segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Os Jogos Universitários Brasileiros terminaram, porém não para os atletas tocantinenses

Com informações e créditos de João Gustavo Veras de Oliveira - Diretor de Marketing e Mídias Sociais





Realizados de 10 a 18 de outubro de 2021 a 68ª edição dos Jogos Universitários Brasileiros - JUBs, em Brasilia-DF deixou um gosto de vitória e de incentivo para a pequena Delegação de atletas tocantinenses participantes nos mesmos.

Isso porque eles se superaram com a conquista de 3 medalhas e pela primeira vez o Futsal conseguiu entrar para a 2ª divisão da modalidade nos JUBs, o que de fato aconteceu quando a equipe da UFT conquistou esse direito para a próxima edição e poderá ir em busca de uma medalha e representar a universidade e o tocantins.

O JUBs Brasília acabou mas o Tocantins conquistou 3 pódios!



No Karatê o João Gabriel Soares Moura da UNICESUMAR Paraíso do Tocantins, conquistou a medalha de bronze no (Kumitê-60kg), (Foi uma experiência sensacional desde quando eu entrei no ônibus, todas as aventuras que nossa delegação passou, todos os altos e baixos que fez gente chegar até o maior campeonato universitário da América Latina, o JUB’s, foi algo que não sei descrever em palavras o quanto foi emocionante, estar presente com essa delegação maravilhosa,  Tocantins que eu amo representar, o meu estado, a minha bandeira, significou para mim muito porque foi uma superação, a palavra certa é essa, superação, não só para mim mas como para todo mundo, chegar até ali e dar o melhor de cada um, irei  levar a cada instante que eu vivi dentro dos jogos para o resto da minha vida, foi algo que me marcou muito, em todos os instantes todos os momentos... então eu tenho somente agradecer a toda organização a cbdu a FTDU que me deu essa oportunidade de mostrar o melhor que eu posso fazer, o que eu posso trazer de resultado para o meu estado. ), disse ele sobre o JUBs Brasília 2021.



Já no Taekwondo a atleta Isadora Heloysa da Unitins, conquistou a medalha de prata no (Adulto Feminino -67kg). "Sou a Isadora Heloysa, tenho 20 anos, sou atleta de Taekwondo, e é foi a primeira vez que participei do Jubs, confesso que estou extremamente encantada com a qualidade de estrutura desse evento, onde tivemos experiências incríveis com a magia do esporte! Fui em busca do ouro, mas infelizmente consegui a Prata, mas continuarei treinando e ano que vem com a permissão de Deus, conquistei o tao esperado", disse ela sobre sua experiência no JUBs.





No Badminton a Dupla Mista, Giovanna Medrado e Gustavo Fernandes da Unopar Palmas, conquistaram com muito empenho e dedicação à medalha de bronze contra João Oliveira e Laiana Silva UFS de Sergipe, "Estou muito feliz com o resultado é a minha primeira participação no evento, espero voltar na próxima edição em 2022 com mais experiência  para que os resultados sejam mais positivos. Agora é focar nos treinos para voltar mais forte e buscar resultados maiores" - diz Gustavo. "Participar do JUBs foi uma experiência incrível, foram os meus primeiros jogos universitários e eu amei, estrutura muito boa e organização competente. Fiz muitos amigos, ri bastante, torci muito e joguei muito também, minha recompensa foi meu 3° lugar na dupla mista e sem dúvidas uma medalha muito importante pra mim pois ela representa o início da minha jornada no JUBs. Espero ir mais vezes e ter mais experiências maravilhosas", foram as palavras da Giovanna.

Artur Demori do tênis de mesa se expressou assim: "Foi uma experiência incrível, pois estava um tempo sem viajar para uma competição nacional. Consegui a classificação nas chaves, porém acabei perdendo nas oitavas de final para um atleta forte de São Paulo. Apesar da derrota, não fiquei decepcionado com a minha performance, me serviu de motivação para continuar evoluindo no esporte que amo e quem sabe fazer melhor na próxima vez. Grato"


Representando o atletismo a Mônica transmitiu sua experiência assim: "Me chamo Mônica Rodrigues Silva, tenho 19 anos e foi meu primeiro Jogos Universitários Brasileiros. Participar dos JUBs foi uma experiência ímpar na minha vida, além da experiência  esportiva no atletismo, tive a oportunidade de conhecer atletas novos e rever os atletas que eu convivi no Jogos Escolares Brasileiros (JEBs).  Amei todo o acolhimento da organização do pessoal do CICB e a organização dos árbitros de atletismo na pista. É uma experiência que certamente quer reviver nas próximas edições"

