sábado, 20 de abril de 2024

Com o kit em mãos, atletas entraram no clima da Maratona de Brasília

Faltando dois dias para a corrida em comemoração ao 64º aniversário da capital do país, inscritos começam a retirar o material customizado para ser usado nas provas e reúnem expectativas para o desafio de rua no fim de semana.

Por Arthur Ribeiro

https://www.correiobraziliense.com.br/esportes/2024/04/amp/6840581-com-o-kit-em-maos-atletas-entraram-no-clima-da-maratona-de-brasilia.html



Carla esteve presente na Decathlon do Shopping Venâncio para retirar o kit de corrida da Maratona de Brasília

Marcelo Ferreira/CB/D.A Press
Com o relógio chegando cada vez mais perto da largada da Maratona Brasília 2024, evento apoiado pelo Correio Braziliense, os atletas começaram a entrar no clima das provas de sábado e domingo, em comemoração ao aniversário de 64 anos da capital federal. Já nos preparativos para as corridas de 3km, 5km, 10km, 21km e 42km, os participantes dos desafios começaram, ontem, a receber os kits, composto de uma sacochila, uma camiseta, uma viseira e o número de peito com chip.

A distribuição do material exclusivo é feita na loja Decathlon do Venâncio Shopping, no Setor Comercial Sul, e continua hoje, das 10h às 18h. O último dia para o público fazer a retirada é amanhã, até às 19h. Quem não buscar até o prazo máximo não poderá participar das provas. Com o uniforme em posse, a animação e as projeções para a disputa estão tomando conta dos corredores.

“Com o kit em mãos, a gente já fica naquela expectativa de chegar. Mal posso esperar pela largada e para ter uma boa colocação, mas acredito que todos somos campeões só em participar. Sei que é difícil, mas quando tentamos, a gente consegue. Como professora de educação física, me sinto gratificada em poder ajudar os outros a também correrem e espero que todos aproveitem muito”, compartilhou Carla

Faltando dois dias para a corrida em comemoração ao 64º aniversário da capital do país, atletas inscritos começam a retirar o material customizado para ser usado nas provas, e entram no clima para o desafio de rua no fim de semana a confirmação de inscrição, documento oficial com foto e o recibo de pagamento na hora de retirar o kit. No caso de terceiros, só é possível buscar para outra pessoa mediante RG e comprovante do inscrito, além do documento de quem está retirando. Para os acima de 60 anos, é obrigatória a presença do participante.

O grupo dos mais velhos, inclusive, também entra no bonde das expectativas para o fim de semana. Partindo para a 23ª maratona, Leda Maria Ramos, de 63 anos, assume o mix de sentimentos e não esconde contar as horas para a chegada do grande dia.

“Comecei a correr há exatamente 10 anos, foi minha estreia nessas provas e em Brasília. Agora é minha quinta aqui, mas a expectativa é como se fosse a primeira, sempre dá aquela ansiedade e um pouco de nervosismo. A Maratona de Brasília não é fácil, é exigente, mas estou animada e espero fazer uma boa prova”, contou a atleta.

O percurso, com largada no Teatro Nacional, na Esplanada dos Ministérios, vai passar por todo o Eixão Norte e Sul e pelo Eixo Monumental, até a chegada no mesmo local do início. “Estou bem entusiasmado. Esse trajeto de Brasília é muito gostoso, muito bonito, vamos passar por monumentos interessantes. Quem não conhece a cidade acha que aqui é tranquilo de correr, mas teremos boas subidas que serão um desafio. Vai ser bem legal para as pessoas que participarem”, disse Sebastião Pereira dos Santos, 64, advogado e funcionário público aposentado.

*Estagiário sob supervisão de Marcos Paulo Lima

quinta-feira, 18 de abril de 2024

Lituano quebra recorde mundial masculino mais longo do atletismo

Lançador de disco Mykolas Alekna fez arremesso de 74,35 metros, superando o alemão Jurgen Schult em 1986


Mykolas Alekna quebrou um recorde que já durava quase quatro décadasPatrick Smith/Getty Images











Martynas Ruseckasda CNN

O lançador de disco Mykolas Alekna, da Lituânia, quebrou um recorde mundial que já durava quase quatro décadas no Oklahoma Throws Series World Invitational em Ramona, nos Estados Unidos, no domingo (14). 

O lançamento de 74,35 metros do lituano superou o de Jurgen Schult em 1986, quando o alemão fez um arremesso de 74,08 metros. O marco histórico de Schult foi o recorde mais longo no atletismo, de acordo com o Olympics.com. 

Segundo a World Athletics, o lançamento de Alekna foi inicialmente medido em 74,41 metros, mas posteriormente passou por revisão e aguarda ratificação. 

