Paixão pelo Atletismo

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Cuba por cuarta ocasión en Campeonato del Mundo de Balonmano

Las antillanas van por mejorar posiciones en comparación con el lugar 23 de la edición mundialista de 2015



Las 24 naciones que intervendrán en el Campeonato Mundial. Foto: IHF

La selección nacional femenina de balonmano disputará el Campeonato Mundial del 30 de noviembre al 15 de diciembre en la ciudad japonesa de Kumamoto, con el objetivo de mejorar el lugar 23 alcanzado en la edición de 2015, en Dinamarca.
El equipo lo conforman las porteras Niurkis Mora (capitana), Indiana Cedeño y Danielys Herranz; las laterales Liliamnis Rosabal, Lorena Téllez, Rosa de la Caridad Leal, Lisandra Lusson, Nahomi Márquez y Yennifer Toledo; las extremo Schakira Robert, Nahomis Mustelier y Gleinys Reyes; las pívot Yunisleidy Camejo y Arisleidy Márquez; y las centrales Eyatne Rizo y Yarumy Céspedes. Todas bajo la dirección del director técnico Jorge Coll.
Este torneo otorgará solo una plaza para los juegos olímpicos de 2020. Hasta la fecha Japón, Brasil, Francia, Angola y Corea del Sur están clasificados para la cita estival, el primero por ser la sede y los otros como vencedores de sus respectivos torneos continentales.
Entre las atletas de Cuba, seis tienen contratos en el extranjero. Lisandra Lusson, Lorena Téllez, Yunisleidy Camejo y Gleinys Reyes juegan en España, Eyatne Rizo en Francia y Naomis Márquez en Italia.
El conjunto hará un campo de entrenamiento en la ciudad de Itoyoshi, Japón, y enfrentarán en partido amistoso al club Compañía Sony, según señaló el comisionado nacional de la disciplina, Franklin Guevara.
Agregó además que «es un elenco muy joven, pues solo cinco de ellas han participado en estas lides. Nuestra meta es que ganen en experiencia y se pueda mejorar el resultado de 2015», concluyó.
Calendario
Cuba vs. Noruega – 30 de noviembre
Cuba vs. Serbia – 2 de diciembre
Cuba vs. Holanda – 3 de diciembre
Cuba vs. Eslovenia – 5 de diciembre
Cuba vs. Angola – 6 de diciembre

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Meia Maratona Internacional de Florianópolis

As inscrições para a Meia Maratona Internacional de Florianópolis se encerram nesta sexta-feira, dia 15 de novembro de 2019


Estão abertas ainda as inscrições para Meia Maratona Internacional de Florianópolis, prova que é considerada uma das maiores do estado de Santa Catarina.

Atletas amadores e de elite buscam sempre suas melhores marcas, pois o percurso é plano e rápido. Serão provas de 21K, 10K e 5K na Beira-Mar da capital catarinense, que conta com um visual de tirar o fôlego.
 
 
No ato da inscrição o atleta a possibilidade de escolher um dos dois kit a seguir:

Kit Padrão: Sacola personalizada Corre Brasil, camiseta performance do evento, número de peito, chip e brindes dos patrocinadores
 
Kit Participação: Somente chip e número de peito.
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As provas serão realizadas no dia 24 de novembro de 2019, tendo como local o bolsão do Trapiche na Beira Mar Norte, em Florianópolis, Santa Catarina.

Premiação 21K CLASSIFICAÇÃO GERAL – MASCULINO e FEMININO 1º colocado – troféu + R$ 2.000,00 2° colocado – troféu + R$ 1.500,00 3° colocado – troféu + R$ 1.000,00 4° colocado – troféu + R$ 500,00 5° colocado – troféu + R$ 300,00 CATEGORIAS DE FAIXA ETÁRIA (MASCULINO E FEMININO): Haverá classificação por faixa etária nesta categoria (5 em 5 anos).

Programação:
Retirada de kit
Datas:
22/11/2019 - sexta-feira das 14h às 20h
23/11/019 - sábado das 9h às 20h
*não serão entregues Kits fora dos dias e horários estipulados.
*Obrigatório levar 1 kg de alimento não perecível.
*Obrigatório apresentação do Voucher de inscrição.

