terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Divulgado o Ranking de Corridas de Rua 2010

Marilson Gomes da Silva é o destaque do Ranking Nacional de Corridas de Rua 2010 (Sérgio Shibuya/ZDL)

A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) divulgou na quinta-feira 06/01/2011 o Ranking Nacional das Corridas de Rua 2010 e o principal destaque no masculino é o brasiliense Marilson Gomes dos Santos, tricampeão da São Silvestre. Já no feminino, Simone Alves da Silva e Adriana Aparecida da Silva dividem o destaque.

Marílson  Gomes liderou em três distâncias:
- 10 km, com 28:17, de 16 de maio de 2010, em Santos
- 15 km, com 44:04, na 86ª Corrida Internacional de São Silvestre, no último dia 
  31/12/2010, em São Paulo-SP
- 10 milhas (16,09 km), com 47:45, em Vila Velha, no Espírito Santo, em 15 de agosto 
  de 2010
- Maratona, com 2:08:46, de Londres, no dia 25 de abril de 2010.

A Meia Maratona foi liderada pelo atleta Damião Ancelmo de Souza que correu os 21,097 k m em 1:03:07, em Nanning, na China, em 16 de outubro de 2010, durante o Mundial da Distância. Fabiano Peçanha é o líder da milha (1.609 m), com 4:05, obtida em Maringá (PR), no dia 28 de maio de 2010, na Milha Sul-Americana de Rua.

Tatiane Raquel da Silva, no feminino, liderou na milha, com 5:24, tempo conseguido em Maringá, no dia 28 de maio de 2010. Nos 10 Km, Cruz Nonata da Silva foi a primeira, com 34:02, em Santos, em 26 de maio de 2010. Simone Alves da Silva teve os tempos mais rápidos nos 15 km (50:25, na São Silvestre) e nas 10 milhas (16.090 m), em Vila Velha (ES), em 15 de agosto de 2010.

O ranking da Meia Maratona foi liderado por Adriana Aparecida da Silva com 1:14:24, resultado conseguido em Nanning, em 16 de outubro de 2010, e na maratona, com 2:32:30, corrida em Berlim, no dia 25 de setembro de 2010.

Mais informações no site "Corridas de Rua" da CBAt, no link abaixo:




Brasileiro vence a edição 2011 da Walt Disney World® Marathon - Marathon


Fredison Costa (BR)


Leah Thorvilson (USA)


Largada da Corrida


Largada da Meia Maratona


LAGO BUENA VISTA, FL - JANEIRO 09: Numa das imagens acima, fornecida pela Disney, o brasileiro Fredison Costa de 33 anos, comemora  a vitória na chegada da Walt Disney World® Marathon - Marathon, edição 2011. A corrida foi realizada em 09 de janeiro de 2011. O tempo realizado por Fredison foi de  2:21: 14. O segundo colocado foi o norte-americano Michael Wardian, com 2:27:30.

Freisdon é baiano e mora em São Paulo, ele é formado em Educação Física, celebridade entre as pessoas da cidade de Riachão de Jacuípe, onde nasceu, que têm 33 mil habitantes.
Adriano Bastos, que tentava a oitava vitória na competição, terminou em 15º lugar, com a marca de 2:45:09. Ele sofreu um estiramento muscular em novembro e teve sua preparação prejudicada.

No feminino, vitória da norte-americana Leah Thorvilson, com 2:42:10. Mais de 17.500 corredores se inscreveram para correr as    26.2 millhas percorrendo todos os quatro parques temáticos de Disney.

Fontes:

Corrida de Reis de Cuiabá-MT teve vencedores quenianos




Pódio da Corrida de Reis, com os brasileiros Franck Caldeira e Paulo Alves (Divulgação TV Centro
América)

A 27ª edição da Corrida de Reis de Cuiabá-MT foi vencida pelo queniano Barnabas Kosgei que neste ano venceu também a Volta da Pampulha e foi 2º colocado na 86ª Corrida Internacional de São Silvestre, o tempo dele foi 30:24. Kosgei foi escoltado pelo seu compatriota Mark Korir. O tanzaniano Marco Joseph, que havia vencido as duas edições anteriores da prova, terminou em 4º lugar, atrás de Franck Caldeira (BR), e seguido de outro brasileiro, Paulo Alves dos Santos, 5º colocado.

