segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Participe da 6ª Corrida Oral-B - Prevenção do Câncer Bucal




Acontece no dia 30 de janeiro de 2011 a 6ª Corrida Oral-B - Prevenção do Câncer Bucal. Esta corrida será a primeira do ano com padrão corpore no ano de 2011 e será realizado na região do Campo de Marte, Zona Norte de São Paulo.

A prova terá um percurso de 7km largando às 8h na Av. Santos Dumont e deve percorrer outras grandes avenidas como a Brás Leme e Olavo Fontoura. Todos os participantes ganham uma camiseta e os que concluirem o percurso ganham uma medalha de participação.

A corrida servirá para pontuar para o Ranking Corpore Atletas. Para quem já está pensando na Camiseta Corri Todas, essa prova será substitutiva.

Haverá premiação para os cinco primeiros colocados na categoria geral e dentistas.

Ação social

10% da renda obtida com as inscrições serão repassadas a Casa Safira, entidade que recebe adultos e crianças que vêm a São Paulo para o tratamento de câncer, mas não têm como custear a estadia prolongada que a quimioterapia exige.

As vagas são limitadas! Até dia 30/12 Associados Corpore: R$50,00; não-sócios: R$65,00. Após essa data: R$55,00 e R$70,00 respectivamente.

Para maiores informações visite o site:
http://www.corpore.org.br/cws_exibeconteudogeral_3535.asp

Aniversário 457 da cidade de São Paulo será comemorado com corrida de Rua



Os 457 anos da cidade de São Paulo serão comemorados com o XIV Troféu Cidade de São Paulo. Carrefour Viver 10k. A corrida será realizada no dia 25/01/2011, às 08:00 hs com saída marcada no Obelisco do Parque Ibirapuera. Maiores informações: http://www.jjseventos.com.br/ e telefone: (11) 5095.5144

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Homenagem a Adhemar Ferreira da Silva


Hoje 12 de janeiro de 2011 se cumprem 10 anos  do falecimento do atleta Adhemar Ferreira da Silva, primeiro bi-campeão olímpico do Brasil. Ele venceu a prova do Salto Triplo nos Jogos Olímpicos em Helsinque, Finlândia em 1952 e Melbourne, Austrália em 1956. Adhemar nasceu no bairro paulistano da Casa Verde, em 29 de setembro de 1927 e sua prática esportiva começou em 1947, defendendo a camisa do São Paulo Futebol Clube. Neste mesmo ano competiu no Troféu Brasil com uma marca de 13,05 metros.

As duas estrelas douradas introduzidas em 1955 no escudo do São Paulo Futebol Clube foram adotadas em homenagem a Adhemar Ferreira e se referem aos recordes mundiais batidos por ele nas Olimpíadas de Helsinque em 1952 e nos Jogos Panamericanos da Cidade do México em 1955.

Adhemar Ferreira da Silva competiu a partir de 1955 no Clube de Regatas Vasco da Gama, no Rio de Janeiro e foi competindo por ele que encerrou sua carreira em 1960. Vencedor até a sua última prova, encerra sua última competição oficial como campeão carioca no salto triplo com a marca de 15,58 m, disputada no Complexo Esportivo do Maracanã em 1º de outubro de 1960.

Os resultados vitoriosos de Adhemar inauguraram a mitológica tradição brasileira nas provas de salto triplo. Depois dele, surgiram Nelson Prudêncio (prata nos Jogos Olímpicos na Cidade do México em 1968 e bronze em Munique 1972, respectivamente) e João Carlos de Oliveira, o João do Pulo (bronze nos Jogos Olímpicos de Montreal, Canadá em 1976 e em Moscou em 1980).

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Divulgado o Ranking de Corridas de Rua 2010

Marilson Gomes da Silva é o destaque do Ranking Nacional de Corridas de Rua 2010 (Sérgio Shibuya/ZDL)

A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) divulgou na quinta-feira 06/01/2011 o Ranking Nacional das Corridas de Rua 2010 e o principal destaque no masculino é o brasiliense Marilson Gomes dos Santos, tricampeão da São Silvestre. Já no feminino, Simone Alves da Silva e Adriana Aparecida da Silva dividem o destaque.

