quinta-feira, 20 de julho de 2017

Por onde anda o professor Hans Gert Rottmann que fez muitos amigos no Esporte Tocantinense

Reinaldo Cisterna - http://aloesporte.com.br/
20 de julho de 2017
professor Hans Gert Rottmann (Gert) - Divulgação/Arquivo Pessoal
Por onda anda o professor Hans Gert Rottmann (Gert), que muito contribuiu para o engrandecimento do vôlei tocantinense. Gert deixou Palmas há cerca de 10 anos, mas deixou muitos amigos na capital tocantinense, em especial os amantes da modalidade de vôlei. Vale destacar que Gert se identificou mais com a modalidade que ele praticava, mas também ajudou em outras modalidades esportivas tocantinense. Claro que sabemos onde anda o profissional, mas vamos contar sua bela história em solo tocantinense e ressalta que está bem no Sul, mas se um dia tiver que retornar ao Tocantins virá com o maior prazer e carinho.
Tudo começou assim…
Em julho de 2000, quando Hans Gert Rottmann se programava para uma temporada de estudos na Alemanha, recebia também um convite para comandar as equipes de vôlei da ULBRA/TO e ajudar no desenvolvimento do curso de educação física, recém criado na universidade. Gert aceitou o desafio, e sem imaginar, ajudou a construir parte da história do esporte do Tocantins, marcando uma época vitoriosa para aquela instituição.
Técnico de voleibol, atleta, professor e coordenador de esportes do CEULP/ULBRA, Gert esteve à frente de equipes e projetos que marcaram fortemente o cenário esportivo naquele período.


Disciplina
Com um perfil ligado a disciplina, superação e muito treinamento, Gert levou a equipe de voleibol masculino do CEULP/ULBRA a uma hegemonia de cinco anos no estado, conquistando o pentacampeonato estadual de clubes e outros inúmeros títulos. Com esta equipe representou o estado na Copa Norte Nordeste de voleibol no Pará e ainda esteve nos Jogos Universitários Brasileiros em São Paulo e Blumenau SC, enfrentando de igual para igual equipes de todo país. Atuando no comando da equipe e por vezes jogando também, Gert lembra que o conjunto e determinação daquele grupo era seu diferencial. Ainda no primeiro ano de trabalho a equipe venceu a primeira competição que participou, onde até equipes de fora do estado participavam. Em seguida o primeiro título estadual embalava o time para uma série de conquistas nos anos seguintes.


Técnico
Como técnico de vôlei feminino os resultados também foram expressivos. Suas comandadas conquistaram o Tetracampeonato Estadual de Vôlei Universitário, o Tetracampeonato dos Jogos Abertos do TO, o Bicampeonato nas Olimpíadas de Palmas e ainda o Bicampeonato Estadual de Clubes.


Ainda com o voleibol feminino, Gert idealizou um projeto importante para a época. Valorizando a realização da Liga Nacional – região II que aconteceria em Palmas (2002), o então coordenador de esportes e técnico de vôlei da ULBRA não mediu esforços para montar uma equipe competitiva a partir de contratações de atletas profissionais de todo país e dando oportunidade para algumas atletas do TO. Com o apoio da universidade e patrocinadores, a equipe tornou-se campeã daquela competição (etapa regional) obtendo repercussão na mídia regional e nacional. A equipe ainda sagrou-se campeã do torneio Interestadual de Vôlei realizado em Brasília DF e ficou em posição intermediária na fase final da Liga Nacional disputada também em Brasília.
Areia
Amante do vôlei de praia, Gert obteve resultados importantes atuando como jogador nas quadras de areia. Tendo participado efetivamente de quatro Circuitos Estaduais de Vôlei de Praia, conquistou todos, sagrando-se tetracampeão estadual. Outros títulos foram alcançados como nas Olimpíadas de Palmas, Copa Stihl, Taça Clube Itapema e I Open Araguatins entre outros.