Na prova feminina Cruz Nonata da Silva foi a 2ª colocada atrás da queniana Eunice Kirwa, que é bicampeã da Meia Maratona do Rio. A terceira colocada foi Simone Alves da Silva - vice-campeã da São Silvestre em 2010. Na 4ª colocação, outra brasileira Fabiane Cristine da Silva e a 5ª colocação ficou com a tanzaniana Anastazia Ghamaa.
 
Esta prova, em sua 27ª edição, foi a primeira a receber o Permit da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), para 2011. Milhares de corredores disputaram o evento neste domingo dia 09/01/2011, que teve a distância de 10 km.
 
Fonte: Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt)

sábado, 8 de janeiro de 2011

Um artigo no MSN mostra algumas razões do porquê é melhor correr em trilhas

O seguinte artigo publicado no site http://msn.minhavida.com.br/ mostra porquê é melhor correr em trilhas e dá algumas dicas para a prática desta modalidade de corridas. No nosso modo de ver neste tipo de atividades as pessoas devem combinar  vários tipos de corridas, corridas no asfalto, corrida na esteira em academias, corridas na areia, andar de bicicletas, tudo para não fazer deste tipo de exercicio um tédio. etc. A seguir o artigo na integra:

Mude seu treino e comece a correr em trilhas

Sair do asfalto queima mais calorias e trabalha mais os músculos

Por Fernando Menezes

Os dias mais longos, o clima e o maior tempo livre das férias fazem o verão ser uma ótima época do ano para mudar a rotina de treinos e avançar nos resultados. Quem corre, sabe que é fácil inovar. É só mudar de ares. "Correr sempre no asfalto da cidade pode tornar o exercício muito mecânico. Por isso, aproveitar as férias para correr em uma trilha é uma maneira de continuar a praticar sem cair na monotonia", diz o esportista e montanhista George José Volpão, que corre em trilhas de montanhas há 15 anos.

A corrida em trilha tem características que a distanciam do treino no asfalto ou na esteira, como tipo de piso, equipamentos, intensidade e tipos de lesões, e que interferem no resultado do exercício. Por isso, é importante conhecer bem esta modalidade antes de começar a praticá-la.



Uma das principais vantagens de correr em trilhas é a paisagem. Entrar em contato com elementos da natureza enquanto faz uma atividade física pode ser até mais revigorante e agradável do que praticar exercícios na cidade ou na academia. "Em uma corrida de trilha há sempre uma variação na paisagem, mesmo se a corrida for feita exatamente no mesmo percurso. Há grandes mudanças nas cores dependendo do clima, do horário e da época do ano", diz George Volpão.

Corrida mais intensa

Estudos realizados nos Estados Unidos mostraram que correr trilha queima, em média, 28% mais calorias do que no asfalto. Isso acontece por que o corpo precisa trabalhar um maior número de músculos durante o trajeto porque o piso de terra, lama e pedras de uma trilha faz nossas pernas e quadril ter um trabalho maior. "É muito comum ficar com dor no quadril depois de uma corrida em trilha, já que os músculos dessa região são poucos trabalhados em outros tipos de corrida. Depois de um tempo praticando trilha, a musculatura se fortalece e o desconforto diminui", diz George.

Para evitar lesões e fortalecer o esqueleto, é necessário fazer um treino de musculação, focando na região do quadril e nos músculos que sustentam a coluna. Com o fortalecimento dessa região, toda a parte inferior do corpo fica mais protegida. De acordo com um estudo feito pela Universidade de Calgary, no Canadá, os corredores que tem uma fraca musculatura no quadril, estão mais propensos a ter lesões no joelho e no tornozelo do que aqueles que fazem exercícios para fortalecer esse grupo muscular.

