segunda-feira, 28 de maio de 2018

VIII SERIE MUNDIAL DE BOXEO

No se tropieza tres veces con la misma piedra


El elenco cubano dejó en el camino con relativa comodidad al conjunto Gallos de Pelea de Francia por un resultado global de ocho peleas a dos, en una de las dos semifinales del evento y se encamina a disputar su quinta final de manera consecutiva, resultado que ninguno de los otros equipos ha logrado conseguir en la historia de este certamen.




Andy Cruz (derecha) se reafirma como el mejor boxeador cubano del momento. Foto: Ricardo López Hevia
El primero de los dos objetivos planteados para la presente temporada por la franquicia Domadores de Cuba acaba de cumplirse, tras la obtención el viernes último del boleto hacia la gran final de la VIII Serie Mundial de Boxeo (WSB).
El elenco cubano dejó en el camino con relativa comodidad al conjunto Gallos de Pelea de Francia por un resultado global de ocho peleas a dos, en una de las dos semifinales del evento y se encamina a disputar su quinta final de manera consecutiva, resultado que ninguno de los otros equipos ha logrado conseguir en la historia de este certamen.
Para los pugilistas que integran la formación de los Domadores, llegar a pelear por el título de la Serie Mundial era desde el comienzo del torneo un resultado posible, porque calidad y experiencia tienen en sus filas para decir presente en la fase más importante, independientemente del nivel competitivo mostrado por los rivales que podían enfrentar en el camino.
El reto queda ahora en materializar el segundo objetivo que no es otro que levantar por tercera ocasión el trofeo del clásico. En medio de ese sueño se encuentra nada menos que la selección de los Astaná Arlans de Kazajstán, victimarios de los cubanos en las finales de los años 2015 y 2017.
Un duelo entre antillanos y kazajos pondrá de por medio dos estilos, dos escuelas de boxeo. Los caribeños con una técnica depurada, mientras los asiáticos exhiben gran resistencia y pegada. Vaticinar un ganador se vuelve tarea bien complicada para cualquiera. Se trata de dos escuadras completas y con muy pocas fisuras.
Para nadie es un secreto que los cubanos lanzarán a sus mejores hombres sobre el cuadrilátero, casi todos medallistas olímpicos y mundiales. Sin embargo, los kazajos puede que prescindan de alguna figura establecida y llamen a quien se encuentre en mejor forma deportiva sin mirar su palmarés, así lo han hecho en el pasado con resultados positivos la mayoría de las veces.
Los cubanos conocen muy bien a los kazajos y estos a los nuestros, por lo que es de esperar un duelo bien cerrado, con grandes combates y posiblemente la decisión del equipo ganador se conozca en la penúltima o última pelea.
Para los Domadores, la victoria significará sacar la espina clavada el año pasado, cuando los Arlans hicieron una remontada espectacular ante los caribeños y para la que se requirió de un combate de desempate en los 52 kilogramos.
En estas semanas de preparación hacia la disputa del título se hace necesario trabajar sin presión y con la seguridad de que la victoria colectiva es posible, pues entre los diez Domadores existen cinco o seis figuras con la capacidad para superar al rival que cruce guantes con ellos.
Solo queda esperar porque la gran final se celebre en dos carteles, pactados para desarrollarse en casa de cada uno de los protagonistas, y no ocurra como el año anterior cuando todas las batallas se desarrollaron en el Palacio de los Deportes de Astaná, poniendo a los Domadores en franca desventaja ante sus rivales.
Lo más justo para estas dos excelentes franquicias sería una celebración por el título de la WSB con enfrentamientos de ida y vuelta. A diferencia del año pasado, los pupilos del entrenador Rolando Acebal se muestran en una mejor forma boxística en sentido general, lo que potencia las posibilidades de éxito.

Darlan Romani e Almir Junior brilham na Liga Diamante nos Estados Unidos

26|05|2018 - 20:00 | Da Assessoria de Imprensa da CBAt


Darlan Romani (Wagner Carmo/CBAt)


São Paulo - Dois brasileiros brilharam na disputa da terceira etapa da Liga Diamante, disputada na tarde deste sábado (dia 26), na cidade de Eugene, no estado norte-americano do Oregon. No arremesso do peso, Darlan Romani garantiu um lugar no pódio ao marcar 21,95 m, medalha de bronze no torneio e novo recorde sul-americano. No salto triplo, Almir Cunha dos Santos, o Almir Junior, também levou o bronze, com 17,35 m e vento de 1.1 m/s.

