Espanha vence Inglaterra, é campeã da Euro e mantém a 'maldição de Kane'
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segunda-feira, 15 de julho de 2024
Argentina bate Colômbia na prorrogação e levanta 16º título da Copa América
Colaboração para o UOL, em Aracaju
Com gol de Lautaro Martínez na prorrogação, a Argentina venceu a Colômbia por 1 a 0 e se sagrou bicampeã seguida da Copa América, no Hard Rock Stadium, em Miami, nos EUA.
A Argentina havia vencido a última edição da Copa América e agora chega ao seu 16º título, se tornando a maior campeã do torneio centenário. O Uruguai fica para trás, com 15 títulos. O Brasil é o terceiro maior campeão, com nove conquistas.
Com o gol do título, Lautaro Martínez confirmou a artilharia no torneio, com cinco bolas na rede. O gol decisivo redime de vez o atacante argentino, que já sofreu muitas críticas na Albiceleste, perdeu a posição de titular durante a Copa do Mundo do Qatar e sai da Copa América com sentimento de volta por cima.
Messi não brilhou, foi substituído aos prantos com lesão, mas chega ao seu quarto título profissional com a Argentina. Além da Copa América em 2021, ele também venceu a Finalíssima e a Copa do Mundo em 2022. O gênio argentino também conquistou o ouro olímpico em 2008.
Com a derrota na prorrogação, a Colômbia encerra série invicta de 28 jogos. Os Cafeteros foram melhores no primeiro tempo, caíram muito de rendimento na etapa final e viram Lautaro Martínez sair do banco para decidir na prorrogação. Terminam como vice-campeões, com sua melhor campanha desde o único titulo.
A decisão nos EUA ficou marcada por um atraso de 1h22min devido a uma confusão generalizada na entrada dos torcedores. Houve confronto com seguranças e muita correria. Pessoas foram pisoteadas e muitos ficaram feridos.
Confusão atrasa início da final
A final começou com 1 hora e 22 minutos de atraso devido a uma confusão generalizada na entrada dos torcedores. A partida estava inicialmente marcada para as 21h e começou às 22h22 (de Brasília). A organização chegou a fechar os portões do Hard Rock Stadium, em Miami, e policiais entraram em confronto com torcedores. Houve corre-corre no estádio, com muitas pessoas desmaiadas, feridas e até pisoteadas. Cenário de caos total.
Torcedores colombianos e argentinos durante confusão na entrada do Hard Rock Stadium
Imagem: Maddie Meyer/Getty Images
Messi se lesiona e é substituído aos prantos.
Messi precisou ser substituído no segundo tempo e saiu aos prantos. Na primeira etapa, ele sofreu uma pancada forte no tornozelo, que recebeu uma bolsa de gelo logo após a substituição. O capitão argentino, que voltou a chorar no banco e se mostrou muito angustiado até o apito final, sofreu durante toda Copa América com problemas físicos.
Messi chora após ser substituído com dores na final da Copa América
Imagem: Buda Mendes/Getty
Adiós, Di Maria!
O título marca o adeus de Di Maria da seleção argentina: ele se despede como herói das finais. Fez o gol do título da Copa América de 2021, contra o Brasil, no Maracanã, e também deixou o seu na conquista do Mundial em 2022. O mesmo aconteceu na Finalíssima e na conquista do ouro olímpico em Pequim.
Di María em ação na final da Copa América entre Colômbia e Argentina
Imagem: Agustin Marcarian/Reuters
Shakira dá show em intervalo de 27 minutos
Shakira fez um show no intervalo da decisão da Copa América, que durou 27 minutos. O espetáculo de fogos e luzes lembrou o Superbowl — grande final do futebol americano. A cantora colombiana fez uma apresentação de oito minutos, levantando o público no Hard Rock Stadium.
Shakira performando no show do intervalo na final da Copa América
Imagem: Agustin Marcarian/Reuters
Como foi o jogo
Colômbia se impõe e joga melhor no primeiro tempo. Os "Cafeteros" começaram pressionando, se impuseram tática e fisicamente e logo acertaram a trave. Com Ríos e James ditando o ritmo no meio de campo, a Argentina sofreu para ficar com a bola e criar boas oportunidades. Muito marcado, Messi apareceu bem pela primeira vez em cruzamento rasteiro de Di Maria, mas teve chute cortado. Jogo pegado, com muita marcação e poucas chances de gol na primeira etapa.
