terça-feira, 30 de julho de 2024

Curso de Arbitragem de Handebol acontece em Palmas em inícios de setembro



O Curso de Formação para Árbitros de Handebol e atualização de Regras acontece em Palmas em inícios de setembro. Ele será ministrado por Adriano Alves Rocha, Árbitro Internacional - IHF.



O curso será de 05 a 08 de setembro é uma Realização do Handmax e Diretoria de Arbitragem da Liga Tocantinense de Handebol e Apoio da Soul Gestao Esportiva, Federação Tocantinense de Desporto Escolar - FTDE no nome do Lécio Guimarães, seu presidente.

A Handemax informa que está a disposição para eventuais parcerias e apoios.



Adriano Alves Rocha é Profissional de Educação Física, Árbitro Internacional de Handebol, Docente Universitário e Membro do (LABIN) Laboratório de Biomecânica e Instrumentação Faculdade de Ciências Aplicada UNICAMP.

Fundador e CEO da Handebol EM FOCO - Startup voltada para o processo de ensino e aprendizagem do Handebol. Através da Internet tem compartilhado toda a sua experiência para os amantes e praticantes da modalidade desde 2017.



Pix para pagamento da inscrição: 63992289505





 

Cuba, a ilha dos campeões olímpicos

Desde o advento da Revolução em 1959, Cuba fez do desenvolvimento do esporte uma prioridade nacional, tornando-se uma referência mundial

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Bandeira de Cuba (Foto: Reprodução)


Por Salim Lamrani, Universidade de La Reunião - Antes de 1959, Cuba tinha um registro modesto de cinco medalhas olímpicas, quatro delas de ouro, conquistadas em Paris em 1900, Saint-Louis em 1904 e Londres em 1948. Naquela época, o esporte estava longe de ser uma prioridade do governo, e as poucas instalações esportivas da ilha estavam concentradas na capital e reservadas à burguesia. A grande maioria da população era, portanto, excluída de qualquer acesso ao esporte.

Quando Fidel Castro chegou ao poder, o governo revolucionário introduziu uma política nacional de inclusão social, proporcionando acesso universal à educação, saúde, cultura, lazer e esporte. Em 1961, foi criado o Instituto Nacional de Esportes, Educação Física, Esporte e Lazer (INDER), lançando um programa nacional de desenvolvimento esportivo, com uma política de identificação dos melhores talentos. Instalações públicas gratuitas, acessíveis ao maior número possível de pessoas, foram construídas em todo o país, e a educação física e esportiva foi ensinada em todas as escolas da mesma forma que qualquer outra matéria. Assim, o esporte tornou-se um direito do povo e deixou de ser um privilégio reservado a uma minoria. 

Cuba fez a escolha política de abraçar o espírito olímpico ao banir o esporte profissional, que estava cheio de dinheiro, em 1962, e obteve resultados espetaculares. Depois de resultados discretos nos Jogos de Tóquio em 1964 (1 medalha de prata) e na Cidade do México em 1968 (4 medalhas de prata), a ilha caribenha colheu os frutos de seu compromisso com 8 medalhas em Munique em 1972 (3 de ouro, 1 de prata e 4 de bronze), 13 medalhas em Montreal em 1976 (6 de ouro, 4 de prata e 3 de bronze) e 20 medalhas em Moscou em 1980 (8 de ouro, 7 de prata e 5 de bronze).

Por motivos políticos, Cuba não participou dos Jogos Olímpicos de 1984 em Los Angeles e dos Jogos Olímpicos de 1988 em Seul. Após uma longa ausência de doze anos, a ilha triunfou nos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992. Apesar das sérias dificuldades causadas pelo colapso da União Soviética, a ilha conquistou um total de 31 medalhas, incluindo 14 de ouro, 6 de prata e 11 de bronze, ficando em quinto lugar no mundo, logo atrás da nova Comunidade de Estados Independentes (CEI), dos Estados Unidos, da Alemanha e da China.

Em 1996, nas Olimpíadas de Atlanta, Cuba, duramente atingida pelo desaparecimento de seu parceiro histórico, a União Soviética, e pelo recrudescimento das sanções econômicas por parte de Washington, continuou a aproveitar seu sucesso e obteve resultados notáveis, apesar do “Período Especial de Paz”. Com um total de 25 medalhas, incluindo 9 de ouro, 8 de prata e 8 de bronze, a pequena ilha do Caribe subiu para o 8º lugar no ranking mundial, atrás dos Estados Unidos, Rússia, Alemanha, China, França, Itália e Austrália.

