quinta-feira, 24 de setembro de 2020

CBAt realiza Curso para Treinadores Nível I da World Athletics

 Assessoria de Comunicação da CBAt

A entidade recebeu autorização do ADC/WA de Santa Fé, na Argentina, para realizar um dos primeiros cursos do mundo para profissionais no sistema de Ensino a Distância em época de pandemia da COVID-19

Bragança Paulista – A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) recebeu autorização do Centro de Desenvolvimento do Atletismo de Santa Fé, na Argentina, órgão ligado à World Athletics (ex-IAAF), para a realização do Curso para Treinadores Nível I da WA, que será em parte em Ensino a Distância, um dos primeiros no mundo neste formato, em época de pandemia da COVID-19.



A CBAt abriu 75 vagas para as Federações Estaduais, assim distribuídas: três para Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraíba, Pernambuco, Piauí,  Rio Grande do Norte, Rondônia e São Paulo; e duas para Acre, Alagoas, Pará, Roraima, Sergipe e Tocantins.



A indicação dos treinadores participantes será realizada pelas Federações filiadas à CBAt. Somente treinadores com registro válido na Confederação podem participar e a indicação deve ser feita até o dia 30 de outubro, por escrito, para o e-mail tecnico@cbat.org.br, informando nome completo, número de registro CBAt, e-mail pessoal e número de telefone celular.



A parte teórica será feita por meio de plataforma virtual, no período de 23 a 28 de novembro de 2020. Serão formadas três turmas. A distribuição dos treinadores em cada turma será informada por e-mail aos interessados, no dia 6 de novembro. Já a parte prática está prevista para janeiro de 2021, nas instalações do Centro Nacional de Desenvolvimento do Atletismo (CNDA), em Bragança Paulista (SP), em data a ser confirmada posteriormente, dependendo de autorização das autoridades competentes.



A CBAt fornecerá hospedagem e alimentação no CNDA, traslado a partir do Aeroporto de Guarulhos até Bragança Paulista, bem como, o respectivo retorno. A confirmação da data da parte prática será enviada pela CBAt até 30 de novembro.



A Caixa é a Patrocinadora Oficial do Atletismo Brasileiro.


quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Primeiro grupo de atletismo da Missão Europa retorna ao Brasil

Agência Brasil



Estádio Municipal de Rio Maior faz parte do complexo e pode receber até 6,5 mil pessoas (Divulgação)

O primeiro grupo de atletismo da Missão Europa, programa do Comitê Olímpico do Brasil (COB) que promoveu treinos no Velho Continente, retornou ao Brasil, e a avaliação dos participantes foi muito positiva.

Na turma que embarcou para Portugal em 18 de agosto, estavam os velocistas Derick Souza, Aldemir Gomes Junior, Jorge Henrique Vides, Paulo André de Oliveira e Rodrigo Nascimento. Enquanto entre as mulheres estiveram no Centro de Treinamento de Rio Maior (Portugal), Andressa Moreira Fidelis, Franciela Krasuck, Lorraine Martins e Rosangela Santos.

O revezamento 4 x 100 metros masculino está qualificado para os Jogos de Tóquio, assim como Paulo André nos 100 metros e Aldemir Gomes nos 200 metros. O revezamento 4 x 100 metros feminino tem boas chances de qualificação no Campeonato Mundial de Revezamentos de maio de 2021. “Além dos treinos, fizemos avaliações dos atletas com o pessoal do laboratório olímpico do COB e atividades de habilidades gerais com bastões. O grupo estava bem heterogêneo, pois alguns treinavam de forma improvisada em seus estados”, declarou o técnico da seleção brasileira de revezamento 4 x100 metros, Felipe de Siqueira. Esta equipe foi campeã mundial em Yokohama (Japão), e quarta colocada no Mundial de Doha (Catar), em 2019.

Para Rodrigo Nascimento, o período foi muito proveitoso: “Conseguimos treinar e matar a saudade do grupo. Temos uma equipe forte, que tem tudo para brigar pelo pódio olímpico e foi ótimo recomeçar o trabalho, depois de tantos problemas causados pela pandemia”, diz o catarinense de Itajaí, de 25 anos.

