22/08/2017 - 10:31 - Reinaldo de Jesus Cisterna /Governo do Tocantins
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Com a arrecadação de 300 kg de alimentos não perecíveis, que serão destinados a três instituições filantrópicas, Sementes do Verbo, Meninas dos Olhos e Lar Batista, foi realizado no último final de semana, no Jardim Aureny I, em Palmas, o 1º Passeio Ciclístico contra as drogas. O evento foi organizado pelo 6º Batalhão da Polícia Militar do Tocantins. Segundo os organizadores, cerca de 150 pessoas participaram do passeio, entre crianças e adultos. Estiveram presentes membros de associações, funcionários do Conselho tutelar, a ex-participante do The Voice Kids, Bruna Rocha, e a cantora evangélica, Ana Lacerda.
Passeio
O Passeio Ciclístico teve início por volta das 8h, saindo da Feira Coberta do Jardim Aureny I, seguindo pela marginal oeste da Rodovia TO-050, Avenida Tocantins até o Posto do Detran e 6º BPM. O retorno aconteceu pela Avenida Tocantins, marginal leste, com chegada à Feira do Aureny I. No local houve ainda palestras, apresentações musicais e sorteio de uma bicicleta e mais 25 brindes, ofertados pelos comerciantes da região. Após o passeio ciclístico, foi servido um lanche com frutas.
Segundo o comandante do 6º Batalhão da PM, major João Leyde de Souza Nascimento, o evento teve como objetivo a conscientização da prevenção no combate ao uso e tráfico de drogas, especialmente para crianças, adolescentes e jovens da região sul de Palmas.
Major Souza ressaltou ainda o apoio da Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes, por meio da professora Wanessa Zavarese Sechim, para o sucesso do evento. “A secretária é parceira da PM por meio de projetos na área de Educação, Juventude e Esportes. Agradeço mais uma vez este apoio incondicional da Seduc”, comentou o comandante.
Por: Reinaldo Cisterna - http://www.aloesporte.com.br/ 21 de agosto de 2017
Monalisa carrega a bola pela equipe do Iranduba na semifinal da Copa do Brasil - Fotos: Ares Soares/CBFS
Jogadoras da equipe do Iranduba ajoelhadas durante as cobranças de pênaltis na semifinal da Copa do Brasil – Fotos: Ares Soares/CBFS
A equipe da jogadora tocantinense Monalisa Belém, de Pindorama, o Iranduba (AM) e Leoas da Serra (SC) vão decidir a Copa do Brasil de Futsal Feminino. O jogo de ida acontece no dia 1º de setembro, na Arena Amadeu Teixeira, em Manaus, enquanto a volta está marcada para o dia 9, no ginásio Jones Minosso, em Lages (SC).
“Sensação de gratidão , e agradecer a Deus por tantas graças concedidas a nós . Esperamos fazer uma excelente final”, disse Monalisa.
O Iranduba jogava por um empate para avançar à final, pois ganhou o primeiro jogo por 5 x 2, em Manaus (AM) do time do Unifor (CE). Mas no jogo da volta disputado sábado à noite, em Fortaleza (CE), no tempo normal pelo placar de 3 x 2 e levou o jogo para a prorrogação onde persistiu o resultado, assim indo a decisão da vaga para as cobranças de pênalti. Nos pênaltis, em disputa acirrada, o time do Iranduba venceu pelo placar de 4 x 3 nas cobranças alternadas.
A jogadora tocantinense Monalisa chegou a fazer um dos gols do time de Amazonas. Nas cobranças de penalidades Monalisa chutou uma cobrança para fora, mesmo assim o time conseguiu vencer por 4 x 3. As Leoas são as vice-campeãs da Taça Brasil de 2016.
Seleção Brasileira
Depois de servir a equipe de futsal do Iranduba no final de semana, Monalisa Belém, que foi convocada semana passada para fazer parte da Seleção Brasileira de futebol feminino Sub-20, retorna ao Tocantins. Segundo ela, viaja para o Rio de Janeiro dia 28, quando se apresenta na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), visando o trabalho de preparação para o Campeonato Sul-Americano 2018, que é uma competição com etapa classificatória para a Copa do Mundo.
22/08/2017 - 10:38 - Reinaldo de Jesus Cisterna /Governo do Tocantins
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Badminton - Philipe-Bastos-Seduc-Arquivo
A cidade de Porto Nacional recebe, nos dias 26 e 27 deste mês, no Ginásio de Esportes Ciano Aires, a realização da segunda etapa do Circuito Estadual de Badminton. Participam da competição atletas nas categorias simples, duplas masculina, feminina e mista, na faixa etária entre 6 a 17 anos e Principal Adulto.