Darlan, atleta do Pinheiros, participou de Camping da prova na Europa, com o treinador cubano Justo Navarro. Organizado pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), com apoio do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), o Camping é realizado com recursos da Caixa, Patrocinadora Oficial do Atletismo Brasileiro.

O arremessador melhorou em um centímetro seu recorde anterior, que era 21,94 m e fora alcançado em Bialostyk, na Polônia, no último dia 20. Agora, Darlan é o quarto no Ranking Mundial da prova. O norte-americano Ryan Crouser, campeão olímpico no Rio 2016, foi o ganhador da prova com 22,53 m, recorde do Meeting. A prata foi para o polonês Michal Haratyk, que marcou 21,97 m e, curiosamente, na Polônia, no dia 20, o brasileiro superou Haratyk, que então foi o segundo com 21,67 m.

No triplo, Almir Junior, na segunda série de saltos, marcou 17,35 m (1.1) e, naquele momento, chegou a liderar a classificação da prova. Foi o melhor salto do atleta da Sogipa de Porto Alegre, treinado por José Haroldo Loureiro Gomes, o Arataca.

No final, Almir garantiu a medalha de bronze, atrás dos norte-americanos Christian Taylor, ganhador com 17,73 m e vento contra de 1.3 m/s, e Will Claye, segundo colocado com 17,46 m, com vento a favor de 3.0 m/s.

Outros dois brasileiros disputaram a Liga Diamante de Eugene. No salto com vara, o campeão olímpico em 2016 Thiago Braz, e na milha, Thiago do Rosário André, campeão da prova no ano passado. 

Thiago Braz, atleta do Pinheiros e treinado pelo ucraniano Vitaly Petrov, falhou nas três tentativas de 5,41 m e deixou a prova sem marcar. O primeiro colocado foi o norte-americano Sam Kendricks, campeão mundial em Londres 2017, com 5,81 m.

Thiago André, que compete pela Orcampi Unimed e é treinado por Ricardo DAngelo, foi o último brasileiro a competir em Eugene. O meio-fundista, que venceu a prova no ano passado com 3:51.99, e foi sétimo na final dos 800 m no Mundial de 2017, desta vez foi o nono, com 3:56.03.

TELEVISÃO
O canal Band Sports levou ao ar duas horas da Liga Diamante de Eugene no sábado, levando ao ar imagens do Darlan, Almir e Thiago André.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Equipes venceram as partidas de estreia dos Jogos Universitários Brasileiros de Futebol 7