Argentina melhora, domina o segundo tempo, mas perde Messi. A Albiceleste melhorou na etapa final, anulou o meio de campo da Colômbia e passou a ter o controle da bola. Quando tomava conta do jogo, Messi sentiu lesão e precisou sair. Nico González substituiu o camisa 10 e chegou a balançar as redes, mas estava impedido. A Colômbia seguiu assustando nas bolas paradas (sempre pelos pés de James), mas caiu muito de rendimento. Zero no placar, prorrogação!
Gols e lances importantes
Colômbia carimba a trave. Os Cafeteros chegaram com muito perigo com apenas seis minutos. James lançou, Santiago Arias desviou de cabeça e Córdoba pegou bonito para acertar a trave de Dibu Martínez.
Argentina chega com perigo. Aos 19 minutos, Messi iniciou jogada pelo meio e abriu na esquerda para Di Maria, que cruzou de volta na entrada da área. O camisa 10 chapou de primeira, mas a bola amorteceu em Álvarez e ficou nas mãos de Vargas.
Lerma assusta de longe. Aos 32 minutos, o volante colombiano acertou uma bomba de longe e forçou Dibu Martínez a fazer ótima defesa. O goleiro argentino buscou na ponta dos dedos e mandou para escanteio.
Uhhh! Logo no no início do segundo tempo, o lateral Santiago Arias aproveitou sobra de bola na direita, encheu o pé e a bola passou muito perto da trave argentina. Quase.
Di Maria para em Vargas. Aos 13 minutos, o craque argentino recebeu na ponta, balançou para cima da marcação e chutou de canhota no cantinho, mas o goleiro colombiano defendeu.
Argentina tem gol impedido. Nico González marcou aos 29 minutos, mas Tagliafico (que deu a assistência) estava impedido na origem do lance. Gol corretamente anulado em campo.
Lautaro marca e dá título à Argentina. Aos seis minutos do segundo tempo da prorrogação, Lautaro recebeu bola enfiada pela direita e deslocou Vargas com chute cruzado no alto. Decisivo! Matador!
Ficha Técnica
Argentina 1 x 0 Colômbia
Competição: Copa América (Final)
Local: Hard Rock Stadium (Miami, EUA)
Data e hora: Domingo (14 de julho), às 21h (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus
Assistentes: Bruno Raphael Pires e Rodrigo Figueiredo Henrique Correa
VAR: Rodolpho Toski
Cartões amarelos: Córdoba (Colômbia); Mac Allister (Argentina)
Gols: Lautaro Martínez, aos 6 minutos do segundo tempo da prorrogação.
Argentina: Dibu Martínez; Montiel (Molina), Lisandro Martínez, Romero, Tagliafico; Mac Allister (Paredes), De Paul, Enzo Fernández (Lo Celso); Di María (Otamendi), Messi (Nico González) y Julián Álvarez (Lautaro Martínez). Técnico: Lionel Scaloni.
Colômbia: Vargas; Santiago Arias, Cuesta, Sánchez, Mojica; Richard Ríos (Castaño), Lerma (Mateus Uribe); John Arias (Carrascal), James Rodríguez (Quintero), Luis Díaz (Borja); Córdoba (Borré). Técnico: Néstor Lorenzo.
quinta-feira, 11 de julho de 2024
CONMEBOL Copa América USA 2024™: Designações de Árbitros para a Final e o 3º lugar
Designação de árbitros para a Final de Argentina vs. Colômbia e o jogo pelo Terceiro Lugar de Canadá vs. Uruguai.
A Comissão de Árbitros da CONMEBOL anunciou as designações dos árbitros para a Final e o jogo pelo Terceiro Lugar da CONMEBOL Copa América USA 2024™.
Os jogos envolvidos são: Argentina vs. Colômbia no dia 14 de julho e Canadá vs. Uruguai no dia 13 de julho.
