Paixão pelo Atletismo

terça-feira, 24 de novembro de 2020

Confira a escala dos Árbitros tocantinenses em jogos do Campeonato Brasileiro de Futebol.


Na ordem de esquerda a direita Fábio Pereira (AA1), 4 Árbitro: Marcell Philipe (4º árbitro), Alisson Furtado (árbitro) e Samuel Smith (AA2). Foto: Arquivo pessoal   
                           
Esta será mais uma semana de trabalho para os árbitros tocantinenses escalados mais uma vez no Campeonato Brasileiro de Futebol. Confira aqui as escalas:

Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B

Jogo: Confiança-SE x Cuiabá-MT

O tocantinense Alisson Sidnei Furtado estará atuando como árbitro no Jogo Confiança x Cuiabá, válido pela 23ª Rodada do Campeonato Brasileiro de Futebol Série A. Ele será auxiliado pelos árbitros assistentes também tocantinenses, Fábio Pereira (AA1) e Samuel Smith Nobrega Silva (AA2). O quarto árbitro será o sergipano Marcell Philipe Santos.

A partida acontecerá nesta terça-feira (24), a partir das 19:15 horas, no Estádio Batistão, em Aracajú-SE.


Foto: Alisson Futado (centro), Fábio Pereira (e) e Cipriano Sousa (d)


Foto: Samuel Smith (AA)

Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B

Jogo: Juventude-RS x Náutico-PE

O jogo será comandado pelo tocantinense André Rodrigo Rocha e os árbitros assistentes também tocantinenses Cipriano da Silva Sousa (AA1) e Natal da Silva Ramos Junior (AA2). O quarto árbitro será o gaúcho Vinicius Gomes do Amaral.

A partida, válida pela 24ª rodada da Série B acontecerá neste sábado (28), a partir das 21:00 horas, no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul-RS.


                                                            Foto: Árbitro André Rocha

Foto: Natal da Silva Ramos Júnior (AA)

Campeonato Brasileiro de Futebol - Série D

Jogo: Palmas-TO  Villa Nova-AC

O jogo será comandado pelo árbitro de Rio Grande do Norte, Alciney Santos de Araujo e os árbitros assistentes também tocantinenses Fernando Gomes da Silva (AA1) e Alvani Brito Nunes (AA2) e como quarto árbitro será Dagoberto Silva Modesto, os três do Tocantins.

A partida, válida pela 14ª rodada do Grupo A-6 acontecerá nesta sexta-feira (27), a partir das 16:00 horas, no Estádio Nilton Santos, em Palmas-TO. 

Jogo: Caxias-RS  x São Caetano-SP

O jogo será comandado pelo árbitro tocantinense, Eduardo Fernandes Teixeira e os árbitros assistentes Mateus Olivério Rocha (AA1) e Maira Mastellana Moreira (AA2) e como quarto árbitro será Roger Goulart, os três do Rio Grande do Sul.

A partida, válida pela 14ª rodada do Grupo A-8 acontecerá no sábado (28), a partir das 15:00 horas, no Estádio Centenário, em Caxias do Sul-RS. 


Eduardo Fernandes Teixeira. Foto: Arquivo pessoal

Campeonato Brasileiro de Futebol - Série A

Jogo: Vasco-RJ x Ceará-CE

O tocantinense Alisson Sidnei Furtado estará atuando como Assistente de Árbitro de Vídeo 1 no Vasco  x Ceará, válido pela 23ª Rodada do Campeonato Brasileiro de Futebol Série A. O trio de arbitragem será paulista, comandado por Vinicius Gonçalves Dias Araújo e auxiliado pelos árbitros assistentes Anderson José de Moraes Coelho (AA1) e Miguel Caetano Ribeiro da Costa  (AA2). O quarto árbitro será Felipe da Silva Gonçalves Paludo (RJ). Completam a arbitragem: Árbitro de Vídeo: Rodrigo  Guarizo Ferreira do Amaral  (SP) e Herman  Brumel Vani, como Assistente de Árbitro de Vídeo 2.

A partida, válida pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A acontecerá na segunda-feira, 30, a partir das 18:00 horas, no Estádio São Januário , em Rio de Janeiro.