 por Assessoria CBDU  22 de maio de 2018



UNB-DF venceu o CEUB-DF por 4×1. Foto: CBDU/Kaizen Filmes

Foi dada a largada às competições dos Jogos Universitários Brasileiros de Futebol 7, em Palmas, capital do Tocantins, e os times femininos da UNIFOR, do Ceará, e UNB, do Distrito Federal, saíram na frente, após ambos vencerem seus conterrâneos: a Universidade Federal do Ceará e o CEUB, respectivamente.
No primeiro jogo da tarde, entre a Universidade de Brasília e o Centro Universitário de Brasília, a equipe da UNB se saiu melhor em campo, garantindo a vitória por 4×1.
Na segunda partida do dia, a UNIFOR-CE tomou conta de todo o jogo, fechando o placar em 5×0 contra a UFC. O time da UNIFOR, formado por atletas advindas do futsal, é comandado pelo técnico Wilson Saboia, que atualmente também ocupa o posto de técnico da Seleção Brasileira de Futsal.
“O grande desafio da nossa equipe é transformar o jogo que a gente tem, de qualidade de futsal, para o futebol de 7. No início, elas sentiram um pouco a adaptação, embora a gente tenha treinado, mas mesmo com as dificuldades, no geral nós gostamos do primeiro resultado”, explicou o técnico, que conta com o apoio da universidade para que o time tenha a oportunidade de disputar campeonatos além do futsal. “A universidade, pela competência das meninas, orienta que a gente dispute também alguns esportes semelhantes ao futsal, como é o caso do futebol de 7”.
O técnico traz ainda na equipe três nomes que fazem parte da Seleção Brasileira de Futsal: a número 4, Emily, e a 10, Popó, que foram convocadas para a Copa América, disputada no Uruguai, onde sagraram-se pentacampeãs, e a goleira Carol, atleta do Sub 20.
JUBs Futebol 7
A competição, que conta com patrocínio dos Correios – Operador Logístico oficial do esporte universitário do Brasil, traz à capital do Tocantins 130 alunos-atletas, do Distrito Federal, Ceará, Tocantins, Rio de Janeiro e Goiás. Os estudantes defenderão sete Instituições de Ensino Superior do país – UFT-TO, UNB-DF, UFC-CE, UNIFOR-CE, CEUB-DF, PUC-RJ e UNIVERSO-GO –, nos naipes masculino e feminino.
As partidas serão realizadas a partir das 15h, e as finais, no sábado, acontecem a partir das 9h, com entrada gratuita. A competição contará com transmissão ao vivo, por meio do Facebook da CBDU.
Os Jogos Universitários Brasileiros de Futebol 7 são uma realização da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) em parceria com a Federação Tocantinense de Desporto Universitário – FTDU. Patrocínio: Correios – Operador Logístico oficial do esporte universitário do Brasil e Ministério do Esporte. Apoio: SuperBolla. Apoio local: Secretaria da Educação, Juventude e Esportes do Tocantins (SEDUC), Associação dos Oficiais de Arbitragem do Tocantins (ASFATO) e APCEF.
Acesse aqui o boletim: https://www.cbdu.org.br/wp-content/uploads/2018/01/BOLETIM-1-Futebol-7-Basquete-3x3.pdf

EN BUSCA DE LA NUEVA ESTRELLA

Para Francia 20 años han sido mucho


La potencia de Olivier Giroud, la velocidad de Kylian Mbappé, la habilidad de Anthony Martial y la capacidad anotadora de Antoine Griezmann, le permiten al entrenador Didier Deschamps contemplar diferentes estrategias para asegurar una buena producción goleadora

Francia posee talento en sus filas como para ser Campeón del Mundo. Foto: Getty Images
Desde el 14 de junio, 32 equipos competirán por materializar uno de los máximos sueños en el ámbito del deporte: convertirse en campeones de la Copa del Mundo de Fútbol.
Se trata de una añoranza por la que suspiran millones de personas y que, cada cuatro años, luego de siete partidos, 23 jugadores y un pequeño cuerpo técnico son los elegidos para tocar el firmamento con las manos.
Brasil, Alemania, Argentina, España, Francia y Bélgica parten como máximos favoritos a la corona. Otras naciones como Uruguay, Portugal, Inglaterra y Croacia también reúnen condiciones para llegar a la cúspide.
Definir cuál de estas escuadras será la campeona es casi como jugar a la ruleta rusa. No hay fórmula para acertar qué elenco se llevará los máximos honores. Sin embargo, pronosticar suena tentador. Si seleccionáramos un conjunto vencedor el 15 de julio, en el Estadio Olímpico Luzhniki, ese puede ser tranquilamente Francia.


EL PUNTO FUERTE
Hablamos de uno de los pocos colectivos que se ha dado el lujo de dejar fuera de su nómina, por motivos extradeportivos, a un delantero de la calidad de Karim Benzema. Sin embargo, esa ausencia pasa inadvertida cuando se dispone de suficientes variantes en el ataque.
La potencia de Olivier Giroud, la velocidad de Kylian Mbappé, la habilidad de Anthony Martial y la capacidad anotadora de Antoine Griezmann, le permiten al entrenador Didier Deschamps contemplar diferentes estrategias para asegurar una buena producción goleadora.
Si eso fuera poco, por las bandas el elenco europeo cuenta con jóvenes talentosísimos, capaces de profundizar el juego en el ataque y desequilibrar a las más curtidas defensas. Kingsley Coman y Ousmane Dembélé complementan muy bien sus funciones con la solidez de los mediocampistas Paul Pogba, N´Golo Kanté y Blaise Matuidi, aptos estos tres últimos para desbaratar las ofensivas contrarias.