A técnica Vânia Maria Valentino da Silva, que orienta Ademir Gomes Junior (Pinheiros), tricampeão brasileiro dos 200 metros, concorda com Rodrigo: “Foi um alívio treinar em Portugal por um mês. Demos um tempo no estresse causado pelas prevenções à covid, à dengue, ao sarampo. Saímos do Brasil com um planejamento de trabalho, que foi bem-sucedido”, declarou.

Mesmo sem Vitória Rosa (Pinheiros), que ficou treinando no Brasil com Katsuhico Nakaya, as atletas também fizeram preparação individual e em grupo, orientadas por Carlos Alberto Cavalheiro, treinador responsável pelo atletismo no COB e coordenador geral do período de treinamento.

“O camping foi ótimo, conseguimos fazer tudo o que foi proposto”, comentou a carioca Lorraine Martins (Pinheiros), de apenas 20 anos e que integrou, em 2019, a equipe campeã nos Jogos Pan-Americanos de Lima e a quarta colocada no Mundial de Revezamentos de Yokohama (Japão). “Pudemos voltar para a pista, com toda a estrutura necessária”, declarou.

Fonte: https://www.istoedinheiro.com.br/primeiro-grupo-de-atletismo-da-missao-europa-retorna-ao-brasil/

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

A Corrida de Rua voltou à República Tcheca

Mais de 1.000 corredores disputaram a Meia Maratona de Ústí nad Labem na República Tcheca.

A apenas duas semanas do evento em que a atleta Peres Jepchirchir implantou um novo recorde mundial da meia maratona feminina, em Praga, a República Tcheca voltou este sábado a dar mais um passo rumo à retomada das corridas de rua. 

A cidade de Ústí nad Labem, na zona do norte do pais, pela primeira vez desde a situação de pandemia foi a responsável por organizar a meia maratona da cidade.


Chegada da Kristina Hendel

Os vencedores da prova foram o ucraniano Bohdan-Ivan Horodyskyi (1h03m54) no masculino e a alemã Kristina Hendel (1h13m29), longe dos tempos de Barselius Kipyego e de Peres Jepchirchir no ano passado.

É destacar que República Tcheca se propôs ser um exemplo a seguir para o resto do Mundo, com a implementação de medidas de prevenção à Covid-19 que foram cumpridas à risca. 


Bohdan-Ivan liderando a prova

Segundo os resultados da organização da prova, participaram cerca de 1.500 atletas, divididos da seguinte forma: meia maratona (1200), corrida de revezamento com 4 integrantes (140) e na prova de duplas (130). 

Pela manhã realizou-se também uma Family Run sem fins competitivos, na qual estiveram presentes várias centenas de corredores.

21 de setembro - Dia Nacional de luta da pessoa com deficiência


Esta data foi criada com o objetivo de conscientizar sobre a importância do desenvolvimento de meios de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade. O preconceito e a inacessibilidade pública também são dois pontos centrais a serem debatidos durante esta data, e que são responsáveis por dificultar a vida dessas pessoas.

Uma pessoa não deve ser reduzida apenas à condição funcional de seu corpo, cada pessoa tem muitas outras características que, juntas, compõem sua identidade. Além disso, pessoas com deficiência têm autonomia, capacidade de trabalhar e tomar decisões, o que não é diferente das demais. Termos pejorativos e rótulos, é uma  das formas de manifestação do capacitismo, ou seja, a opressão e a discriminação praticada contra a pessoa com deficiência. o preconceito começa com a cultura de que é preciso ter um corpo perfeito e seguir determinados padrões impostos pela sociedade para que se possa ser aceito. Esse padrão não se aplica a maioria das pessoas e quando se trata de pessoas com deficiência, surge um preconceito velado. 

Eventualmente, o preconceito pode ocorrer por falta de conhecimento, por exemplo, uma pessoa pode nunca ter tido contato com alguém com deficiência que tenha autonomia, proatividade e uma vida regular por isso, nos seus pensamentos aparece a imagem de pessoas fragilizadas e dependentes. 

Quando o preconceito se torna explícito e consciente, com a intensão de excluir, afastar e ofender  a pessoa com deficiência, ocorre a discriminação, conforme a Lei Brasileira de Inclusão, deixa de ser uma simples ofensa e se torna um crime, previsto na legislação e com suas penalidades. 