Os Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000, e Atenas, em 2004, também foram grandes sucessos para Cuba, com 29 medalhas (11 de ouro, 11 de prata e 7 de bronze) e 27 medalhas (9 de ouro, 7 de prata e 11 de bronze), respectivamente. Nas Olimpíadas de Pequim de 2008, Cuba ganhou 30 medalhas (3 de ouro, 10 de prata e 17 de bronze) e 15 medalhas (5 de ouro, 3 de prata e 7 de bronze) nas Olimpíadas de Londres de 2012. Finalmente, nas Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016, a ilha ganhou 11 medalhas (5 de ouro, 2 de prata e 4 de bronze), enquanto seu recorde nas Olimpíadas de Tóquio de 2020 é de 15 medalhas (7 de ouro, 3 de prata e 5 de bronze) e um notável 14º lugar. 

Cuba, o melhor país latino-americano em medalhas olímpicas

No período de 1896 a 2021, Cuba está em primeiro lugar na América Latina com um total de 235 medalhas, incluindo 84 de ouro, 69 de prata e 82 de bronze. A ilha não tem rivais no continente. O Brasil, um gigante demográfico com uma população de mais de 200 milhões, ficou em segundo lugar com 150 medalhas. A Argentina está em terceiro lugar, com 77 medalhas. O México está em quarto lugar, com 73 medalhas, e a Colômbia está em quinto, com 34. Em termos de medalhas de ouro olímpicas per capita, Cuba, com uma população de 11 milhões de habitantes, está em primeiro lugar no mundo.

O boxe é o esporte número um de Cuba, com nada menos que 78 medalhas olímpicas em seu nome, incluindo 41 de ouro, 19 de prata e 18 de bronze. As lendas Teófilo Stevenson e Félix Savón escreveram a história da nobre arte ao serem tricampeões olímpicos. Eles são mais lembrados por terem recusado somas astronômicas de vários milhões de dólares para se tornarem profissionais. Stevenson recebeu a oferta de cinco milhões de dólares em troca de uma luta contra Mohamed Ali, mas preferiu permanecer fiel “à afeição de seu povo”. Durante sua histórica visita a Cuba em 1991, logo após sua libertação da prisão, Nelson Mandela, um grande fã de boxe, pediu a Fidel Castro para conhecer Stevenson, um de seus boxeadores favoritos. Felix Savón, por sua vez, foi abordado pelo famoso promotor Don King sobre uma luta contra Mike Tyson, então no auge de seu poder, em troca de uma bolsa de 10 milhões de dólares. Sua resposta foi idêntica: “Eu jamais trocaria o amor e o carinho do meu povo por todos os milhões do mundo”. 

Cuba ganhou 45 medalhas olímpicas no atletismo, incluindo 11 de ouro, 14 de prata e 20 de bronze. A luta livre e o judô são o terceiro e quarto esportes olímpicos da ilha, com 27 medalhas (11 de ouro, 6 de prata e 10 de bronze) e 37 medalhas (6 de ouro, 15 de prata e 16 de bronze), respectivamente. A lenda da luta greco-romana Mijaín López ganhou quatro medalhas de ouro olímpicas e está em busca de um quinto título histórico. 

Para os Jogos Olímpicos de Paris 2024, Cuba está enviando uma modesta delegação de 61 atletas (27 mulheres e 34 homens). É verdade que a fuga de atletas para outros países com mais recursos prejudicou seriamente a ilha, que enfrenta atualmente uma das mais graves crises econômicas de sua história, principalmente devido ao estado de sítio imposto pelos Estados Unidos. Nada menos que 21 cubanos nascidos e criados na ilha defenderão as cores de outras 14 bandeiras (Espanha, Itália, Portugal, Bulgária, Estados Unidos, Canadá, Turquia, Chile, Porto Rico, Azerbaijão, Polônia, Brasil, Bélgica e o COI). Mas Cuba, a ilha dos campeões olímpicos, acostumada à adversidade e que, como sempre, fez da resiliência uma segunda natureza, defenderá com orgulho as cores de sua bandeira e de seu povo. 

