Paixão pelo Atletismo

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Cadê Enivaldo Ribeiro de Almeida um dos principais nomes do apito tocantinense na década de 90 e 2000

Reinaldo Cisterna - http://www.aloesporte.com/


Por onde anda o árbitro Enivaldo Ribeiro de Almeida (Enivaldinho), que comandou 11 finais entre Copa Tocantins e Campeonato Tocantinense. Foi o fundador e o primeiro presidente da Associação Tocantinense de Árbitros de Futebol do Tocantins (ATAF), também dirigiu por quatro anos a Comissão Estadual de Arbitragem do Tocantins, hoje a CEAF. Foi o primeiro árbitro do Tocantins a apitar fora do Estado em competições nacionais. Encerou a carreira como árbitro de futebol em 2005. Vamos conhecer um pouco desta história de um dos primeiros árbitros do Estado do Tocantins entre a Era Amadora (1989) e a Profissionalização (1993).

Trajetória
Enivaldo Ribeiro de Almeida, o Enivaldinho como era conhecido pelos jogadores e pela imprensa quando apitava profissionalmente iniciou sua carreira de árbitro de futebol ainda na Era Amadora do Futebol do Tocantins durante o 1º Campeonato Amador realizado em 1989. Vale destacar que profissionalização ocorreu em 1993. Enivaldinho se recorda qual era o jogo que trabalhou: foi Miracema x Araguaia de Araguaína. Este confronto aconteceu na cidade de Miracema. Ele trabalhou na função de auxiliar (hoje popularmente conhecido como assistente), mais neste jogo quem apitou foi o senhor João Augusto.


Primeira partida
Mas a primeira partida com o apito na boca foi entre as equipes do Sucan de Porto Nacional x Alvorada. Ele recorda ainda que neste mesmo ano esteve comando a final em Colinas. "Como árbitro de futebol comandei 200 partidas em toda minha carreira profissional", enumerou  o apitador.

Competições Nacionais
Por ser um dos principais nomes do Tocantins na arbitragem naquele momento, Enivaldo Ribeiro de Almeida ressaltou que no Tocantins foram 11 finais que ele comandou entre Copa Tocantins e Campeonato Estadual. Também ganhou espaço no cenário nacional, onde apitou oito jogos pelo Campeonato Brasileiro da Série C.

Foram mais três jogos pela Copa do Brasil, além de outras seis partidas como assistente, também na Copa do Brasil. "Eu o saudoso Joacy Saraiva fomos os primeiros árbitros do Estado a atuar fora do Tocantins em competições nacionais como no jogo entre Taguatinga de Brasília e Sport (PE), em jogo válido pela Copa do Brasil", comemorou, finalizando e dizendo que pendurou o "apito" em 2005.

Mais pegajoso, gente boa...
Segundo Enivaldinho, o atleta mais "pegajoso" era o Juscelino, do Kaburé (Colinas), porém, muito educado. O mais mais calmo, o chamado gente boa era o goleiro Gilmar do Alvorada. O dirigente mais chato era Fernado Halun, do União Araguainense. Melhor dirigente era o Walter Borges, do Palmas.

O jogo mais emocionante da carreira foi Kaburé x Flamengo, pela Copa do Brasil. Neste jogo Enivaldinho trabalhou como assistente. O Flamengo venceu o Kaburé com placar de 1 a 0, no Wilson Alves Ferreira (Bigodão), na Fase oitavas de final da Copa do Brasil 1995.
 
Jogo com mais medo
Foi uma partida do Amador entre Palmeirópolis x Aliança. O time visitante foi campeão. Por outro lado, uma das maiores alegria foi ser o primeiro instrutor do Assistente Fifa Fabio Pereira, em Augustinópolis. Enivaldinho participou de vários congressos em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro como árbitro e presidente da CEAF.
 
Perfil
Nome: Enivaldo Ribeiro de Almeida
Apelido: Enivaldinho
Data de nascimento: 18/11/1966
Cidade: Miranorte
Casado e pai de 5 filhos








   
https://aloesporte.com/cade-enivaldo-ribeiro-um-dos-principais-nomes-da-arbitragem-tocantinense-na-decada-de-90/

terça-feira, 19 de maio de 2020

Atleta brasileiro receberá medalha olímpica 20 anos depois

https://www.terra.com.br/esportes/jogos-olimpicos/atleta-brasileiro-recebera-medalha-olimpica-20-anos-depois,d645a248573908d6fbd39ea728146a4dermgut55.html

Cláudio Roberto de Sousa fez parte da equipe brasileira medalha de prata nos 4x100 metros rasos na Olimpíada de Sydney 2000


Cláudio Roberto de Sousa receberá medalha de Sidney (Foto: Divulgação)
Foto: Gazeta Esportiva

A espera de Cláudio Roberto de Sousa para receber a medalha olímpica vai finalmente acabar. O velocista brasileiro fez parte da equipe do revezamento 4x100 metros brasileiro na Olimpíada de Sydney, em 2000, tendo participado das eliminatórias, mas não havia sido um dos laureados com a histórica prata - na final, a equipe nacional foi a segunda colocada.