 

Brasil vence o Campeonato Pan-americano de Judô

O evento aconteceu em Guadalajara, México e Brasil conseguiu cinco medalhas de ouro, seis de prata e quatro de bronze, vencendo desta forma o Campeonato Pan-americano de Judô.


Foto: Site da Confederação Brasileira de Judô.

A equipe brasileira de judô conquistou, neste domingo, 22 de novembro de 2020 o título do Pan-Americano de Judô por Equipes mistas com vitórias sobre México e Cuba, em Guadalajara. Com o resultado, o país mantém sua hegemonia continental e encerra o Pan com 15 medalhas.  

A competição por equipes mistas é a nova prova olímpica do judô que valerá medalha em Tóquio, no ano que vem. Em 2019, o Brasil foi bronze no mundial e campeão no Pan, repetindo o feito agora em 2020.

Para isso, passou pela equipe do México, na semifinal, com vitória tranquila por quatro a zero sobre os donos da casa. Os pontos brasileiros foram marcados por David Moura (+90kg), Jéssica Pereira (57kg), Eduardo Katsuhiro (73kg) e Maria Portela (70kg).  

Na decisão pelo ouro, o Brasil começou com vantagem de um a zero pelo desfalque da peso pesado cubana Idalys Ortiz, que não foi ao Pan de Guadalajara. Mesmo assim, o duelo foi equilibrado.

Canadá foi a segunda colocada com 4 medalhas de ouro e 3 de bronze. Já Cuba foi terceira colocada com 2 ouro, 1 prata e 3 bronzes.

Iván Silva e Andy Granda, os ganhadores de ouro por Cuba. Fotos: Wolrdjudo e Ricardo López Hevia


Veja o quadro de medalhas aqui:

http://www.ippon.org/pjc_sen2020.php  



Ana Luísa e Izaias Alves foram os atletas destaques no Campeonato Brasileiro de Atletismo Sub-18

Ana Luísa Couto Ferraz e Izaias Alves Sales foram os grandes destaques da 11ª edição do Campeonato Brasileiro Caixa de Atletismo Sub-18, realizado  de 20 a 222 de novembro de 2020, no Centro Nacional de Desenvolvimento do Atletismo (CNDA), na cidade de Bragança Paulista (SP).


                                     Ana Luísa e Izaias, os destaques da competição - Foto: Wagner Carmo/CBAt

Ana natural de Minas  Gerais já havia batido o recorde do torneio nos 100 m com barreiras, e uma vez mais mostrou sua boa forma e regularidade ao vencer a prova do heptatlo no Brasileiro Caixa, com novo Recorde do Campeonato e o Recorde Brasileiro com 5.052 pontos, que datava desde 16 de outubro de 2016.

Ela é representante da Orcampi (SP), e anteriormente já havia ganhado também a especialidade no Brasileiro Sub-20, realizado recentemente.

A segunda e terceira colocações ficaram com Stefany da Silva (ASEMPAR/Paranavaí-PR), com 4.701 pontos, e Giovana Corradi (Centro Olímpico-SP), com 4.653.

No masculino destaque para Izaias Alves Sales (AGUIAS Guariba-SP) que venceu as provas dos 100 m, com 10.37 (2.3), e dos 200 m, com 20.97 (3.7). O vento acima do permitido (2.0) impediu a homologação das duas marcas para efeito de Ranking.

A Orcampi somou 150 pontos na classificação geral, ficando em 1º lugar também no masculino, com 62, e na 2ª colocação no feminino, com 88, empatada como o IPEC-PR. O Centro Olímpico-SP foi vice-campeão no geral, com 135 pontos, e campeão do feminino, com 109. O pódio no feminino teve CASO-DF, com 110, em segundo lugar, seguido do IPEC-PR, com 101, e da ASEMPAR/Paranavaí-PR, com 92 pontos.

A competição contou com a participação de 625 atletas (246 mulheres e 379 homens) de 110 clubes, representando 23 Estados e o Distrito Federal e foi o segundo evento da temporada nacional de 2020, após o adiamento das competições por causa da pandemia da COVID-19.