Marílson  Gomes liderou em três distâncias:
- 10 km, com 28:17, de 16 de maio de 2010, em Santos
- 15 km, com 44:04, na 86ª Corrida Internacional de São Silvestre, no último dia 
  31/12/2010, em São Paulo-SP
- 10 milhas (16,09 km), com 47:45, em Vila Velha, no Espírito Santo, em 15 de agosto 
  de 2010
- Maratona, com 2:08:46, de Londres, no dia 25 de abril de 2010.

A Meia Maratona foi liderada pelo atleta Damião Ancelmo de Souza que correu os 21,097 k m em 1:03:07, em Nanning, na China, em 16 de outubro de 2010, durante o Mundial da Distância. Fabiano Peçanha é o líder da milha (1.609 m), com 4:05, obtida em Maringá (PR), no dia 28 de maio de 2010, na Milha Sul-Americana de Rua.

Tatiane Raquel da Silva, no feminino, liderou na milha, com 5:24, tempo conseguido em Maringá, no dia 28 de maio de 2010. Nos 10 Km, Cruz Nonata da Silva foi a primeira, com 34:02, em Santos, em 26 de maio de 2010. Simone Alves da Silva teve os tempos mais rápidos nos 15 km (50:25, na São Silvestre) e nas 10 milhas (16.090 m), em Vila Velha (ES), em 15 de agosto de 2010.

O ranking da Meia Maratona foi liderado por Adriana Aparecida da Silva com 1:14:24, resultado conseguido em Nanning, em 16 de outubro de 2010, e na maratona, com 2:32:30, corrida em Berlim, no dia 25 de setembro de 2010.

Mais informações no site "Corridas de Rua" da CBAt, no link abaixo:




Brasileiro vence a edição 2011 da Walt Disney World® Marathon - Marathon


Fredison Costa (BR)


Leah Thorvilson (USA)


Largada da Corrida


Largada da Meia Maratona


LAGO BUENA VISTA, FL - JANEIRO 09: Numa das imagens acima, fornecida pela Disney, o brasileiro Fredison Costa de 33 anos, comemora  a vitória na chegada da Walt Disney World® Marathon - Marathon, edição 2011. A corrida foi realizada em 09 de janeiro de 2011. O tempo realizado por Fredison foi de  2:21: 14. O segundo colocado foi o norte-americano Michael Wardian, com 2:27:30.

Freisdon é baiano e mora em São Paulo, ele é formado em Educação Física, celebridade entre as pessoas da cidade de Riachão de Jacuípe, onde nasceu, que têm 33 mil habitantes.
Adriano Bastos, que tentava a oitava vitória na competição, terminou em 15º lugar, com a marca de 2:45:09. Ele sofreu um estiramento muscular em novembro e teve sua preparação prejudicada.

No feminino, vitória da norte-americana Leah Thorvilson, com 2:42:10. Mais de 17.500 corredores se inscreveram para correr as    26.2 millhas percorrendo todos os quatro parques temáticos de Disney.

Fontes:

Corrida de Reis de Cuiabá-MT teve vencedores quenianos




Pódio da Corrida de Reis, com os brasileiros Franck Caldeira e Paulo Alves (Divulgação TV Centro
América)

A 27ª edição da Corrida de Reis de Cuiabá-MT foi vencida pelo queniano Barnabas Kosgei que neste ano venceu também a Volta da Pampulha e foi 2º colocado na 86ª Corrida Internacional de São Silvestre, o tempo dele foi 30:24. Kosgei foi escoltado pelo seu compatriota Mark Korir. O tanzaniano Marco Joseph, que havia vencido as duas edições anteriores da prova, terminou em 4º lugar, atrás de Franck Caldeira (BR), e seguido de outro brasileiro, Paulo Alves dos Santos, 5º colocado.