Argentina x Colômbia (Final)
Árbitro: Raphael Claus (BRA) Árbitro assistente N°1: Bruno Pires (BRA) Árbitro assistente N°2: Rodrigo Correa (BRA) Quarto árbitro: Juan Benitez (PAR) Quinto árbitro: Eduardo Cardozo (PAR) VAR: Rodolpho Toski (BRA) AVAR: Danilo Manis (BRA)
Canadá x Uruguai (Terceiro Lugar)
Árbitro: Alexis Herrera (VEN) Árbitro assistente N°1: Lubin Torrealba (VEN) Árbitro assistente N°2: Alberto Ponte (VEN) Quarto árbitro: Gery Vargas (BOL) Quinto árbitro: Bruno Boschilia (BRA) VAR: Derlis López (PAR) AVAR: Milciades Saldivar (PAR)
As designações completas dos árbitros: Aqui
Cubanos em Paris por diferentes bandeiras
Atletas cubanos que competirão por outras bandeiras em Paris 2024.Foto © Cortesia CiberCuba
Muitos me têm perguntado quantos atletas cubanos viajarão para Paris sob outras bandeiras e aqui menciono alguns.
Eu acredito que ninguém duvida que quando um atleta cubano sobe ao topo do pódio, vê sua bandeira se elevar e ouve o hino de Bayamo; esse momento é incomparável, emocionante e não apenas para aqueles que amam o esporte, mas para todos que se sentem cubanos.
Antes, há apenas alguns anos, esse era o propósito principal e final de um período de esforço e dedicação com o objetivo de competir em um Campeonato Mundial, nos Jogos Olímpicos, em um evento específico.
As coisas mudaram e, enquanto alguns se lançam em uma corrida desenfreada de insultos e palavras ofensivas como "traição", "esquecimento dos preceitos incutidos por décadas", outros, felizmente a maioria, acolhem as vitórias que nossos obtenham, estejam onde estiverem.
Os tempos dos Figuerola e Juantorena, dos Pedro Chappé e Jabao Herrera, dos Pérez Vento e Diago, dos Teófilo e Horta não são os atuais.
E não é um problema de Cuba; não, a questão é global. Seleções de futebol na Europa repletas de excelentes jogadores africanos; sangue latino injetado nas veias do esporte espanhol, português, italiano. Até a sempre potente equipe dos Estados Unidos tem admitido atletas de outras nações em busca de melhorar aquelas disciplinas em que não são fortes.
Em relação ao tema, muitos me perguntaram quantos atletas cubanos viajarão para Paris sob outras bandeiras e aqui menciono alguns; sei que nem todos, mas pelo menos alguns dos quais estaremos desfrutando, embora o hino de Bayamo não deixe escutar seus acordes, embora esse campeão cubano seja incapaz de entoar o hino que defendeu.
Começo pelos saltadores triplos, cuja final olímpica poderia contar com até sete representantes da escola cubana de salto triplo: o campeão de Tóquio, Pedro Pablo Pichardo por Portugal; Jordan Díaz, que acabou de vencer o Europeu pela Espanha com a marca de 18 metros e 18 centímetros; Andy Díaz, vencedor das duas últimas edições da Liga Diamante competindo pela Itália, e pelo Azerbaijão, o veterano Alexis Copello, que ainda não atingiu a marca mínima para os Jogos Olímpicos, mas que, conforme me confessou, espera ansiosamente pelo meeting do próximo dia 23, quando poderá alcançar o tão almejado registro que o lançará para Paris.
Jordan Díaz / Cortesia CiberCuba
Cuba será representada por Lázaro Martínez e Christian Atanay Nápoles, e ainda poderia ser Andy Hechevarría, que está lutando pela classificação no ranking. Embora Copello tenha uma tarefa difícil... impossível não é!
A velocista Arialis Gandulla, agora portuguesa, ficou em quinto lugar no Campeonato Europeu de Atletismo Indoor de Istambul 2023, a lançadora de dardo Yulenmis Aguilar pela Espanha e o experiente Yasmani Copello, terceiro nos 400 metros com barreiras nos Jogos Olímpicos do Rio 2016 representando a Turquia, são outros que poderiam animar a pista e campo em Paris.
Segundo as palavras de Copello para esta repórter, após obter a marca olímpica no último Campeonato Mundial em Budapeste, a estratégia dele e do treinador é competir pouco; apenas uma corrida, no Europeu com o tempo de 50 segundos e 57 centésimos: "corri com muita carga, espero por Paris e ter outro ano fenomenal", disse o experiente corredor de barreiras... que não foi querido em Cuba!
No boxe, enquanto Cuba não apresenta uma equipe completa, pois são cinco os pugilistas que alcançaram o bilhete olímpico de sete possíveis e sem nenhuma mulher em sua delegação, outros cinco cubanos competirão com outras cores e não seria surpreendente um confronto entre cubanos em alguma divisão.