Sua atuação no esporte não ficou restrita ao voleibol. Enquanto gestor esportivo criou eventos e projetos envolvidos com outras modalidades e para a comunidade. Foram de sua autoria projetos como a Olimpíada Acadêmica, a Copa CEULP/ULBRA e a Gincana Integração, tendo esta última mobilizado centenas de pessoas em atividades recreativas e ações sociais, como a coleta de sangue e a doação de livros para escolas municipais de Palmas. Enquanto coordenador de esportes foi inaugurado também o complexo esportivo do CEULP/ULBRA que recebeu eventos e competições importantes no cenário estadual, regional, nacional e até mesmo internacional.
Programa
Criou e desenvolveu também o programa “Superação: Vencendo Desafios”, possibilitando o treinamento de profissionais de variadas áreas na gestão de pessoas, formação de lideranças, trabalho em equipe e cooperação.
Em julho de 2007 Gert deixou o TO para atuar em outra universidade privada como Coordenador do Curso de Educação Física. Em 2009 retornou ao Rio Grande do Sul, seu estado de origem, para cursar o mestrado. Pouco tempo depois foi contemplado com uma bolsa de pesquisa pela Universidade de Karlsruhe, Alemanha. Na Europa realizou novos estudos e apresentou a pesquisa que desenvolvia no mestrado. Atualmente, Gert cursa doutorado e tem envolvimento direto com o esporte, seja na equipe profissional “Vôlei Canoas” ou em projetos seus em parceria com municípios e instituições públicas e privadas, onde é responsável direto pelo treinamento de mais de 100 atletas. Procurando contribuir para a qualidade de ensino e treinamento esportivo, tem ministrado cursos nos seguintes temas e áreas: Iniciação esportiva; Voleibol; Esportes e Juventude; Esportes e Educação; Esportes e Qualidade de vida. Também realiza pesquisas e cursos sobre questões em torno do futebol no Brasil, falando sobre as expectativas de crianças e projetos de vida ligados a ascensão social por meio da bola.


Quando indagado sobre sua passagem pelo Tocantins e um possível retorno, afirma:
“Fui muito bem recebido pelo povo tocantinense e construí uma caminhada marcada pela ética, seriedade e muito comprometimento e trabalho. Os títulos que conquistei não foram resultados do meu esforço sozinho, mas de uma equipe de pessoas que como eu, passou a acreditar que o treinamento e a dedicação poderiam trazer conquistas importantes. Sou grato por estas pessoas e por tantas histórias e emoções vividas no Tocantins. Seria muito legal estar no Tocantins novamente, rever pessoas importantes, talvez para ministrar cursos ou palestras ou quem sabe para um projeto até maior. A vida nos reserva por vezes surpresas e desafios, hoje estou muito bem no sul, mas acredito que todas oportunidades profissionais devem ser analisadas com carinho.”













Escolinha da Arne 64 de Palmas disputa semifinal da Taça Brasil de Futsal

Reinado Cisterna - http://aloesporte.com.br/
20 de julho de 2017



Garotada da Escolinha da Arne 64 de Palmas comemora classificação - Divulgação
A Escolinha da Associação Esportiva da Arne 64 está na semifinal da II Taça Brasil de Clubes Masculino, categoria Sub-13, competição que está acontecendo em Florianópolis, Santa Catarina, até a próxima sexta-feira, 21. 
A partida da semifinal acontece nesta quinta-feira, 20, às 18h, em Florianópolis, e o adversário da Arne 64 será o Fluminense (RJ). O evento reúne 12 equipes de várias partes do Brasil, o Tocantins está sendo representado pela equipe da Escolinha da Arne 64 de Palmas. 
Para chegar na fase semifinal da competição nacional, os garotos tocantinenses venceram as equipes do COPM Bombeiros (CE) por 5 x 1, na última segunda-feira, 17. No dia seguinte passaram pelo tradicional Clube do Remo (PA) por 4 x 3. E na quarta-feira, 19, empataram contra a Associação Desportiva Rocket Power Futsal Clube (SE) por 3 x 3. Por terem terminado na primeira colocação no Grupo C, os garotos vão enfrentar o segundo colocado do Grupo B, o Fluminense. A 2ª Edição da Taça Brasil de Clubes, categoria Sub-13 é uma realização e organização da  Confederação Brasileira de Futsal (CBFS).
Resultados
1ª fase
Escolinha da Arne 64 – 5 x 1 COPM Bombeiros (CE)
Escolinha da Arne 64 – 4 x 3 Clube do Remo (PA)
Escolinha da Arne 64 – 3 x 3 Associação Desportiva Rocket Power Futsal Clube (SE)
Semifinal
Hoje (20/07/2017) – Florianópolis
18h – Escolinha da Arne 64 x Fluminense (RJ)