O atleta Marcello Queiroz Futsal (UFT) expressou seus agradecimentos e vivencias desta forma: "Primeiramente queria agradecer a Deus, gracas a Ele, estamos bem e com saude.  Em segundo a Michele Lobo que fez um grande esforço para acontecer o JUBs para nós, do time de futsal. Uma grande experiência, disputamos em alto nível, demos o nosso melhor e fizemos história! Cada dia, cada emoção e cada vibração estarão guardados nas melhores lembranças de cada um. Tenho certeza que todos que vieram, deixaram o melhor em quadra para representar o nosso Tocantins. Espero que possamos voltar em 2022, mais fortes e continuar a escrever nossa história no esporte tocantinense! Obrigado a todos que tornaram esse sonho, possível"

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Tocantinenses comandam jogos da Copa Verde nesta quarta-feira, 20 de outubro



O trio tocantinense composto por André Rodrigo Rocha (A), Fernando Gomes da Silva (AA1) e Natal da Silva Ramos Júnior estará atuando no jogo Rio Branco-AC x  Nova Mutum-MT, válido pela segunda fase do Grupo O da Copa Verde, a realizar-se nesta quarta-feira, dia 20 de outubro, a partir das 18h00, no Estádio Arena Acreana, em Rio Branco-AC. O quarto árbitro será Jackson Rodrigues da Silva, com o Analista de Campo Josemir Raulino de Amorim, ambos do Acre.




Outro trio tocantinense atuou neste sábado, 16 de outubro,  no jogo da 27ª rodada da Série A, entre América-MG 00 x 00 Bahia-BA, realizado no Estádio Arena Independência, em Belo Horizonte-MG. O jogo foi  comandado pelo árbitro Alisson Sidnei Furtado, com Fábio Pereira (AA1), Cipriano da Silva Sousa (AA2), Antônio Márcio Teixeira da Silva (Quarto árbitro), Sandoval Franco Ferreira (Analista de Campo), Rafael Traci (Árbitro de Vídeo), Thiaggo Americano Labbes (AVAR) e Ana Paula da Silva Oliveira (Observadora do Var).









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sexta-feira, 15 de outubro de 2021

JUBS 2021: atleta do Taekwondo e do Karatê garantem primeiras medalhas para o Tocantins nos Jogos Universitários Brasileiros





Os atletas Isadora Heloysa da Costa Alves e João Gabriel Soares Moura ganharam as primeiras medalhas para a Delegação Tocantinense participante nos 68º Jogos Universitários Brasileiros - JUBs 2021, que acontecem em Brasília de  10 a 18 de outubro de 2021.

Isadora (Unitins - FTDU/TO) da modalidade Taekwondo ganhou a medalha de prata na categoria - 67 kg. Na final foi vencida pela atleta Emanoella Yang (C. de Santa C.) - Santa Catarina.

Já o João Gabriel Soares Moura (Unicesumar Paraíso do Tocantins - FTDU/TO) ganhou o bronze, na categoria - 60 kg do Kumitê no Karatê. 



















Aconteceu nesta quarta-feira a entrega de kits esportivos para os alunos do Projeto de Inclusão Social através do Futebol



Na quarta-feira passada, dia 13 de outubro os alunos do Projeto de Inclusão Social através do Futebol, da Unidade de Palmas receberam na sede da associação atlética Atenas seus kits esportivos, contendo chuteira, meião short e camiseta. 

Segundo os responsáveis pelo projeto a entrega destes materiais não teria acontecido sem o apoio dos patrocinadores: Instituto EDP, Investco e Enerpeixe.













sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Federação Tocantinense de Badminton convoca para Assembleia Geral Extraordinária

Em nota a presidente da FEDERAÇÃO TOCANTINENSE DE BADMINTON – FTBad, Michele Lobo Castilho convoca  os membros e clubes filiados da entidade, Conselho Fiscal e interessados, para participar da Assembléia Geral Extraordinária, a realizar-se na Quadra 806 Sul, Alameda 02, Lote 03, Residencial Noel Rosa, Salão de Festas, em Palmas-TO, no dia 16 de outubro de 2021. A primeira chamada será às 18h00 e a segunda chamada às 19h00. 

