quarta-feira, 26 de junho de 2019

Lima 2019: ir por más es un propósito, no un pronóstico

Cuando los deportistas cubanos dicen que en Lima van por más no exponen una pretensión referida a los resultados, sino la de combatir en esa emulación pacífica que es la competencia deportiva con lo que tienen como aval y poner el extra.

Yipsi Moreno siempre se entregaba al máximo, más allá del resultado competitivo. Foto: Ricardo López Hevia
A un mes de que se inicien en Lima los XVIII Juegos Panamericanos retomo e invito a recorrer un concepto, cual homenaje a quien lo expresó hace ya ocho años, justo cuando como ahora una comitiva deportiva se alistaba para una cita similar en Guadalajara. Ante la presión en el medallero de Brasil, Canadá y la entonces sede, México, José Ramón Fernández, sí, el Gallego, dijo: «no tenemos un pronóstico, tenemos un propósito».
Un vaticinio allí no apuntaría al segundo lugar que finalmente alcanzaron los atletas de la Mayor de las Antillas. Propósitos y pronósticos ni son iguales ni se parecen. El primero, a diferencia del segundo, tiene poco que ver con señales previas, condiciones, cualidades técnicas o tácticas de un competidor, avales, circunstancias de logísticas o ventajas económicas que están detrás de un resultado deportivo; un propósito tiene su soporte en la voluntad de lograr una meta por difícil que sea. La Revolución Cubana, que gestó y le dio al mundo el poderoso movimiento deportivo del cual se precia esta Isla es la prueba más fehaciente.
Se quedó casi sin médicos y se convirtió en una potencia de salud para sus nacionales y el mundo; se propuso un país de hombres de ciencia y muestra hoy un valladar científico; heredó el analfabetismo que asesina a los pueblos y es reconocida entre las naciones de más valores en la educación a nivel mundial; y ha destrozado todos los pronósticos de politólogos y trasnochados profetas que predestinaron que ante el genocida bloqueo económico, comercial y financiero de la más poderosa potencia imperial que ha conocido la historia de la humanidad, con sus leyes extraterritoriales, mentiras y agresiones de todo tipo, que la Revolución no resistiría. La historia ha demostrado cuánto pesa el propósito de los hijos de un pueblo empeñado en vencer y desarrollarse.
Cuando los deportistas cubanos dicen que en Lima van por más no exponen una pretensión referida a los resultados, sino la de combatir en esa emulación pacífica que es la competencia deportiva con lo que tienen como aval y poner el extra. Se trata de salir, como lo hacía Yipsi Moreno, a la jaula del lanzamiento de martillo, como leona, sin importar cuál sería el resultado, solo que el implemento cayera más lejos; Anier García, en los 110 con vallas en Sydney-2000; Driulis González en el judo de los olímpicos de Atlanta-1996, ante una seria lesión cervical; Ana Fidelia Quirot en los mundiales de 1995 y 1997, con sus dos medallas de oro sobre la heroica andadura que era su cuerpo con las cicatrices de las quemaduras, o como las voleibolistas cubanas en el 2000 que derribaron a un fuerte elenco ruso para ceñirse su tercera corona olímpica consecutiva.
Esas hazañas no respondían a un pronóstico, fueron obra del propósito de las heroínas y héroes, y de sus entrenadores, de quienes Fidel sacó su imprescindible texto Para el honor medalla de oro, el 24 de agosto de 2008. De ese honor se habla cuando se exclama vamos por más.
La exigencia es ir sobre las 36 medallas de oro o por un puesto encima del cuarto en la tabla de medallas, incluso por las dos cotas, con lo cual se superaría la actuación de Toronto-2015, aunque sean ambas bien difíciles de alcanzar. Ya sabemos por el análisis de los especialistas del Inder que Brasil cuenta con 20 deportes con opciones de títulos, mientras Canadá tiene en 14, y México, Colombia y Cuba en 13; que la delegación cubana no estará en 149 de las 419 discusiones de medalla, y que las posibilidades identificadas de triunfo son de 44 cetros, lo cual obliga a una efectividad de esos candidatos por arriba del 80 % en cada final.
Es otro reto que pasa por el altísimo compromiso de los deportistas con su pueblo, y que a nuestro juicio pudiera saldarse con una cosecha  de 39 metales dorados. Según el director de Alto Rendimiento del Inder, José A. Miranda, en la Mesa Redonda del pasado día 11, la calculadora de los más entendidos se acercaba a esa cifra.
Andre Kolechkine, belga, pero de corazón cubano, quien introdujo el judo en nuestro país, les decía a sus alumnos: «Para ver paisajes bonitos hay que subir montañas muy altas». Las de Lima son tan empinadas como las de Machu Picchu, por eso hay que escalarlas con las mejores armas: el propósito y la voluntad de ver el valle.