O habanero Enmanuel Reyes, todo um espetáculo no ringue, representará a Espanha enquanto o matancero Javier Ibáñez o fará pela Bulgária, ambos com apresentações recentes e triunfantes em Madrid.
Reyes Pla superou por decisão unânime nos 91 quilos ao uzbeque Abdullaev Shohjahon, na revanche da luta, enquanto nos 57, o espanhol José Quiles derrotou por decisão dividida o agora búlgaro Ibáñez, conquistando o Cinturão do Campeonato Europeu da IBA.
Reyes é conhecido por sua disputa com Julio César La Cruz nos Jogos de Tóquio 2020; Ibáñez, de 26 anos, emigrou com um título mundial juvenil em 2014, precisamente na Bulgária, país que ele representa atualmente, e outra medalha de ouro nos Jogos Olímpicos da Juventude em Nanjing, China.
Outro que não estará com a equipe cubana é o pinarenho Loremberto Alfonso, enquanto cerca de 26 treinadores (talvez algum escape) que seja por iniciativa própria ou por meio do Cubadeportes (os menos) irão a Paris para treinar os cantos de boxeadores estrangeiros.
Alguns são: Ernesto Aroche e Esteban Cuéllar, que guiarão seus discípulos espanhóis; por França, Mariano González e Humberto Orta; por Bulgária, Joel Soler. O professor Pedro Roque por Azerbaijão; Pedro Granados e José Luis Frómeta por Sérvia.
Na China, há três: os professores Raúl Fernández e Julián Ricardo Cedeño, bem como o monarca olímpico Maikro Romero. Os pugilistas do Marrocos são treinados por Juan Carlos Maestre. Em nosso continente, a República Dominicana, o Equador e a Colômbia contam com treinadores cubanos no esporte de boxe. Atletas e treinadores têm saído em busca de um bem-estar que não podem encontrar em seus países, e a verdade é que o número está aumentando cada vez mais, um fenômeno apoiado por familiares e amigos.
Em Uzbequistão, treinam dois treinadores contratados por Cubadeportes, Enrique Steyners e Julio Lee.
E se falarmos de técnicos, o campo e a pista têm alguns: o saltador Iván Pedroso e Alexander Navas, que residem em Espanha; Yansen Pérez, República Dominicana e vários que estão na Índia.
Em relação à luta, também estarão presentes gladiadores cubanos combatendo por outras bandeiras. Tais são os casos de Néstor Almanza Junior, 67 quilos, e Yasmani Acosta, 130 na modalidade clássica, ambos representando o Chile.
E se falamos não apenas dos cubanos em outras delegações, mas dos possíveis campeões e medalhistas, vamos nos referir ao voleibol, no qual Wilfredo "El Rey" León lidera a melhor equipe atualmente, Polônia; Yoandy Leal faz o mesmo pelo Brasil, Melissa Vargas, a melhor jogadora do planeta em 2023, representa a Turquia; e no levantamento de peso, Oscar Reyes, um dos favoritos nos 81 quilos, representa a Itália, assim como em outros esportes como atletismo, boxe e canoagem.
Melissa Vargas / Cortesia CiberCuba
Em Tóquio, a presença cubana vinda da ilha foi reduzida: 69 atletas, aos quais se juntaram 22 que competiram por outras equipes e muitos que competiram pelos Estados Unidos com raízes cubanas.
Por último, o canoísta Fernando Dayán e o levantador de peso Ramiro Mora integram a equipe olímpica de refugiados que participará nos jogos de verão.
Fernando Dayán / Cortesia CiberCuba
Dayán Jorge é, juntamente com Serguey Torres, campeão olímpico em Tóquio no C2 a mil metros, campeão continental em Lima 2019 e multimedalhista mundial; o halterofilista voltou a treinar na Inglaterra, após vários anos afastado dos pesos e ter se aventurado no circo.
Vários têm questionado a presença de ambos em uma equipe destinada a ser a única possibilidade para atletas que não são acolhidos por seus países de origem; mas o conceito de refugiados é muito mais amplo.
Refugiado é uma pessoa que se encontra fora de seu país ou lugar de origem por temores fundamentados de perseguição por motivos étnicos, religiosos, nacionais, filiação a um grupo social ou opiniões políticas; ou por razões de força maior como catástrofes, guerras ou desastres naturais, e que não pode ou não deseja solicitar a proteção de seu país para poder retornar.