O evento, que não teve a presença de público e seguiu rígidos protocolos  de saúde desde o primeiro dia (20/11), como o uso obrigatório de máscaras, a disponibilização de álcool gel e a medição da temperatura corporal na entrada do CNDA, entrega de máscaras para atletas na saída da pista após as provas, com o próprio atleta pegando a sua medalha na premiação, distanciamento entre atletas na câmara de chamada entre outros.


Confira aqui os resultados:

http://cbat.org.br/novo/competicoes/brasileiro_sub18/2020/index.php?pagina=resultados

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Alexander Quintero: “Cuando uno hace un sacrificio, el resultado se ve”

 Michel Contreras - http://www.cibercuba.com/


Alexander Quintero. Foto © Aslam Ibrahim Castellón Maure

Hay pitchers que llegan a la vida con todos los argumentos de un campeón. Armados, cabe decir, hasta los dientes. Ponchan, retan, y nuevamente ponchan. Pueden llamarse, por ejemplo, Pedro Luis Lazo, o Rogelio García, o Braudilio Vinent. Basta con verlos caminar para sentirse impresionado.

Hay otros, en cambio, que en el afán de mantenerse en los montículos le tienen que sacar cada gota de jugo a los entrenamientos. Hacen menos estruendo, y sienten una insana predilección por el trabajo. Son los eternos esforzados del deporte, y Alexander Quintero Zamora es un caso modélico.

Con solo 5 pies 7 pulgadas y unas 160 libras en el cuerpo, el zurdo logró permanecer 18 temporadas con la casaca verde de Cienfuegos. No era, ni de lejos, un pistolero rápido, pero tuvo el acierto de entender que la magia del sudor podía paliar el handicap.

"Yo logré mantenerme gracias a lo mucho que me exigía en la preparación”, me cuenta vía Whatsapp desde el eterno veraneo de Iquique, en Chile. “Sabía que por lo general un pitcher debe ser alto y físicamente fuerte, pero me di una terapia que acabó convenciéndome de que sí podía. Cuando uno hace un sacrificio en la vida, el resultado se ve”.

¿Crees que tu limitada estatura te cerró alguna puerta en el béisbol?

-Estoy seguro. Acabé temporadas entre los mejores zurdos del campeonato y de todas maneras nunca pude integrar el team Cuba.

En efecto, estuviste muy cerca de lograrlo en 1999. ¿Te frustró mucho no ser elegido finalmente?

-Estuve en las preselecciones para el partido contra los Orioles y los Panamericanos de Winnipeg, pero en ambas ocasiones me eliminaron. Había tenido un gran año, con 12-8 y efectividad de 2.71 en casi 170 innings, pero ya ves. Eso me afectó muchísimo y me dejó con el dolor de no poder llegar a vestir el uniforme del equipo nacional.  

Háblame de tus características como lanzador...

-Mi velocidad sostenida siempre anduvo por 87-88 millas, con algún envío que llegaba a las 90. Y en cuanto al repertorio, al inicio a la recta y la curva le sumaba un cambio en knuckle. Pero más adelante perfeccioné el screwball, que sería el arma que más me ayudó en mi carrera. Lo tiraba en todo momento y me dio muy buenos resultados. Luego apelé a la slider, y en los últimos años usé también el split-finger.

Los zurdos suelen tener problemas de control, pero ese no era un problema en tu caso.

-Ciertamente los zurdos tendemos a ser descontrolados. Creo que en mi caso mi estatura ayudaba a que a la hora de soltar la bola el brazo estuviera más abajo. No obstante, también puede deberse a que le ponía mucho interés a ese aspecto en los entrenamientos, corriendo constantemente al receptor de un lado para el otro.

Fuiste uno de los pitchers que vivió el paso del aluminio a la madera. ¿Qué tan brusco fue el salto?

-Fue un cambio abismal. Me enfrenté al aluminio durante 10 años y para qué decirte. Esos bates de por sí eran terribles: ahora imagínate si los usaban Linares, Kindelán, Pacheco, Millán, Romelio, Pedro Luis Millán, Padilla, Vargas... Al cambiar para la madera se facilitó un poco el trabajo de los lanzadores.