Medalhista olímpico Bruno Lins participa do Troféu Norte-Nordeste Caixa, no Recife

O velocista alagoano, bronze nos Jogos de Pequim 2008, compete pela equipe do Piauí e será uma das atrações do torneio, disputado no fim de semana no CIEF Alberto Santos Dumont, no bairro de Boa Viagem

Bragança Paulista - A 43ª edição do Troféu Norte-Nordeste Caixa Adulto de Atletismo, que será disputada neste sábado (29/6) e domingo (30/6), na pista Professor Warlindo Carneiro do Centro Interescolar de Educação Física Alberto Santos Dumont, promete ser muito equilibrada.
A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) recebeu a inscrição de 258 atletas, representando 16 Estados das duas regiões, mais convidados do Distrito Federal e de Goiás.
A competição tem muitas atrações confirmadas. A principal delas é o alagoano Bruno Lins, que compete pelo Piauí, ganhador da medalha olímpica de bronze com o revezamento 4x100 m de Pequim 2008. Ele está inscrito nas provas dos 100 m, 200 m, 4x100 m e 4x400 m.
"Vou fazer de tudo para ajudar minha equipe", disse Bruno, que viajaria nesta quarta-feira (26/6) de Presidente Prudente (SP), onde mora, para Recife. "Sou nordestino e participo desta competição com muita vontade", completou o atleta que tem três medalhas em Jogos Pan-Americanos: ouro no 4x100 m de Guadalajara 2011, prata no 4x100 m em Toronto 2015 e bronze nos 200 m em Guadalajara 2015.
Bruno Lins, sexto colocado nos 200 m na final do Mundial de Daegu (KOR), em 2011, com 20.31 (0.8), não se lembra mais de quantas vezes foi eleito o melhor atleta do Troféu Norte-Nordeste. "No ano passado não pude participar, infelizmente. Nos anos anteriores, pude comemorar o prêmio algumas vezes. Coisa que só me envaidece", completou.
No ano passado, aliás, também no Recife, o Piauí foi o campeão do torneio masculino, mesmo sem o reforço do medalhista olímpico Bruno Lins. No geral e no feminino, a vitória foi de Pernambuco.
O programa da 43ª edição da mais importante competição regional do País será aberto no sábado, com a final dos 20.000 m marcha atlética, no feminino, a partir das 6 horas. O torneio termina com a final dos 5.000 m masculino, às 15:30, do domingo.
Eleito o destaque masculino da competição de 2018, por ter vencido as provas do disco e do dardo, Luís Fábio Rodrigues (PI) será novamente uma das atrações do evento. Campeão brasileiro sub-20 e vice-campeão sul-americano (sub-20) no arremesso do peso, ele está inscrito no Troféu.

A competição será realizada no CIEF Alberto Santos Dumont, que fica na Rua Almirante Nelson Fernandes, s/nº, no bairro de Boa Viagem. A entrada é franca para o público, não havendo necessidade de apresentação de ingresso.