Segundo a presidente da Federação Tocantinense de Badminton, Michele Lobo Castilho, sua entidade foi fundada em 2014 e, neste período, ela acredita que a modalidade teve um bom crescimento no Estado, tanto que hoje já são mais de 100 atletas federados. “Estamos muito felizes com o aumento dos praticantes do esporte no Tocantins, tanto que estamos promovendo vários cursos para qualificar a arbitragem visando auxiliá-la na modalidade”, explicou a presidente.
O badminton é um esporte que mistura elementos do tênis e do vôlei de praia e é jogado com raquetes e uma peteca. O esporte é, surpreendentemente, o segundo mais praticado no mundo, atrás apenas do futebol.
Apoio
A Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc), por meio da Superintendência do Esporte, apoiará a competição, cedendo troféus e medalhas, além da divulgação do material para a imprensa. O evento é uma realização da Federação Tocantinense de Badminton (FTBad).
Serviço
O quê: 2ª etapa do Estadual de Badminton
Quando: dias 27 e 28 de agosto
Local: Ginásio de Esportes Ciano Aires - Porto Nacional
Horário: durante o período da manhã, das 8h às 12h, e à tarde, das 14 às 18h
Categorias: simples, duplas masculina, feminina e mista, na faixa etária entre 11 a 17 anos e adultos
Apoio: Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc).
Por Reinaldo Cisterna - http://www.aloesporte.com.br/
Reviver no Circuito Paradesportivo - Foto Marcus Mesquita -Divulgação
Este último final de semana foi bastante agitado para o Instituto Reviver. Enquanto no sábado, 19, na pista de atletismo da Universidade Federal do Tocantins (UFT), houve a primeira edição do Circuito Paradesportivo do Tocantins, envolvendo paratletas de Palmas e Araguaína, no domingo, 20, foi realizado o Reviver Itinerante, uma atividade que possibilitou aos frequentadores do Parque Cesamar a imersão em algumas modalidades paralímpicas.
Estreante em competições, o paratleta do Reviver Paulo Henrique de Sousa disputou as provas de 800 metros, 200 metros e o revezamento 400 x 100 metros no Circuito, conquistando o primeiro lugar tanto nos 800 quanto no revezamento, o que o encheu de entusiasmo. “Foi tudo muito legal; eu gostei muito de competir e de ganhar o meu primeiro troféu. Eu estou disposto a mais; quero treinar muito para ficar melhor e sair vencedor em outras competições”, afirmou o corredor.
A outra representante do Reviver na competição foi Lorena Noleto, que apesar de não ter ido ao pódio nas provas que disputou, se dizia muito alegre. “Foi muito bom competir com os colegas de outros lugares. É muito legal praticar esportes, correr e fazer amigos”, ressaltou a paratleta do arremesso de peso, dos 100 metros e do revezamento 4 x 100 metros.
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
LIGA DEL DIAMANTE
Se reanudan las hostilidades
Se presentarán la pertiguista Yarisley Silva y las discóbolas Yaimé Pérez y Denia Caballero, mientras que el saltador de longitud Maykel Massó hará su debut esta temporada en esa lid
Yaimé Pérez intentará en Birmingham sanar las heridas del Mundial. Foto:IAAF
El rey de los deportes retoma su marcha con la celebración este domingo del Grand Prix de Birmingham, Inglaterra, duodécima parada de la Liga del Diamante.
El certamen contará con la presencia de cuatro cubanos.
En el estadio Alexander de la ciudad inglesa se presentarán la pertiguista Yarisley Silva y las discóbolas Yaimé Pérez y Denia Caballero, las tres en busca de afianzar sus posiciones en la punta de la carrera por la gema, mientras que el saltador de longitud Maykel Massó hará su debut esta temporada en esa lid.
Silva, única medallista de la Mayor de las Antillas en la cita mundialista con su presea de bronce, arriba a este evento como la líder de la tabla de posiciones con 29 puntos, por encima de la titular olímpica y mundial Katerina Stefanidi (24).
Junto a ellas se destacan la estadounidense Sandi Morris (15) y la venezolana Robeilys Peinado (6), con plata y bronce, respectivamente, en el Campeonato Mundial.
Las discóbolas Yaimé Pérez y Denia Caballero –cuarta y quinta en el certamen del orbe– saldrán a la caza de algún consuelo en Birmingham. Yaimé marcha segunda con 19 rayas, por delante de Denia y de la alemana Nadine Müller, ambas con 16. La cima la ocupa la croata Sandra Perkovic (23), indiscutible favorita a la diadema. La competencia constituirá un remake de la final mundialista pues estarán además, la australiana Dani Stevens (7), y la francesa Mélina Robert-Michon (10), plata y bronce en la capital británica.