O objetivo da assembleia será a discussão da Ordem do Dia:  Adequação de Mandato da Federação.

Confira o documento de convocação:

https://documentcloud.adobe.com/link/review?uri=urn:aaid:scds:US:e170b4fe-7826-47ab-8804-e83e80e6eee9






quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Revisão da Wanda Diamond League 2021 - Parte 1


 Destaques da Wanda Diamond League de 2021

A Wanda Diamond League voltou a funcionar a todo vapor em 2021 após uma temporada em que a pandemia de Covid-19 causou cancelamentos generalizados e levou os organizadores a novos níveis de engenhosidade na montagem de competições socialmente distantes em arenas vazias para o benefício dos atletas e  espectadores virtuais.

Na primeira de uma série de duas partes, olhamos para trás, para os destaques de uma temporada memorável de 2021 da Wanda Diamond League. 

Gateshead, 23 de maio

A britânica Dina Asher-Smith se saiu melhor com o vento e a chuva para vencer os 100 metros, incluindo a americana Sha'Carri Richardson no encontro de abertura da Wanda Diamond League de uma temporada inteira.

Apesar de um vento contrário de -3,1 m / s, Asher-Smith teve a melhor marca de uma temporada de 11,35, com Richardson - que um mês antes havia passado para o sexto lugar na lista mundial de todos os tempos com 10,73 - terminando em segundo em 11,44.


Mohamed Katir, da Espanha, conquistou uma importante vitória nos 5000m, desafiando o frio e a chuva e vencendo com 13:08.52.

A bicampeã mundial da Rússia, Mariya Lasitskene, vencedora de 14 competições consecutivas, terminou em quarto lugar no salto em altura com a vitória da polonesa Kamila Licwinko com 1,91 m.

E o detentor do recorde mundial de salto com vara da Suécia, Mondo Duplantis, 23 competições sem perder, também viu seu sequencia ser encerrada pelo bicampeão mundial dos EUA Sam Kendricks, que completou 5,74 m.

 Doha, 28 de maio

Rai Benjamin dos Estados Unidos, correndo no estádio Khalifa International onde conquistou a prata mundial em 2019, venceu os 400m com barreiras com um recorde de encontro de 47,38, com o brasileiro Alison dos Santos, de 21 anos, em segundo lugar para recorde sul-americano com 47,57.

O campeão mundial do Quênia, Timothy Cheruiyot, venceu os 1500m em 3:30,48. Outra campeã mundial, Shelly-Ann Fraser-Pryce, dupla medalhista de ouro olímpica dos 100 metros da Jamaica, com 34 anos, registrou 10,84 para vencer os 100 metros.


A campeã mundial Yulimar Rojas da Venezuela venceu o salto triplo com um recorde de encontro de 15,15m.

O herói local Mutaz Barshim, campeão mundial de salto em altura em 2019, igualou o melhor da temporada com 2,30 m, mas o atleta neutro autorizado Ilya Ivanyuk venceu com 2,33 m.

A campeã mundial de cross-country Sub-20 do Quênia, Beatrice Chebet, conquistou sua primeira vitória na Diamond League com um PB nos 3000m de 8:27,49, batendo a bicampeã mundial Hellen Obiri. 

Florença, 10 de junho

O norueguês Jakob Ingebrigtsen, de 20 anos, conquistou uma vitória histórica de 5000 metros sobre uma relação de atletas que incluía o detentor do recorde mundial de Uganda, Joshua Cheptegei, ao estabelecer um recorde europeu de 12:48,45, que permaneceu como a corrida mais rápida de 2021.

Foi um grande sucesso para o campeão europeu de 1500m e 5000m no Stadio Luigi Ridolfi diante de um atleta que em 2020 havia estabelecido recordes mundiais de 5000m e 10.000m de 12:35,36 e 26:11,00 respectivamente.


O tempo de Ingebrigtsen ultrapassou a marca de 12:49,71 estabelecida pelo belga Mohammed Mourhit em 2000, enquanto a melhor marca de uma temporada de 12:54,69 foi apenas o suficiente para garantir o sexto lugar de Cheptegei, um atrás de Mohamed Katir, que estabeleceu um recorde espanhol de 12:50,79.

A campeã mundial de 1500m, Sifan Hassan, da Holanda, derrotou por pouco a campeã olímpica do Quênia, Faith Kipyegon, naquela distância.