O Comitê Olímpico Internacional (COI), porém, reviu o caso após pedido do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e vai premiá-lo, ainda que não tenha participado da disputa pela medalha, quando o quarteto nacional foi composto por Vicente Lenílson, Edson Luciano, André Domingos e Claudinei Quirino. Ele não subiu ao pódio por questões protocolares, tinha direito a ser premiado, embora isso nunca tenha acontecido.

"Eu tenho orgulho daquele time ter ganhado a medalha. Eu fiz parte dele, corri com eles. São vinte anos a espera dessa carta. Eu só tenho a agradecer", disse Cláudio Roberto. "Não posso deixar de ressaltar a importância do COB que foi o mediador dessa situação, em contato com o Comitê Olímpico Internacional, reivindicando essa medalha. O COB foi fundamental para que essa medalha chegasse até a mim. Agradeço ao nosso presidente, Paulo Wanderley, que me ligou para dar os parabéns, ao diretor Jorge Bichara, que foi muito resiliente na busca dessa medalha, e a todos que de alguma maneira contribuíram para esse momento. Agradeço muito pelo interesse de todos em resolver essa história".

Cláudio, hoje com 46 anos, viu a última etapa da busca pela medalha se iniciar em 2019, quando se encontrou com o vice-presidente do COB, Marco Antônio La Porta, em Teresina. O comitê, então, fez o pedido ao COI, que enviará a medalha ao brasileiro até setembro.

"Assim que o COB receber a medalha enviada pelo COI, providenciaremos uma cerimônia de entrega da medalha à altura do feito do Cláudio Roberto. O Comitê tem trabalhado para valorizar a memória do esporte olímpico brasileiro e, sem dúvidas, essa homenagem fará jus a um dos grandes velocistas do Brasil", completou Paulo Wanderley, presidente do COB.

Cláudio fechou a prova nas eliminatórias ao lado de Vicente Lenilson, Edson Luciano e André Domingos, com o tempo de 38s32, a segunda melhor marca daquela fase. A partir da semifinal, foi substituído por Claudinei Quirino, que ajudou a equipe a levar a prata com o tempo de 37s90.

"A sensação de receber a medalha é maravilhosa. Eu busquei essa medalha durante anos e, de repente, ela vai chegar no meu peito. Nunca perdi a esperança, mas sempre conduzi de uma maneira tranquila. Esse é o meu jeito. Confesso que quando o André Domingos me deu uma réplica da medalha, parei de ir atrás, mas ao mesmo tempo com a esperança, acreditando que de alguma forma esse momento iria acontecer. Agora é esperar mais uns meses até essa medalha chegar até mim. Já tá confirmado, já é oficial e eu estou numa felicidade bem grande", comentou.

Em seu currículo, Cláudio possui outras medalhas, a prata dos 4x100 metros no Mundial de Atletismo, em Paris (França), e o ouro nos Jogos Pan-americanos de Santo Domingo (República Dominicana), ambas conquistadas em 2003.


Confederação Brasileira de Atletismo convida para atividade de vídeo conferência sobre Saltos no Atletismo



Como parte das atividades da CBAt neste período de isolamento social, por causa da COV-19, será uma reunião via aplicativo Zoom agendada, com o seguinte tópico: “Organização do Processo de Treinamento dos Saltos no Atletismo” com o treinador Kiyoshi Takahashi,  treinador dos atletas brasileiros Jessé Farias, 2,32m altura, atual recorde brasileiro,  Talles Frederico Sousa Silva (2,30m) e do sogipano Almir Júnior (17,53m no triplo salto,  vice campeão mundial, entre tantos outros atletas.

Data 19 de maio de 2020 às 18:30
Entrar na reunião Zoom
https://us02web.zoom.us/j/87342767495?pwd=YWxxZmVSL1g5MHBrWG14NktSUXdNQT09
ID da reunião: 873 4276 7495
Senha: 678337




sexta-feira, 15 de maio de 2020

Atletas paralímpicos e olímpicos conversam em live inédita entre CPB e COB nesta sexta, 15 de maio



Petrúcio Ferreira participará da primeira live de séria inédita entre CPB e COB. Foto: Saulo Cruz/EXEMPLUS/CPB

Em ação inédita, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e o Comitê Olímpico do Brasil (COB) se unem em série de lives a partir dessa sexta-feira, 15/05/2020, em seus perfis do Instagram (@ocpboficial e @timebrasil), que somados reúnem mais de 336 mil seguidores, com a participação de atletas paralímpicos e olímpicos da mesma modalidade em bate-papo.