Salim Lamrani é doutor em Estudos Ibéricos e Latino-Americanos pela Universidade de Sorbonne e professor de História da América Latina na Universidade de La Reunião, especializado nas relações entre Cuba e os Estados Unidos.

sexta-feira, 26 de julho de 2024

 Olimpíadas

Atletas vencem recurso e são liberados a competir em Paris a 3h da abertura 


Imagem: Reprodução/Instagram/maxbatista_rw/wcarmo14

Max Batista, da marcha atleta, foi um dos três brasileiros autorizados a competirem nos Jogos Olímpicos de Paris após recurso.

Demétrio Vecchioli * Do Olhar Olímpico, em Paris.

A Corte Arbitral do Esporte liberou há pouco três brasileiros para participarem dos Jogos Olímpicos de Paris. Hygor Gabriel, Max Batista e Lívia Avancini haviam sido barrados por não terem sido submetidos a três testes antidoping surpresa.

A exigência havia sido imposta em março a atletas de somente quatro países, entre eles o Brasil, que não apresentaram uma média de testes/pessoa considerada adequada pela World Athletics nos últimos campeonatos Mundiais.

Depois que a regra impediu a inscrição de Max, da marcha atlética, Lívia, do arremesso de peso, e Hygor, do 4x100m, a CBAt a contestou no tribunal de urgência da Corte Arbitral do Esporte instalado para os Jogos de Paris. 

Como forma de pressão, a CBAt trouxe os três a Paris ainda na segunda-feira passada, antes do restante da delegação, e sem tornar isso público. Durante a semana, a defesa da CBAt, feita pelo advogado Marcelo Franklin, conseguiu uma liminar para eles participarem da Cerimônia de Abertura.

Hoje veio a decisão que os autoriza a competir.

Após mais de cinco horas de audiência, iniciada na manhã de hoje em Paris na sede do Tribunal Federal Francês, foi proferida a decisão dando ganho de causa aos três atletas brasileiros. Foi rejeitada a preliminar do Comitê Olímpico Internacional de que a matéria não era de competência do Tribunal do CAS das Olimpíadas de Paris, e no mérito foram rejeitadas as alegações da World Athletics no sentido de que tinha direito de aplicar aos atletas brasileiros requisitos de elegibilidade superiores a aqueles requisitos aplicados aos atletas de outros países. Foi uma grande vitória, os atletas estão muitos emocionados por poderem participar dos Jogos e realizar o sonho olímpico deles.

Marcelo Franklin, advogado da CBAt

Durante o processo, uma atleta chilena, Natalia Duco, e um húngaro, Bence Venyercsan, entraram como partes interessadas, já que eles herdaram as vagas dos brasileiros inicialmente. Agora eles estão fora da Olimpíada.

Cerimônia de abertura da Olimpíada de Paris-2024: onde assistir, horário e como vai ser

 


A inovação faz com que a cerimônia seja gratuita para grande parte dos espectadores

 por Estadao Conteudo

A Olimpíada de Paris-2024 começa nesta sexta-feira com uma novidade. Pela primeira vez na história, a cerimônia de abertura vai acontecer fora de um estádio. O aguardado evento acontecerá no Rio Sena e os atletas vão desfilar em barcos. A inovação faz com que a cerimônia seja gratuita para grande parte dos espectadores.

Durante o percurso pelo rio, de aproximadamente seis quilômetros, os quase 100 barcos com cerca de 10.500 atletas vão passar por símbolos da capital francesa, como o Museu do Louvre, a Catedral de Notre Dame e o Grand Palais. O trajeto termina em frente à Torre Eiffel, onde a pira olímpica vai ser acesa e onde serão realizados os protocolos oficiais.

COMO VAI SER A CERIMÔNIA DE ABERTURA

Tradicionalmente, a Grécia, por ter sido o país que deu origem à Olimpíada, é a primeira delegação a desfilar. A expectativa é que a segunda equipe a percorrer o Rio Sena, repetindo o que aconteceu nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2021, sejam os atletas refugiados, que disputam a competição pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).

A partir daí, a entrada ocorre seguindo a ordem alfabética, de acordo com o alfabeto da sede, no caso a França. O formato é o mesmo do Brasil, já que ambos seguem o alfabeto latino, com 26 letras. Seguindo a tradição, o país-sede é quem fecha o desfile.