Hassan, detentora do recorde mundial de 10.000 metros por dois dias no início da semana antes de sua marca ser superada por Letesenbet Gidey da Etiópia, venceu em 3:53,63, um recorde de encontro e o tempo mais rápido executado até aquele ponto na temporada.

Femke Bol, de 21 anos, venceu os 400m com barreiras com um recorde holandês de 53,44. 

Oslo, 1 de julho

Karsten Warholm, rebaixado de segundo para terceiro na lista mundial de todos os tempos nos 400 metros com barreiras pelo cronômetro de Rai Benjamin de 46,83 quatro dias antes, respondeu em sua reunião da Diamond League em casa estabelecendo um recorde mundial de 46,70.

Ao fazer isso, o bicampeão mundial de 25 anos da Noruega quebrou a marca de 46,78 estabelecida por Kevin Young, dos Estados Unidos, ao ganhar o título olímpico de 1992 em Barcelona - o maior histórico masculino da história.

Um ano antes, nesta reunião, Warholm registrou um recorde pessoal de 46,87 depois de superar o último obstáculo.

“Pode ser necessário outro recorde mundial para vencer as Olimpíadas”, disse ele.

O brasileiro Alison dos Santos ficou em segundo lugar com um recorde sul-americano de 47,38.


Stewart McSweyn da Austrália venceu o evento Dream Mile - renomeado em homenagem ao ex-diretor de reuniões de Oslo e Presidente do Atletismo Europeu Svein Arne Hansen - com um recorde da Oceania de 3:48,37.

Yomif Kejelcha, da Etiópia, estabeleceu um recorde da Diamond League de 7:26,25 para vencer os 3000 metros masculinos.

Femke Bol venceu os 400m com barreiras femininos, reduzindo seu recorde holandês para 53,33. 

Estocolmo, 4 de julho

Em um duelo emocionante com Shamier Little dos EUA, Femke Bol baixou seu recorde holandês de 400m com barreiras para 52,38, subindo para o quarto lugar na lista de todos os tempos. Little, que havia perdido a chance de entrar para a equipe olímpica dos Estados Unidos apenas uma semana antes, ficou logo atrás com 52,39, passando para o quinto lugar na lista mundial de todos os tempos.

Pouco depois, na prova masculina, o brasileiro Alison dos Santos, de 21 anos, tirou 0,04 do seu próprio recorde sul-americano de 47,34.


No salto em altura feminino, a ucraniana medalhista mundial de prata de 19 anos, Yaroslava Mahuchikh, venceu com 2,03 m, com a australiana Nicola McDermott em segundo em 2,01 m, adicionando um centímetro ao seu próprio recorde na Oceania.

A tetracampeã mundial Valerie Adams, que no ano passado voltou à ação após o nascimento de seu segundo filho, conquistou sua primeira vitória na Diamond League desde 2016, fazendo o arremesso do peso com 19,26m.

O herói local Mondo Duplantis venceu o salto com vara com um recorde de encontros de 6,02 m. 

Mônaco, 9 de julho

Faith Kipyegon do Quênia estabeleceu um grande marco para manter seu título olímpico de 1500m em Tóquio, enquanto reduzia seu recorde nacional para 3:51,07, passando para o quarto lugar na lista mundial de todos os tempos.

Kipyegon derrotou sua rival holandesa Sifan Hassan, que a venceu ao título mundial em 2019, batendo quase três segundos do recorde nacional de 3:53,91 que havia estabelecido em Florença no mês anterior. Hassan foi  segunda com 3:53,60.


O compatriota de Kipyegon, Timothy Cheruiyot, campeão mundial dos 1500m, reabriu as portas para a seleção olímpica com a vitória com uma melhor marca pessoal de 3:28,28, que permaneceu como o melhor tempo de 2021.

Jakob Ingebrigtsen - que revelou depois que não tinha conseguido treinar nas duas semanas anteriores por causa de doença - foi o terceiro em 3:29,25 atrás de Mohamed Katir, que estabeleceu um recorde espanhol de 3:28,76.

Nijel Amos, do Botswana, venceu os 800m masculinos em 1:42,91, que também se manteve como o melhor tempo do mundo em 2021, com o queniano Emmanuel Korir em segundo com 1:43.04.