Menos lesões

Em uma trilha, cada vez que o pé toca o solo, uma variedade diferente de músculos é acionada, devido às irregularidades do solo. Por ser um exercício com pouca repetição de movimentos, as articulações, tendões, ossos e músculos ficam mais protegidos de lesões comuns no treino feito na cidade. "O piso mais macio também protege nossas articulações de impactos que causariam lesões", comenta George.



Mesmo assim, algumas lesões podem acontecer e é preciso ficara tento. Como o piso é muito irregular e muitas vezes é fofo, as torções são mais comuns nas corridas de trilha, principalmente para os corredores urbanos que começam com um ritmo muito acelerado sem estarem preparados. "O maior perigo de lesões em uma trilha são as quedas, que acontecem basicamente quando corredores não mudam o ritmo em uma descida. Os tornozelos e os punhos são os locais mais afetados, já que há o instinto de colocar a mão para tentar amortecer o impacto", diz George Volpão.

Comece devagar

Como a corrida em trilha possui características diferentes da que é feita na cidade, mesmo um corredor já acostumado com grandes distâncias no asfalto precisa começar com calma. Ele não deve se preocupar com a distância percorrida, e sim com o tempo de exercício. "Como em uma trilha há uma variedade de elementos que fazem o nosso corpo trabalhar mais, como mudanças no tipo de piso, subidas e descidas, curvas, rios e obstáculos no meio do caminho, os músculos fazem um esforço maior se comparado à mesma distância percorrida nas ruas planas da cidade", diz o montanhista.

Preocupação com os assessórios

Durante um treino na trilha é importante lembrar que dificilmente você irá encontrar lojas de equipamentos para ajudar nos momentos de necessidade. Por isso, é importante sair de casa com todos os acessórios indicados para manter o ritmo elevado e não passar por dificuldades. Uma mochila ou pochete com uma garrafa de água, uma barrinha ou um gel energético e uma fruta não pode faltar no kit de quem está se preparando para correr em uma trilha.

A escolha do calçado adequado também é fundamental. "Para correr em uma trilha, onde o piso é muito irregular e também existem muitas subidas e descidas, o calçado feito para corridas no asfalto não é indicado. É preciso usar um tênis que tenha um cano um pouco mais alto, principalmente na parte de traz no tornozelo, para deixar o pé firme e evitar torções", diz George Volpão. Esse tipo de calçado não é costuma ser muito mais caro do que o de corrida normal.

"Não é preciso ir muito longe para encontrar uma trilha para correr. A maioria dos parques nas grandes cidades tem trilhas para esse fim"

Conheça o percurso

Principalmente para quem está começando, é importante saber quais as surpresas que o seu trajeto pode trazer. "Os iniciantes devem optar por trilhas mais planas, não tão longas e devem saber a hora de parar e voltar", diz o esportista.



Segundo George, muitas pessoas se empolgam na hora de fazer uma trilha, e acabam ficando muito longe do caminho de volta. "Em uma trilha, nunca podemos esquecer que o caminho de volta será feito a pé, e não podemos pegar um táxi para voltar para casa".

Hora certa para correr

Correr muito cedo ou quando sol está se pondo, horários bastante populares para fazer uma corrida na cidade, não são os mais indicados para fazer uma trilha. No escuro, fica mais difícil ver as irregularidades no piso, o que facilita torções, quedas e machucados. Além disso, se a trilha for muito fechada, com pouca iluminação fica mais fácil se perder. "Como as mudanças no piso são constantes, o corredor de trilha deve sempre pensar nos próximos três passos que dará para preparar o corpo e fazer o movimento certo. No escuro, isso fica mais difícil", diz o especialista.

Trabalha a coordenação

A trilha trabalha a nossa percepção de como o corpo se move e onde ele se encontra, ou seja, nossa coordenação motora e nossa concentração. "Com tantos estímulos diferentes, sejam eles visuais, táteis, sonoros ou olfativos, durante um treino, o nosso corpo com o tempo fica mais ágil e mais resistente a caminhas e corridas, mesmo quando elas voltam a ser feitas no asfalto", explica George Volpão.