CAMPEONATO MUNDIAL DE PARATLETISMO

Omara contra Durán


La velocista santiaguera Omara Durán no encuentra un rival más allá de sí misma en cada ocasión que pone sus pies sobre la pista

Durán se agenció la tercera medalla de oro para Cuba en la justa. Foto: Getty Images
La velocista santiaguera Omara Durán no encuentra un rival más allá de sí misma en cada ocasión que pone sus pies sobre la pista. La multimedallista olímpica y mundial –junto con su guía Yuniol Kindelán– no sabe lo que es correr detrás de otros competidores en cada oportunidad que concurre a un evento.
Su éxito más reciente acaeció este miércoles durante la sexta jornada del Campeonato Mundial de Paratletismo en Londres, Gran Bretaña. La antillana se impuso en la final de los 100 metros planos de la categoría T12 (débil visual), con crono de 11.52 segundos, por delante de la alemana Katrin Mueller-Rottgaddt (12.04), la polaca Malgorzata Ignasiak (13.14) y la china Shen Yaqin (16.74).
Omara quedó a cuatro centésimas de igualar el récord para la competencia (11.48) que se encuentra igualmente en sus manos, así como la plusmarca del orbe (11.40) implantada en la cita paralímpica de Río 2016.
Durán compitió igualmente en la final de los 400 metros, prueba que no se premió por la participación de solo dos atletas, cuando el reglamento establece un mínimo de cuatro. No obstante, su participación no fue en vano puesto que pudo resquebrajar su récord anterior para estas competencias (53.05), al detener los relojes en 52.75 segundos.  
Por otra parte, Ernesto Blanco quedó a un paso de alcanzar el podio en los 400 metros (categoría T47, afectados de miembro superior), luego de culminar cuarto en la final de la especialidad. Blanco registró un tiempo de 50.79 segundos y quedó por detrás del austriaco Gunther Matzinger (49.35), el jamaicano Shane Hudson (49.60) y el chipriota Andonis Aresti (50.31).
En la jornada el velocista Leinier Savón fue descalificado en el quinto heat eliminatorio de los 200 metros de la categoría T12.
Tras estos resultados, Cuba acumula en el certamen tres preseas de oro y una de plata, lo cual la ubica en el lugar 12 dentro del medallero. Los otros dos representantes de nuestro país que han escalado hacia lo más alto del podio fueron el propio Savón en los 100 metros y Leonardo Díaz (F56, afectado de miembro inferior) en el lanzamiento del disco.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Anier García y su regreso a las pistas

Granma conversa con Anier García con el objetivo de conocer sus criterios sobre los rumbos del atletismo en Cuba