Prova
Data: 24/11/2019
5:45h – Aquecimento pré-largada
6h00 – Largada 21km ELITE
6h02 – Largada 21km Pelotão Geral
6h20 – Largada 5km e 10km
9h00 – Início da Cerimônia de Premiação

A organização é da N4 Eventos Esportivos e Feiras Ltda.

Moires informações: https://www.ativo.com/

Brasil consegue pódio triplo nos 100m do Mundial de Atletismo

https://www.correio24horas.com.br/



(Foto: Daniel Zappe/Exemplus/CPB)
Petrúcio Ferreira conquistou o ouro paralímpico, Washington Junior levou a prata e Yohansson Nascimento ficou com o bronze

O Brasil conquistou um pódio triplo nesta terça-feira (12) no Mundial de Atletismo Paralímpico de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Depois de bater o recorde mundial nas eliminatórias, Petrúcio Ferreira garantiu a o ouro nos 100 metros da classe T-47 (amputados membros superiores) e teve como companhia nas medalhas o estreante Washington Junior e o veterano Yohansson Nascimento.
Petrúcio completou a prova em 10s44, dois centésimos a mais do tempo que havia anotado mais cedo e se tornado o atleta mais rápido entre todas as classes em competições paralímpicas. Foi o quarto ouro do paraibano em Mundiais.
Washington chegou logo atrás com 10s58 e faturou a sua primeira medalha na competição. Yohansson completou a festa com o tempo de 10s69 e alcançou a sua 11.ª medalha em Mundiais. Os três garantiram vaga nos Jogos de Tóquio-2020 por índice técnico.
"Minha largada os primeiros 30 metros demoro para desenvolver. Fiz uma corrida de recuperação na verdade. O Washington me deu trabalho, ele veio na minha frente na verdade. Quando cruzei a linha vi ele em segundo e depois o Yo aí foi só pular e gritar: É Brasil, é tudo nosso", comemorou Petrúcio.
Washington contou a experiência no primeiro Mundial. "É uma honra. Meu primeiro campeonato e estar entre os três. Não tenho palavras. Na hora do tiro saí muito bem. Nos primeiros metros senti que estava na frente. Nem me liguei nos tempos. Quando vi que era só Brasil fiquei muito contente", afirmou.
Yohansson destacou que a etapa em Dubai registrou o pódio mais rápido da história. "Foram os 100 metros mais fortes nessa competição. Estou sem palavras em fazer a melhor marca da minha vida aos 32 anos, minha 11.ª medalha. Foi um sucesso essa prova", comemorou.
Nove medalhas
O Brasil teve um excelente dia e conquistou nove pódios no total. Com isso, subiu para o segundo lugar no ranking de medalhas e superou o desempenho em Londres-2017. O País tem 25 medalhas no total com nove ouros, seis pratas e 10 bronzes. A China lidera com 41 (17 ouros, 17 pratas e sete bronzes).

Omara Durand, crece la leyenda

Por cuarta ocasión, la corredora cubana gana tres medallas doradas en un Campeonato Mundial de Paratletismo



Omara Durand, con la guía de Yunior Kindelán, se reafirma como la reina absoluta de la velocidad en su categoría. Foto: tomada del twitter de la Federación Internacional de atletas paralímpicos





















La estelar velocista cubana Omara Durand ganó su tercera medalla de oro en el Campeonato Mundial de Paratletlismo, en Dubái, capital de los Emiratos Árabes Unidos, para conseguir por cuarta ocasión esa hazaña.
Con crono de 23.57 segundos, su mejor marca del año, la santiaguera se impuso en la prueba de los 200 metros, para archivar en su palmarés general 11 títulos mundiales. La plata correspondió a la española Adiaratou Iglesias (24.51) y el bronce a la ucraniana Oksana Boturchuk (24.44).
Omara mantiene una racha triunfadora desde la cita de Christchurch 2011, Nueva Zelanda, en la categoría t12, débiles visuales profundos, al conquistar los 100, 200 y 400 metros. Lo mismo ocurrió en las ediciones de Doha 2015 y Londres 2017. En esta última lid solo recibió dos preseas, pues pese a ganar los 200 metros no contó, por no asistir el mínimo de corredoras requerido.
Además de los títulos mundiales, Omara es dueña de cinco oros olímpicos, dos en Londres 2012 y tres en Río de Janeiro 2016, y de los récords del orbe en 100 metros, con 11.40 segundos, en 200 con 23.03 y en 400 con 51.77.
Hoy concluye la actuación de Cuba con la participación de Uliser Aguilera en el lanzamiento de la jabalina, categoría f13 (débiles visuales).
Con este resultado la Isla se ubica en el peldaño 12 del medallero, encabezado hasta el momento por China (17-17-7), Brasil (9-6-10) y Ucrania (9-5-5), entre 1 361 paratletas de 122 naciones.