Treine para se recuperar

A menor velocidade se comparado à corrida de rua faz do treino na trilha um bom lugar para se recuperar suas articulações e músculos de um treino mais intenso feito no dia anterior. "Não é preciso ir muito longe para encontrar uma trilha para correr. A maioria dos parques nas grandes cidades tem trilhas para esse fim. Para quem está começando ou está se recuperando de alguma lesão, essas trilhas menos extensas são uma ótima opção", diz George Volpão.

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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Resultado extra oficial da participação dos Tocantinenses na São Silvestre


Benones dos Santos (nº 74 e 5674) de amarelo (Fotos: J. Henrique M. Bronze e Esequias Araújo)


Jorge Ribeiro Barros (nº 11505 e 62) de azul (Foto: J. Henrique M. Bronze  e Esequias Araújo)


Maria Antonia Gomes Jacob (nº 6932 na foto à esquerda e primeira de esquerda para direita na foto à direita). Foto: J. Henrique M. Bronze  e Esequias Araújo


Doriene Oliveira (no centro) Foto: Esequias Araújo

A participação do Tocantins na 86ª edição da São Silvestre não foi lá estas coisas, mas valeu o espírito voluntarioso dos 26 atletas que foram a São Paulo representar o Tocantins na prova que o brasileiro Marilson dos Santos venceu pela terceira vez - chegando ao tricampeonato. Sem Eliésio Miranda, o corredor mais rápido do Estado, que não viajou, por falta de patrocínio, segundo o atleta -, os melhores classificados foram os atletas Benones dos Santos Soares - Palmas - com tempo de 53 min. 59 s e Jorge Ribeiro de Barros Filho - Aragominas - com o tempo de 54 min. 15 s. Eles terminaram a prova na 158ª e 163ª colocação, respectivamente. Marilson Gomes dos Santos (BRA), o vencedor fez o tempo de 44min07s.

Já na participação feminina as melhores atletas foram: Maria Antonia Gomes Jacob - 255ª colocada com tempo de 1h. 21 min. 25 s e Doriene Oliveira Gomes - 337ª colocada com tempo de 1h. 24 min. 38 s.

Cinco nomes dos 26 que originalmente, integraram a lista da delegação do Tocantins não aparecem na lista oficial da São Silvestre. Eles são: Antônio Aires da Silva, Oriovaldo Tegon (não participou), Palmira Xavier de Jesus Barbosa (não viajou para São Paulo), Renato Gomes Batista (não terminou a prova) e Valkiria Oliveira Torres (sentiu uma indisposição e não participou).

Resultado extra oficial da participação dos Tocantinenses na São Silvestre

SEXO MASCULINO
158º - BENONES DOS SANTOS SOARES – 53 min. 59 s
163º - JORGE RIBEIRO DE BARROS FILHO – 54 min. 15s
206º - AILTON DE JESUS LOPES – 55 min. 20 s
239º - GILVAN MIRANDA CARDOSO – 56 min. 03 s
246º - CASSIUS CLAY NASCIMENTO CARVALHO – 56 min. 17 s
487º - ATHILLA CAVALCANTE COSTA 59 min. 51 s
528º - EDIVALDO ALVES DOS REIS - 1h. 00 min. 32 s
556º - WHASHINGTON RODRIGUES CAMPOS – 1 h. 00 min. 48 s
717º - CHARLES BARBOSA DE MIRANDA - 1h. 02 min. 48 s
913º - BASILIO DOS SANTOS BRITO - 1h. 04 min. 45 s
1285º - LUIZ DOS REIS - 1h. 07 min. 18 s
1467º - ANTÔNIO SARAIVA DE ARAÚJO - 1h. 08 min. 45 s
1607º - PEDRO HENRIQUE FERREIRA - 1h. 09 min. 48 s
1828º - VALDENY PEREIRA ALMEIDA - 1h. 11 min. 01 s
2807º - NIVALDO LOUZEIRO DA SILVA - 1h. 15 min. 47 s
5556º - JOAO ALVES FERREIRA – 1 h. 25 min. 24 s
5978º - SANDRO DE LIMA SILVA - 1h. 26 min. 37 s
7117º - FRANCISCO TELES COSTA - 1h. 29 min. 56 s