Acredito que não poderia ser mais claro. É muito simples perceber que, para fazer parte de uma equipe de CUBA em qualquer disciplina, é necessário comungar com a ideologia dominante. Se não concordas, não competes. Então, por que alguns ficaram chateados? O que eu acho é que as duas competidoras de lançamento de disco, Denia Caballero e Yaimé Pérez Téllez, também poderiam ter sido aceitas.
Os Jogos Olímpicos de Paris 2024 têm todas as condições para quebrar o recorde de atletas nascidos em Cuba que competirão sob as bandeiras de outros países do mundo, muitos deles com boas chances de obter medalhas.
No final, o país de alguém é o mundo; "pátria é humanidade", como disse Martí e amigos, cubano é cubano, independentemente das cores. Apenas desejo o triunfo de todos os cubanos em Paris, os de cá, os de lá, os de acolá.
Brasil vai aos Jogos Olímpicos com 43 representantes no atletismo
Além dos 15 atletas que conquistaram índice olímpico e das cinco vagas do revezamento, 23 atletas vão a Paris pelo ranking da World Athletics
Por Redação do ge — Rio de Janeiro, Brasil
O Brasil já conhece os 43 nomes do atletismo que estarão nas Olimpíadas de 2024. Com a confirmação da Confederação Brasileira de Atletismo (CBA), outros 23 nomes se juntaram aos 15 atletas que conquistaram índice olímpico, com cinco vagas do revezamento fechando a lista de representantes brasileiros na competição. Veja quem são eles:
Vitória Rosa é ouro nos 100m do Ibero-Americano — Foto: Divulgação
Lista de classificados com índice olímpico
Todos os 15 atletas da lista conseguiram marcas abaixo do índice olímpico durante o ciclo de preparação para os Jogos e garantiram vaga nas Olimpíadas.
Izabela Silva – lançamento do disco feminino
Viviane Lyra – marcha atlética 20km feminino e revezamento misto
Érica Sena – marcha atlética feminina 20km feminino
Erik Cardoso – 100m rasos masculino e revezamento 4x100m masculino
Felipe Bardi – 100m rasos masculino e revezamento 4x100m masculino
Lucas Carvalho – 400m rasos masculino e revezamento 4x400m masculino
Alison dos Santos – 400m rasos e 400m com barreiras masculino e revezamento 4x400m masculino
Matheus Lima – 400m rasos, 400m com barreiras e revezamento 4x400m masculino
Rafael Pereira – 110m com barreiras
Eduardo de Deus – 110m com barreiras
Almir Júnior – salto triplo masculino
Caio Bonfim – marcha atlética 20km masculino e revezamento misto
Daniel Nascimento – maratona masculina
Darlan Romani – arremesso de peso masculino
Luiz Maurício da Silva – lançamento de dardo
Felipe Bardi passa o bastão para Erik Felipe Cardoso na semifinal do 4x100m no Mundial de Budapeste — Foto: Wagner Carmo/CBAt
Lista de classificados para o revezamento
O Brasil também se classificou para a disputa dos revezamentos 4×100m e 4×400m rasos masculino. Com isso, tem direito a seis vagas por prova. No 4×100m, o Brasil já tem quatro classificados (Paulo André, Felipe Bardi, Erik Cardoso e Renan Gallina), então restaram dois lugares, mas apenas Gabriel Garcia foi convocado. Já no revezamento 4×400m, são mais três vagas brasileiras para a lista final, já que Matheus Lima, Lucas Carvalho e Alison dos Santos estão garantidos.
Gabriel Garcia – revezamento 4 x 100m masculino
Douglas Hernandes Mendes – revezamento 4 x 400m masculino
Lucas Villar – revezamento 4 x 400m masculino
Jadson Erick Lima – revezamento 4 x 400m masculino
Equipe do revezamento 4x100m do atletismo do Brasil: Renan Gallina, Paulo André Camilo, Jorge Vides, Rodrigo Nascimento, Felipe Bardi e Eric Felipe — Foto: Marcel Merguizo
Lista de classificados pelo ranking da World Athletics
Por fim, confira a listagem dos últimos nomes confirmados nos Jogos. A lista é formada pelos atletas que não conquistaram o índice durante o ciclo olímpico, mas garantiram vaga através do ranking da Federação Internacional de Atletismo.