DATA E HORA

A cerimônia terá início às 14 horas, pelo horário de Brasília, desta sexta-feira, dia 26 de julho, na capital francesa.

ONDE ASSISTIR

Globo (TV aberta)

SporTV (TV fechada)

Globoplay (streaming)

CazéTV (streaming)

Leia Também: Veja o que assistir nesta quinta-feira (25) nas Olimpíadas Paris-2024

quinta-feira, 25 de julho de 2024

 Onde assistir?

Quando começa o atletismo nas Olimpíadas 2024? Veja horário e onde assistir

Do UOL, em São Paulo



Alison dos Santos durante prova da Diamond League em Paris

Imagem: Reprodução/Chiara Montesano/Diamond League

O atletismo nas Olimpíadas de Paris começa no dia 1º de agosto, às 2h30, com a prova de 20 km da marcha atlética masculina. As competições vão até o dia 11 de agosto, quando ocorre a maratona feminina.

Atletismo em Paris

1ª dia de competições

2h30 - Marcha Atlética 20 km - Masculina

4h30 - Marcha Atlética 20 km - Feminina

Onde assistir aos jogos

A TV Globo e a CazéTV têm os direitos de transmissão da principal competição do planeta.

Uma das grandes esperanças de medalha pelo Brasil, Alison do Santos, o Piu, estreia no dia 5 de agosto, quando começam as baterias dos 400m com carreira. Se tudo ocorrer bem, o brasileiro disputaria a final da modalidade no dia 9 de agosto, às 16h45 (de Brasília).


quarta-feira, 24 de julho de 2024

FTFS abre Inscrições para o Estadual SUB 09 e SUB 11 de Futsal


Inscrições Abertas para as Bases SUB 09 e SUB 11

ASCOM FTFS

Estadual SUB 09 e SUB 11 , Inscrições Abertas. Garante Vara para a Taça Brasil de Futsal 2025 - CBFS

A Diretoria Técnica da FTFS abre inscrições para as categorias de Base SUB 09 e SUB 11. 

As equipes terão do dia 30/07 a 25/08 para inscrever seus atletas para participarem da competição. 

Início da Competição acontecerá no final de semana dos dias 12 a 15 de setembro de 2024, e será realizada na quadra poliesportiva do 6º BMP em Taquaralto - Palmas Tocantins

A equipe campeã da Categoria garante a Vaga para a Taça Brasil de Clubes de 2025. 


Inscrição:  30/07 a 25/08/2024
Data da Competição: 12 a 15 de setembro de 2024
Local:  Quadra Poliesportiva do 6º BPM - Palmas-TO 

Quantidade Mínima de Equipes: 06
Valor de Inscrição: R$ 500,00 


Informações: Converse com FTFS Departamento Técnico no WhatsApp: (63) 99122-9397 (José Eduardo) 


Realização: FEDERAÇÃO TOCANTINENESE DE FUTEBOL DE SALÃO 

Apoio:  Bolas Kagiva "A BOLA OFICIAL DO FUTSAL TOCANTINENSE" , CBFS - Confederação Brasileira de Futebol de Salão - Secretaria dos Esportes e Juventude do Tocantins - Governo do Estado do Tocantins.


Federação Tocantinense de Soccer Society emite Nota de Pesar pelo falecimento de árbitro da modalidade

 


Foi com profunda tristeza que tomamos conhecimento do falecimento de Mauro Lopes da Cruz, "Mauro Vaqueiro" como era conhecido carinhosamente pelos amantes do Futebol Amador  e do Futebol 7 Society, de 58 anos, árbitro da nossa modalidade, do município de Palmas, ocorrido nesta quarta-feira, 24 de julho.

Neste momento de grande pesar, a Federação Tocantinense de Soccer Society, os árbitros tocantinenses e a comunidade esportiva da nossa modalidade se unem em oração pelos familiares e amigos, pedindo a Deus que os console e conceda o conforto necessário diante dessa imensa perda.

 

Josivan Cantuário

Diretor Administrativo

Federação Tocantinense de Soccer Society


                             













Corrida de Rua em comemoração ao aniversário de Arraias, Tocantins acontece neste sábado

  A cidade de Arraias no Tocantins irá comemorar seus 286 anos de existência neste sábado, dia 1º de agosto de 2026. E para comemorar por ...