minutos.

Katsuki terminou em segundo lugar em um PB de 3:42:34, com Kobayashi em terceiro em 3:43:31, Noda em quarto em 3:45:26 e Isamu Fujisawa em quinto em 3:46:27.

Jess Whittington para World Athletics

Os campeonatos japoneses de caminhada de 50 km relatam a assistência de Evan Dunfee.

Tradução de: https://www.worldathletics.org/news/report/tanui-italian-all-comers-record-siena

Price bate recorde do lançamento do martelo na Norte Americano com 78,60 metros


 

A lançadora de martelo americana DeAnna Price em ação (© Kirby Lee)

Apenas em sua segunda competição do ano, a campeã mundial DeAnna Price, dos EUA, somou 36 centímetros ao seu próprio recorde norte-americano no lançamento do martelo na sexta-feira (9) no Tom Botts Invitational em Columbia, Missouri, vencendo com 78,60m.

Sua marca a coloca na terceira colocação na lista mundial de todos os tempos, atrás da recordista mundial Anita Wlodarczyk e da alemã Betty Heidler. É também o melhor lançamento do mundo desde agosto de 2018, e o melhor lançamento já registrado nos primeiros quatro meses do ano.

Qualquer um dos seis lançamentos de Price em Columbia teria sido suficiente para vencer. Ela abriu com 72,52m e depois melhorou em cada uma das quatro rodadas seguintes, lançando 73,46m, 76,29, 77,20m e depois 78,60m. Ela completou sua série com 75,53m. A canadense Jillian Weir foi a segunda com 69,81m.



Menos de 24 horas depois, Brooke Andersen se tornou a segunda mulher americana na história a lançar além de 78 metros.

Competindo no Wichita State Open em Kanses, a medalhista de prata pan-americana mandou seu martelo para 78,18m para vencer a competição por quase 17 metros de diferença. A atleta de 25 anos teve uma melhor marca anterior de 76,75 m.

Kilga supera su melhor marca (PB) no decatlo PB, Williams se junta ao clube de sete metros

O estoniano Karel Tilga fez um PB de nove segundos na disciplina final para vencer a prova do decatlo no Spec Towns Invitational, em Athens, Geórgia, no sábado (10).

Garrett Scantling, o campeão de heptatlo indoor dos EUA em 2020, teve um início promissor naquele que é seu primeiro decatlo em quase cinco anos.

O atleta de 27 anos, que perdeu a chance de entrar para a equipe olímpica dos Estados Unidos por apenas uma vaga em 2016 e depois se mudou para a NFL, começou sua competição com uma marca de 10,83 nos 100m antes de pular uma melhor marca de por vida de 7,56m no salto em distância, seguido de um arremesso de peso (marca pessoal ao ar livre) de 16,20m.

Depois de saltar 2,01m no salto em altura, ele terminou seu primeiro dia com marca pessoal também nos 400m com 48,61, elevando sua pontuação para 4.406 pontos - confortavelmente sua melhor contagem no primeiro dia.

Mas Tilga, campeã de heptatlo indoor da NCAA, ficou logo atrás com 4.355 pontos, tendo definido marcas pessoais no salto em distância (7,69m) e no salto em altura (2,10m).

Scantling se manteve a frente durante a maior parte do segundo dia, conseguindo as melhores marcas nos 110m com barreiras (14,13) e no salto com vara (5,22m), este último sendo realizado dentro indoor devido à chuva torrencial. Tilga continuou a aplicar pressão, no entanto, com fortes desempenhos de 47,13m no disco e 66,55m no dardo.

Scantling entrou nos 1500m com uma vantagem de 157 pontos sobre Tilga - cerca de 25 segundos em termos de 1500m. A marca pessoal de Tilga foi apenas nove segundos mais rápido do que Scantlings - mas isso não o impediu. O Tilga de 2,00 m (6 pés 7 pol.) de altura abriu uma vantagem significativa sobre seu rival dos EUA na segunda metade dos 1500 m para parar o relógio em 4:26,95, dando a ele a vitória no decatlo com uma pontuação total de 8.484 pontos. Scantling terminou com 4:53,11, o suficiente para dar a ele uma marca pessoal de 8.476 pontos.