Mike Rowbottom para World Athletics

Tradução de:

https://www.worldathletics.org/competitions/diamond-league/news/2021-wanda-diamond-league-review-part-one

segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Gezahegne quebra o recorde mundial de 10 km em Genebra, Chelimo chega a menos de 30 em Valência, Kumela quebra o recorde do percurso em Kosice


 

Kalkidan Gezahegne no The Giants Geneva 10km (© Benjamin Soreau)

A medalhista de prata olímpica dos 10.000m Kalkidan Gezahegne venceu o The Giants Geneva 10km no domingo (3) em 29:38 *, quebrando o recorde mundial por cinco segundos.

A garota de 30 anos do Bahrein, que disputa apenas a quarta corrida de rua de sua carreira, saiu rápido. Quando ela chegou à metade do caminho em 14:46, ela tinha cinco segundos de vantagem sobre a dupla queniana Celliphine Chespol e Agnes Tirop, que no mês passado estabeleceu um recorde mundial feminino de 30:01 para a distância de 10 km.

Dawit Seyaum da Etiópia também passou pela metade em 15 minutos, mas logo começou a recuar. O desafio de Chespol e Tirop também foi diminuindo gradualmente, deixando Gezahegne com uma vantagem significativa.

Gezahegne cobriu a segunda metade em 14:51, cruzando a linha de chegada em 29:38 para tirar cinco segundos do recorde mundial de Joyciline Jepkosgei estabelecido em Praga em 2017. Tirop terminou em segundo lugar em 30:20, oito segundos à frente da especialista em corridas com obstáculos Chespol. Seyaum estava mais atrás, em quarto, marcando 31:25.

Na corrida masculina, o detentor do recorde mundial da meia maratona Kibiwott Kandie teve seus companheiros quenianos Felix Kipkoech e Boniface Kibiwott como companhia quando ele passou no meio do caminho em 13:28. O ritmo aumentou no segundo tempo, o que foi suficiente para quebrar Kibiwott, deixando Kandie e Kipkoech duelando pelo primeiro lugar.

Kandie, sempre um finalizador forte, veio para levar a vitória em 26:51, terminando seis segundos à frente de Kipkoech. Kibiwott se manteve em terceiro lugar em 27:13. Em quarto lugar, Pietro Riva estabeleceu um recorde italiano de 28:06.

* Sujeito ao procedimento usual de ratificação

 

Chelimo e Kbrom ficam com os despojos em Valência

A medalhista mundial de prata dos 5000m Margaret Chelimo Kipkemboi e a norueguesa Zerei Kbrom conquistaram vitórias na 10km Valencia Ibercaja , prova da World Athletics Label, neste domingo (3) na cidade mediterrânea espanhola em clima ideal para correr.

Chelimo, de 28 anos, alcançou o terceiro lugar na lista mundial de todos os tempos graças a um cronômetro de 29:50 - embora apenas uma hora depois ela tivesse caído para o quarto lugar na lista, seguindo o recorde mundial de Kalkidan Gezahegne  em Genebra - enquanto Kbrom, de 35 anos, conseguiu um grande recorde da carreira de 27:39.

Com o ritmo perfeito do espanhol José Ignacio Jiménez e do queniano Elkana Kibet Kwambai, a corrida feminina começou no ritmo programado de sub-3min00 na busca pelo recorde mundial de 29h43 estabelecido por Joyciline Jepkosgei em 2017. Durante o início Palcos Dorcas Kimeli, uma performer 29:57, ficou mais perto dos coelhos com os seus companheiros quenianos Chelimo, Norah Jeruto e Rosemary Wanjiru - que venceu com 29:50 aqui no ano passado - todos por perto.

O grupo da frente cobriu os primeiros quilômetros fora do ritmo necessário para atacar o melhor tempo mundial, mas provou ser rápido demais para Kimeli e depois para Wanjiru, que perdeu terreno logo após o quarto quilômetro, alcançado às 11:53.

O ritmo aumentou no quinto quilômetro, com Chelimo e Jeruto a atingirem a metade da corrida às 14:48, dentro do recorde mundial. Pouco depois, Jeruto, que completou 26 anos na véspera, simplesmente não aguentou o ritmo e a partir daí a prova transformou-se numa prova individual para Chelimo.