“É difícil entender o que acabei de fazer”, disse Alekna após sua conquista. “Eu vi os lances e sabia que poderia ser o dia, e simplesmente aconteceu”. 

Alekna chegou a Ramona ostentando o arremesso mais longo da temporada — seu recorde pessoal anterior de 71,39 metros em 6 de abril o colocou em 10º lugar na lista mundial de todos os tempos — e ele manteve esse impulso. Todas as seis tentativas dele no domingo ultrapassaram a marca dos 70 metros. 

Nascido na Lituânia em 28 de setembro de 2002, Alekna já é um dos atletas líderes na modalidade. Ele se mudou aos Estados Unidos em 2021 e, aos 20 anos, tornou-se o atleta mais jovem a lançar além dos 70 metros. Ele também é duas vezes medalhista no Campeonato Mundial e foi campeão europeu em 2022. 

Parece que a maçã não cai longe da árvore. O pai de Alekna, Virgilijus, é recordista olímpico na mesma modalidade. Virgilijus arremessou 69,89 metros em Atenas 2004. O lituano é bicampeão mundial e olímpico.

Longa tradição de disco da Lituânia

O recorde de Alekna é uma prova da tradição profundamente enraizada da Lituânia nesse evento de atletismo. O país tem tido um enorme sucesso com o lançamento de disco.

Embora a história do lançamento de disco na Lituânia tenha começado em 1921, de acordo com a sua emissora nacional LRT, o país não tinha tido sucesso até Romas Ubartas se tornar campeão europeu enquanto representava a União Soviética em 1986. Dois anos depois, ele ganhou a prata nos Jogos Olímpicos de Seul.

Após a independência da União Soviética, Ubartas se tornou o primeiro lituano a ganhar o ouro nos Jogos de Barcelona. Desde então, todas as finais de lançamento de disco nas Olimpíadas contaram com a participação de pelo menos um lituano.

Após o colapso da União Soviética, os lançadores de disco lituanos ganharam cinco medalhas olímpicas, oito mundiais e seis medalhas em campeonatos europeus — nove delas de ouro.

Adicione o recorde de Alekna a uma contagem impressionante de medalhas e você terá uma conquista notável para uma nação de pouco mais de três milhões de pessoas.







terça-feira, 16 de abril de 2024

Gigante cubano Mijail Lopez sonha com um quinto título olímpico



O gigante cubano sonha com um quinto título olímpico e isso não são mais apenas palavras

Ruslan Shamilov | 11 de abril de 2024

Depois que Mijaín López Núñez conquistou seu quarto ouro olímpico em 2021, periodicamente apareciam informações sobre seu desejo de voltar à tela e tentar conquistar as alturas olímpicas pela quinta vez, mas se até recentemente eram apenas palavras, agora é hora de falar sobre o peso pesado cubano que  leva a sério a competição nos Jogos de Paris.
Hoje em dia, o lendário greco-romano, apelidado de El Terrível, treina a plena capacidade em Havana, e já realizou concentrações na Croácia e na Bulgária, onde, após dois anos de inatividade, foi arrastado para o seu processo habitual de treino.

“Estou mais cansado do que antes, meu corpo dói com o esforço, então minha mente tem que estar forte e minha motivação ainda mais forte”, disse o veterano de 41 anos à AFP após um treino de três horas.

O gigante cubano, de 1,98 metros de altura, deu o primeiro passo para a recuperação: estabilizou o peso, que hoje ultrapassa ligeiramente os 130 quilos.

“Acho que o objetivo é alcançável, basta ouvir o treinador e seguir à risca seus planos de treino”, disse o campeão, que sonha em reescrever todos os recordes da modalidade.

López já escreveu seu nome na história do movimento olímpico, ingressando no clube de elite dos recordistas ao lado dos americanos Michael Phelps (natação), Carl Lewis (salto em distância), Al Oerter (lançamento de disco), o dinamarquês Paul Elvström (vela ) e a japonesa Kaori Icho (wrestling), vencedora na mesma modalidade em quatro Jogos consecutivos.

Nas cinco grandes competições dos quatro anos, apenas a patinadora de velocidade holandesa Irene Wüst não teve igual, e se López repetir o feito, ele se tornará o único atleta a consegui-lo nos Jogos Olímpicos de Verão.

O lutador cubano pode bater mais um recorde do “clássico” finlandês Adolf Lundfors, que conquistou o ouro olímpico em 1920 aos 41 anos, seis meses e 12 dias. 
Caso López consiga sua quinta vitória nos Jogos e complete 42 anos duas semanas após o torneio de Paris, ele se tornará o mais velho campeão olímpico de luta livre.