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Petrúcio Ferreira bate recorde mundial dos 100m; Confira a programação do sexto dia do Mundial

Ter, 12 Nov 2019 05:07:21 -03:00



Foto: Daniel Zappe/CPB/Exemplus

O paraibano Petrúcio Ferreira, 22, quebrou o recorde mundial dos 100m da classe T47 (amputados de braço). A nova marca foi estabelecida na semifinal disputada na madrugada (no Brasil) desta terça-feira, 12, sexto dia do Campeonato Mundial de Atletismo em Dubai, Emirados Árabes Unidos. O Brasil já soma 17 medalhas: sete ouros, três pratas e sete bronzes.


Oito brasileiros disputarão o pódio nesta tarde. A final dos 100m da classe T47 terá trio verde-amarelo: Petrúcio Ferreira, Yohansson Nascimento e Washington Júnior. Outra decisão esperada é a dos 100m T12 (baixa visão) com Fabricio Ferreira e Joeferson Marinho. As meninas da classe T11 (cegos) também entrarão na pista por medalhas nos 100m. Lorena Spoladore, guiada por Renato Benhur, e Jerusa Geber, com Gabriel Gárcia, serão as representantes do Brasil.



Petrúcio chegou à semifinal desta terça-feira, na qual estabeleceu a marca mundial, com o segundo melhor tempo das eliminatórias dos 100m da classe T47 (amputados de braço abaixo do cotovelo). 



Em sua bateria, ele tinha a companhia do alagoano Yohansson Nascimento. Após a largada, eles permaneceram juntos por pelo menos 50 metros, quando Petrúcio acelerou ainda mais. Cruzou a linha de chegada com 10s42 e gritou de felicidade ao conferir o cronômetro oficial da competição ao lado da pista. Yohansson foi o segundo da bateria, com 10s72, seu melhor tempo da vida.



“Estou muito feliz. Eu costumo dizer que sou ligado no 220, mas hoje eu estou em altíssima tensão. A pista é muito boa e o clima está ótimo. Falta a final ainda, que vai ser forte e muito emocionante”, vibrou Petrúcio que amputou a mão esquerda devido a um acidente em uma máquina de moer capim aos 2 anos.



O tempo que Petrúcio alcançou em Dubai nesta terça-feira é oito centésimos mais rápido que o recorde mundial do qual ele mesmo é o dono. Em junho de 2018, ele cumpriu os 100m em 10s50 durante a etapa de Paris do circuito promovido pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês).



A final será às 13h13 (de Brasília) e o SporTV 2 transmite ao vivo o Mundial de Atletismo a partir das 11h. Além de Petrúcio e Yohansson, Washington Júnior também fará a final dos 100m da classe T47, após ter classificado-se com o terceiro melhor tempo. 



Minutos após Petrúcio abalar Dubai com o recorde mundial, a mineira Izabela Campos também contribuiu com a campanha brasileira na competição dos Emirados Árabes Unidos. Ela foi bronze no lançamento de disco da classe F11 (cegos) com 34,28m, marca alcançada no quarto lançamento. “Não consegui encaixar bem os lançamentos realizando o movimento de girar o corpo, então decidi ficar parada para executá-los. Foi quando atingi os 34,28m e fiquei torcendo para as rivais não me alcançarem. Felizmente deu certo”, explicou Izabela.



O ouro ficou com a italiana Assunta Legnate, com 37,89m, acompanhada da Liangmin Zhang, da China (36,78m). A mineira mantém assim a tradição de subir ao pódio em Mundiais desde Doha 2015. Nas duas edições que antecederam a Dubai, Izabela foi bronze no disco, mesmo resultado que obteve nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016 nesta prova.  “Vou intensificar os treinos para mudar a cor dessa medalha lá em Tóquio 2020”, comentou.