Na prova feminina Cruz Nonata da Silva foi a 2ª colocada atrás da queniana Eunice Kirwa, que é bicampeã da Meia Maratona do Rio. A terceira colocada foi Simone Alves da Silva - vice-campeã da São Silvestre em 2010. Na 4ª colocação, outra brasileira Fabiane Cristine da Silva e a 5ª colocação ficou com a tanzaniana Anastazia Ghamaa.
 
Esta prova, em sua 27ª edição, foi a primeira a receber o Permit da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), para 2011. Milhares de corredores disputaram o evento neste domingo dia 09/01/2011, que teve a distância de 10 km.
 
Fonte: Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt)

sábado, 8 de janeiro de 2011

Um artigo no MSN mostra algumas razões do porquê é melhor correr em trilhas

O seguinte artigo publicado no site http://msn.minhavida.com.br/ mostra porquê é melhor correr em trilhas e dá algumas dicas para a prática desta modalidade de corridas. No nosso modo de ver neste tipo de atividades as pessoas devem combinar  vários tipos de corridas, corridas no asfalto, corrida na esteira em academias, corridas na areia, andar de bicicletas, tudo para não fazer deste tipo de exercicio um tédio. etc. A seguir o artigo na integra:

Mude seu treino e comece a correr em trilhas

Sair do asfalto queima mais calorias e trabalha mais os músculos

Por Fernando Menezes

Os dias mais longos, o clima e o maior tempo livre das férias fazem o verão ser uma ótima época do ano para mudar a rotina de treinos e avançar nos resultados. Quem corre, sabe que é fácil inovar. É só mudar de ares. "Correr sempre no asfalto da cidade pode tornar o exercício muito mecânico. Por isso, aproveitar as férias para correr em uma trilha é uma maneira de continuar a praticar sem cair na monotonia", diz o esportista e montanhista George José Volpão, que corre em trilhas de montanhas há 15 anos.

A corrida em trilha tem características que a distanciam do treino no asfalto ou na esteira, como tipo de piso, equipamentos, intensidade e tipos de lesões, e que interferem no resultado do exercício. Por isso, é importante conhecer bem esta modalidade antes de começar a praticá-la.



Uma das principais vantagens de correr em trilhas é a paisagem. Entrar em contato com elementos da natureza enquanto faz uma atividade física pode ser até mais revigorante e agradável do que praticar exercícios na cidade ou na academia. "Em uma corrida de trilha há sempre uma variação na paisagem, mesmo se a corrida for feita exatamente no mesmo percurso. Há grandes mudanças nas cores dependendo do clima, do horário e da época do ano", diz George Volpão.

Corrida mais intensa

Estudos realizados nos Estados Unidos mostraram que correr trilha queima, em média, 28% mais calorias do que no asfalto. Isso acontece por que o corpo precisa trabalhar um maior número de músculos durante o trajeto porque o piso de terra, lama e pedras de uma trilha faz nossas pernas e quadril ter um trabalho maior. "É muito comum ficar com dor no quadril depois de uma corrida em trilha, já que os músculos dessa região são poucos trabalhados em outros tipos de corrida. Depois de um tempo praticando trilha, a musculatura se fortalece e o desconforto diminui", diz George.

Para evitar lesões e fortalecer o esqueleto, é necessário fazer um treino de musculação, focando na região do quadril e nos músculos que sustentam a coluna. Com o fortalecimento dessa região, toda a parte inferior do corpo fica mais protegida. De acordo com um estudo feito pela Universidade de Calgary, no Canadá, os corredores que tem uma fraca musculatura no quadril, estão mais propensos a ter lesões no joelho e no tornozelo do que aqueles que fazem exercícios para fortalecer esse grupo muscular.

Menos lesões

Em uma trilha, cada vez que o pé toca o solo, uma variedade diferente de músculos é acionada, devido às irregularidades do solo. Por ser um exercício com pouca repetição de movimentos, as articulações, tendões, ossos e músculos ficam mais protegidos de lesões comuns no treino feito na cidade. "O piso mais macio também protege nossas articulações de impactos que causariam lesões", comenta George.