Vitória Rosa – 100m feminino
Ana Carolina Azevedo – 100m e 200m feminino
Flávia Maria de Lima – 800m feminino
Chayenne da Silva – 400m com barreiras feminino
Tatiane Raquel da Silva – 3000m com obstáculos feminino
Valdileia Martins – salto em altura feminino
Juliana Campos – salto com vara feminino
Eliane Martins – salto em distância feminino
Gabriele Santos – salto triplo feminino
Andressa de Morais – lançamento de disco feminino
Jucilene de Lima – lançamento de dardo feminino
Ana Caroline Silva – arremesso de peso feminino
Gabriela de Sousa – marcha atlética 20km feminino
Lorraine Martins – 200m feminino
Tiffani Marinho – 400m feminino
Lissandra Campos – salto em distância
Paulo André – 100m masculino e revezamento 4x100m masculino
Renan Gallina – 200m masculino e revezamento 4x100m masculino
Fernando Ferreira – salto em altura masculino
Lucas Marcelino – salto em distância
Wellington Morais – arremesso de peso
Pedro Henrique Nunes – lançamento de dardo
Matheus Corrêa – marcha atlética 20km masculino
José Fernando Santana – decatlo
Paulo Andre Camilo antes da largada do revezamento 4x100 na semifinal do Mundial de Atletismo de Budapeste — Foto: Steph Chambers/Getty Images
O atletismo nas Olimpíadas de Paris
Em Paris 2024, o atletismo acontece entre os dias 1 e 11 de agosto. O Stade de France recebe os eventos de campo e pista, enquanto Pont d'Iena sedia a marcha atlética. A largada da maratona, por sua vez, acontece no Hôtel de Ville.
segunda-feira, 8 de julho de 2024
Praia do Dominguinhos, em Paranã, recebe programação esportiva desenvolvida pelo Governo do Tocantins
Praia do Dominguinhos, em Paranã, recebeu a abertura do projeto Esporte Verão - Foto: Taianne Moreira / Governo do Tocantins
Etapa de abertura do projeto Esporte Verão reuniu atletas de Palmas, Paranã, Arraias, Porto Nacional e Porangatu (GO)
por Taianne Moreira / Governo do Tocantins
O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado dos Esportes e Juventude (Seju), realizou nesse sábado, 6, e domingo, 7, na praia do Dominguinhos, em Paranã, a abertura da 2ª edição do projeto Esporte Verão, com as disputas do voleibol feminino e masculino. Torneio contou com premiações em dinheiro e troféus.
A etapa em Paranã também reuniu atletas de Palmas, Arraias, Porto Nacional e Porangatu (GO). O objetivo do evento é levar lazer e entretenimento para os turistas, atletas amadores e profissionais, desportistas e a população em geral.
O secretário de Estado dos Esportes e Juventude, Atos Gomes, reforçou a importância de fomentar as modalidades esportivas nesse periodo de veraneio no Tocantins. “O Esporte Verão já é tradição na temporada de praias. Durante o mês de julho levamos lazer e entretenimento para os desportistas. As programações esportivas ajudam a desenvolver a economia local e esse é o compromisso do Governo do Tocantins”, disse.
Jacson Alves Cardoso, de Porto Nacional, consagrou-se um dos campeões da etapa de Paranã. “Para nós é muito importante prestigiar e representar a nossa cidade. Além disso, essa programação esportiva incentiva a garotada a participar”, reforçou.
As irmãs Luciene e Janykelle, de Arraias, consagraram-se campeãs da etapa de Paranã. “Estamos novamente participando da temporada de praia em Paranã e a importância do projeto Esporte Verão é que mobiliza o esporte no estado do Tocantins, é uma necessidade que temos e ativa os esportes de areia. É um projeto que traz um diferencial para as cidades”, explicou Janykelle Ribeiro.
Próximas etapas
O Esporte Verão também contemplará as modalidades de beach soccer e futevôlei. A programação conta a parceria da Federação Tocantinense de Futevôlei (FTFV).
A programação segue nos dias 13 e 14 de julho com o futevôlei na Praia de Luzimangues (Porto Nacional) e o vôlei na praia dos Borges, em Novo Acordo. Nos dias 20 e 21, será a vez de Caseara receber as disputas do beach soccer e Tupiratins realizar as competições de futevôlei. Já nos dias 27 e 28 de julho, terão as partidas de beach soccer em Rio dos Bois e as disputas de futevôlei em Filadélfia e Araguacema.
Julio Cezar e Jacson Alves consagraram-se campeões da etapa de abertura do projeto Esporte Verão - Foto: Sued Henrique / Governo do Tocantins
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