O Troféu Norte-Nordeste Caixa é uma realização da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), com apoio da Federação Pernambucana de Atletismo (FEPA) e patrocínio da Caixa.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Quenianos dominam a Meia Maratona do Rio de Janeiro


22|06|2019 - 14:02 | Assessoria de Comunicação da CBAt


Participantes da Meia Maratona do Rio (Guito Moreto/Divulgação)

Bragança Paulista - Os quenianos Stanley Koech e Nancy Jesang venceram na manhã deste sábado (22/6) a Meia Maratona Olympikus do Rio de Janeiro, que teve largada no Leblon e chegada 21,970 km depois no Aterro do Flamengo. Koech completou a distância em 1:04:38, enquanto Nancy cruzou a linha de chegada com 1:15:40. A corrida reuniu 17 mil corredores inscritos, recebeu o Selo Prata e o Permit 09/2019 da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).


"Foi uma prova muito boa. A temperatura amena contribuiu bastante para o nosso desempenho. Segui a minha estratégia de administrar um pouco durante a prova e guardar para o final", disse o campeão queniano. Gilmar Silvestre que terminou na segunda colocação com 1:04:43 comentou sobre a disputa. "Puxei o ritmo por bastante tempo, acabei sentindo um enjoo e ele me passou. Mas eu estou feliz com a segunda colocação. Gostei bastante do percurso, ficou mais plano e o clima estava bem legal para os corredores. Espero voltar ano que vem e conseguir vencer."



No feminino, destaque para a queniana Nancy Jesang, de apenas 20 anos, que disputou uma Meia Maratona pela primeira vez e conquistou o título. "Adorei o percurso, não estava muito quente. Achei uma prova agradável de correr e já quero voltar ano que vem."



As brasileiras Rejane Bispo e Marcela Cristina chegaram em segundo e terceiro lugares respectivamente, com os tempos de 1:17:25 e 1:17:47



O show de Lan Lanh embalou o público no Aterro do Flamengo e encerrou as atividades deste sábado no Aterro do Flamengo. 



E, neste domingo, a Maratona do Rio Cosan terá sua 18ª edição, com largada marcada para as 5h30, no Aterro do Flamengo. O evento promete disputas emocionantes entre nomes da elite do atletismo brasileiro e mundial, disputando os 42,195 km. Além disso, os corredores que farão o Desafio Cidade Maravilhosa, que já completaram os 21 km neste sábado, farão os 42 km. 



Também neste domingo haverá a disputa das provas de curta distância, com 5 km e 10 km. A largada será às 8h, na altura da Rua Barão do Flamengo. Todas as chegadas acontecem também no Aterro do Flamengo.



Pódios da Meia Maratona 

Feminino



1-Nancy Jesang - Quênia - 1:15:40
2-Rejane Ester Bispo - Brasil - 1:17:25
3-Marcela Cristina - Brasil - 1:17:4 
4-Amanda Aparecida de Oliveira - Brasil - 1:18:46
5-Francielle Maria de Oliveira da Silva - Brasil - 1:19:23



Masculino



1-Stanley Kipchirchir Koech - Quênia - 1:04:38
2-Gilmar Silvestre Lopes - Brasil - 1:04:43
3-Robson Pereira de Lima - Brasil - 1:06:28
4-Wellington Bezerra da Silva - Brasil - 1:06:48
5-Glenison Gilbert de Carvalho - Brasil - 1:07:06



A Caixa é a patrocinadora do atletismo brasileiro.

Troféu Norte-Nordeste Caixa será no fim de semana no Recife

24|06|2019 - 11:43 | Assessoria de Comunicação da CBAt


Luís Fábio (PI), do arremesso do peso (Wagner Carmo/CBAt)


Bragança Paulista - A cidade do Recife vai receber pela quarta vez consecutiva e a 15ª na história as disputas do Troféu Norte-Nordeste Caixa Adulto de Atletismo. As competições serão realizadas sábado (29/6) e domingo (30/6), na pista Professor Warlindo Carneiro do Centro Interescolar de Educação Física Alberto Santos Dumont.