Porém, para chegar aos Jogos de Paris, os Grandes e os Terríveis terão que passar por uma seleção nacional. 
Seu principal concorrente é Oscar Pino, que obteve a licença olímpica para Cuba na primeira tentativa, no Mundial de 2023.
López já escreveu seu nome na história do movimento olímpico, ingressando no clube de elite dos recordistas López terá que se esforçar para provar sua superioridade sobre seu competidor, que se tornou tetracampeão mundial, e se a lenda conseguir vencer Pino novamente, só isso se tornará uma aposta séria para o próximo título olímpico.
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segunda-feira, 15 de abril de 2024

Realizada em Araguatins Formação Continuada Atletismo: Vivências e Experiências



As atividades  da Formação Continuada Atletismo: Vivências e Experiências realizada na Superintendencia Regional de Educação de Araguatins começaram às 17h00  da  sexta-feira, 11 de abril de 2024, nesta cidade.

Participaram da abertura das atividades Joelma Vieira Lopes, Superintendente Regional de Ensino, Elane Santa Rosa e Kadja Maísa Silva, ambas Assessoras de Desporto Escolar e os professores Alfredo Sosa Zamora e Carlos Ricardo dos Santos, que conduziram a capacitação.

Foram momentos ricos, de muita troca e aprendizado, com atividades teóricas e práticas. 

As atividades da  formação continuada  que estão sendo realizadas nas diferentes Superintendências Regionais de Ensino, compreendem as modalidades: Atletismo, Futsal, Handebol e Xadrez e são organizadas pela Superintendência de Desporto Educacional da Secretaria Estadual da Educação do Tocantins, através da Gerência de Capacitação e Formação, comandada por Juceilton Pereira.

Nas atividades participaram professores da rede estadual e municipal de ensino e nas atividades práticas, além deles, participaram também alunos do ensino médio.








terça-feira, 9 de abril de 2024

Velocista jamaicano quebra recorde de Usain Bolt que durava 22 anos; entenda

Nickecoy Bramwell, de 16 anos, é tido como uma das principais promessas do atletismo no país


Nickecoy Bramwell bateu recorde de Usain Bolt em torneio de atletismoFoto: Reprodução/ SportsMax


















Lucas Sanches da Itatiaia








O atletismo da Jamaica pode estar prestes a conhecer mais uma estrela. Nickecoy Bramwell, de 16 anos, quebrou o recorde de Usain Bolt na prova sub-17 dos 400 metros nos Jogos CARIFTA.


O evento é uma competição anual disputada por países do Caribe, nas categorias sub-17 e sub-20. Bramwell completou a prova em 47,26 segundos, superando o recorde anterior de Bolt, que marcou 47,33 segundos na mesma prova em 2002, quanto tinha a mesma idade da promessa jamaicana.

“Desejo conseguir coisas melhores. Sabia que havia batido o recorde. Estou em boas condições, estou me recuperando de lesão e espero fazer grandes coisas durante o resto da temporada”, afirmou Bramwell após a prova.


A ascensão do velocista não é novidade no cenário jamaicano. Já neste ano, Bramwell atingiu 10,94 segundos nos 100m e 21,45 segundos nos 200m.



segunda-feira, 8 de abril de 2024

CPB divulga convocação para Mundial de atletismo paralímpico em Kobe; confira a lista

 


O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) divulgou a convocação de 50 atletas e 10 atletas-guia para o Mundial de atletismo paralímpico em Kobe (JAP), que será realizado de 17 a 25 de maio deste ano. A lista foi anunciada em live transmitida pelo canal do CPB no YouTube na tarde desta segunda-feira, 8, com as presenças do vice-presidente da entidade, Yohansson Nascimento, do diretor de Esportes de Alto Rendimento, Jonas Freire, e do coordenador da modalidade, João Paulo Cunha.

CONFIRA AQUI A CONVOCAÇÃO COMPLETA

A competição no Japão será realizada no mesmo ano dos Jogos Paralímpicos de Paris 2024 após o Comitê Organizador Local (LOC, na sigla em inglês) solicitar ao Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês) o adiamento do Mundial, que seria em 2021, devido à pandemia de coronavírus. Com isso, a cidade japonesa sediará o evento de atletismo no ano posterior ao Mundial de Paris 2023, quando o Brasil teve seu melhor desempenho na história em Mundiais. Foram 47 medalhas no total, sendo 14 ouros, 13 pratas e 20 bronzes.