SEXO FEMININO
255º - MARIA ANTONIA GOMES JACOB – 1 h. 21 min. 25 s
337º - DORIENE OLIVEIRA GOMES - 1h. 24 min. 38 s

Outro atleta tocantinense na São Silvestre foi Yngledhan Araújo de Souza (foto abaixo) que representou o Sesi Tocantins, ele terminou na 353ª colocação com tempo de 57 min. 55 s.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

A 86ª Corrida Internacional de São Silvestre teve como vencedor um brasileiro


Foto: Fernando Borges/Terra


                                             

Fotos: Paulo Pinto/AE


Foto: Fernando Borges/Especial para Terra 

SÃO PAULO - Marilson Gomes dos Santos fez a festa da torcida brasileira no último dia do ano. Com uma atuação segura e consistente, ele venceu nesta sexta-feira a 86.ª Corrida Internacional de São Silvestre, para a alegria do público que lotou as ruas de São Paulo para acompanhar a prova. E passou a ter três títulos na história da competição, repetindo os feitos de 2003 e 2005.

Maior fundista brasileiro na atualidade, Marilson não disputava a São Silvestre há quatro anos. Dessa vez, porém, resolveu encarar o desafio e virou a principal aposta para acabar com o domínio africano - os quenianos venceram as três edições anteriores da prova. Assim, ele acabou se tornando o maior campeão do Brasil desde que a corrida passou a ser internacional, em 1945.

Dono de dois títulos da tradicional e famosa Maratona de Nova York (em 2006 e 2008), Marilson confirmou seu favoritismo ao imprimir um ritmo forte durante o percurso de 15 quilômetros da prova. Esteve sempre entre os primeiros colocados e começou a abrir vantagem na liderança depois da metade do trajeto, sem ter a sua vitória ameaçada por nenhum dos adversários.

"Consegui vencer outra vez", comemorou Marilson, que dedicou a vitória na São Silvestre ao seu primeiro filho, que está previsto para nascer agora em fevereiro. "O Miguel já está chegando dando sorte", disse o atleta, bastante cansado após completar o percurso com o tempo de 44min07 - o recorde ainda é do queniano Paul Tergat, que fez 43min12 na edição de 1995.

Comprovando sua superioridade, Marilson conseguiu grande vantagem sobre o segundo colocado na prova, o queniano Barnabas Kiplagat Kosgei, que marcou 44min49. Dono do título nas duas edições anteriores, o também queniano James Kwambai ficou em terceiro lugar. O brasileiro Giovani dos Santos terminou na quarta posição, enquanto o queniano Emmanuel Bett completou o pódio.

Os cinco primeiros colocados da São Silvestre 2010:

1.º - Marilson Gomes dos Santos (Brasil), 44min07s
2.º - Barnabas Kosgei (Quênia), 44min49s
3.º - James Kipsang (Quênia), 45min15s
4.º - Giovani dos Santos (Brasil), 45min34s
5.º - Emmanuel Bett (Quênia), 45min41s
 
Por outro lado, a queniana Alice Timbilili confirmou o favoritismo e venceu a disputa feminina da 86.ª Corrida Internacional de São Silvestre, nesta sexta-feira, em São Paulo. Com isso, ela conquistou o título da prova pela segunda vez na história, repetindo o feito de 2007.

A vitória de Timbilili aumentou o domínio africano na prova feminina da São Silvestre, que já dura desde o título dela própria em 2007. E a bicampeã ainda bateu o recorde da competição, ao completar o percurso de 15 quilômetros em 50min19s42 - a antiga marca pertencia à também queniana Hellen Kimayio, vencedora em 1993 com 50min26.