¿Cómo te preparabas mentalmente para no sentirte defraudado en aquellos equipos cienfuegueros que siempre terminaban en el sótano?

-Hubo un tiempo en que ganar un juego con Cienfuegos era bien difícil. Dejé de apuntarme varios éxitos en partidos que dejé ganando por unas cuantas carreras. Pienso que si en esa época que fui abridor hubiera tenido una defensa más sólida y unos relevos más confiables, habría superado las 100 victorias. Fíjate que en total perdí 55 juegos por una carrera de diferencia.

Sin embargo, pasado el tiempo los Elefantes tuvieron una de las mejores novenas del país. ¿Qué les faltó para llegar al campeonato?

-Esos equipos los formó Iday Abreu y llegamos a alcanzar el tercer puesto en la Serie Nacional. Pienso que debimos ser campeones por lo menos una vez, pero el factor sicológico nos jugó una mala pasada. Peloteros que eran puntales no lograron estar bien y por ahí se nos escapó la posibilidad del oro.

¿Hasta dónde dolió aquella derrota frente a Villa Clara en el play off de la Serie 52?

-Eso dolió mucho. Aquel año le habíamos ganado cinco de los seis juegos del calendario regular a Villa Clara y sentimos que íbamos con grandes posibilidades. Pensar que les ganaríamos y luego discutiríamos el oro nos afectó bastante. Hay que decir que Freddy Asiel estuvo inmenso, y encima tuvimos la mala suerte de que la lluvia le dio la posibilidad de lanzarnos tres veces.

¿Es Iday Abreu el mejor manager que conociste?

-Con respeto para todos los managers que tuve, Iday es el más grande. Por sus conocimientos, por su manera de preparar al equipo...

Después de 10 Series como abridor te pasaron al bullpen. ¿Cómo asimilaste esa decisión?

-Un día el director Narciso Ferrer conversó conmigo para pasarme al bullpen debido a que tenía un brazo fuerte y me recuperaba rápido. Así empecé en los relevos largos y en esa misma campaña (2002-2003) gané 11 juegos y perdí 4, con 3 salvados. Poco a poco le cogí el ritmo a esa función, me gustó, y más tarde el manager Iday Abreu me utilizó como acomodador. 

¿Cuál fue el mejor juego de tu vida? ¿Quién te bateaba más, y a quién dominabas mejor?

-El mejor fue en 1997-98 ante Industriales en el Latino. Le tiré 11 entradas y gané 1x0 ¡con bate de aluminio! El bateador que me golpeaba más era Oscar Macías, como quiera que le lanzaba me daba hit. Y creo que al que más fácil dominaba era a Alexander Malleta.

¿Por qué una vez ido de la pelota para cumplir misión en Venezuela, decidiste regresar a las Series Nacionales?

-Desde que estaba allá yo tenía metido en la cabeza volver a lanzar. Así que al regresar comencé a entrenar solo en el estadio de Cruces, y poco a poco fui entrando en forma. Entonces Iday me dijo que si me veía en forma en el Provincial me iba a llamar para el equipo, y así sucedió.

¿Es cierto que adelantaste el retiro definitivo por la actitud de un sector del público, o era algo que de todos modos ibas a enfrentar después de la campaña de 2013?

-Creo que ya era el momento. Llevaba 18 Series, y en la dirección del equipo me plantearon que necesitaban un entrenador de bullpen. Estuve un solo  año en esa función, pero la disfruté mucho.

Después de retirado jugaste softbol como tercer bate y centerfield. ¿Te gusta fildear y batear?

-Siempre me gustó mucho jugar a la defensa y batear. De hecho desde que comencé mi carrera en 11-12 hasta los juveniles, jugué en los jardines y también lanzaba. Al finalizar mi etapa en esta última categoría fue que me incliné por el pitcheo debido a que noté que los lanzadores zurdos partían con ventaja en la pelota.

¿De dónde procedió aquella costumbre de usar un guante verde?