Mesmo assim, algumas lesões podem acontecer e é preciso ficara tento. Como o piso é muito irregular e muitas vezes é fofo, as torções são mais comuns nas corridas de trilha, principalmente para os corredores urbanos que começam com um ritmo muito acelerado sem estarem preparados. "O maior perigo de lesões em uma trilha são as quedas, que acontecem basicamente quando corredores não mudam o ritmo em uma descida. Os tornozelos e os punhos são os locais mais afetados, já que há o instinto de colocar a mão para tentar amortecer o impacto", diz George Volpão.

Comece devagar

Como a corrida em trilha possui características diferentes da que é feita na cidade, mesmo um corredor já acostumado com grandes distâncias no asfalto precisa começar com calma. Ele não deve se preocupar com a distância percorrida, e sim com o tempo de exercício. "Como em uma trilha há uma variedade de elementos que fazem o nosso corpo trabalhar mais, como mudanças no tipo de piso, subidas e descidas, curvas, rios e obstáculos no meio do caminho, os músculos fazem um esforço maior se comparado à mesma distância percorrida nas ruas planas da cidade", diz o montanhista.

Preocupação com os assessórios

Durante um treino na trilha é importante lembrar que dificilmente você irá encontrar lojas de equipamentos para ajudar nos momentos de necessidade. Por isso, é importante sair de casa com todos os acessórios indicados para manter o ritmo elevado e não passar por dificuldades. Uma mochila ou pochete com uma garrafa de água, uma barrinha ou um gel energético e uma fruta não pode faltar no kit de quem está se preparando para correr em uma trilha.

A escolha do calçado adequado também é fundamental. "Para correr em uma trilha, onde o piso é muito irregular e também existem muitas subidas e descidas, o calçado feito para corridas no asfalto não é indicado. É preciso usar um tênis que tenha um cano um pouco mais alto, principalmente na parte de traz no tornozelo, para deixar o pé firme e evitar torções", diz George Volpão. Esse tipo de calçado não é costuma ser muito mais caro do que o de corrida normal.

"Não é preciso ir muito longe para encontrar uma trilha para correr. A maioria dos parques nas grandes cidades tem trilhas para esse fim"

Conheça o percurso

Principalmente para quem está começando, é importante saber quais as surpresas que o seu trajeto pode trazer. "Os iniciantes devem optar por trilhas mais planas, não tão longas e devem saber a hora de parar e voltar", diz o esportista.



Segundo George, muitas pessoas se empolgam na hora de fazer uma trilha, e acabam ficando muito longe do caminho de volta. "Em uma trilha, nunca podemos esquecer que o caminho de volta será feito a pé, e não podemos pegar um táxi para voltar para casa".

Hora certa para correr

Correr muito cedo ou quando sol está se pondo, horários bastante populares para fazer uma corrida na cidade, não são os mais indicados para fazer uma trilha. No escuro, fica mais difícil ver as irregularidades no piso, o que facilita torções, quedas e machucados. Além disso, se a trilha for muito fechada, com pouca iluminação fica mais fácil se perder. "Como as mudanças no piso são constantes, o corredor de trilha deve sempre pensar nos próximos três passos que dará para preparar o corpo e fazer o movimento certo. No escuro, isso fica mais difícil", diz o especialista.

Trabalha a coordenação

A trilha trabalha a nossa percepção de como o corpo se move e onde ele se encontra, ou seja, nossa coordenação motora e nossa concentração. "Com tantos estímulos diferentes, sejam eles visuais, táteis, sonoros ou olfativos, durante um treino, o nosso corpo com o tempo fica mais ágil e mais resistente a caminhas e corridas, mesmo quando elas voltam a ser feitas no asfalto", explica George Volpão.

Treine para se recuperar

A menor velocidade se comparado à corrida de rua faz do treino na trilha um bom lugar para se recuperar suas articulações e músculos de um treino mais intenso feito no dia anterior. "Não é preciso ir muito longe para encontrar uma trilha para correr. A maioria dos parques nas grandes cidades tem trilhas para esse fim. Para quem está começando ou está se recuperando de alguma lesão, essas trilhas menos extensas são uma ótima opção", diz George Volpão.

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