EN EL CENTRO ESTÁ LA DIANA
La mayor preocupación que pueden presentar los franceses se manifiesta en el mismo centro del campo, ya que no disponen de un futbolista capaz de manejar los tiempos de juego y buscar al compañero desmarcado.
Ese genio, ese «10», ese maestro de orquesta, está fuera de acción en el once galo. Quien más se acerca es Dimitri Payet, pero la figura del Olympique de Marsella ha bajado su rendimiento en los últimos 12 meses, cuando buena parte de los especialistas le pronosticaban un futuro prometedor. Hoy, la presencia de Payet en Rusia 2018 está en duda, y casi seguro quedará fuera del plantel definitivo.
Si bien es cierto que Pogba puede adelantar su posición en la cancha y cumplir cabalmente con la nueva responsabilidad asignada, ese toque sutil de la pelota que tiene Payet no se encuentra con tanta frecuencia en el hombre del Manchester United. No llamar al cerebro del Marsella es un error, ya que no hay otro igual a él que se pueda vestir de azul.

PARA SER CAMPEÓN

No obstante, con Dimitri Payet o sin él, Francia tiene la estirpe de campeón. Hablamos de una plantilla llena de talento, con una defensa sincronizada y muy buenas opciones listas para saltar al campo desde el banquillo de los suplentes.
Salvo uno o dos futbolistas, el resto de las demarcaciones en el once titular tienen nombre y apellidos, porque a lo largo de los últimos cuatro años los galos han consolidado su rendimiento, definiendo quiénes son fijos y cuáles se quedan de reserva.
Pogba, Hugo Lloris, Raphaël Varane y Griezmann llegan en plena madurez deportiva. Su momento es ahora.
Dos años atrás estuvieron a un paso de salir campeones de Europa, pero el desconocido delantero portugués Éder catapultó en la final a su conjunto hacia la gloria.
Con esa profunda espina, los franceses afrontaron la clasificación hacia tierras rusas y la aseguraron sin renunciar a un juego ofensivo y rápido. Llevar la Copa del Mundo hacia la Torre Eiffel, como hace 20 años, es posible nuevamente, porque este elenco tiene suficiente magia en los botines de cinco o seis futbolistas y no se vislumbra que ellos renuncien al ataque, aun cuando el adversario plante pierna firme sobre el césped.

PANAMERICANO DE LEVANTAMIENTO DE PESAS

Colombia, un hueso duro en Barranquilla


La halterofilia cubana tendrá en Colombia su rival más fuerte en los próximos Juegos Centroamericanos y del Caribe Barranquilla 2018

Foto: Getty Images
Los equipos femenino y masculino de Cuba de levantamiento de pesas concluyeron cada uno en el séptimo lugar del Torneo Panamericano de la disciplina disputado la semana pasada en Santo Domingo, República Dominicana, y que tuvo el concurso de 26 naciones.
En ambos sexos se impuso Colombia. Las chicas obtuvieron nueve medallas de oro, dos de plata y cuatro de bronce, mientras los cafeteros conquistaron un botín de 3-8-6. Esta actuación ratifica la clase de los sudamericanos para dominar en los Juegos Centroamericanos y del Caribe, en Barranquilla, del 19 de julio al 3 de agosto.
Las cubanas cosecharon 0-2-6, mientras los hombres ganaron dos pergaminos de oro, tres de plata y ocho de bronce. El certamen continental otorgó boletos directos hacia los Juegos Panamericanos de Lima 2019.
El joven equipo de cubanas –varias con menos de 20 años de edad– acudió a la cita con ocho competidoras y otra vez Marina Rodríguez fue la más destacada, con dos preseas plateadas y una de bronce, en los 63 kilogramos. La capitalina terminó segunda en el arranque con 98 kilogramos y 125 kg en el envión, suficientes para validar un bronce en el total gracias a su cómputo de 223 kg.
La sorpresa la protagonizó la pequeñita Ludia Montero, de los 48 kg. La deportista oriunda de la provincia de Granma aseguró bronces en arranque (78 kg) y en el total con 172 kg. Una de las atletas que sigue progresando en las filas de la selección nacional es Yaneisy Mariño (69 kg), quien se adjudicó la totalidad de los metales bronceados con marcas de 96, 120 y 216 kilogramos.
Según la tabla Sinclair, que mide el rendimiento exacto de cada pesista, la colombiana de los 69 kg, Mercedes Pérez, protagonizó el mejor desempeño entre las 109 mujeres inscritas, al facturar 298,4 puntos. Por Cuba, Marina Rodríguez alcanzó la mejor cifra al ubicarse novena con 292,8 unidades.
Entre los hombres, Víctor Quiñones comandó la categoría de los 94 kilogramos con un par de medallas de oro, tras levantar 168 kg en arranque y 364 en el total, en tanto en el envión cargó 196 kg, la misma cifra que consiguió su compatriota Yorbanis Martínez, dueño del segundo lugar gracias a un menor peso corporal.  
Las otras dos preseas plateadas para Cuba las obtuvo el santiaguero de los 77 kg Dariel La O, quien marcó 150 y 185 kilogramos en arranque y envión, por ese orden. En el total, logró la medalla de bronce con 335 kg.
Los restantes títulos de bronce fueron a los pechos del juvenil de los 56 kg Otto Oñate, autor de 140 kg en el envión. En la división de 85 kg, Olfides Sáez estampó un doblete de bronce con 200 kg en el envión y total de 358. Por su parte, en la máxima categoría (+105 kg) el habanero Luis Lauret se afincó en el tercer peldaño de las tres modalidades tras levantar 172, 210 y 382 kg.  
La tabla Sinclair entre los hombres tuvo al chileno de origen cubano Arley Méndez como el más destacado en tierras dominicanas, con 453,2 puntos. El cienfueguero Olfides Sáez finalizó en el octavo sitio entre 109 pesistas, gracias a sus 427 unidades. 