Pernambuco, a grande força do evento, conquistou o título de campeão geral no ano passado ao ganhar 49 medalhas (15 de ouro, 20 de prata e 14 de bronze). A equipe de Piauí ficou em segundo lugar, com 20 medalhas (12 de ouro, 4 de prata e 4 de bronze), seguida da seleção do Rio Grande do Norte, com 15 (5 de ouro, 4 de prata e 6 de bronze).

Além de ficar com o título, Pernambuco também foi o primeiro colocado no torneio feminino. O Piauí venceu no masculino.

O programa da 43ª edição da mais importante competição regional do País será aberto no sábado, com a final dos 20.000 m marcha atlética, no feminino, a partir das 6 horas. O torneio termina com a final dos 5.000 m masculino, às 15:30 do domingo.

Eleito o destaque masculino da competição de 2018, por ter vencido as provas do disco e do dardo, Luís Fábio Rodrigues (PI) será novamente uma das atrações do evento. Campeão brasileiro sub-20 e vice-campeão sul-americano (sub-20) no arremesso do peso, ele está inscrito no Troféu.

O CIEF Alberto Santos Dumont fica na Rua Almirante Nelson Fernandes, s/nº, no bairro de Boa Viagem. A entrada é franca para o público, não havendo necessidade de apresentação de ingresso.

O Troféu Norte-Nordeste Caixa é uma realização da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), com apoio da Federação Pernambucana de Atletismo (FEPA) e patrocínio da Caixa, a patrocinadora do atletismo brasileiro.

Giovani dos Santos e Cristiane Alves vencem a Maratona do Rio Cosan

23|06|2019 - 15:21 | Assessoria de Comunicação da CBAt


Maratona do Rio Cosan (Foto: Miriam Jeske/Divulgação)


Bragança Paulista - A Maratona do Rio Cosan chegou a sua 18ª edição com muita emoção, neste domingo (23/6). Para a alegria do público, os brasileiros dominaram a prova. No masculino, Giovani dos Santos liderou do início ao fim e conquistou o primeiro lugar com 2:18:48. No feminino, também deu Brasil. Vitória de Cristiane Alves Silva, com o tempo de 2:50:23.

A prova carioca, que é uma verdadeira festa e teve largada e chegada no Aterro do Flamengo, recebeu o Selo Ouro e o Permit 10/2019 da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).

"Estou muito feliz com essa conquista. Ganhar a Maratona do Rio não é para qualquer um. Ainda estou me adaptando às provas de 42 km, é um desafio para mim. Vim tentar o índice olímpico, que apesar de chegar até o km 30 com ele, infelizmente não rolou. Mas, foi uma manhã incrível e quero voltar ano que vem para quem sabe, brigar pelo bi", disse o mineiro Giovani. Antonio Wilson Sousa Lima (2:20:05) e Edmilson Santana (2:20:47) chegaram a seguir.

"Como foi minha primeira vez aqui , meu objetivo era ficar entre as cinco do pódio. Então fiquei ali entre as meninas. Mas no decorrer da prova fui desenvolvendo e fui surpreendida com o primeiro lugar. Treinei bastante para estar aqui e vim com o objetivo de subir no pódio. Acabei sendo a primeira, então, é muita gratidão", disse Cristiane empolgada com o resultado.

Completaram o pódio feminino a queniana Monica Cheruto, com 2:51:52, e a também brasileira Roselaine Souza Ramos, com 2:52:49.

As últimas vitórias brasileiras haviam sido em 2014, com Edmilson Santana, com 2:17:12, no masculino, e com Sirlene de Sousa Pinho, em 2010, com 2:43:15, no feminino.