Apesar de estar acompanhada de coelhos até o final, Chelimo não conseguiu manter a velocidade ao longo do segundo tempo e logo saiu do ritmo do recorde mundial. Uma Chelimo exausta alcançou a meta em 29:50 para deixar para atrás sua melhor marca anterior de 30:57 em Bolzano em dezembro passado.

Jeruto, a líder mundial na corrida com obstáculos este ano, terminou um segundo lugar distante em 30:08, enquanto Sandrafelis Chebet veio de trás para completar uma varredura no pódio queniano em 30:45.

“A corrida foi boa,” disse Chelimo. “Eu perdi o recorde mundial, mas pelo menos eu melhorei minha melhor marca, então estou muito satisfeito.”

Sem nenhum coelho, a corrida masculina começou a um ritmo uniforme de 2:45 por quilômetro com um trio de liderança formado por Collins Koros, o também queniano Ronald Kipotrich Kirui e o eventual vencedor Kbrom, que marcou 1h00,07 na Meia Maratona de Copenhague há duas semanas. O pelotão da frente chegou à metade em 13:45, antes que Koros se soltasse para abrir uma vantagem considerável sobre Kbrom, enquanto Kirui corria sozinho em terceiro.

Quando tudo parecia certo para ir a favor de Koros, Kbrom ressurgiu durante o quilômetro final para ultrapassar o queniano e vencer com a melhor marca de sua vida com 27:39, melhorando o recorde norueguês de Jakob Ingebrigtsen em 15 segundos.

Koros ficou em segundo com tempo de 27:41, enquanto Kirui também terminou dentro de 28 minutos (27:56).

“Vim a Valência para quebrar o meu PB e consegui fazê-lo,” disse um Kbrom encantado. “Também ganhei a corrida, por isso não posso pedir mais. Sou grato ao meu treinador, gerente e aos organizadores. ”

Emeterio Valiente para o atletismo mundial

 

Kumela quebra o recorde do percurso de Kosice

Ayantu Kumela liderou uma varredura etíope pelo pódio feminino da Maratona da Paz de Kosice neste domingo (3), vencendo a prova de estrada World Athletics Label com um recorde de percurso de 2:24:35.

Em uma corrida relativamente acirrada na maratona mais antiga da Europa, os compatriotas de Kumela Shegau Maeregu e Dinknesh Mekash também terminaram dentro do recorde anterior.

A corrida masculina foi igualmente acirrada quando o vencedor de Kosice em 2017, Reuben Kerio, triunfou com 2:07:18, a apenas 17 segundos do recorde do percurso, com Hiribo Shano da Etiópia (2:07:48) e Albert Kangogo do Quênia (2:07:52 ) que compõem o resto do pódio.

Milliam Ebongon do Quênia, vencedora em Kosice em 2018, liderou a corrida feminina nos estágios iniciais, mas na metade do caminho ela caiu para a quarta posição, quase um minuto atrás do trio etíope de Kumela, Maeregu e Mekash.

O pelotão da frente manteve-se unido durante a maior parte da segunda metade, mas Mekash logo começou a desaparecer. Com pouco mais de um quilômetro pela frente, Kumela começou a ultrapassar Maeregu antes de vencer com 2:24:35, quebrando o recorde anterior do percurso de 2:26:01.

Maeregu (2:24:42) e Mekash (2:25:00) terminaram em segundo e terceiro respectivamente, enquanto Maryna Damantsevich da Bielo-Rússia ultrapassou a Ebongon cansada nos estágios finais para terminar em quarto lugar em 2:32:22.

Kerio fazia parte de um grande grupo de líderes nos estágios iniciais, que partiu em busca do recorde do percurso (2:07:01). Oito homens permaneceram no grupo na fase intermediária alcançada em 1:03:44, mas o pacote foi reduzido para cinco ao longo dos próximos 10 quilômetros.

Kerio correu atrás do pelotão que foi liderado por Jackson Kiprop de Uganda e Deribe Robi da Etiópia, mas ele fez uma jogada decisiva nos estágios finais. Com menos de um quilômetro para percorrer, Kerio havia superado o último de seus oponentes com Kangogo e Hiribo Shano da Etiópia lutando pelo segundo e terceiro lugares, cerca de 20 segundos atrás.

Kerio terminou em 2:07:18 com Shano conquistando o segundo lugar com 2:07:48 e Kangogo em terceiro em 2:07:52.

Tradução de:

https://www.worldathletics.org/news/report/kalkidan-gezahegne-world-10km-record-geneva

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