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Juan Miguel no salió de la nada

Daniel Osorio, entrenador del saltador camagüeyano, repasa a Granma varios detalles de la preparación y el crecimiento del joven de 19 años

Daniel Osorio (derecha) es parte importante de los éxitos de Juan Miguel. Foto: Rodolfo Blanco
Después de ganar el salto de longitud en el Mundial bajo techo de Birmingham, hace solo dos meses, y de estampar luego una de las mejores marcas del año al aire libre, Juan Miguel Echevarría es la figura central del atletismo cubano en la actualidad.
Hasta agosto próximo no cumplirá 20 años, pero su juventud no ha sido un obstáculo para asumir con mucha calma el rol de estrella. Como es lógico, no ha tocado la gloria solo y, cuando conversa de su ascenso, no olvida a ninguno de los que lo han apoyado.
Pese a que no recuerda su apellido, Juan Miguel tiene presente a Luis, el hombre que lo descubrió en La Guernica (barrio camagüeyano donde nació), y también a Iván Izaguirre, Tomás Hernández y Juan Gualberto Nápoles, entrenadores que lo condujeron durante las categorías inferiores hasta los juveniles.
Justamente, una de las personas que más reconoce todo este proceso de formación es Daniel Osorio, el preparador actual del agramontino, quien asegura que Juan Miguel no salió de la nada. «Es rápido, potente, explosivo, tiene cualidades innatas para practicar el deporte. Llevaba tres años en la selección nacional juvenil, había participado en mundiales y había saltado 8,28 metros, es decir, ya se estaba explotando su potencial».
Sin embargo, lagunas sicológicas, mal manejo de la ansiedad competitiva y problemas con la concentración de la atención retrasaron su despegue definitivo. «Hemos trabajado en los últimos meses para solucionar todas esas dificultades, y ahora él tiene más confianza, está plenamente enfocado en sus metas, desde los Centroamericanos de Barranquilla en julio hasta los Juegos Olímpicos del 2020», precisó Osorio en exclusiva con Granma.
El entrenador, además, destacó que, en su nuevo camino, el saltador debe mantener la sencillez y la humildad. «Tiene una línea a seguir. Nuestra misión es darle las herramientas, educarlo, guiarlo e inculcarle valores para que afronte todos los cambios que vendrán en su vida, ya sea desde el punto de vista material, espiritual y de reconocimiento social».
Para Osorio, esta misión no es nueva, pues ya tuvo bajo su tutela a Yargelis Savigne, Mabel Gay e Ibrahim Camejo, medallistas mundiales y olímpicos. «No veo a Juan Miguel como un nuevo reto en mi carrera, sino como la continuidad del trabajo que realicé anteriormente. Tener un atleta como él me hace crecer profesionalmente y mantiene mi motivación muy alta».

¿Qué han dejado para la Isla las dos primeras paradas de la Liga de Diamante?