A americana Kendell Williams foi o destaque do primeiro dia do encontro, mas não foi no heptatlo, seu evento especializado.

Participando no salto em distância, ela saltou para a melhor marca de sua vida com 7,00m (1,4m / s) na segunda rodada, depois teve saltos abaixo dos 7 metros com 6,77m e 6,94m.

Jasmine Moore, de 19 anos, especialista em salto triplo, foi a segunda com 6,83m, enquanto Chanice Porter foi a terceira com 6,77m.

O campeão dos 200m indoor da NCAA, Matthew Boling, venceu o salto em distância masculino com 8,02m (1,4m / s).

Anna Hall, que completou 20 anos há apenas três semanas, dominou o heptatlo e venceu com 6.200 pontos. No caminho para sua pontuação vencedora ela definiu PBs nos 100m com barreiras (13,64), salto em altura (1,88m), 200m (23,91) e salto em distância (6,03m) .

Jon Mulkeen para World Athletics

Tradução de: https://www.worldathletics.org/news/report/deanna-price-american-hammer-record-7860

sábado, 10 de abril de 2021

Campeões Olímpicos no Atletismo Andrei Silnov e Natalya Antyukh são banidos por doping

https://www.surtoolimpico.com.br/2021/04/campeoes-olimpicos-andrei-silnov-e.html

 


Foto: Divulgação/ Alexander Zemlianichenko

Os campeões olímpicos russos Andrei Silnov e Natalya Antyukh foram banidos por quatro anos por doping, disse o Tribunal arbitral do Esporte nesta quarta-feira (07)

Silnov e Antyukh foram acusados no ano passado de usar substancias proibidas. As acusações resultaram em uma investigação da Agência Mundial Antidopagem sobre o doping russo em 2016.

Silnov ganhou o ouro no salto em altura nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008 e Antyukh ganhou o título nos 400 metros com barreiras nos Jogos de Londres de 2012. Ela também conquistou o bronze nos 400m e a prata no revezamento 4 x 400m em 2004. Eles ficarão com as medalhas olímpicas.

Nenhum dos atletas competiu desde 2016, mas Silnov foi vice-presidente da Federação Russa de atletismo até junho de 2019, quando deixou o cargo após ser citado em investigação da The Athletics Integrity United sobre sua conduta.

CAS não disse quando os veredictos foram proferidos ou detalhes sobre o caso. Eles foram publicados em um breve resumo de vários casos e recursos relativo a 12 atletas russos.

Yelena Soboleva, que ganhou medalha de prata no campeonato indoor em 2006, foi banida por oito anos e a lançadora de martelo Oksana Kondratyeva, que foi desqualificada do quinto lugar no Campeonato Mundial de 2013 e foi banida por 4 quatro anos. O CAS também reduziu a duração das proibições para quatro russos, incluindo o saltador Ivan Ukhov. Sua proibição foi reduzida de quatro para dois anos e nove meses. A decisão não reverte uma decisão anterior para retira o ouro Olímpico do salto em altura em 2012.

Atletismo - Andre DeGrasse ficará de fora do World Athletics Relays

O três vezes medalhista olímpico optou por ficar em casa para não perder o nascimento de seu segundo filho

Tradução de: https://runningmagazine.ca/sections/runs-races/andre-degrasse-to-sit-out-world-athletics-relays/


A equipe canadense de velocidade estará competindo no próximo mês no cenário global pela primeira vez em mais de um ano, e o três vezes medalhista olímpico Andre DeGrasse  não se juntará a eles. Vinte e quatro atletas irão à Polônia para competir no World Athletics Relays Silesia nos primeiros dois dias de maio, com o objetivo de garantir vaga nas Olimpíadas de Tóquio neste verão.