A transmissão faz parte do conjunto de ações feitas pelo CPB para todos os seguidores do esporte paralímpico durante o período de quarentena devido à pandemia do Covid-19.

A estreia será nesta sexta-feira, 15, às 18h, com o atletismo. Os convidados são o campeão mundial e paralímpico nos 100m Petrúcio Ferreira (classe T47) e o campeão pan-americano em Lima 2019 nos 400m com barreiras Alison Brendom.

Petrúcio é o atleta paralímpico mais rápido do mundo com 10s42 no Mundial da modalidade em Dubai no ano passado. Também em 2019, o velocista conquistou ouro nos 100m e nos 400m e prata no revezamento 4x100m nos Jogos Parapan-Americanos de Lima. 

No Mundial de atletismo convencional em Doha, Alison fez a melhor marca da carreira na final dos 400m com barreiras, que lhe rendeu o sétimo lugar na disputa. Com apenas 20 anos, ele é uma das apostas do COB para os Jogos de Tóquio no ano que vem.

Durante o período de isolamento social, o CPB já realizou 11 lives, sendo nove sobre natação paralímpica (confira aqui) e três da série Live Paralímpica, que contou com a participação de Petrúcio, Débora Menezes (parataekwondo) e Alana Maldonado (judô).

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Falece treinador cubano de Atletismo Miguel Portal, com sintomas de COVID-19

 

O treinador de atletismo Miguel Portal, ícone do atletismo que levou a seleção de esportistas de Baja California à obtenção de múltiplos trunfos em nível nacional e internacional, faleceu nesta quinta-feira com sintomas de COVID-19, no Hospital Geral de Mexicali.
O treinador de origem cubano, nascido em Placetas, Villa Clara, em 09/11/1963, começou se sentir mal na segunda-feira, 11. “Sentiu falta de ar e a médica que o atendeu lhe indicou que tinha que ir ao hospital”, segundo uma pessoa próxima, quem confirmou seu falecimento.
Foi assim como foi internado na terça-feira no Hospital 5 de Diciembre de Issste, de Mexicalli, México, e não se soube mais dele, até a tarde da quinta-feira, quando veio a noticia sobre sua morte  anunciada pelo pessoal médico desta capital.
Ao igual que outros treinadores estrangeiros, Miguel Portal vivia na Villa Atlética da Cidade Esportiva de Mexicali, porém toda sua família vive em Cuba.
Miguel chegou em outubro de 2003 a Baja California, com um contrato que durou quatro anos e sete meses, para depois voltar a seu país de origem, porém em 2010 voltou para continuar com seu trabalho com os esportistas deste estado, especializados em lançamentos.
Apaixonado do atletismo desde os 9 anos, desde muito jovem também praticou beisebol e el softball, porém foi no atletismo que permaneceu pelo resto da vida. Como atleta participou em diversas disciplinas, como arremesso do peso, lançamento do disco, salto em altura e corridas com obstáculos.
Formou-se como professor de esportes, e depois de participar em diversas competições, decidiu se dedicar por completo a preparar os jovens talentos.
A seus familiares, amigos e colegas de profissão os nossos pêsames. 




quinta-feira, 14 de maio de 2020

Bahamas - O voleibol perdeu, os 400 metros ganharam

sábado, 9 de maio de 2020

Por onde anda um dos principais nomes do atletismo tocantinense de todos os tempos: Eliésio Miranda?

Por Reinaldo Cisterna
http://www.aloesporte.com/

Por onde anda um dos principais nomes do atletismo tocantinense de todos os tempos: Eliésio Miranda?. Cadê vc? O que anda fazendo um dos maiores nomes do atletismo tocantinense de todos os tempos, Eliésio Miranda. Na bagagem o super campeão ostenta títulos de tetracampeão da Meia Maratona do Tocantins, tricampeão da Maratona de Brasília, Bicampeão da Maratona de Recife, participações internacionais correndo pelo Brasil em provas nos Estados Unidos, China, Suriname, Guiana Francesa e Panamá, e centenas de títulos pelo Tocantins.




Santo de casa não faz milagre


Santo de casa não faz milagre. É assim que se sente Eliésio. Mesmo com tantos títulos e levando os nomes do Tocantins e de Palmas para fora do Estado e por vários países, Eliésio se sente “desprestigiado”. “Tanto Estado como Município poderiam ter me aproveitado em alguma destas secretarias e eu trabalhando como professor de atletismo e ajudando a tirar as crianças das ruas dando a elas uma oportunidade de aprender um esporte”, ressaltou o super campeão dizendo “vida que segue”. Elíésio Miranda, hoje está com 45 anos, mora em Palmas com a família, mas ainda continua disputando algumas provas até porque precisa do atletismo para ajudar no sustento da família. Ele trabalha numa empresa particular em Palmas.