A la pértiga y el disco en el sector femenino les restará una sola competencia en Bruselas, Bélgica, el próximo primero de septiembre.
El saltador de longitud Maykel Massó, quinto en Londres con brinco de 8.26 metros, debutará en Birmingham en la Liga del Diamante. Massó tendrá entre sus principales rivales al sudafricano Ruswahl Samaai, bronce mundial y líder de la carrera por el diamante con 19 unidades, y a su compatriota Godfrey Khotso Morena (8), así como el uruguayo Emiliano Lasa (9), junto a los estadounidenses Jarrion Lawson (7) y Jeff Henderson (3).
Na manhã deste sábado, dia 19 de agosto de 2017 foi realizado o Circuito Paradesportivo do Tocantins - 2107, na pista de atletismo da Universidade Federal do Tocantins.
O Circuito contou com paratletas da Apae de Araguaína, Apae de Palmas e do Instituto Reviver de Palmas.
Ao todo foram realizadas 16 provas de pista e campo. A arbitragem das provas foi comandada pelo professor Alfredo Sosa Zamora e contou com a presença de acadêmicos do Centro Universitário Luterano de Palmas - CEULP/ULBRA.
O evento foi uma realização do Instituto Reviver em parceria com a Universidade Federal do Tocantins, Federação de Atletismo do Tocantins, Apae, Governo do Tocantins e Centro Universitário Luterano de Palmas - CEULP/ULBRA.
Yarisley Silva es una de las esperanzas de medalla para Cuba. Foto: Tomada de Internet
Cuando restan unos días para el inicio del Campeonato Mundial de Atletismo, a celebrarse entre el 4 y 13 de agosto, en Londres, la Federación Cubana de la disciplina anunció la delegación que representará a Cuba en este magno evento.
Nuestro país garantizó la presencia de poco más de veinte atletas, en su mayoría pertenecientes a las pruebas de campo, precisamente donde se cifran las mayores esperanzas de medallas.
Uno de los posibles chances de título reposa sobre la discóbola Yaime Pérez, quien ha tenido la temporada más estable de su carrera, con varios registros por encima de 67 metros y un par de victorias sobre la croata Sandra Perkovic, doble campeona olímpica y máxima candidata al oro.
Sin embargo, una de las últimas victorias de la cubanita sobre Perkovic fue su marca personal de 69.16, actuación que la ubica como una de las rivales a vencer en la urbe británica.
Otras posibilidades de preseas recaen en los medallistas de la anterior versión: la discóbola Denia Caballero y la pertiguista Yarisley Silva, con excepción del triplista Pedro Pablo Pichardo—doble subcampeón del mundo—, quien decidió abandonar a la Federación Cubana y ahora compite para el club Benfica, de Portugal.
Sin embargo, Caballero no ha estado en la mejor de las temporadas. Deberá superar ostensiblemente sus marcas si tiene intenciones reales de revalidar su título mundial. Durante 2017 apenas alcanza los 65 metros y sabemos de sobra que para colgarse el metal dorado en dicha prueba, deberá conseguir envíos que ronden los 70 m, todo ello condicionado —en gran medida— por la presencia de un fenómeno como Sandra Perkovic, quien en lo que va de calendario es la única mujer capaz de vencer los 70 m.
La discóbola Denia Caballero tendrá que superar a la croata Sandra Perkovic. Foto: Tomada de Internet
Muy similar resulta el caso de Yarisley Silva, inmersa en un año repleto de altibajos.La criolla ha alternado actuaciones brillantes como el salto de 4.81, que la hizo dueña, en Oslo,de la cuarta parada de la Liga del Diamante, con otras menos sobresalientes. Hace unos días, en Londres, apenas alcanzó los 4.55 m. A estas alturas, no creo que nadie dude de la capacidad de Yarisley, pero requiere estabilizar su rendimiento si ansía desbancar a la actual dominadora de la prueba, la griega Ekaterina Stefanidi.