DeGrasse e sua parceira, atual campeã mundial e medalhista olímpica de prata nos 100m com barreiras Nia Ali , estão esperando seu segundo filho no início de maio e, considerando que seu foco principal neste ano são as Olimpíadas, DeGrasse disse que não quer correr o risco de estar no exterior quando o bebê nascer. Em um comunicado , ele disse: “Desejo o melhor para meus companheiros de equipe e para todos os envolvidos no evento”.

Apesar da ausência de um dos melhores atletas do país, o Canadá continuará apresentando equipes completas de 4 x 100m masculino e feminino, 4 x 400m feminino e 4 x 400m misto. A atleta olímpica do Rio Sage Watson será a âncora da equipe feminina de 4 x 400m, que já se classificou para os Jogos de Verão após terminar em oitavo no Campeonato Mundial de Atletismo em Doha, em 2019.

“Temos um grupo de mulheres muito talentosas e que continua a crescer”, disse Watson“Acho que o objetivo inicial no World Relays é nos juntar depois de um ano. Indo para a Polônia, precisamos dar um passo a passo. O primeiro passo é chegar à final, e o próximo passo é buscar uma medalha. ”


Todas as outras equipes de revezamento do Canadá ainda precisam se classificar para Tóquio, incluindo a equipe masculina de 4 x 100m, que incluirá Aaron Brown um membro da equipe medalha de bronze em 2016 nas Olimpíadas do Rio.

“Eu sei que indo para o campeonato que Glenroy [Gilbert], nosso treinador principal, vai transmitir a mensagem da qualificação para Tóquio antes de qualquer coisa”, disse Brown. “Como um dos líderes veteranos desta equipe, concordo com esse sentimento.”

Os atletas canadenses têm lutado para encontrar competições durante a pandemia, por isso é importante que os atletas tenham um bom desempenho com oportunidades limitadas de corrida se quiserem se classificar para os Jogos. Este encontro será a primeira vez que nossas equipes de revezamento se reunirão em mais de um ano, e eles se reunirão em um campo de treinamento na Louisiana por duas semanas antes de seguirem para a Polônia.

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Atletismo - Velocista americano Obi Igbokwe é punido com suspensão de 30 meses por doping

https://www.gazetaesportiva.com/mais-esportes/atletismo/velocista-americano-e-suspenso-por-30-meses-por-doping/

O atleta Obi Igbokwe, medalha de ouro no revezamento misto 4x400m no Mundial de 2019 em Doha, foi punido com 30 meses de suspensão após teste positivo para esteróide anabolizante, informou a Agência Antidoping dos Estados Unidos (USADA) nesta quinta-feira, 8.

O atleta de 24 anos ficará suspenso até novembro de 2022, portanto não poderá se classificar para as Olimpíadas de Tóquio deste ano (23 de julho a 8 de agosto) ou para o Campeonato Mundial de Atletismo de 2022 em Eugene, Oregon.

"Igbokwe aceitou sua suspensão de 30 meses por violação da regra antidoping. Ele testou positivo para deidroclormetiltestosterona (DHCMT) e / ou outros esteróides anabolizantes relacionados, detectados por meio de uma amostra de urina fora de competição coletada em 26 de maio de 2020" informo a USADA.



(Foto: Andy Buchanan/AFP)

"O DHCMT e todos os esteróides anabolizantes são substâncias proibidas de acordo com os protocolos da USADA, os regulamentos antidoping do Comitê Olímpico e Paraolímpico dos Estados Unidos (USOPC) e da Federação Internacional de Atletismo", lembrou a agência.

O período de suspensão de Igbokwe começou no mesmo 26 de maio de 2020 e todos os resultados subsequentes foram invalidados, acrescentou a agência americana.

Igbokwe correu nas provas de revezamento misto 4x400m pelos Estados Unidos no Campeonato Mundial de Doha, mas não participou da final.

Corrida de Rua em comemoração ao aniversário de Arraias, Tocantins acontece neste sábado

  A cidade de Arraias no Tocantins irá comemorar seus 286 anos de existência neste sábado, dia 1º de agosto de 2026. E para comemorar por ...