A competição é realizada no Dubai Club for People of Determination desde a quinta-feira, 7, e segue até o dia 15 de novembro. A Seleção Brasileira conta com 43 atletas entre os 1.400 inscritos de 120 países.



Confira, abaixo, os resultados dos brasileiros que competiram na madrugada desta terça-feira, 12, sexto dia de Mundial de Atletismo, em Dubai:



Final 
Lançamento de disco (T11): Izabela Campos - bronze



Eliminatórias
100m (T11): Daniel Mendes – 7º lugar**
100m (T11): Felipe Gomes – 4º lugar**
100m (T11): Lucas Prado – 1º lugar**
100m (T36): Táscitha Cruz – 6º lugar*
100m (T47): Washington Júnior – 2º lugar*
100m (T47): Petrúcio Ferreira – 1º lugar*
100m (T47): Yohansson Nascimento – 3º lugar*
200m (T12): Ketyla Teodoro - 7º lugar
200m (T12): Viviane Ferreira - 5º lugar
*Classificado para final
**Classificado para semifinal  



Confira a programação dos brasileiros na tarde desta terça-feira, 12 (horário de Brasília):
11h06 – Lucas Prado e Felipe Gomes, 100m (T11)
11h13 – Daniel Mendes, 100m (T11)
11h25 - Christian da Costa, 200m (T37)
11h33 - Mateus Evangelista, 200m (T37)
11h41 - Vitor de Jesus, 200m (T37)
11h49 - Lorena Spoladore e Jerusa Geber, final 100m (T11)
11h57 - Rayane Soares, final 200m (T13)
12h57 - Fabrício Ferreira e Joeferson Marinho, final dos 100m (T12)
13h13 – Petrúcio Ferreia, Yohansson Nascimento e Washington Júnior, final dos 100m (T47)
13h53 - Jerusa Geber, 200m (T11)
14h01 - Thalita Simplicio, 200m (T11)
14h09 - Lorena Spoladore, 200m (T11)
  
Patrocínio
O paratletismo tem patrocínio das Loterias Caixa e da Braskem. 



Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Maiores informações: https://www.paralympic.org/dubai-2019/

Omara Durand, indetenible en el Mundial

Si la cubana gana el oro en los 200 metros, sería la cuarta ocasión en que logra tres medallas de ese color en lides del orbe





Omara Durand está a punto de lograr por cuarta ocasión un triplete dorado. Foto: Tomada del sitio del Mundial




















Parece que Omara Durand nunca va a ceder. La medalla de plata no está hecha para ella, mucho menos el bronce. Recordista universal en 100, 200 y 400 metros planos categoría T-12, débiles visuales profundos, en más de una ocasión ha logrado marcas comparables con sus homólogas convencionales, siempre acompañada por su guía Yunior Kindelán.
Omara no pierde una carrera desde 2008, cuando debutó en los Juegos Paralímpicos de Beijing con 18 años de edad y, según PL, los 52.51 segundos alcanzados en la final de los 400 metros de los Parapanamericanos de este año, fueron superiores a los conseguidos por dos de las finalistas presentes en el cierre de esa prueba en la Liga del Diamante 2019.
Por estos días presume de su calidad en el Campeonato Mundial de Paratletismo, en Dubai, Emiratos Árabes Unidos, cita en la que ya se coronó en los 100 y 400 metros, además de asegurar su presencia en la semifinal del doble hectómetro.
A pesar de no acercarse a su récord mundial de 11.40 segundos, impuestos en los Juegos Paralímpicos de Río 2016, la santiaguera dominó con relativa holgura este lunes la final de los 100 metros, al cronometrar 11.66 segundos, la mejor marca del año. La anterior (11.76) también estaba en su poder y la había conseguido en los Parapanamericanos de Lima. 
Durand aventajó a la española Adiaratou Iglesias (11.99) y a la brasileña Viviane Ferreira (12.00), segunda y tercera, respectivamente. Con poco más de una hora y media de recuperación, la antillana volvió a la pista del Dubai Center Club para ganar en su eliminatoria de 200 metros, con 24.71 segundos, y lograr un boleto directo a las semifinales de este martes.
El primer metal dorado de Omara Durand en esta cita del orbe lo consiguió el pasado sábado en los 400 metros. Los 52.85 segundos estampados al final de la vuelta al óvalo le valieron para dejar en plata a la ucraniana Oksana Boturchuk (56.02), mientras que el bronce fue al pecho de la venezolana Greilyz Villarroel (58.66).
De sumar su tercer pergamino áureo, sería la cuarta ocasión en que la cubana logra un triplete dorado en citas universales, pues ya lo hizo en Christchurch, Nueva Zelanda, 2011; Doha, Catar, 2015, y Londres, Gran Bretaña, 2017. En 2013, la cubana estuvo ausente debido a la maternidad.