“Temos uma Seleção Brasileira de atletismo muito forte porque temos um trabalho realizado concomitantemente pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e pelos clubes. Por isso, queremos parabenizar também os clubes, que formam os atletas e dão oportunidades a eles iniciarem nas nossas modalidades por meio de competições como os Meetings Paralímpicos Loterias Caixa que acontecem em todo o território nacional neste ano”, afirmou o vice-presidente Yohansson Nascimento.

“É um momento especial para o esporte paralímpico e para o atletismo. Será um ano bastante diferente. É a primeira vez que um Mundial e os Jogos Paralímpicos acontecem no mesmo ano. Vai ser um grande teste para os atletas. Parabenizamos a todos, inclusive, aos atletas que não foram convocados pelo trabalho realizado”, acrescentou o diretor Jonas Freire durante a transmissão.

Em Kobe 2024, a Seleção Brasileira de atletismo contará com uma delegação quase do mesmo tamanho da equipe que competiu na capital francesa no ano passado, quando o país teve 54 atletas e 11 atletas-guia representantes. Até então esse é o recorde nacional de participação na história da competição.

“Mais uma vez vamos para um Mundial com uma equipe forte, com atletas classificados até o quarto lugar do ranking mundial compilado, além de dois quintos colocados. Kobe será uma etapa importante para os atletas brasileiros competirem com os adversários que vão enfrentar nos Jogos Paralímpicos. Estamos confiantes para esta competição, mas principalmente visando os resultados para Paris 2024”, avaliou o coordenador de atletismo do CPB, João Paulo Cunha.

A composição da delegação brasileira foi feita com base nos critérios de entrada divulgados pelo CPB em janeiro deste ano. Todos os atletas convocados precisaram cumprir com os requisitos mínimos de elegibilidade do World Para Athletics (WPA, entidade ligada ao Comitê Paralímpico Internacional e que rege a modalidade em âmbito mundial) para o Mundial de Kobe 2024.

Em relação à lista para Paris 2023, nove atletas são novidades na convocação desta segunda-feira. Entre eles, o acreano Edson Cavalcante, da classe T37 (paralisia cerebral) e bronze nos 100m nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016; os irmãos rondonienses Kesley e Ketyla Teodoro, ambos da classe T12 (deficiência visual); e a paranaense Aline Rocha, ouro nos 800m T53/T54 (competem em cadeira de rodas) no Parapan de Santiago 2023, e campeã mundial na prova rápida de esqui cross-country no início do ano passado.

“Essas mudanças aconteceram devido ao ranking, que é um dos nossos critérios de entrada pré-definidos de convocação. O ranking oscila bastante e isso é bom porque, desta maneira, não temos uma seleção permanente todo ano. Mas isso não significa que esses atletas também estejam garantidos em Paris 2024”, explicou João Paulo Cunha.

Ao todo, o Brasil já conquistou 262 medalhas na história dos Mundiais de atletismo – sem considerar a participação do país na edição de Birmingham 1998 por falta de dados do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês). Foram 88 ouros, 78 pratas e 96 bronzes.

Três meses depois, a temporada internacional de 2024 do atletismo paralímpico terá os Jogos Paralímpicos de Paris, de 28 de agosto a 8 de setembro.

O atletismo é também a modalidade mais vitoriosa do país na história dos Jogos Paralímpicos. Ao longo de todas as participações brasileiras, obteve a maior quantidade de medalhas para o país, com 170 pódios no total, sendo 48 ouros, 70 pratas e 52 bronzes.

Patrocínios

As Loterias Caixa e a Braskem são as patrocinadoras oficiais do atletismo

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Realizada em Guaraí Formação Continuada Atletismo: Vivências e Experiências




As atividades  da Formação Continuada Atletismo: Vivências e Experiências realizada na Superintendencia Regional de Educação de. Guaraí começaram às 19h00  da  sexta-feira, 05 de abril de 2024, nesta cidade.

Participaram da abertura das atividades  Priscilla Arataque Gomes, Superintendente Regional de Ensino, Wanderlan Dora, Assessor de Desporto Escolar e os professores Alfredo Sosa Zamora e Carlos Ricardo dos Santos, que conduziram a capacitação.

Foram momentos ricos, de muita troca e aprendizado, com atividades teóricas e práticas. 

As atividades da  formação continuada  que estão sendo realizadas nas diferentes Superintendências Regionais de Ensino, compreendem as modalidades: Atletismo, Futsal, Handebol e Xadrez e são organizadas pela Superintendência de Desporto Educacional da Secretaria Estadual da Educação do Tocantins, através da Gerência de Capacitação e Formação, comandada por Juceilton Pereira.

Nas atividades participaram professores da rede estadual e municipal de ensino e nas atividades práticas, além deles, participaram também alunos do ensino médio.

Jogos das semi-finais finais sendo deputados neste final de semana

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