Anier García considera que los atletas cubanos necesitan participar en más eventos de nivel. Foto: Hansel Leyva
En la mañana del 25 de septiembre del año 2000 una nación entera corrió 110 metros con obstáculos junto a un santiaguero nacido para las grandes hazañas. Durante 13 inolvidables segundos toda Cuba coreó ¡Anier! ¡Anier! en cada valla que lo empujó hacia la gloria olímpica.
El indómito, de apellido García, se arrodilló sobre la meta australiana tras dejar a sus espaldas a los favoritos estadounidenses Terrence Tramell, Mark Crear y Allen Jhonson, al mismo tiempo que desde el otro lado del mundo grababa para siempre su nombre en 11 millones de corazones.   
Casi 17 años después, Anier García vuelve a tocar las pistas antillanas, pero esta vez para ofrecer su guía e indispensables consejos a fin de mantener la alcurnia de la escuela cubana de vallas. Por ello, Granma aprovechó la oportunidad para acercarse al doble medallista olímpico e ícono de nuestro deporte con el objetivo de conocer sus criterios sobre los rumbos del atletismo en Cuba.
- ¿Cómo evalúa Anier García el estado actual del deporte rey en nuestro país?
-El talento humano lo tenemos, contamos con varias figuras. Sin embargo, existe un déficit de competencias internacionales, lo cual es indispensable para alcanzar el alto nivel competitivo, sobre todo en el caso de la pista.
«Creo que se está haciendo un trabajo satisfactorio con el atletismo. Se están llevando a cabo algunos proyectos en pos de aumentar la calidad de nuestros atletas en el plano competitivo, por lo cual esperamos que lleguen los grandes resultados.
«El atletismo va a dar un giro de 180 grados. Este es un deporte que siempre ha aportado muchas medallas a Cuba en lides multideportivas. Eso es un compromiso de los atletas y de todos los que trabajamos en la federación: Yipsi Moreno, Javier Sotomayor, Alberto Juantorena, el comisionado nacional Agustín Abril y yo, que estoy aportando mi granito de arena. Creo que vamos por buen camino. Ahora mismo hay muchos talentos entre los más jóvenes. Por ejemplo, contamos con tres triplistas en la categoría cadetes: Jordan A. Díaz, Yusniel Jarrín y Mailón Mesa, que encabezan el ranking mundial de esta disciplina».  
-Entonces para elevar el nivel, es sumamente necesario competir…
–El roce con el resto del mundo es diferente. Aquí internamente tenemos nuestras confrontaciones, pero solo sirven como aval para los entrenadores, como evaluación del trabajo, esa es su función. No es lo mismo correr a diario con tus compañeros en el Estadio Panamericano, que sentir a tu lado el ritmo de velocista de talla mundial que baje de los diez segundos en 100 metros. Es un elemento de impacto que te desarrolla más como atleta, te exige hasta el punto donde creías que no eras capaz de llegar».
-¿Qué está haciendo ahora Anier Garcia?
-Estuve un tiempo trabajando en México, pero ahora colaboro con la Federación en el área de los cadetes y apoyo directamente al entrenador de vallas cortas Ramiro Álvarez. Aunque no estoy de manera permanente, participo diariamente en los entrenamientos porque me acabo de reintegrar.
-¿Cómo valoras el nivel de las vallas cortas masculina cubana y ahora el regreso de Dayron Robles?
-En las vallas cortas contamos con Yordan L. O'Farrill, la joven promesa Roger Iribarne y ahora Dayron que se reintegró. Lo que necesitamos es participar en más eventos de nivel, para que vayan conociendo el mundo.
«Los 110 metros con obstáculos han sido una competencia de nivel año tras año. Es un evento que se mantiene en la cúspide y la escuela cubana de vallas, en mi consideración, todavía mantiene su vigencia.  Al igual que en el triple salto siempre están surgiendo nuevas figuras.
«Iribarne y O'Farrill vienen por buen camino, aunque faltan por perfilar algunas cuestiones internas. Cuando hay cambio de entrenadores repercute en el rendimiento, son entrenamientos diferentes y cada cual tiene su librito… y a veces no se asimila del todo bien. No obstante, en general los veo muy bien…
«Dayron llevaba dos años sin correr y el hecho de haber llegado a la meta en el Barrientos es algo muy loable. Yo estuve parecido a él en el 2004 previo a la Olimpiada de Atenas y tuve que hacer varias carreras así por tal de recuperar mi forma deportiva. Estoy convencido de  que sí puede levantar, tengo fe en él. Tuvimos la oportunidad de conversar y pude ver lo realista y lo enfocado que está, por ello estoy convencido de que logrará sus metas».

Seleção Brasileira viaja para o PAN de Atletismo Sub-20 no Peru




São Paulo - A Seleção Brasileira de Atletismo viaja nesta quarta-feira (dia 19) para Trujillo, no Peru, onde disputará o 19º Campeonato Pan-Americano Sub-20, de sexta-feira (21) a domingo (23), no Estádio Chan Chan, com a participação de mais de 300 atletas.

A delegação brasileira embarca às 08:05 no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, no voo LA 8026, via Santiago, para Lima. De lá segue para Trujillo pelo voo LA 2204 - ambos os trechos feitos pela LATAM. 

O Brasil terá 25 representantes na competição organizada pela Associação Pan-Americana de Atletismo (APA), sendo 16 no masculino e nove no feminino.

Entre os destaques estão Paulo André Camilo de Oliveira (Pinheiros) e Daniel Ferreira do Nascimento (Orcampi Unimed), ambos de 18 anos, que conquistaram medalha de ouro no Troféu Brasil Caixa de Atletismo, realizado em junho, em São Bernardo do Campo (SP).