Eliésio Miranda comemorando um das quatro conquistas que teve na Meia Maratona do Tocantins nos anos de 2007/ 2010/ 2011 e 2012
 





Carreira
 
Tudo começou em sua terra natal, a cidade de Colinas do Tocantins, onde nasceu. Eliésio conta que o sonho era ser jogador de futebol, mas nas quatro linhas não conseguiu colocar em prática o sonho. Foi daí que surgiu a oportunidade de correr no ano de 1998. E nesta modalidade já superava os amigos e tomou gosto pela coisa e se transformou num dos principais nomes da modalidade no Estado ao longo destes mais de 20 anos.

Melhor tocantinense na São Silvestre

Ao longo dos mais de 25 anos de participação dos atletas tocantinenses na São Silvestre, Eliésio Miranda segue sendo o atleta com a melhor marca de todos os tempos. Em 2008, chegou em 21º lugar na prova com o tempo de 47m28s. Segundo ele, foram cerca de 12 participações na SS. Veja abaixo (quadro) as várias conquistas obtidas por Eliésio. Só na Meia Maratona do Tocantins foram quatro conquistas: 2007/2010/2011/2012.

Agradecimentos

Eliésio destaca que a carreira não foi feita sozinha, mas sim compartilha com os amigos, patrocinadores e as pessoas que o apoiaram para que ele pudesse escrever esta linda história no atletismo tocantinense e nacional.

Ele agradece a Empresa IntenSicare, que durante cinco anos o patrocinou. O atleta Reinilson Barboza, que segundo Eliésio, nos momentos mais difíceis, principalmente quando estava lesionado o amigo se fazia presente para apoiá-lo. Lembrou ainda do professor Virgílio Coelho e do outro amigo o senhor Ariovaldo Tegon, ambos já falecidos, que sempre deram força e o apoiaram para correr. Também o parceiro e amigo Alfredo Zamora. O fisioterapeuta Ton Pacheco e a doutora Karen, além da Academia Fit Stúdio.
 

Professor e doutor

Destacou também o ótimo trabalho de aprendizado que teve com o professor e Dr. Henrique Viana, que fundou a Associação Atlética Pé de Vento Petrópolis. “Quando fui treinar na equipe dele por volta de 2005, aprendi muito e, por isso, desenvolvi bem minha carreira no atletismo”, agradeceu. “Aproveito a oportunidade para agradecer também você Reinaldo Cisterna, que sempre me colocou na mídia do Tocantins nos momentos bons ruins da minha carreira”, finalizou.

Resultados de Eliésio Miranda
2003 - Vencedor da Maratona de Recife
2004 - Bicampeão da Maratona de Recife
2004 - 4º colocado na Maratona de Curitiba
2005 - 2º colocado na Maratona do Rio de Janeiro
2005 - 24º colocado na São Silvestre
2005 - 2º lugar na Norte/Nordeste - 5 mil metros
2006 - 2º colocado na Maratona de Brasília
2006 - 2º colocado na Maratona de Porto Alegre
2006 - 3º colocado na Maratona de Curitiba
2007 - 26º na São Silvestre
2007 - 9º colocado na Maratona de São Paulo
2007 - 1º colocado na Meia Maratona do Tocantins
2008 - 21º colocado na São Silvestre
2008 - 2º colocado na Maratona de Curitiba
2008 - 12º colocado nos 10 km do Rio - Pan-Americana
2009 - Vencedor da Maratona de Brasília
2009 - Vice campeão do Circuito Pan-Americano de Corridas de Rua
2010 - 1º colocado na Meia Maratona do Tocantins
2011 - 1º colocado na Meia Maratona do Tocantins
2012 - 3º Colocado nos 5.000 m dos 21º Jogos Abertos Brasileiros em Vitória-ES
2012 - 1º colocado na Meia Maratona do Tocantins



 
Participação na São Silvestre de 2004 - 2008
 
2004 - Eliésio Miranda - 39º- tempo: 48m50s
2005 - Eliésio Miranda - 24º- tempo: 48m10s
2006 - Eliésio Miranda - 47º- tempo: 49m57s
2007 - Eliésio Miranda - 26º- tempo: 48m50s
2008 - Eliésio Miranda - 21º- tempo: 47m28s

(Fonte:Reinaldo Cisterna/ Acervo - www.aloesporte.com)

Perfil
Nome: Eliésio Miranda da Silva
Natural: Colinas do Tocantins
Idade: 45 anos
Casado - Esposa: Rogéria Maria Santana de Araújo Miranda
Filhos: 3
Lucas Miranda da Conceição
Ana Beatriz de Araújo Santana Miranda
Emanuel de Araujo Santana Miranda


www.aloesporte.com

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