Várias entidades entre elas a CETEFE (Centro de Treinamento de Educação Física Especial do Distrito Federal acreditam que quando se busca o conhecimento e visões diferentes do padrão, os pensamentos e as atitudes têm todas as chances de mudar e todos podem se aliar a essa luta, empenhando-se sempre na garantia e defesa de direitos das pessoas com deficiência.

Meeting da Holanda: Brasileira Tiffani Marinho ganha ouro nos 400 metros

Neste sábado, 19 de setembro de 2020 foi a vez de Holanda receber mais uma prova do atletismo mundial com a realização do Meeting de Leiden. A competição contou com a participação de Tiffani Marinho (Orcampi), campeã sul-americana dos 400 m e do Márcio Teles, também corredor de 400m e 400m c/barreiras.

 

Ela foi campeã na prova dos 400 m com tempo de 52s64, deixando a segunda e terceira colocações para as anfitriãs Eveline Saalberg, 54s11 e Marit Dopheide, com 54s14.


                            Tiffani Marinho (Wagner Carmo/CBAt)

 

Já o colega de treinamentos de Tiffani, Márcio Teles também competiu em Leiden neste sábado. Ele ficou na segunda colocação dos 400m rasos, com 47s93, atrás somente do neerlandês Ramsey Angela, que venceu com 46s49. 

 

Liga de Diamante de Roma


Tanto Tifani como Márcio integraram o Camping Internacional Caixa de Treinamento – Missão Europa, no Rio Maior Sports Centre, em Portugal e se desligaram do camping para aproveitar algumas provas na Europa antes de retornar ao Brasil. Ambos já tinham participado quinta-feira, 17 na Liga de Diamante de Roma. Ela foi a sexta colocada dos 400 m rasos, com 52s44, prova que foi vencida por Lieke Klaver, dos Países Baixos, que sobrou na prova e bateu seu recorde pessoal em mais de 40 centésimos, com 50s98, a terceira melhor marca da temporada. A segunda colocada foi Agné Serksniene, da Lituânia, que acabou com 51s80.   


                                                    Márcio e Tiffani. Foto: Perfil do Orcampi no Instagram

 

Em Roma, Márcio foi nono colocado na prova de 400 m c/barreiras com tempo de 51s04, prova vencida pelo norueguês Karsten Warholm. O bicampeão mundial voltou a correr próximo dos 46 segundos, marcando 47s07. Ele detém as cinco melhores marcas da temporada (46s87, 47s07, 47s08, 47s10 e 47s62), tendo, inclusive, o segundo melhor tempo da história (46s87).


Outro brasileiro na competição, Gabriel Constantino terminou na oitava colocação dos 110m com barreiras, registrando 13.67 (+0,1m/s), o 43º melhor tempo do mundo neste ano. Ele só ficou a frente do italiano Paolo Dal Molin (13.70). O vencedor foi Andrew Pozzi, com 13.15, a um centésimo de seu recorde pessoal.




                                   Campeão sul-americano, Gabriel Constantino fez sua estreia na temporada em Roma

 

Com a participação na Holanda encerrou-se a participação internacional dos brasileiros e retornarão para se preparar para o ano olímpico. Os dois estarão no Troféu Brasil de Atletismo, em dezembro.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Encerrada a terceira rodada da Libertadores, atual campeão Flamengo perde de 5

A terceira rodada da Copa Libertadores encerrou-se com 7 jogos nesta quinta-feira, 17 de setembro e já no jogo das 17 horas o Nacional venceu o Racing 2 x 1, mais tarde os resultados dos demais jogos foram: Defesa y Justicia venceu 3 x 0 Delfín, São Paulo 2 x 2 River Plate, Boca Junior 2 x 0 Libertad, Junior 2 x 1 Barcelona SC e Guarani 4 x 1 Tigre.

Já o Independiente del Valle não tomou conhecimento do atual campeão da Libertadores e venceu por 5 x 0. Foi um passeio da equipe equatoriana frente ao desorganizado e apático Flamengo. O rubro negro esteve muito longe de atuar no nível que a Libertadores exige.

Moisés Caicedo e Gabriel Torres comemoram o passeio diante do Flamengo, em Quito (Foto: Jose Jacome / AFP) Foto: LANCE!