A melhor brasileira na São Silvestre de 2010 foi Simone Alves da Silva, que terminou em segundo lugar e foi a única a ameaçar a liderança de Timbilili durante o percurso. Enquanto isso, a também queniana Eunice Kirwa conseguiu a terceira colocação.

As cinco primeiras colocadas da São Silvestre 2010:
1.º - Alice J. Timbilili (Quênia), 50min19s42
2.º - Simone Alves da Silva (Brasil), 50min25s
3.º - Eunice J. Kirwa (Quênia), 51min42s
4.º - Cruz Nonata da Silva (Brasil), 51min51s
5.º - Diana Judith Landi Andrade (Equador), 52min35s

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Atletas do Tocantins viajaram para participar na São Silvestre

Um total de 26 atletas viajaram ontem dia 27/12/2010, às 14:00 hs para participar na 86ª Corrida Internacional de São Silvestre, a realizar-se em 31/12/2010 em São Paulo-SP.

O retorno da delegação está previsto para o dia 31 logo após a prova. As expectativas dos atletas que já participaram em outras edições é superar seus próprios resultados e para aqueles que participam pela primeira vez é ganhar experiência e conhecer o percurso para outras possíveis participações.


O desafio dos brasileiros será vencer os estrangeiros, pois desde 2007 nenhum brasileiro venceu a prova. Os últimos a vencer foram os mineiros Franck Caldeira e Lucélia Peres em 2006.


Marilson dos Santos
Foto: Wagner Carmo (CBAt)

Um dos grandes favoritos pelo Brasil é o brasiliense Marilson Gomes dos Santos São Paulo, que já foi vencedor das edições de 2003 e 2005 e tentará o tricampeonato da tradicional Corrida Internacional de São Silvestre, nesta sexta-feira, último dia do ano, por ruas e avenidas de São Paulo.


O atleta têm no seu currículo o bicampeonato da Maratona da Nova York, o atleta brasileiro será uma das atrações da tradicional corrida paulista, última etapa do Ranking Caixa/CBAt de Corredores de Rua de 2010. Detém os recordes sul-americanos de pista dos 5.000 (13:19.43) e dos 10.000 m (27:28.12) e de rua dos 10 km (27:48), 15 km (42:15), 20 km (56:32) e meia maratona (59:33). No ranking de 2010, o corredor lidera as provas de pista dos 5.000 (13:34.92) e dos 10.000 m (28:44.59), além das corridas de rua de 10 km (28:17), 10 milhas ou 16.090 m (47:45) e maratona (2:08:46).


Em entrevista recente ele disse: "Vou atrás do terceiro título. Estou bem preparado e tenho realizado bons treinos. Espero que ninguém esteja mais bem preparado", disse o corredor, consciente dos fortes concorrentes. "Estou acostumado com esta pressão. Além dos meus adversários, terei que enfrentar a baixa umidade e o forte calor, característico desta época do ano em São Paulo."


Outro brasileiro com chances é Damião Ancelmo de Souza que neste ano foi campeão da Copa Brasil de Cross Country, da 10K Brasil (2010), da Meia Maratona das Cataratas do Iguaçu (2010), quinto na 10K Rio e terceiro na Volta da Pampulha. Das 18 provas que disputou, venceu 11 e fez pódios em todas. "O segredo para ir bem é a superação. Os quenianos são fortes e sempre temos que dar o nosso melhor", disse o alagoano que disputará a prova pela terceira vez - sua melhor participação foi o 11º lugar em 2008. "Espero melhorar este resultado.

Fonte: Confederação Brasileira de Atletismo – CBAt.

Delegação da equipe Reviver embarca para partcipar no Campeonato Brasileiro de Jovens de Atletismo

O sonho de conquistar o pódio nacional começou a ganhar asas hoje. A delegação da equipe REVIVER embarcou com destino ao Campeonato Brasilei...