-Siempre he sido muy aficionado a las combinaciones en cuanto al vestuario. Casi todos los guantes que se usaban en el país eran carmelitas y negros, pero un amigo que vive en Estados Unidos, Leovel Cardoso, me mandó a hacer un guante zurdo verde, con mi nombre grabado y la bandera cubana. 

Tengo informaciones contradictorias sobre tu origen. ¿Eres villaclareño o cienfueguero?

-Nací en Santa Clara, donde todavía viven mi papá y otros familiares. Pero debido al divorcio de mis padres, desde pequeño me mudé con mi mamá para Cruces, en Cienfuegos, y allá hice mi vida.

Y más tarde, emigraste...

-Exacto. El 22 de agosto de 2019 salí de Cuba rumbo a Brasil, y de ahí pasé hace ocho meses para Iquique, en Chile. De momento no estoy vinculado al béisbol, aunque espero poder hacerlo más adelante. Por ahora voy trabajando en lo que aparece.

¿Cuál sería tu Equipo Ideal de Cienfuegos en Series Nacionales?

-Receptor: Osvaldo Arias; Primera base: José Dariel Abreu; Segunda base: César Prieto; Torpedero: Erisbel Arruebarrena; Tercera base: Pedro José Rodríguez; Jardinero izquierdo: Reemberto Rosell; Jardinero central: Carlos Ramos; Jardinero derecho: Sixto Hernández: Bateador designado: Antonio Muñoz; Pitcher derecho: Oscar Macías; Pitcher zurdo: Adiel Palma; Relevista: Duniel Ibarra. En el caso del designado no se debe ignorar a Héctor Olivera, pero es que no podía dejar fuera a Muñoz.


domingo, 22 de novembro de 2020

Kosgei e Yeshaneh, detentoras do recorde mundial devem se enfrentar na Meia Maratona de Delhi


Ababel Yeshaneh vence a Meia Maratona Ras Al Khaimah (Giancarlo Colombo / organizadores) © Copyright

Brigid Kosgei possa para foto em Chicago após quebrar recorde mundial. Foto: Site www.dw.com


As recordistas mundiais Brigid Kosgei e Ababel Yeshaneh estarão participando da 16ª edição da Meia Maratona de Airtel Delhi que terá o selo "World Athletics Gold Label". O vento acontece no dia 29 de novembro e deve ser a mais forte na história do evento e uma das competições de meia maratona mais fortes no mundo em 2020.

Na Maratona de Chicago em outubro de 2019, Kosgei do Quênia surpreendeu o mundo ao quebrar o recorde de longa data da maratona mundial feminina em mais de um minuto, marcando 2h14min04s. Yeshaneh ficou distante em segundo lugar naquela ocasião, mas mesmo assim conseguiu uma excelente melhor marca pessoal de 2h20min51s.

No entanto, a situação se inverteu na Meia Maratona de Ras Al Khaimah em fevereiro deste ano, quando se encontraram novamente e Kosgie viu a etiópe Yeshaneh vencer com recorde mundial de 1h04min31s, contra 1h 04min 49s de Kosgei.

Recentemente no mês passado, Kosgei, de 26 anos, venceu a Maratona de Londres com 2h18min58s, enquanto Yeshaneh, de 29 anos, teve que enfrentar o infortúnio e caiu no Campeonato Mundial de Meia Maratona de Atletismo em Gdynia , Polônia, restando pouco mais de três quilômetros  para a chegada, fato que a tirou da disputa de medalhas, embora ela tenha se recuperado rapidamente para terminar na quinta colocação.

Um trio de corredoras etíopes já foi anunciado e deve proporcionar uma competição acirrada para Kosgei e Yeshaneh, bem como para outras atletas de classe mundial.

A corrida deste ano será diferente de qualquer edição anterior, com apenas cerca de 60 corredores de elite internacionais e indianos em ação nas estradas de Delhi, com a tradicional largada e chegada ainda no Estádio Jawaharlal Nehru. O evento seguirá os mais altos padrões de segurança, com zonas de biossegurança para garantir uma corrida sem COVID para os corredores. Todos os protocolos obrigatórios de acordo com as recomendações emitidas pelo Governo da Índia foram estabelecidos para a equipe do evento, vendedores e fornecedores, atletas de elite, mídia e todos os convidados.