Com estes resultados a classificação dos grupos ficou da seguinte forma:



 


quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Sueco Duplantis bate recorde mundial da vara após 26 anos

Demétrio Vecchiolli



Mondo Duplantis bate recorde mundial do salto com vara
Imagem: ANDREAS SOLARO/AFP

Depois de 36 anos como recordista mundial no salto com vara, Sergey Bubka finalmente deixou o posto. Era questão de tempo até que Armand Duplantis, sueco de apenas 20 anos, batesse o recorde mundial do ucraniano. E isso aconteceu hoje (17) em Roma, em etapa da Diamond League. O mundo agora é de Mondo, como o novo astro é conhecido. 

No salto com vara, o sarrafo é colocado cinco centímetros mais alto a cada rodada, mas só até que seja definido o vencedor. Em um nível muito acima dos demais, Duplantis vinha, nas últimas semanas, garantindo a vitória dos torneios e, em seguida, passando a tentar 6,15m, o recorde mundial. Falhou em cinco oportunidades (15 saltos no total) até acertar em Roma.

Com o feito de hoje, Mondo tem a melhor marca da história, superando os 6,14m que Bubka saltou em 1994, enquanto o antigo ídolo soviético tem nove dos demais 10 melhores resultados de todos os tempos. Além deles, ninguém passou o sarrafo acima de 6,05m em provas outdoor. 

É que indoor, onde não há efeito do vento, o francês Renaud Lavillenie saltou 6,16m em 2014. Mas esse recorde também já é de Mondo, que na temporada indoor deste ano saltou 6,17m no começo de fevereiro e 6,18m uma semana depois. As demais 7 das 10 melhores marcas de todos os tempos são de Bubka.

Com os dois recordes mundiais na sua mão, mesmo tendo só 20 anos, Mondo agora vai determinar o que será do salto com vara daqui para frente. Literalmente, o sarrafo tende a subir. Como comparação, aos 20, Thiago Braz tinha 5,76m como melhor da carreira saltando em ambiente indoor. 

Mondo domina os fundamentos como se saltar com vara fosse brincadeira de criança. Para ele, de fato era. Seu pai, Greg, foi profissional no salto com vara. A mãe, sueca, também estudante na Universidade de Louisiana, foi heptatleta e jogou vôlei. Juntos, criaram três garotos atletas. O mais velho deles, Andreas, foi 10º no Mundial Júnior vencido por Thiago Braz, em 2012, mas não seguiu carreira. Por conta dele, a família Duplantis comprou uma pista pré-fabricada, colchões antigos, e transformou o quintal de casa em um espaço para treinamento. 

O espaço era suficiente para um atleta mediano, mas não para o menino Mondo, que passou a cair sobre o colchão de alturas mais altas do que o recomendado para aquela espuma. Quando ainda estava no ensino médio, ele já passava 5,90m. Foi então que a família preferiu que ele passasse a treinar na universidade - de Louisiana, claro - onde ele aperfeiçoou ainda mais sua técnica. Com 18 anos, passou os 6 metros pela primeira vez, vencendo o Campeonato Europeu e melhorando ainda mais o recorde mundial júnior: 6,03m. 

Mesmo nascido e criado nos EU, Mondo representa a Suécia, terra da mãe, assim como já havia acontecido com o irmão. A explicação oficial é que competir pelo país europeu é menos arriscado, já que os Estados Unidos têm a seletiva olímpica mais difícil do mundo e pode deixar um recordista mundial fora dos Jogos Olímpicos se ele não terminar a seletiva entre os três primeiros. No salto com vara, os EUA já contam com Sam Kendricks, atual bicampeã mundial, superando em 2019 o próprio Mondo, que ficou com a prata.

Fonte: https://www.uol.com.br/esporte/colunas/olhar-olimpico/2020/09/17/sueco-duplantis-bate-recorde-mundial-da-vara-apos-26-anos.htm

Corrida de Rua em comemoração ao aniversário de Arraias, Tocantins acontece neste sábado

  A cidade de Arraias no Tocantins irá comemorar seus 286 anos de existência neste sábado, dia 1º de agosto de 2026. E para comemorar por ...