Pódio da Maratona do Rio Cosan

Masculino
1-Giovani dos Santos (Brasil) - 2:18:48
2-Antonio Wilson Sousa Lima (Brasil) - 2:20:05
3-Edmilson dos Reis Santana (Brasil) - 2:20:47
4-William Kimbor (Quênia) - 2:22:14
5-Antonio de Souza Dias (Brasil) - 2:23:04

Feminino
1-Cristiane Alves Silva (Brasil) - 2:50:23
2-Monica Cheruto (Quênia) - 2:51:52
3-Roselaine Souza Ramos Benites (Brasil) - 2:52:49
4-Conceição de Maria de Oliveira (Brasil) - 2:57:03
5-Maurine Jelagat Kipchumba (Quênia) - 2:59:03

A Caixa é a patrocinadora do atletismo brasileiro.

Atletismo apunta a Lima

Yipsi Moreno, comisionada nacional, en conversación con Granma en una de las sesiones competitivas del pasado Memorial Barrientos expresó que «igualar el número de medallas de oro alcanzado en Toronto sería una verdadera hazaña»


La atleta Yarisley Silva tiene amplias opciones de estar en el podio Panamericano de Lima. Foto: Ricardo López Hevia
En cada edición de los Juegos Panamericanos, el atletismo junto a los deportes de combate es una de las disciplinas que más títulos aporta a las delegaciones cubanas. En la cita multideportiva de este año en Lima también llegarán los metales áureos, aunque no serán en la cantidad que nos tienen acostumbrados nuestros atletas.
Yipsi Moreno, comisionada nacional, en conversación con Granma en una de las sesiones competitivas del pasado Memorial Barrientos expresó que «igualar el número de medallas de oro alcanzado en Toronto sería una verdadera hazaña, aunque todo depende de los equipos que presenten potencias del área como Estados Unidos, Canadá o Jamaica. Nosotros no llevamos pronósticos a Lima, pero sabemos que se puede subir tres veces a lo más alto del podio con seguridad y esperemos que se sumen algunas sorpresas».
En 2015 el equipo antillano logró ganar en el triple salto y maratón masculinos, así como en lanzamiento del disco, salto con pértiga y heptalón femeninos. De estas cinco pruebas, las tres mujeres irán en busca de retener la supremacía panamericana, pero solo se puede dar casi por hecho el uno-dos de las discóbolas Denia Caballero y Yaimé Pérez (sin dar orden), dada la estabilidad de las dos caribeñas en el presente año. Este jueves Denia y Yaimé ganaron oro y plata, respectivamente, en el mitin de Huelva, España, con el mejor registro del año incluido para Caballero (69,20 metros), superando los 68,46 que había conseguido a mediados del mes pasado.
Aunque Yorgelis Rodríguez sale como principal favorita en el heptalón, esta será su primera competencia de nivel después de lesionarse una de sus rodillas, y Yarisley Silva no se ha acercado a los 4,85 metros que la coronaron en tierras canadienses. Si bien es cierto que la pinareña siempre ha sido una atleta de grandes resultados en competencias importantes, este año ostenta un 4,67 como mejor salto, marca aceptable para este momento de la temporada atlética, y en sus dos últimas apariciones en la Liga del Diamante ha logrado igual altura que sus principales contrincantes del mundo, incluidas la venezolana Robelys Peinado, y las estadounidenses Katie Nageotte y Sandi Morris, posibles rivales en Perú.
Otra presea dorada casi segura en Lima pudiera llegar en salto de longitud, entre los hombres, donde Juan Miguel Echeverría parece no tener rivales para la mayoría de los especialistas por su estabilidad sobre los 8,30 metros. En esta prueba Maikel Massó igualmente pudiera colarse en el podio de premiación. Massó ganó esta prueba en Huelva con 7,83 metros, señal contundente de que puede colgarse una medalla en Lima.
Otros que lucieron en suelo español fueron la cuatrocentista Adriana Gómez y la vallista larga Zurian Hechavarría, quienes se impusieron con tiempos de 52,37 y 55,40 segundos, respectivamente, y Liadagmis Povea quedó segunda en el triple salto femenino con 14,45 metros, solo superada por la venezolana monarca del mundo Yulimar Rojas, quien realizó el mejor salto de su vida, con 15,06 metros, récord nacional para su país. Cualquiera de estos atletas pudiera dar la sorpresa en Lima.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

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