Fuera de este trío estelar, lastimosamente en la actualidad no contamos con más opciones claras de preseas, pero sí con una joven camada de atletas que, de rubricar sus mejores marcas, podrían incluirse en finales. Tales son los casos de los triplistas Andy Díaz (17.40 metros), Christian Nápoles (17.27) y Lázaro Martínez (17.07) en el apartado masculino, y Liadagmis Povea (14.45) entre las damas, de quienes se espera una mayor progresión en el actual ciclo. Aun así, ninguno de los cuatro ha conseguido sus cotas máximas fuera del Estadio Panamericano, con la particularidad, además, de lograrlo a principios de temporada. Ya es conocido el “síndrome” de nuestros triplistas de no conseguir sus mejores resultados a la “hora cero”, de ahí la reserva en los pronósticos.
En situación semejante se encuentra la ochocentista Rose Mary Almanza, con una marca acreditada este año de 1.59.11. Almanza deberá mejorar a la hora de finalizar las carreras si pretende luchar por un puesto entre los primeros.
Otros que bien podrían incluirse entre los ocho grandes son los jóvenes saltamontes de apenas 18 años Juan Miguel Hechavarría y Maikel Massó. El primero ostenta un 8.28 m, pero lo más importante resulta la estabilidad que ha alcanzado sobre los 8.15 m. A diferencia de sus compañeros del triple, Hechavarría logró sus marcas cumbres fuera de la Isla, hecho que por sí solo deviene un buen augurio.
Massó, por su parte, logró recientemente, marca personal de 8.33, la que garantizó su pasaporte mundialista. Para el bisoño santiaguero este resultado significó un reencuentro con los ocho metros, barrera que le había resultado esquiva en este año.
A Leonel Suárez siempre debe dejársele una rendija abierta, porque así lo ha demostrado una y otra vez, a pesar de tener que lidiar con las lesiones, sobre todo a partir de 2012. Si Leonel llega saludable, de seguro será un fuerte aspirante en una prueba que se antoja muy complicada con la presencia del “Mr. 9000” Ashton Eaton y otras figuras como Kevin Mayer, Damien Warner y Lindon Victor.
También en el apartado de las pruebas combinadas se esperan buenas noticias por medio de Yorgelis Rodríguez, ocupante de la séptima plaza en Rio con acumulado de 6 mil 481 unidades. Este año la heptatlonista firmó en Gotzis, Austria, otro meritorio registro de 6 mil 446 puntos. De su ubicación entre las ocho primeras no cabe duda, pero si espera alcanzar una medalla, los 6 mil 700 se tornan exigentes.
Imposible pasar por alto a la posta larga masculina. Sin tener ningún corredor de élite, se ha abierto un espacio entre los mejores relevos de la actualidad. La cuarteta cubana fue finalista en los dos últimos grandes eventos: Beijing y Río, así como en el Mundial de Relevos. Incluso ha registrado tiempos de menos de tres minutos, hazaña que de alcanzar nuevamente, de seguro los colocaría en la final del orbe.
El campeón olímpico de Beijing 2008 Dayron Robles, no pudo lograr el registro necesario para asistir a la capital inglesa. Foto: Tomada de Internet
Un nombre resalta entre los ausentes y es el caso del exrecordista mundial y campeón olímpico de Beijing 2008, Dayron Robles, quien no pudo lograr el registro necesario para asistir a la capital inglesa.
Sobre él se creó una gran expectativa desde que anunciara su regreso a la competencia bajo el amparo de la Federación Cubana de Atletismo, hecho que no ha podido traducir en resultados. Un mar de lesiones lo ha acompañado —para variar— privándole de participar en los Juegos Olímpicos y este año solo ha cronometrado 13.66 segundos, en par de ocasiones, muy por encima del mínimo de 13.45 exigido por la IAAF.
Injusto sería no resaltar la participación de la maratonista Daylin Belmonte; los corredores Yoandy Lezcay, José Luis Gaspar, Zuriam Hecheverría y Roxana Gómez; los vallistas cortos Yordan O’Farrill y Roger Iribarne; y la balista Yaniuvis López,quienes no gozan de grandes oportunidades , pero el haber logrado su clasificación ya constituye un éxito para ellos.
Quizás el mayor problema en estos momentos no sea el bajo número de atletas clasificados. A fin de cuentas, con solo 19 exponentes Cuba logró su mejor resultado histórico en Atenas ’97, al sumar cuatro metales áureos, uno plateado y otro bronceado. Pero el pobre nivel mostrado en la mayoría de las especialidades, con especial acento en la pista, nos lleva a predecir un panorama en exceso desalentador.
El atletismo cubano ha sufrido mucho en los últimos años y en el potencial de sus actuales exponentes se cifran los sueños de un pueblo que anhela el retorno de nuestro país a los planos cimeros de este deporte, con un botín hasta ahora de 21 medallas de oro, 23 de plata y once de bronce en justas mundiales.