Serie Nacional de Béisbol de Cuba: Segunda fase anda revuelta

Dos equipos abrazados en la cima, otro dúo separado en los puestos tres y cuatro por solo media unidad, un quinto a solo dos y medio del puesto de honor y un elenco hundido en el sótano, pero aún con posibilidades toda vez que restan 34 partidos por efectuar. Ese es el panorama que muestra ahora mismo la Serie Nacional de Béisbol en su segunda fase




Foto: Tomada de Prensa Latina
Dos equipos abrazados en la cima, otro dúo separado en los puestos tres y cuatro por solo media unidad, un quinto a solo dos y medio del puesto de honor y un elenco hundido en el sótano, pero aún con posibilidades toda vez que restan 34 partidos por efectuar. Ese es el panorama que muestra ahora mismo la Serie Nacional de Béisbol en su segunda fase.
No causa ningún asombro ver a santiagueros y camagüeyanos lidereando el torneo, algo que han hecho desde los inicios de la contienda. Los agramontinos cuentan en sus filas con varios jugadores sobre la marca de 300, encabezados por el torpedero Alexander Ayala, 371 de promedio con siete cuadrangulares; y su pitcheo, segundo con 4,05. Dariel Góngora y Frank Madam acumulan 13 victorias, ambos baluartes del conjunto.
Los indómitos del mentor Eriberto Rosales cuentan con el cuerpo de pitcheo líder de la justa, con 3,82, inferior al 4,34 que es el promedio general del evento. Al bate también son punteros en average, 313, empatados con Cienfuegos y segundos en cuadrangulares, 50, detrás de Matanzas, 57. Su mejor hombre es el zurdo Edilse Silva, líder en jonrones con 13, segundo en impulsadas, 61, y 385 de average, mientras el cuerpo de lanzadores es una mezcla de veteranos como Alberto Bisset y Danny Betancourt, con jóvenes de la talla de Carlos Fonst y Yunior Tur.
Los Cocodrilos de Matanzas y los Elefantes cienfuegueros son dos planteles con cierta similitud. Ambos promedian por encima de 300 (313 Cienfuegos y 310 Matanzas), los dos máximos anotadores de carreras, 370 los Elefantes y 357 los Cocodrilos, estos últimos con el peor promedio de limpias, cinco carreras por juego exactamente.
Las Tunas es el segundo de menor poder, con 34 jonrones (Camagüey suma 33), pero aun así anota 300 veces. Y en cuanto a los Industriales, su cuerpo de lanzadores sigue sin efectividad, aunque lo peor es el bateo, el de menor cantidad de carreras creadas, 257, con los sureños como líderes del casillero, 334,0.
Este martes Industriales recibirá a Cienfuegos en el Latinoamericano; Santiago espera por Camagüey en el Guillermón Moncada, en lo que debe de constituir la mejor subserie, y Las Tunas y Matanzas rivalizarán en el Victoria de Girón.  
MÉXICO, JAPÓN Y SUDCOREA INVICTOS
Los conjuntos de México, Japón y Sudcorea mantuvieron su invicto en la Súper Ronda, al doblegar a Taipéi de China, Australia y Estados Unidos, por ese orden.
Los mexicanos ganaron por margen de 2-0 gracias al hermetismo de su pitcheo y oportuno jonrón de Román Ali Solis. Japón derrotó a los australianos por 3-2 gracias a un perfecto squeeze play en el octavo capítulo. Por último, Sudcorea se afianzó como favorito a ganar el boleto olímpico por Asia tras superar a Estados Unidos, por 5-1.

Foto: Granma

Atleta de salto em distância morreu no acidente ferroviário de Toledo

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