Aniversário da Escolinha Bom de Bola Bom na Escola reune mais de 100 crianças

 

O aniversário de 2 anos do Projeto Esportivo de Luzimangues - Escolinha de Iniciação Esportiva de Futebol Bom de Bola Bom na Escola foi comemorado neste sábado, 21 no Campo de Futebol Society do Jardim Europa, em Luzimangues, Distrito de Porto Nacional-TO. A escolinha foi fundada em 15 de novembro de 2018, pelo seu Presidente Josivan Cantuário, que também é presidente da Federação Tocantinense de Soccer Society.

Foram realizadas varias atividades com jogos nas diferentes categorias e no final foi servido um lanche para as crianças, pais e organizadores presentes, com frutas, lanche MacDonalds, refrigerantes e sucos. Ao todo participaram das atividades mais de 100 crianças.

O evento contou com o apoio de diversas entidades de Palmas e Luzimangues: Sesi, Durax, Eco Piso, Auto Mecânica Central, Papa Tudo Lanches, Duda Lanches, Farmácia dos Trabalhadores de Luzimangues, Casa de Carnes do Carlão, Escolinha do 1º Batalhão da Policia Militar do Tocantins, Vereador Soares Filho e Vitral Box.  
 
Fotos: Josivan Cantuário
 














 

 

sábado, 21 de novembro de 2020

Campeonato Brasileiro Caixa de Atletismo Sub 18 traz resultados de destaque


Julia Barbosa, medalhista de ouro no disco. Foto: Wagner Carmo/CBAt

Vários resultados de destaque está deixando como legados o Campeonato Brasileiro Caixa Sub-18 de Atletismo que se realiza desde sexta-feira, 20 no Centro Nacional de Desenvolvimento de Atletismo (CNDA), na cidade de Bragança Paulista (SP). A competição termina neste domingo (22/11).

Destaque para a paulista Júlia Barbosa (IPEC-PR) conquistou o bicampeonato do lançamento do disco com marca de 40m04cm. 

Já Bryan Higor de Barrios (Luasa) tinha ganhado a primeira medalha de ouro do 11º Campeonato Brasileiro Caixa Sub-18, no lançamento do martelo, com a marca de 54,46 m, isso na sexta-feira (20/11) 

As corridas com barreiras também foram destaque no campeonato, pois nas finais deste sábado, 21 a prova de 110 m foi vencida por  Lucas Henrique de Sousa Maia (ITV-RJ) com 14s06 e os 100 m por Daniele Campigotto (CAC-SC) com 14s02.

Segundo a CBAt  aconteceu um recorde inusitado do campeonato nos 100 m com barreiras do heptatlo, quando Ana Luísa Couto Ferraz (Orcampi-SP)  correu 13s74, com 1.2 de vento a favor. Ana Luísa além de estabelecer o novo recorde do campeonato, também disputou a qualificação do salto em distância e com um único salto  de 5,34 m se classificou para a final. Depois foi para a disputa dos 100 m com barreiras do heptatlo e, na sequência, para a disputa do salto em altura, também prova do heptatlo. O recorde do campeonato nos 100m c/b era de Paolla Luchin, com 13.84, desde 23/5/2014.


 Ana Luísa participando na prova de salto em distância. Foto: Wagner Carmo/CBAt

O campeonato, na sua 11ª edição está sendo disputado  sem a presença do público em função dos protocolos de combate a contaminação pelo vírus, o torneio que reúne atletas de 15 a 17 anos tem transmissão ao vivo pelo youtube da Confederação Brasileira de Atletismo pelo link:

 

https://www.youtube.com/channel/UCzEJ2yawdNF53PTzLO_RYCg

Mais informações, como programa horário, participantes e resultados, podem ser obtidas no link:

http://cbat.org.br/novo/competicoes/brasileiro_sub18/2020/#

Atleta de salto em distância morreu no acidente ferroviário de Toledo

  Luto no atletismo espanhol com morte de Julieta Gallego O atletismo espanhol está de luto após a confirmação da morte de Julieta Gallego, ...