Paulo André lidera o Ranking Brasileiro Absoluto dos 100 m, com 10.18 (0.5), com o tempo obtido no Troféu Brasil. Já Daniel conquistou o ouro nos 10.000 m, com direito a recorde sul-americano sub-20, com 29:13:34. 

A Seleção

Atletas no masculino
Paulo André Camilo de Oliveira (Pinheiros-SP) - 100 m /4x100 m
Felipe Bardi dos Santos (SESI-SP) - 100 m - 4x100 m
Derick de Souza Silva (Pinheiros-SP) - 200 m - 4x100 m
Luca da Silva dos Santos (Memorial/Fupes-SP) - 4x100 m
Luís Fernando Pires (Pinheiros-SP) - 800 m
Italo Matheus de Araújo (Orcampi Unimed-SP) - 800 m
Jeferson Alberto dos Santos (FECAM-PR) - 1.500 m
Daniel Ferreira do Nascimento (Orcampi Unimed-SP) - 5.000 m / 10.000 m
Walace Evangelista Caldas (Pinheiros-SP) - 5.000 m / 3.000 m com obstáculos
Gabriel Carmignoli de Andrade (Centro Olímpico-SP) - vara
Gabriel Menezes Oliveira (Centro Olímpico-SP) - distância
Murillo Albuquerque Santos (Pinheiros-SP) - triplo
Wellinton Fernandes da Cruz Filho (IEMA-SP) - disco
Alencar Chagas Pereira (ARPA-SP) - martelo
Pedro Henrique Nunes Rodrigues (ELJINN-AM) - dardo
Jordan Santos de Souza (Centro Olímpico-SP) - decatlo

No feminino
Pietra Ornelas da Silva (Sogipa-RS) - 1.500 m
Nicole Caroline Barbosa (IEMA-SP) - vara
Isabel Demarco de Quadros (IEMA-SP) - vara
Vitoria Sena Alves (Orcampi Unimed-SP) - distância
Mirieli Estaili da Silva Santos (ASA Sorriso-MT) - triplo
Jhully Maria Menezes da Costa (Guarulhos-SP) - triplo
Ana Carolina Lays Bayer (Corville-SC) - martelo
Shayara Cristina Augusto Ribeiro (IPEC-PR) - dardo
Fabielle Samira Alves Ferreira (ASA Sorriso-MT) - dardo

A comissão técnica conta com Felipe de Siqueira da Silva (SP), treinador-chefe, mais os técnicos Carlos José Camilo de Oliveira (ES), Ricardo de Souza Barros (SP), Margareth Bahia Marques (AM), Elson Miranda de Souza (SP) e Alex Sandro de Jesus Lopes (SP).

"Estamos viajando com uma delegação consistente e pronta para defender bem o Brasil", lembrou Felipe de Siqueira. "Temos atletas fortes desde a velocidade até o fundo e a expectativa é muito boa", completou o treinador-chefe.

O Brasil participa do Campeonato Pan-Americano Sub-20 com recursos do Programa Caixa de Seleções Nacionais da CBAt, patrocinada pela Caixa Econômica Federal.

Altobeli da Silva bate recorde pessoal na Liga Diamante de Rabat

16|07|2017 - 17:35 | Da Assessoria de Imprensa da CBAt



São Paulo - O brasileiro Altobeli Santos da Silva (Pinheiros) voltou a bater seu recorde pessoal nos 3.000 m com obstáculos. Neste domingo (dia 16) ele foi o oitavo colocado na Liga Diamante de Rabat, no Marrocos, com 8:23.67 (o anterior era 8:26.06, feito na Troféu Brasil Caixa de Atletismo em São Bernardo do Campo, em junho último). O campeão foi o marroquino Solfiane Elkkabali, com 8:05.12.

Mais três brasileiros competiram no Meeting. No arremesso do peso, Darlan Romani (B3 Atletismo) foi o sexto colocado com 21,08 m. O ganhador da prova foi o norte-americano Ryan Crousier, com 22,47 m.

No triplo feminino, Nubia Soares (B3) saltou 13,69 m, com vento contra de 0.7 m/s. A campeã foi a colombiana Caterine Ibarguen, com 14,51 m (-0.3). No salto com vara, Thiago Braz (Pinheiros) não conseguiu superar a marca de 5,40 m e não marcou. O ganhador foi o polonês Pawel Wojciechowski, com 5,85 m.