Las ciudades de Doha y Shanghai no han contado con mucha participación cubana en los compases iniciales de la Liga de Diamante 2018, en la cual las discóbolas Yaimé Pérez y Denia Caballero abrieron el camino antillano con medallas de plata y bronce

La venezolana Robeilys Peinado es una de las rivales más serias de Yarisley Silva rumbo a Barranquilla 2018.Foto: Getty Images
Las ciudades de Doha y Shanghai no han contado con mucha participación cubana en los compases iniciales de la Liga de Diamante 2018, en la cual las discóbolas Yaimé Pérez y Denia Caballero abrieron el camino antillano con medallas de plata y bronce en la cita catarí. Sin embargo, estas dos primeras paradas de la lid sí han dejado mensajes para nuestros exponentes del campo y pista de cara a los Juegos Centroamericanos y del Caribe de Barranquilla, Colombia.
Las señas están vinculadas con potenciales contrarios de la lid regional, donde, justamente, el atletismo cubano pretende ganar cerca del 20 % de los títulos de la delegación. Para materializar ese objetivo, los favoritos deberán lograr un alto nivel de eficiencia, mientras que las figuras de segunda línea tendrán que crecerse en un escenario de máxima rivalidad, en el que algunas naciones podrían presentar a sus principales exponentes.
Por ejemplo, una gran cantidad de pronósticos colocan a la subtitular olímpica y campeona mundial de la pértiga, Yarisley Silva, como la favorita para subir a lo más alto del podio en Barranquilla, pero contará con un notable escollo en la venezolana Robeilys Peinado, quien saltó hasta 4,64 metros en la presente temporada.
La joven de 20 años no es un manjar, y lo demostró hace un par de semanas en Doha, donde concluyó con la misma marca que las ganadoras de la plata (Holly Bradshaw) y el bronce (Katie Nageotte), pero por fallos acumulados en anteriores saltos perdió la oportunidad de luchar por las medallas.
Muchas esperanzas se han cifrado también en la balista Yaniuvis López, subcampeona en la pasada versión de los Centrocaribe en Veracruz, México. La santiaguera quiere mejorar su resultado, pero podría encontrar una piedra en el camino si se presenta la jamaicana Danniel Thomas-Dodd, dueña de la séptima marca de la temporada (19,36 metros) y subtitular del Diamante en Shanghai.
El triple salto femenino, especialidad que Cuba ganó en tres de las primeras cuatro competencias desde su irrupción en 1993 en el calendario regional, no parece ser ahora un bastión de la Mayor de las Antillas. En honor a la verdad, y salvo sorpresa, seremos meros espectadores del duelo entre la anfitriona Caterine Ibargüen y la venezolana Yulimar Rojas, medallistas mundiales y olímpicas, quienes podrían encontrar resistencia si se presentan las jamaicanas Kimberly Williams y Shanieka Ricketts.
En el salto de altura, modalidad en la que se prevé la incursión de la heptatlonista Yorgelis Rodríguez para aumentar las opciones de preseas, la pugna tampoco es sencilla, porque probablemente la lucha sea contra la monarca defensora Levern Spencer (Santa Lucía), dueña del segundo mejor registro (1,95 metros) del 2018.
De esa misma nación podría presentarse Jeannelle Scheper, quien ha llegado hasta 1,89 este año.
Por supuesto, también hay muchas dudas por lo que puedan hacer los especialistas de velocidad frente a las armadas de Jamaica, Bahamas o Trinidad y Tobago, las cuales, incluso con sus segundas figuras, son duros de roer, algo similar a lo que sucede en el medio fondo con mexicanos, venezolanos y colombianos.
Podríamos pensar que, en la lid regional en suelo cafetero, por desarrollarse en medio del verano (momento cumbre de la temporada atlética), no se presentarán las principales figuras del campo y pista, pero es válido destacar que las competencias del deporte rey en Barranquilla coincidirán con el impasse de casi un mes que tendrá la Liga de Diamante, entre el 21 de julio (oncena fase en Londres) y el 18 de agosto (duodécima parada en Birmingham).

Corrida de Rua em comemoração ao aniversário de Arraias, Tocantins acontece neste sábado

  A cidade de Arraias no Tocantins irá comemorar seus 286 anos de existência neste sábado, dia 1º de agosto de 2026. E para comemorar por ...