No Meeting da Cidade de Pádova, na Itália, Vitor Hugo dos Santos (B3 Atletismo) conquistou o bronze nos 100 m, com 10.55 (-0.8). O ouro foi para o jamaicano Chadayne Walker, com 10.50. Já na final B dos 200 m, Rosangela Santos (Pinheiros) terminou em quarto lugar, com 23.87 (-1.0). A campeã foi a norte-americana Kaylin Whitney, com 23.26.

CICLISTA - MARLIES MEJÍAS

Atrápala si puedes


Marlies Mejías sigue rodando a toda máquina. La incombustible ciclista cubana no baja la marcha y por estos días corre en la Copa Intelligentsia de Chicago, Estados Unidos, en la cual ganó las dos primeras etapas...

Marlies ha logrado importantes victorias en la Copa Intelligentsia de Chicago. Foto: Chris Hurd
Marlies Mejías sigue rodando a toda máquina. La incombustible ciclista cubana no baja la marcha y por estos días corre en la Copa Intelligentsia de Chicago, Estados Unidos, en la cual ganó las dos primeras etapas defendiendo los colores del club Weber Shimano Ladies Power.
En dicha organización, la antillana se ha convertido en pilar fundamental, con sonados éxitos durante la presenta campaña, en la que ya suma 20 podios y 13 victorias absolutas en distintas carreras por el continente. Su inicio fue arrollador en la primera Vuelta a Uruguay y el Tour de San Juan, en Argentina, los cuales dominó de punta a cabo con siete etapas ganadas de ocho posibles.
«Es cierto que por esos resultados y por mi personalidad, tal vez me ven como una líder, y se hace difícil en ocasiones llevar esa responsabilidad, porque se te exige al límite, pero es lindo saber que puedes guiar a tus compañeras», confesó Marlies en exclusiva con nuestro diario.
Aunque no es una chica de muchas palabras, la pedalista se distingue por su recio carácter y la competitividad extrema que transmite en cualquier escenario, ya sea en la pista, la ruta o en el ciclismo de montaña, modalidad en la cual impresionó al cierre del 2016 con el triunfo en la Titan Tropic Cuba.
«Siento que he elevado mi nivel deportivo, pero también he crecido sicológicamente, soy más fuerte y controlo mejor las emociones. El simple hecho de saber que puedo estar a la par de las grandes corredoras, me anima a seguir luchando», añadió la santiaguera a través de las redes sociales.
Más allá de su excepcional rendimiento en los circuitos sudamericanos, Marlies ha brillado también con luz propia en Estados Unidos. Allí ha ganado etapas en The Armed Forces Classic de Arlington, Virginia, en el North Star Grand Prix de Minnesota y el Tour of America's Dairyland, en Wisconsin, pruebas en las cuales se ha medido a cientos de ciclistas de distintos equipos y nacionalidades.  
«Una de las grandes ventajas de estar acá es que puedo competir en muchas carreras internacionales, chocar con rivales que nunca antes había visto y trabajar en equipo, algo que en Cuba cuesta más porque casi siempre corremos solas. Además, no se puede obviar que tengo un poco más de material deportivo», precisó Marlies, quien este año también representó a Cuba y obtuvo bronce en el Campeonato Panamericano de Ruta en República Dominicana.
«Arlenis Sierra e Iraida García han competido bastante en sus clubes, y estoy segura de podemos discutir algún podio para nuestro país en eventos internacionales. Confío en ellas y en su potencial para conseguir un buen resultado», añadió la pedalista, quien, a pesar de sus excelentes dividendos en las carreteras, no renunciará a la pista.
«Yo no podría dejar la pista, llevo mucho tiempo alternando entre las dos cosas, pero en los Juegos Olímpicos competí en el ómnium, he conseguido medallas mundiales también en esas competencias. Aunque esté todo el año compitiendo con las Ladies en la ruta, espero poder incorporarme a las Copas del Mundo de pista en algún momento».  

Delegação da equipe Reviver embarca para partcipar no Campeonato Brasileiro de Jovens de Atletismo

O sonho de conquistar o pódio nacional começou a ganhar asas hoje. A delegação da equipe REVIVER embarcou com destino ao Campeonato Brasilei...